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quarta-feira, 25 de maio de 2011

ÔNIBUS DE EVACUAÇÃO EM MASSA E TRAILLERS PRISÃO FABRICADOS AOS MILHARES


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ÔNIBUS DE EVACUAÇÃO EM MASSA E TRAILLERS PRISÃO FABRICADOS AOS MILHARES



Qual seria a utilidade de tanto onibus, veja neste video, a quantidade de traillers prisões estacionados em um local totalmente escondido no meio de um pântano.
A idéia deles seria depois do virus acabar com boa parte da população, aqueles que sobreviveram seria levados aos campos de concentração, e para evitar confrontos ou qualquer resistencia da população, no momento do desespero provocados por eles em meio ao caos instalado devido o vírus, estes onibus seria uma otima solução para as pessoas desesperadas em sobreviver, assim entrariam sem nenhum problema dentro dos onibus e seriam levadas para os campos de concentração.
Veja no video abaixo a quantidade absurda de onibus e traillers prisões fabricados, todos estacionados em um local escondido em meio a um pantano.

TRAILLERS PRISÃO FABRICADOS EM GRANDE QUANTIDADES, PARA QUE?

TRAILLERS PRISÃO FABRICADOS EM GRANDE QUANTIDADES, PARA QUE?

Prisões portateis

Prisões portateis
Para que criarem prisões portateis?? para onde eles irão levar tantas prisões destas fabricadas e para prender quem??

olha o interior destas mini-prisões

Trens prisões de 3 andares

Trens prisões de 3 andares
até parece piada, mas até trens eles estão fazendo como prisões, com certeza para facilitar o transporte para dentro dos campos de concentrações, ja que os mesmos vão ter a linha férrea passando por dentro de cada um. Existem trens assim tambem para transportes de automóveis

terça-feira, 24 de maio de 2011

H.A.A.R.P É O PODER QUE O HOMEM TEM DE CONTROLAR O CLIMA

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H.A.A.R.P É O PODER QUE O HOMEM TEM DE CONTROLAR O CLIMA

Porque o CLIMA esta cada vez pior? H.A.A.R.P é a resposta.

