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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Dr. PETE PETERSON (PP):

http://projectcamelot.org/lang/pt/pete_peterson_part1_pt.html
Dr. Pete Peterson - Parte 1 – Bill Ryan
Interior dos Estados Unidos, 29 de junho de 2009

Introdução:

Dr. PETE PETERSON (PP):

...É uma área que é altamente defensável. Isso é muito importante, porque é a minha crença, e a de muitas outras pessoas por quem tenho respeito, que o mundo esteja passando por um... Eu chamaria um "derretimento"

...Uma vez que as pessoas descubram o que tem sido feito com elas pelos seus políticos, eles vão sentir que seria muito melhor para a saúde e segurança deles, estarem em qualquer outro lugar.

...No meu entender, era a terceira sessão fechada do congresso.

...Nós descobrimos que não importava onde o político estivesse, e em que comitês atuasse, quando as coisas altamente secretas vinham a tona, eles queriam fechar a sessão o mais cedo possível, para poder sair e fazer seus relatos à imprensa. Nós não temos nenhuma confidencialidade lá. Vazava, estou certo disso.

BR: Estou certo em assumir que você não iria contradizer esses vazamentos?

PP: Eu não os contradiria, por certo.

BR: Obrigado


Beginning of Interview: Começo da entrevista:

BILL RYAN (BR): Estes são Bill Ryan e Kerry Cassidy do Projeto Camelot. Hoje é 29 de junho de 2009. Essa é uma entrevista do Projeto Camelot com uma diferença, porque não só viajei a maior parte dos 12.870 kms - pelo menos assim acho, se não for tudo isso - da Europa para estar aqui nesse fim de semana, mas, também, por termos aqui David wilcock, que também veio de Los Angeles para o fim de semana, se juntando a nós nesse encontro que tivemos com o Dr. Pete Peterson, cujo nome não é muito conhecido, mas talvez esteja entre o mais extraordinário dos informantes, dos contatados, dos pesquisadores e dos cientistas com os quais tivemos o prazer de conversar - talvez um dos mais importantes.

Ontem estivemos conversando, informalmente, por umas doze horas e nossas mentes ainda estão digerindo um monte de informações extraordinárias que ele compartilhou conosco, boa parte não foi gravada. Tanto quanto for possível, Pete deseja gravar aqui, em filme, porque voce acha, não é Pete?... que existe uma razão importante e profunda, pela qual as pessoas que estarão assistindo a este vídeo precisam ouvir o que voce tem a dizer.

Queremos saudá-lo porque você é um homem bravo. Uma das coisas que queremos saber a fundo é por quê você sentiu que queria colocar alguns dos seus testemunhos mais inacreditáveis e importantes em frente às câmeras para tanta gente ouvir, ver e entender nesse momento? O que é isso que o faz se apresentar e que você nos dirá agora?

Dr. PETE PETERSON (PP): Bem, eu acho que a principal razão é que eu tenho testemunhado e estado dentro (como um insider-participante), e participado, por muitos anos, de vários Programas para fazer coisas para o Governo (EUA), desde os 13 anos. Sendo um solucionador de problemas, eu poderia dizer que era um trabalho duro e assim por diante, mas eu venho de uma longa linha familiar de inventores de ambos os lados, materno e paterno, e pessoas que se formaram muito cedo e foram significantes em afetar coisas que afetaram a humanidade, várias coisas, em virtualmente todos os tipos de campos e ambientes.

Eu vejo que o mundo parece ter ido ladeira abaixo. Estou sabendo de muitos programas desenhados para remover a inteligência das pessoas, e retrogredir o povo, ao menos o desta nação (EUA), a um estado medíocre. Temos visto os sistemas educacionais deteriorarem. Temos visto, como minha mulher gosta de dizer, quanto aos programas educacionais - No child left with a mind, (parafraseando o lema americano - No child left behind - Nenhuma criança será deixada para trás) - "nenhuma criança será deixada com raciocínio".

E eu vejo, o tipo de governo que nós temos...embora eu seja um patriota a ponto de usar o termo Eu tenho a bandeira tatuada nos dois lados do meu traseiro, sem anestesia. Eu passei dez anos no Corpo de Fuzileiros Navais e uma grande parte do tempo em combate, em zonas de combate e fiz outras coisas para o governo. Eu gosto de dizer que sou especial pelo fato de ter sido alvejado, provavelmente, em em quase todos os continentes.