Havana (PL) - Parece um argumento de ciência ficção, mas é real: os Estados Unidos desenvolveram armas ultramodernas que podem influir nos meios naturais e modificar o entorno remoto de regióes inteiras. Os devastadores terremotos de 7, 3 graus na escala sismológica de Richter, no Haití, em 12 de janeiro passado, e o ocurrido no Chile, em 27 de fevereiro, con magnitude de 8,8, reavivaram suspeitas de que ocorram catástrofes como resultado da intervenção humana. Hoje, se tem certeza de que, em territórios já submetidos a fortes tensões, existe a possibilidade de provocar sismos induzidos, se se cria um brusco aumento da pressão intersticial mediante eliminação no subsolo de matéria em solução ou em suspensão, ou por extração de hidrocarburetos.
Enquanto alguns cientistas pensam em como utilizar esses movimentos telúricos induzidos para evitar fenômenos de maior magnitude, outros quiçá trabalhem em sentido oposto.
Em várias páginas da Internet, se mencionou que as experiências do denominado Programa de Investigação da Aurora Ativa de Alta Frequência (HAARP, por sua sigla em inglês), poderiam estar por trás dessa "fúria" da terra. Fred Burks, que serviu de intérprete, dentre outros, aos ex-presidentes William Clinton e George W. Bush, revelou, num artigo que publicou em janeiro no sitio digital Examiner, que "existe um projeto ainda pouco conhecido", embora tenha levado décadas em aperfeiçoamento. Mas advertiu que é um "importante programa de defesa militar dos Estados Unidos que gerou bastante controvérsia em certos círculos", através do qual se podem alterar seletivamente os modelos climáticos.
O HAARP é um apêndice da Iniciativa de Defesa Estratégica da Casa Branca, que pretende lograr a militarização do espaço como parte da Guerra nas Galáxias. Burks o confirma em seu escrito: "muito poucas pessoas estão conscientes das capacidades horríveis de morte e destruição que se desenvolveu ao longo desses anos".
Por sua parte, a web oficial do HAARP o define como "um empenho científico" destinado a estudar as propriedades e o comportamento da ionosfera para otimizar as comunicações e os sistemas de vigilância, "tanto para fins civis como de defesa". A ionosfera é a camada superior da atmósfera que está elétricamente carregada e se extende dos 85 aos 800 quilômetros acima da superficie da Terra. Conhecida também como termosfera, absorve as radiações de menor longitude de onda e protege os humanos dos raios solares (ultravioleta, X, gama) que são nocivos à saúde.
O mesmo meio eletrônico do HAARP reconhece que se realizam ensaios que utilizam as frequências de impulsos eletromagnéticos a fim de "excitar temporalmente uma área limitada da ionosfera". Todo "um programa, ao que parece, dedicado à investigação meteorológica, mas que muitos opinam que na realidade tem motivos mais sinistros", expressou Rob Ferrier, na sinopsis de um documentário sobre o tema realizado em 1999, citado no The New York Times.
Arrebentar a ionosfera
Foi uma ideia original do austro-estadunidense Nicola Tesla, quem, a principios do século XX, ideou interconectar o mundo através da atmósfera como um canal de comunicação global. Em seguida a sua morte, em 1943, o Governo dos Estados Unidos interveio nos documentos de seu despacho e ainda os mantém sem desclassificar, explica a enciclopédia digital Wikipedia. No entanto, um deles, de natureza militar, que pode ser utilizado com efeitos devastadores num raio de mais de 320 quilômetros, é o que se considera a base do muito secreto projeto HAARP. De acordo com o Pentágono, se trata de uma investigação para aprender como "arrebentar a ionosfera", informa a página digital Rosa Blindada. Para o doutor Richard Williams, da Sociedade Americana de Física, isso é "um ato irresponsável de vandalismo global".
Estabelecido em 1992, o HAARP, baseado em Gokona, Alaska, utiliza uma série de antenas de alta potência que transmitem, através de ondas de rádio, quantidades maciças de energia para essa camada superior da atmosfera. Sua construção foi financiada pela Força Aérea estadunidense, a Armada e a Agência de Projetos de Investigação Avançada (DARPA, por sua sigla en inglês). Em fevereiro de 1998, em resposta a um informe da legisladora sueca Maj Britt Theorin, o Parlamento Europeu manteve audiências públicas em Bruxelas com relação ao programa HAARP. A moção proposta, em virtude do profundo impacto sobre o meio-ambiente, como uma "inquietação global", apelava para que um corpo internacional independente examinasse "suas implicações legais, ecológicas e éticas"; não obstante, Washington se negou a esse escrutinio.
A Caixa de Pandora
O HAARP, com suas centenas de milhões de watts de potência e antenas, é conceituado como um verdadeiro "esquentador" da alta atmosfera, o que provoca uma ionização de consequências imprevisíveis. Graças a seu efeito "espelho", poderia dirigir suas derivações para qualquer zona do planeta e é qualificado como "arma de destruição em massa",assinala Examiner num artigo de 27 de fevereiro, o mesmo dia do sismo de grande intensidade no Chile. Num estudo de simulação de futuros "cenários" de defesa, se estabelece que as forças aeroespaciais norte-americanas estão obrigadas a "controlar o clima", mediante o aproveitamento das novas tecnologias, alega o professor canadense Michel Chossudovsky, no sitio Global Research. Além da manipulação meteorológica, o HAARP tem vários usos conexos, porque os seres humanos poderiam ver afetadas suas ondas cerebrais, e assim se conseguiria modificar padrões de conduta, sublinhou. Em 1977, uma Convenção Internacional, logo ratificada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1997, proibiu "o uso militar ou outro de natureza hostil das técnicas de modificação ambiental que provoquem efeitos generalizados, duradouros ou severos". A Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), assinada na Cúpula da Terra, no Río, em 1992, também revalidou o acordo de 1977.
Os movimentos telúricos não só do Haití e do Chile, mas o de Sichuan, na China, em 2008, e o tsunami da Indonésia, em 2004, poderiam ser experimentos do HAARP ou de outro programa secreto? Qué tipo de armas mortíferas avançadas agora podem estar disponíveis? "É inegável que o exército tem a capacidade de causar um tsunami, terremotos e furacões, e está na hora de empreendermos ações para difundir os perigos desse assunto vital", assinalou Fred Burks em Examiner. "É um experimento do que poderia ser a arma das próximas guerras", tira como conclusão um artigo do sitio digital Cambio de Michoacán, com data de 3 de março. Ao passo que, um dos pioneiros nas denúncias sobre o projeto, Nicholas Begich, cientista de Anchorage, Alaska, disse que é "uma tecnologia altamente poderosa" de emissão de feixes de ondas radiais que, quando "replicam para a terra arrasam com tudo, vivo ou morto".
A evidência não é conclusiva, mas sugere que o HAARP está em funcionamento e, com o que se conhece até hoje acerca de suas capacidades destrutivas, as perguntas continuam no ar. Do que estão seguros, sim, os especialistas, é que comparam a potência ofensiva desse esquentador ionosférico com uma Caixa de Pandora que, uma vez aberta, será impossível fechar.Deisy Francis Mexidor é jornalista da redação norte-américa de Prensa Latina.
Fonte: Prensa Latina
Tradução: Sergio Granja

DCA: A Cura do Câncer Ignorada Pela Indústria Farmacêutica

http://www.anovaordemmundial.com/2011/05/dca-cura-do-cancer-ignorada-pela.html#more



DCA: A Cura do Câncer Ignorada Pela Indústria Farmacêutica

Tuesday, 24 May 2011 |

Michelakis é o principal pesquisador do DCA
Evangelos Michelakis, um pesquisador de câncer na Universidade de Alberta, descobriu há três anos que uma substância química comum e não-tóxica conhecida como DCA, abreviação de ácido dicloroacetato, que inibe o crescimento de tumores cancerígenos em ratos. As constatações iniciais de Michelakis ganharam muito alarde na época e recircularam na Web novamente esta semana, em grande parte por causa de um post em um blog intitulado  "Cientistas curam o câncer , mas ninguém toma conhecimento", o que desencadeou um novo debate com as pessoas perguntando se isto era realmente verdade.

O mecanismo pelo qual DCA funciona em ratos é extremamente simples: ele elimina a maioria dos tipos de células cancerosas através da alteração da forma como estas metabolizam o açúcar, causando-lhes a auto-destruição sem afectar os tecidos normais.

Após os testes em animais, Michelakis e seus colegas fizeram testes de DCA em células cancerosas humanas em uma placa de Petri, e em seguida conduziram testes clínicos em humanos, usando 1 milhão e meio dólares recebidos através de doações. Seus resultados foram encorajadores, o tratamento com DCApareceu estender a vida de quatro dos cinco participantes, e seu estudo foi publicado no ano passado na Science Translational Medicine.

O trabalho preliminar em ratos, culturas de células, e pequenos ensaios em humanos, aponta para o DCA como sendo um poderoso tratamento do câncer. Mas isso não quer dizer que
seja a tão esperada cura do câncer. Muitos outros compostos que pareciam igualmente promissores nos primeiros estágios de investigação acabaram por não cumprir a promessa. Mas mesmo assim Michelakis acredita que o DCA é merecedor de uma quantidade maior de testes em humanos.

Michelakis não patenteou sua descoberta. E não porque ele não quer, mas porque ele não pode. Quando se trata de patentes, o DCA realmente é como o sol: é um produto químico barato, amplamente utilizado e que ninguém pode patentear.