De qualquer forma, o que vejo acontecer é uma completa inversão de valores entre a maneira que este país começou, baseado na nossa Constituição, para o que parecer estar se dirigindo, a um sistema socialista onde razão e lógica não tem expressão.

Isso me preocupa. Não sei se minha palavra ajudará. Não faço idéia se posso, mas eu sei que minhas idéias, eu tenho idéias, tenho invenções que provaram ser muito úteis à sociedade. Muitas delas foram abolidas pelo fato de termos um governo que tem sido dirigido pela indústria ao invés do povo. Saíu das mãos do povo, e muitas indústrias são realmente governadas por regras e regulamentos que tornam praticamente impossível a elas existirem se fizerem coisas que sejam boas para a humanidade.

Por exemplo, tivemos muitas coisas acontecendo na indústria de energias alternativas que eram bem baratas e eficientes. Mas o que fazemos é, através das próprias legislações deles, limitaram o poder das companias de serem capazes de cobrar uma certa quantia para além dos custos, de modo que quando os custos baixam, o lucro cai e elas não podem operar economicamente.

BR: What I would love to ask you about, Pete, before we go into some of the stories that you have to tell – and we have good reason to believe that, having spent the best part of twelve hours yesterday talking about a tiny fraction of your experience, I think that we could probably talk, literally, for days – what the people watching this video are really concerned about, I think, is what can you help them understand better than they do at the moment about what's really happening on this planet at the moment? What are the agendas of the controllers? How much trouble are we in and what can people do?

E eu quero colocar essa questão em suspenso porque este é o propósito deste vídeo, tanto quanto nós estamos interessados.

Há um tópico inteiro, em separado, sobre tecnologia, porque este homem com quem falamos nos falou sobre tecnologias que não sabíamos que existiam. Meu cérebro ainda está girando em relação a uma conversa que tivemos no café da manhã, hoje, sobre a qual eu não vou dizer nada.

Agora, antes de começarmos - e isso foi uma visão geral maravilhosa que você deu sobre suas intenções - você pode nos descrever um pouco da sua história profissional, que começou quando voce era bem jovem? Um pouco sobre o tipo das coisas com que voce se envolveu? Não estamos lhe pedindo para listar nomes, mas apenas queremos apresentar você como alguém com quem as pessoas possam ter algum tipo de idéia com qual indivíduo estamos falando, cujo nome nunca foi ouvido antes.

PP: Bem, posso fazê-lo. Uma coisa muito interessante que estivemos conversando...Não tenho nenhuma idéia de como esses pensamentos vieram até mim, mas sei que bem cedo na minha vida eu era tão diferente das pessoas a minha volta, que eu pensava que tinha caído do espaço num ovo de titânio e aterrizado no pomar do meu avô e meus pais tinham me encontrado lá.

BR: E eu acho que voce deve estar certo, realmente, após ter falado com você por dois dias.
[risos]

PP: Até os 22 eu realmente pensava assim.

DAVID WILCOCK (DW): [tocando Pete no ombro com o dedo] Ele é real. Ele é sólido.

PP: Então eu deixei de acreditar nisso na metade dos meus 20 anos e nesses últimos anos - estou chegando aos 70 - e comecei a acreditar nisso de novo. Porque as pessoas com as quais estou preso aqui, nessa pequena espaçonave Terra, não parecem ter a mesma visão das coisas. Pode ser que talvez eu seja um pouco excêntrico, mas minha excentricidade criou uma porção de produtos e fez muito sentido para muitas pessoas no correr da minha vida.

Por alguma razão eu...bem, provavelmente é genético, porque dos dois lados dos meus pais eu tenho uma longa linhagem de gênios que vem de longa data na história. Cresci numa casa que era inteiramente energizada, aquecida, resfriada, num clima bem temperado, com energia solar e energia advinda das mudanças atmosféricas de pressão. Era uma casa que tinha uma galeria dentro dela, muito parecida com uma casa de fazenda mexicana, mas coberta, onde nós criávamos todos os nossos produtos de carne, do tipo galinhas, coelhos e outros, e onde plantávamos todos os nossos alimentos.