E no mundo de hoje, essas drogas não atraem financiamentos facilmente.

As empresas farmacêuticas não estão exatamente ignorando o DCA, e elas definitivamente não estão suprimindo a investigação com o DCA. É só que eles não estão ajudando. Por quê? O desenvolvimento de drogas é basicamente um negócio e investir no DCA simplesmente não é um bom negócio. "Os grandes laboratórios farmacêuticos não tem qualquer interesse em investir [na pesquisa com o DCA] porque não haverá lucro", disse Michelakis.

O Longo Caminho para a Cura

O farmacologista Omudhome Ogbru, um diretor de Pesquisa e Desenvolvimento em uma empresa farmacêutica sediada em New Jersey, The Medicines Company, ressaltou: "As empresas farmacêuticas são como outras empresas que fabricam produtos que devem ser vendidas com lucro, a fim de sobreviver e crescer".

Apenas um em cada 10.000 compostos estudados por pesquisadores acaba como uma droga aprovada, Ogbru explica em um artigo de opinião no MedicineNet. Para chegar à fase de aprovação, os medicamentos devem ser submetidos de 7 a 10 anos de testes a um custo total médio de 500 milhões dólares - o que pode ser em vão se a droga não receber a aprovação do FDA. E mesmo se isso ocorrer, "apenas três de cada 20 drogas aprovadas geram receitas suficientes para cobrir seus custos de desenvolvimento."

"O lucro é o incentivo para o risco de que a empresa tem", escreveu Ogbru. "Sem a promessa de um lucro razoável, há muito pouco incentivo para qualquer empresa desenvolver novos medicamentos."

Seria quase impossível ter lucro com uma droga como o ácido dicloroacetato. "Se o DCA realmente provar ser eficaz, então será uma droga ridiculamente barata", disse Michelakis.

Daniel Chang, oncologista do Centro de Cancro de Stanford, e que recentemente começou a estudar o DCA, concordou: "Tenho certeza que a falta de patenteabilidade está desempenhando um papel na falta de investigação", disse Chang.

Embora as organizações de saúde do governo como o Instituto Nacional de Câncer dão bolsas de investigação para ajudar a financiar os ensaios clínicos "elas nunca seriam suficiente para obter aprovação para o DCA como um tratamento contra o câncer", disse Akban Kahn, um médico em Toronto. "Você precisa de centenas de milhões de dólares, e um subsídio do governo não é tão grande."

A pesquisa com o DCA andou muito mais lentamente do que se uma empresa farmacêutica estivesse pagando a conta. Dito isto, o financiamento de base permitiu um surpreendente progresso constante. "Através do website, de rádio, telefonemas, e outras coisas assim,  foram levantados cerca de 1,5 milhões de dólares em nove meses", na Universidade de Alberta DCA Research Center, disse Michelakis. Isto foi suficiente para financiar um estudo detalhado do tratamento DCA em cinco pacientes com câncer de cérebro.
Modo de Ação do DCA

Os resultados foram promissores. O estudo entretanto foi pequeno e não tinha um controle com placebo, o que torna impossível dizer com certeza se as condições dos pacientes melhorou por causa do tratamento DCA ou por outro motivo. Daniel Chang, o pesquisador de Stanford, descreveu os resultados do estudo são interessante, mas não conclusivos. Em seu estudo, Michelakis e seus co-autores escreveram: "Com o pequeno número de pacientes tratados em nosso estudo, não se pode fazer conclusões definitivas sobre DCA como uma terapia"

Apesar da escassez de testes clínicos, um médico de família, Akbar Khan, do Medicor Cancer Centre, em Toronto, prescreve DCA para seus pacientes com câncer. Ele diz que isso pode ser feito no Canadá, porque o DCA já está aprovado para o tratamento de certos tipos de distúrbios do metabolismo.Michelakis, no entanto, disse que acha que Khan não devia prescrever a droga antes que ela seja oficialmente aprovada para uso contra o câncer.