BR: Então voce tem uma educação interessante e incomum.

PP: Eu tive uma criação incomum e interessante. Andávamos em carros que meu pai inventava e fazia. Morávamos em casas que meu pai construía de materiais estranhos que eram muito isolantes. Meu pai foi um pioneiro em edifícios com toldos de concreto e foi engenheiro militar durante minha juventude na segunda guerra mundial.

BR: E você foi escolhido a dedo e selecionado para um programa especial quando você tinha 13 anos, correto?

PP: Sim, eu me destaquei aos 10 anos, ao construir alguns foquetes que atingiram altitudes recordes no mundo, e por ter inventado material, que ainda é usado hoje, como combustível sólido para foguetes. Aquele material saiu das minhas mãos porque eu não sou um homem de negócios, e não era um homem de negócios e dei o material gratuitamente e outra pessoa o capitalizou. Mas, gosto de explosões e, assim, desde cedo, comecei a construir foguetes.

BR: Tem uma história maravilhosa que você nos contou ontem que gostaríamos de contar de novo bem brevemente. Vou continuar usando a palavra brevemente nas minhas perguntas com um pedido de desculpas, porque sabemos que voce poderia ficar conversando conosco por dias, literalmente, sobre as extraordinárias experiências que você teve, as coisas que você sabe, as que lhe contaram, e as em que você acredita piamente com boas razões. Mas uma das estórias que nós queremos que nos conte é a que aconteceu um dia, quando tinhas 10 anos de idade, com uma porção de adultos, e você teve uma extraordinária experiência.

PP: Bem, vou iniciar com o fato de, quando eu estava crescendo, era em uma cidade muito pequena do interior, de umas três quadras de comprimento e não muita gente. Meus pais tinham uma casa com um jardim formal, e muitas pessoas da cidade alugavam os jardins para casamentos e reuniões de família e outras, e meus pais de bom gardo os emprestava. Havia um casamento em andamento e, como me lembro, era em junho ou julho de 1950.

Naquela época eu tinha recursos educacionais muito limitados nessa cidadezinha, mas um dos livros que me deixou muito, muito interessado em povos antigos e antropologia e arqueologia foi um livro escrito sobre a descoberta da tumba do Rei Tut. Quando eu terminei aquele livro, eu fiquei muito, muito excitado em aprender sobre os egípcios, e aprender as tecnologias que eles tinham, quem eles eram e como eles construíram as pirâmides. Um conferencista veio à cidade, o homem que escreveu o livro Kon-Tiki, Thor Heyerdahl. Então aquilo me excitou, e eu decidi que queria ser um antropologista-arqueologista e mergulhei naquilo e li tudo que podia ser lido sobre o assunto pelo sistema de livraria estadual.

Na sequência veio esse casamento, e na hora do pregador dizer as "palavras de destruição" para a noiva e o noivo, alguém apontou para o céu e disse: O que é aquilo? E todo mundo se virou - haviam umas 130 pessoas lá - todos se viraram e olharam. E pelas próximas duas horas todo mundo no casamento observou uma série e grupos, do que eu só posso chamar, de discos voadores voando através do ar - alguns tão próximos quanto 30 metros e alguns tão longe, talvez, como a uns 32 kms, proporcionando um show espetacular. Todos lá os viram, assim como muitos nas comunidades vizinhanças.

DW: Eles eram todos iguais?

PP: Não , haviam muitos tipos diferentes. Alguns no formato de um lápis e pareciam ter janelas na periferia. Alguns eram redondos como uma bola. Alguns tinham o formato de discos, com uma bolha ou cúpula em cima, alguns na forma de discos, com duas ou três bolhas embaixo. Se você olhar por todas as várias histórias de avistamentos que ouvimos falar através desses anos, haviam pelo menos um ou dois de todos os tipos já descritos. [risos] Aquelas coisas saiam do campo de visão velozmente e voltavam. Eles se afastavam das pessoas na festa de casamento diretamente, então voce só via um ponto...

BR: E o significado disso é que, nesse ponto, voce mudou toda a sua vida, certo?

PP: Nesse ponto eu fiz uma grande mudança de vida. Eu decidi que estava muito menos interessado no Rei Tut do que em ter o meu próprio disco voador.

BR: Certo.