"Estamos vendo cerca de 60 a 70 por cento dos pacientes que não tiveram sucesso com tratamentos convencionais responderem favoravelmente ao DCA", disse Khan. O grupo de Khan acaba de publicar seuprimeiro estudo peer-reviewed no Jornal de Medicina Paliativa. "É um relatório do caso de um paciente com uma forma rara de câncer que tinha tentado outros tratamentos sem sucesso, e então ele veio até nós para tentar o DCA. Foi eficaz, e realmente é um resultado bem dramático. Ele tinha tumores múltiplos, incluindo um particularmente preocupante na perna. O DCA estabilizou significativamente o tumor e reduziu a sua dor".

"Atualmente, temos três pacientes com cânceres incuráveis e que estão com remissão completa, e estão provavelmente curados após usar o DCA em combinação com métodos paliativos convencionais. Estamos no processo de publicação destes casos", disse ele.

Um Novo Modelo de Medicamento

No entanto, pequenos ensaios e estudos de caso não serão suficientes para provar que o DCA realmente funciona. São necessárias futuras investigações sobre a eficácia do medicamento , e sem a ajuda dos grandes laboratórios farmacêuticos, isto terá que acontecer de uma forma não usual.

"Esta poderia ser uma experiência social, onde o próprio público financiaria estes testes", disse Michelakis. "Depois de descobrir o efeito do DCA em células de câncer, eu considero isto a segunda maior realização do nosso trabalho: quando mostramos que você pode trazer uma droga para testes em humanos sem um monte de dinheiro. Se outros forem inspirados (o seu grupo está começando a estabelecer colaborações com alguns hospitais de câncer de destaque) esta poderia ser uma grande conquista. Eventualmente os órgãos federais como o Instituto Nacional de Câncer veriam que há provas suficientes, e então eles vão ajudar com o financiamento.".

"Isto representa uma nova atitude e uma nova maneira de pensar", acrescentou Michelakis.

O site "The DCA Site" mostra várias histórias de sucesso no combate ao câncer utilizando o DCA.
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Eu me pergunto então: mesmo que as indústrias farmacêuticas não estejam interessadas, não seria do interesse dos governos investir em uma possível cura para esta que é uma das maiores mazelas das últimas décadas? Apenas para comparar, os quase 2 milhões de reais gastos no kit-gay dariam quase o que foi necessário para fazer os testes iniciais do DCA. Imaginem então do que poderia ser feito com os 2 bilhões de reais utilizados na desnecessária campanha contra a inexistente pandemia da gripe suína? Isto poderia financiar quatro vezes todo custo para viabilização do DCA como uma droga no combate ao câncer.

E para quem tiver interesse pode ler também sobre os promissores estudos do uso da maconha na cura do câncer.

Participe da discussão deste assunto em nosso fórum!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

O DIREITO DE IR E VIR BARRADO PELOS PEDÁGIOS


"FURO" / Estudante de Direito !

 
 OLHA SÓ O "FURO" QUE ESTA MENINA DESCOBRIU !!!!!!

O DIREITO DE IR E VIR BARRADO PELOS PEDÁGIOS

Entre os diversos trabalhos apresentados, um deles causou polêmica entre os participantes. 

"A Inconstitucionalidade dos Pedágios", desenvolvido pela aluna do 9º semestre de Direito da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) Márcia dos Santos Silva chocou, impressionou e orientou os presentes.

A jovem de 22 anos apresentou o "Direito fundamental de ir e vir" nas estradas do Brasil. Ela, que mora em Pelotas, conta que, para vir a Rio Grande apresentar seu trabalho no congresso, não pagou pedágio e, na volta, faria o mesmo. Causando surpresa nos participantes, ela fundamentou seus atos durante a apresentação.
Márcia explica que na Constituição Federal de 1988, Título II, dos "Direitos e Garantias Fundamentais", o artigo 5 diz o seguinte: 


"Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade " E no inciso XV do artigo: "é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens". A jovem acrescenta que "o direito de ir e vir é cláusula pétrea na Constituição Federal, o que significa dizer que não é possível violar esse direito. E ainda que todo o brasileiro tem livre acesso em todo o território nacional O que também quer dizer que o pedágio vai contra a constituição".