PP: Então imediatamente eu comecei a estudar ciências. Estudo ciências desde então, muito disso com intenção de construir meu próprio disco voador. Através dos anos eu cheguei à conclusão de que para construir um disco voador, você precisa realmente saber como construir o que eu chamo de uma cabine telefônica do Doutor Who..

Para aqueles que não sabem, Dr. Who era uma fraude da ficção científica britânica que rodava em muitos canais nos Estados Unidos entre uma e duas horas da manhã, e houve algo em torno seis ou sete Dr. Who’s através dos anos, durou bastante. Dr. Who tinha uma daquelas cabine telefônica britânica vermelha.

BR: Ele não tinha uma cabine telefônica britânica. Ele tinha uma caixa de telefone preta da polícia, era uma caixa da polícia, não era vermelha.

PP: Ah, Ok, tudo bem. Ele tinha uma cabine telefônica britânica com 2 buracos e ele entrava nela e ela se transformava numa máquina do tempo.

DW: Era chamada a TARDIS

PP: Era chamada de TARDIS. Ele era um Senhor do Tempo e viajava pra trás e pra frente no tempo e espaço. Quando eu tentei imaginar como construir um disco voador, achei que era mais fácil fazer uma TARDIS. Então fiquei pensando: Quem vai querer atirar um objeto aerodinâmico no espaço, quando você pode ir num lugar, digitar seu destino e sair de onde você está, sem propelir nada pelo ar?

De qualquer forma, trabalhei naquela direção e fiz muitos, muitos projetos científicos, alguns para algumas grandes corporações, alguns para - as chamaremos de "agências" - e muitos deles para mim mesmo. Estou em vias, agora, aos 69 anos, de construir um laboratório para completar o trabalho que tenho feito, e adquiri alguns equipamentos especiais para pesquisar essas coisas.

É nisso que estou agora. Estou em vias de construir esse laboratório num local remoto, onde existem muito poucos campos magnéticos artificiais. Não temos realmente ondas de rádio e tv diretas e as interferências eletromagnéticas derivadas de atividades humanas são muito, muito pequenas - e isso me permite fazer o trabalho que tenho que fazer. Então essa foi a mudança de vida que eu tive nos meus 10 anos e tenho estado nessa busca desde então.

BR: E poderíamos dizer cuidado com o que você deseja, porque agora você tem o conhecimento, pelo que você nos falou em nossas conversas, realmente tem o entendimento, se não tem a fábrica, para realmente ser capaz de fazer essas máquinas. Você também pode confirmar que as "Forças que mandam" (Powers That Be) no planeta terra na verdade já tem acesso a essa tecnologia e a usam para todos os tipos de coisas. Isso é verdade?

PP: Tanto quanto posso falar, existe um número grande de governos que possuem essa tecnologia. A minha impressão é, e/ou o meu conhecimento é que, isto foi adquirido de pessoas que vieram a este planeta, de fora deste planeta. E foi a partir da leitura de muitos documentos antigos que datam de 6.000 anos.

BR: Dos Sumerianos

PP: Dos Sumerianos. Eu tenho um documento sumeriano, traduzido, que diz exatamente como construir um disco voador, e é uma tradução direta. Provavelmente não dá todos os detalhes, mas certamente dá os princípios, e experimentei com uma série desses princípios e descobrir que as coisas que ocorrem na física moderna não são possíveis.

Tenho trabalhado com um grupo de cientistas que recentemente descobriram coisas, tanto em matemática como em ciências que me levariam a acreditar que grande parte da ciência que temos hoje - e eu tenho um grau de doutorado em Filosofia Natural, usualmente chamada de Física, que tomou muito esforço para se adquirir - e isto me leva a crer que esses documentos representam um conhecimento que nós simplesmente não temos, e o conhecimento que temos está errado.

BR: E você teve o privilégio de dispender algum tempo na livraria do Vaticano. Isso é algo que você possa conversar nesse vídeo?

PP: Uh... provavelmente. Bem, posso falar de algumas coisas que... Existe uma porção de informações lá que contrariam sériamente o que cremos profundamente tanto filosoficamente como cientificamente, tendo sido, basicamente, mantido longe do povo - não é de conhecimento geral - uma porção de traduções as quais, eu acho, provavelmente vieram dos restos do que não queimou na Grande Livraria de Alexandria, documentos bastante antigos.

Estava envolvido, por um tempo, com máquinas de tradução de linguas de muito desses materiais, que seriam, nos dias de hoje, um tanto rudimentares, mas, pelo menos, elas nos deram algumas idéias. E as traduções que nos pareceram interessantes foram, posteriormente, traduzidas por pessoas que tinham passado, você sabe, estudado a vida toda essas línguas, e acho que são traduções muito boas.

BR: Você é capaz de dizer-nos alguma coisa, qualquer coisa que você aprendeu sobre os Annunaki? Ou isso também é privado?

PP: Bem, os Anunnaki, descritos nas bíblias Cristã e Judaica...existem... Eu tenho visto esqueletos, os quais chamamos de gigantes.

Houveram gigantes recentemente. Eles são, você sabe, pessoas que viajariam por aí com circos, e desse modo eles eram muito, muito grandes devido aos problemas genéticos que tinham, erros genéticos. Todos eles tinham problemas de articulação; tinham problemas nos órgãos; morriam cedo; seus corpos não podiam suportar o peso, coisas assim.

Mas alguns dos esqueletos não mostram essas anormalidade que se poderia ver. São muito bem formados. São esqueletos muito parecidos com os nossos, na verdade, em muitos aspectos. Escreveram sobre eles na Bíblia e em outros textos antigos, então temos que acreditar...

Eu sei de que há numerosas sugestões para se fazer testes de ADN neles, uma vez que consigamos teste de ADN muito bem feitos, e eu sei que foram contrariados por várias religiões e escolas, as pessoas não querem dizer que há coisas que não entendemos, ou que eles não entendem ou que não querem entender.

BR: Mas nós humanos somos de uma linhagem Extra Terrestre -- não somos?

PP: Minha crença é que...Eu vou lhe dar um exemplo. A datação de Rádio Carbono se tornou muito, muito exata. Temos muitas registros sobre os homens das cavernas que não tinham uma linguagem. Alguns faziam pinturas, outros não. Encontramos cavernas com ferramentas deles dentro, com evidências da civilização deles, com os artefatos rudimentares e coisas assim. Há muitos sítios onde eles foram encontrados, especialmente na África, na Europa e no Oriente médio.

Então, não mais que de repente, depois de um período de 80 anos, surgiu uma civilização que, por 3.000 anos, teve a mesma linguagem, a mesma religião, a mesma escrita e a mesma matemática; que era muito, muito avançada a partir das coisas que vieram depois. E, você sabe, desde a história moderna, digamos 300 antes de cristo, não tivemos qualquer civilização que não alterasse a linguagem, de formas que não pudesse ser lida num período de 300 anos.

BR: Certo, sim. Agora, muitos dos que estão vendo esse vídeo ficarão a par da influência da Suméria antiga, onde esta civilização completamente desenvolvida parece ter aparecido do nada. Só estava querendo saber se você poderia confirmar de qualquer jeito o que muita gente suspeita, que somos, tenhamos sido, criados ou engendrados por ETs, que sabiam o que estavam fazendo e que queriam nos criar para propósitos especiais.

PP: Bem, eu não tenho uma prova absoluta disso. É uma das razões pelas quais estou construindo o laboratório aqui. Mas uma das coisas que realmente tenho notado desde os anos 70 e ocomeço dos 80... Eu participei da engenharia de muitos equipamentos médicos, e desenhei uma máquina que podia ler um campo que envolve o corpo humano e podia lhe dar uma leitura das condições dos órgãos, órgão a órgão, no corpo. Então ela podia localizar, ou achar, ou mesmo criar, uma medicação que o curaria. Uma das coisas que descobri, desde o começo, foi que aquela máquina podia, de maneira bem exata, chegar a um grau de diagnóstico de cinquenta por cento de acerto.

Claro, eu queria que ela fosse perfeita, e gastei vários anos para descobrir que a razão para eu não passar dos 50 por cento era porque muitas pessoas tinham erros genéticos no seu sistema genético. Como resultado disto, elas tinham doenças baseadas naqueles erros genéticos. Então você tinha que tratá-las de maneira bem diferente -- daquelas pessoas que tinham uma doença que era baseada em virus, germes, ou outros...parasitos, especialmente.