Segundo Márcia, as estradas não são vendáveis. E o que acontece é que concessionárias de pedágios realiza contratos com o governo Estadual de investir no melhoramento dessas rodovias e cobram o pedágio para ressarcir os gastos. No entanto, no valor da gasolina é incluído o imposto de Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico (Cide), e parte dele é destinado às estradas. "No momento que abasteço meu carro, estou pagando o pedágio. Não é necessário eu pagar novamente Só quero exercer meu direito, a estrada é um bem público e não é justo eu pagar por um bem que já é meu também", enfatiza.

A estudante explicou maneiras e mostrou um vídeo que ensinava a passar nos pedágio sem precisar pagar. "Ou você pode passar atrás de algum carro que tenha parado. Ou ainda passa direto. A cancela, que barra os carros é de plástico, não quebra, e quando o carro passa por ali ela abre.
Não tem perigo algum e não arranha o carro", conta ela, que diz fazer isso sempre que viaja. Após a apresentação, questionamentos não faltaram. Quem assistia ficava curioso em saber se o ato não estaria infringindo alguma lei, se poderia gerar multa, ou ainda se quem fizesse isso não estaria destruindo o patrimônio alheio. As respostas foram claras. Segundo Márcia, juridicamente não há lei que permita a utilização de pedágios em estradas brasileiras.
Quanto a ser um patrimônio alheio, o fato, explica ela, é que o pedágio e a cancela estão no meio do caminho onde os carros precisam passar e, até então, ela nunca viu cancelas ou pedágios ficarem danificados. Márcia também conta que uma vez foi parada pela Polícia Rodoviária, e um guarda disse que iria acompanhá-la para pagar o pedágio. "Eu perguntei ao policial se ele prestava algum serviço para a concessionária ou ao Estado.
Afinal, um policial rodoviário trabalha para o Estado ou para o governo Federal e deve cuidar da segurança nas estradas. Já a empresa de pedágios, é privada, ou seja, não tem nada a ver uma coisa com a outra", Acrescenta.
Ela defende ainda que os preços são iguais para pessoas de baixa renda, que possuem carros menores, e para quem tem um poder aquisitivo maior e automóveis melhores, alegando que muita gente não possui condições para gastar tanto com pedágios. Ela garante também que o Estado está negando um direito da sociedade. "Não há o que defender ou explicar. A constituição é clara quando diz que todos nós temos o direito de ir e vir em todas as estradas do território nacional", conclui. A estudante apresenta o trabalho de conclusão de curso e formou-se em agosto de 2008.
Ela não sabia que área do Direito pretende seguir, mas garante que vai continuar trabalhando e defendendo a causa dos pedágios.

FONTE: JORNAL AGORA

REPASSEM A TODOS OS AMIGOS.
 

 
 


 

 
 





ATENTADO no Japão e EUA, para a "CORRIDA DA BALEIA estrangeiro" está vindo à Terra

Fonte: http://sorchafaal-en-espanol.blogspot.com/2011/05/el-ataque-japon-y-eeuu-relacionado-con.html
ATENTADO no Japão e EUA, para a "CORRIDA DA BALEIA estrangeiro" está vindo à Terra



23 de maio de 2011.

Por: Sorcha Faal, e, como relatou a seus subscritores Western

Um relatório preparado pelo frio através do monitoramento da Agência Espacial Federal da Rússia (FKA / RKA) sobre o ataque mortal alienígena que destruiu as instalações espaciais dos Estados Unidos, no Texas, há duas semanas, avisando que há "provas substanciais" de que era " dirigida "do misterioso Moon Water" Titan "do planeta Saturno, os cientistas russos dizem que é" despertar "de uma forma semelhante ao que ocorre no mundo da lua da Terra.