Então eu cheguei perto de cerca de 70 a 75 porcento dos diagnósticos eram corretos e que a seleção da medicação era correta. Então eu pensei: bem, OK. Há 25 porcento aqui que eu não compreendo.

Foi, ah, uns dez ou quinze anos depois que ficamos familiarizados e muito bons em testes genéticos, e eu descobri que aqueles 15 porcento das pessoas tinham sequências muito similares ao ADN que não eram como nos 85 por cento das outras - e elas eram diferentes de qualquer outra coisa sobre a terra. Pareciam ser alienígenas à Terra. Então eu pensei: bem, bem poderia ser devido à exposição a alguma forma de radiação solar ou algum tipo de radiação ionizante.

Então observamos as pessoas que viveram nas áreas que tinham compostos radioativos naturais, como no sudeste de Utah onde muito carnotite e outros minérios como rolamento de urânio eram extraidos e em pessoas que passaram tempos lá, pessoas que estavam em zonas de precipitação de testes nucleares no centro de testes nucleares em Nevada...

[Nota: uma outra parte do vídeo começa aqui num diferente tópico]

PP: Nós mandamos a cápsula Gemini para cima, e ela foi, a primeira cápsula que foi para cima - então todos estavamos no Controle da Missão e chamamos, Terra para Cápsula, Terra para cápsula. Alô, está nos ouvindo?

[Pete faz barulho como um alto falante abafado] ...retorna, e há um silêncio mortal e então todos riem porque nós tinhamos a coisa, o último cara que chegasse no trabalho tinha que ser o cara que correria para o almoço, à direta na rua JPL e logo acima do Rose Bowl, era como uma primeira caixinha de surpresas. Voce tinha que ir até o comunicador e fazer o pedido, eles confirmariam o pedido, e se ouviria [faz barulho como um alto falante abafado] e voce não conseguia ouvir uma palavra. Então todos imaginaram que esses astronautas tinham ido almoçar, etc, etc, e todo mundo ria e pensavam que eles estavam simulando o efeito da caixinha de surpresa.

Acontece que essa foi a melhor comunicação que tivemos, então imediatamente Chris Kraft se vira para mim e diz: Peterson! resolve o problema. Então eu fiz uma coisa que eventualmente chamamos de “Limpeza da Leitura” e era um dispositivo que descobria por que essas coisas aconteciam. E elas ainda acontecem. Voce ainda vai a drive-ins e voce não consegue entender uma palavra.

Mas eu construí alguns microfones sem-barulho que também tinha um dispositivo que removia todos aqueles problemas. Descobrimos que havia três bandas muito próximas para toda a informação, já que a conversação é gravada.

Duas gravam a informação. A outra lhe dá a identificação do locutor. Mas, aquela banda que lhe dá a identificação de quem fala tem que ter uma frequência variável de entrada e saída. Voce tem um pequeno botão nela, voce liga na leitura [nota: modo alto-falante] e gira este botão até que possa ouvir o locutor bem claramente. Você os ouve perfeitamente. Voce não ouve os aviões voando, os carros de polícia passando, pessoas amassando papel, o barullho de ventilador, o som do ventilador do projetor, etc, etc, etc.

De qualquer forma, é uma das pequenas coisas da minha vida. Mas eu costumava construí-las e quando eu me mudei para construir meu novo laboratório nove anos atrás eu parei de construí-las. Esse é um dos produtos que eu quero recolocar em produção.
[nota: fim desse entremeio do vídeo aqui; os 15% sobre o ADN alienígena segue.]

Eu pesquisei pra ver por que eu não podia conseguir os 15 por cento nos diagnósticos finais corretamente e finalmente cheguei à conclusão que que era porquê essas pessoas tinham ADN que tinha vindo de fora do planeta. Isso me levou a pensar: Bem se esse é o caso, deve haver algum tipo de registro histórico.

E quando eu voltei e olhei os dados históricos, percebi que existem muitos relatos e evidência arqueológica de que nós vomos visitados por povos de fora do planeta - muito provavelmente, na minha opinião, não só de fora do planeta, mas extraterrestres ou visitantes de fora do nosso sistema solar.

Você sabe, há tanta gente diferente dizendo ter visto essas coisas, que eles existiram, que viram essas pessoas. Existem várias grandes categorias desse seres alienígenas. Algumas, uma pequena percentagem delas, poderia ser atribuída a alguma coisa, desde paranóia a contos de fada ou o que quer que seja; mas quando voce tem tantos relatos, através de toda a história escrita, isso nos faz acreditar que provavelmente seja muito, muito verdadeiro que essas coisas existam.

Como um exemplo, alguem que queira achar alguma coisa no passado, leia Ezequiel, na Biblia.

BR: No decorrer dos seus trabalhos, você encontrou qualquer documentação sobre a existência de nossas relações com criaturas desse tipo?

PP: Eu tenho. A maioria delas eu não posso falar a respeito.

BR: Certo.

PP: Mas sim, tenho visto coisas escritas por cientistas os quais respeito. Alguns foram meus professores. Alguns eram pessoas com quem trabalhei cientificamente em outros campos e havia conversas ocasionais a esse respeito. Por isso eu tenho a crença que tenho, de que temos ADN estraterrestre em nossos corpos...alguns de nós temos.

É ainda importante notar que tem havido uma porção de suposições sobre vários programas para reprogramar a mente das pessoas, para jogar fora o pensamento delas, para fazê-las acreditar em coisas que não são necessariamente verdadeiras; mas, politicamente, seriam uma coisa muito boa para aqueles na política, nos governos e nas religiões. É interessante notar que as técnicas de controle da mente funcionam em 85 porcento das pessoas, e os 15 porcento em que elas não funcionam bem são pessoas que tem aquele modelo diferenciado de ADN.

BR: Ah-ha, ok.

PP: Então, outra verificação de que aquelas pessoas são muito diferentes das pessoas comuns.

DW: Pete, estou certo de que vamos ter uma tonelada de pessoas querendo saber, desses 15 porcento de pessoas com ADN diferente, é tudo um mesmo tipo de gente, como uma raça? Ou eles estão distribuidos entre a população? E se você não puder dizer-nos, tudo bem.

PP: Não, eles obviamente aparecem em árvores familiares, em linhas de árvores familiares ou dentro de uma família, mas eles estão bem distribuídos em todas as raças e culturas.

DW: Obrigado. Achei que era o caso, mas queria isso gravado.

PP: O que, de novo, para mim, seria a confirmação daquilo que, provavelmente, aconteceu, por que alguém viria e selecionaria somente uma raça ou linhagem familiar?

BR: Então, eles são brancos, negros, vermelhos, e...

PP: Vermelhos, amarelos, verdes, azuis e o que quer seja.


KERRY CASSIDY (KC): Quanto ao seu ADN? Você é um deles?

PP: O tanto que eu sei, eu sou.

BR: Todos nós, que estamos nesta sala provavelmente somos [risos]

PP: Nesta sala, todos nós devemos ser. De fato, eu achei que, no passar dos dez ou doze ultimos anos, tenho notado que muitas pessoas, quando eu falo com elas sobre as coisas que sei que são verdadeiras, em ambas as ciências: na matemática e na história, assim como na minha crença pessoal, falo com certas pessoas que os 85 porcento que nçao parecem ter algum problema de doença, isto é, são aquelas que tem ADN humano "normal"...

BR:Não parecem entendender sobre o que voce está falando. [risos]

PP: Quando eu falava com eles, costumava ser chamar de louco por eles, ou pareceria que eles estavam realmente interessados e com vontade de aprender sobre isso. Mas, hoje em dia, quando voce fala com essas pessoas, eles não dizem: Isso é loucura. Você está maluco. Eu não acredito nisso. Eles retornam a um estado mental e começam a falar como se você nunca tivesse dito uma palavra.

. KC: É verdade.

BR: Sim. Interessante. Então as pessoas assistindo a este vídeo estão provavelmente entre os 15 porcento. Eles são auto seletivos em muitas áreas, isto é o que achamos.

PP: Bem, do que voce tem me dito sobre as pessoas com quem lida, eu acreditaria. Eles estão provavelmente naqueles 15 por cento.