Este relatório é a partir do resfriamento do impacto direto indicam que, com base na análise da "assinatura" eletrônicas que são provenientes de Titã, a lua da Terra e acredita-se ser um "OVNI Fleet", que segue o Elenin cometa (C/2010 X1) se aproximando rapidamente do nosso planeta, a única interpretação lógica que se pode tirar é que, na verdade, são "canções de baleias."

Pior ainda, o relatório continua dizendo que o catastrófico terremoto e tsunami de Tohoku 11 de março de 2011 que deixou o Japão com mais de 30.000 mortos, feridos e desaparecidos, o que está causando o pior acidente nuclear da história, foi "sem dúvida, também causada pelo misterioso "raça de alienígenas baleias."

"O método de ataque usado por esta" raça alienígena das baleias "contra o Japão, continua a salientar que o relatório era" super aquecimento "da ionosfera sobre a zona de subducção da Placa do Pacífico, perto da cidade no norte de Honshu, e ruptura em uma área surpreendentemente grande que se estima ter 500 quilômetros (310 milhas) com uma largura de 200 km (120 milhas) super provocando um terremoto de 9,0 graus na escala Richter eo tsunami que disse coberta mais de 100 metros de altura.

Dimitar Ouzonov do Goddard Space Flight Center da Nasa, em Maryland e sua equipe, usando o satélite DEMETER da França, confirmou as conclusões de cientistas russos no relatório depois de descobrir que no dia antes do grande terremoto e tsunami em Tohoku A atmosfera no próprio Japão é aquecido a níveis nunca antes vistos.

Quanto ao fato de o Japão e os Estados Unidos seriam os alvos escolhidos para esta "raça alienígena das baleias" parecem ser as novas provas que ligam os dois países com um segredo ballenario "complô descoberto na publicação que WikiLeaks documentos americanos que permitem que os japoneses para começar a "colheita" de baleias perto da costa.

É interessante que no relatório que os cientistas russos dizem que a "assinatura" eletrônica detectados pertencem a esta "raça alienígena das baleias" e "único e individual", uma descoberta que foi apoiado pelo pesquisador Shane Georges, na Universidade Dallhousie Halifax, Nova Escócia, Canadá, cuja pesquisa constatou que "as baleias gostam de ser único, acentos para identificar com os outros em seu grupo de família."

Ninguém sabe o que esta "raça alienígena de baleias" poderia estar se comunicando uns com os outros, continua o relatório, como a ciência nunca na história ter interpretado o idioma de qualquer outra espécie na Terra, que advertem os russos , a humanidade não pode tolerar quando eles tentam, eventualmente, entrar em contato conosco diretamente.

O que não está incluído neste relatório, embora certamente ligado, é que muitos dos povos antigos da Terra pode se comunicar com as baleias, mas as únicas pessoas daqueles que ainda sobrevivem, é a tribo Mirning Costa de Adelaide, na Austrália.

O mais importante é que a Tribo Mirning suas lendas antigas dizem que eles poderiam cantar para as baleias e eles responderam eles, porque "sabem a língua deles."

Igualmente importante saber sobre estas antigas "tribos baleias" foi sua crença de que as baleias eram "guardiões" da Terra e responsável pela sua protecção. Isso foi retratado no filme de 2008, intitulada "Baleia Dreamers", produzido por Julian, filho do falecido John Lennon, e foi descrito assim:

Este filme visualmente deslumbrante, que oferece um olhar surpreendente numa cultura tribal raramente visto e pouco compreendida, cuja história toda gira em torno da criação de baleias e tem sofrido ao longo dos séculos. O filme explora apaixonadamente a ligação entre a elegância sutil destas mães do mar e das civilizações antigas ao redor do mundo, cuja cultura e da própria existência se baseiam as baleias. "

A erradicação destas "tribos caça" começou durante o que foi chamado a Era dos Descobrimentos, que começou as potências européias no século 15, e que deve ser chamado com mais precisão a idade de Genocídio, já que quase meio bilhão de indianos das Américas para o Pacífico foram mortas pela doença, sobreviventes de guerra tornou-se escravos de seus novos "donos".

Coincidindo com a erradicação ocidental de todas as "tribos caça" no mundo, dada a quase total extermínio das baleias, bem como, com a recém-fundada nos Estados Unidos e Grã-Bretanha formando enormes frotas baleeiras para pentear os oceanos do mundo em busca destes Golias mar por causa de seu petróleo, que impulsionou o que é conhecido como a Revolução Industrial dos séculos 18 e 19.

Conforme detalhado em parte, no nosso relatório de 08 de maio "Os Templários preparam para aderir ao EUA e Irã BATALHA PARA O MUNDO" END ", o" plano mestre "para a aniquilação do" tribos caça "de mundo e as baleias parecem ter se originado no "conhecimento secreto" do nosso planeta descoberto por Cavaleiros Templários, quando capturaram a cidade santa de Jerusalém em 1099.

Após a misteriosa Ordem foi dissolvida e destruído pela Igreja Católica Romana nos 14 primeiros, as evidências mostram que as explorações Cavaleiros Templários realizadas reivindicando para si vastos territórios novos, com a parte mais importante da América do Norte que hoje constitui o maior império que o mundo já conheceu, os Estados Unidos da América.

Uma vez que, neste contexto, antigos, porém, e relacionados com as novas informações contidas neste relatório, o cenário "mais provável" que enfrenta nosso planeta é aquele no qual o conhecimento que permitiu que os Templários e seus aliados, subjugar e trazer para a beira da destruição de nosso planeta como um todo não passou despercebido pelos "guardiões das baleias" da Terra estão se preparando para retomar o controle do que é deles por direito, para começar.

Com a "rasgar o tempo vortex-espacial" na cidade russa de Yekaterinburg, apenas duas semanas, eo contínuo flagelo da super-tempestades em nosso planeta (o mais recente ocorreu ontem, no coração de matar os EUA cerca de 100 pessoas), parece que a "batalha para o nosso planeta" começou, e como Sorcha disse em seu livro " Battle Begins Para Throne of This World: O Retorno do Einherjar. Warriors O "

Infelizmente, deve-se notar que muitas pessoas neste mundo permanece ignorante da ameaça que nosso planeta enfrenta, especialmente aqueles cujos meios de propaganda norte-americanos estão dizendo às pessoas que é estúpido para acreditar em mitos antigos de nosso mundo.

No entanto, você não pode dizer a mesma classe de elite esta semana pude ver um novo filme do National Geographic Channel chamado "Quando eles atacam o Extra-Terrestre", em que aparece o cientista de destaque nos estados do Departamento de Defesa juntos, Travis S. Taylor, cujo livro "Alien Invasion: O Guia Supremo do Supremo Attack", descreve em detalhe arrepiante dos horrores que se abatem sobre aqueles que não são preparados para o futuro.

E, finalmente, no que poderia ser chamado de "a vida imitando a arte", em 1986, um filme americano intitulado "Jornada nas Estrelas VI: O Retorno Trip Home", a tripulação do navio Enteprise volta no tempo do ano 2286 de 1986 para salvar o mundo de um misterioso navio que destruiu a terra porque não poderia obter um "sinal de comunicação" única de qualquer baleias em todos os oceanos do mundo, porque os homens se tornaram extintas.

A diferença entre 2286 e 1986, que acontece de ser o número exato de membros originais da Ordem dos Cavaleiros Templários, quando foram fundadas. Coincidência? Pensamos que não, pois a longa história dos Cavaleiros do Templo de se comunicar em código mostra o que vai acontecer no futuro ... um tem que saber, como nós, a leitura.


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