BR: OK. Agora, há muitos lugares onde podemos ir desta conversa, mas há uma coisa importante que eu quero trazer, aqui e agora, e é o seguinte: Voce aludiu há uns 15 minutos de que voce se mudou para cá, há nove anos atrás, para ficar num lugar quieto, isolado, com seu laboratório, que você está construindo para fazer seus trabalhos. O que você pode dizer sobre o por quê voce está aqui e por quê as pessoas que estão em quaisquer outros lugares poderiam um dia desejar também estar aqui?

PP: Bem, isso é algo que, nas nossas conversas de ontem, nós não falamos a respeito, mas estou numa área que tem dois requerimentos para mim e para as pessoas para as quais eu faço coisas que não podem ser mencionadas.

Um deles é que a área seja bem isolada de radiações eletromagnéticas que se originam das atividades humanas. É um Vale profundo cercado por montanhas em seus 360 graus. A entrada é por um desfiladeiro estreito, longo e sinuoso. Então, realmente, não pegamos rádio aqui, ou televisão, diretamente. A energia que entra aqui interfere com ele, assim como, ele tem informação nele. Mas é muito, muito isolado informacionalmente.

Então o lugar que eu escolhi aqui é um tipo de volta em um pequeno entalhe nas montanhas, assim, ele está ainda mais isolado. Essa é uma razão.

A outra razão é que é uma área que é altamente defensável. Isso é muito importante devido a minha idéia, e a idéia de muitas pessoas pelas quais tenho respeito, de que o mundo está passando por um... Eu a chamaria uma situação explosiva Vamos passar por uma mudança. Os shows de pensamento alternativo de radio e televisão, os filmes, os livros, estão todos carregados com o fato de que alguma coisa grande está para acontecer em 2010 ou 2012 - o fim do calendário Maia, mudanças na Terra, uma porção de coisas.

A caldera do Yellowstone está muito, muito ativa. Tem regiões lá onde o chão subiu. No meu entender subiu aproximadamente 1,2 metros. Todos nós sabemos que está havendo uma grande atividade vulcânica sob a área do Yellowstone, porque podemos subir lá e ver as poças de lama borbulhando e o gêiser Velho Fiel ejetando água quente e sentir o cheiro sulfúrico dos infernos.

BR: E, metaforicamente, o mesmo deve estar acontecendo politicamente.

PP: Exatamente, a mesma coisa acontece na política. O máximo que posso dizer, nós temos imprimido não bilhões, mas trilhões de dólares, com nada para ancorá-los de maneira alguma. Agora mesmo, tenho amigos muito queridos na China que estão me oferecendo bônus do tesouro e títulos maduros que eles acham que não vão conseguir remunerar, eles estão me oferecendo por 10 centavos de dólar.

E existem trilhões de dólares assim. Seria suficiente que, se um sistema de Corte Mundial forçasse o seu eventual pagamento, todo homem, mulher e criança nos Estados Unidos teria que trabalhar por quatro a cinco gerações para pagá-los.

BR: Qual a conexão entre isso e o fato de estares aqui?

PP: Bem, isso e porque estou aqui, é que estou numa área que, devido á sua localização geográfica, tem quatro estações, mas tem uma estação de safra muito boa. A área em que estou exporta ambos produtos de agricultura e produtos de carne, numa quantidade muito maior do que as pessoas daqui podem consumir.

Uma barreira, ou um bastão de dinamite, impediria o acesso - não a saída propriamente dita - mas certamente bloquearia o acesso, de maneira que se houvesse, realmente, uma quebra da moeda e um colapso do sistema político e geopolítico, esta área seria muito protegida de grupos de pessoas sem dinheiro e, assim, sem comida, sem energia e o tudo mais. Pessoas que estariam procurando por comida certamente viriam a uma área como esta.

BR Há algo que você possa dizer sobre a sua crença deste tipo de eventos virem a acontecer dessa maneira?

PP: Eu tenho sido levado a acreditar por vários relatórios e pessoas que eu conheço e em áreas que eles realmente conhecem o assunto e assim por diante; todos tem me alertado para estar num local como este. Muitas pessoas, mesmo aquelas na Europa e em outros lugares, que tem muito altas conexões financeiras em cidades grandes por todo o mundo têm fechado seus escritórios lá, com um grande número deles expressando o desejo de se mudar para cá, isso se eles já não se mudaram.

BR: Quando você diz para cá nesta área em particular?

PP: Aqui, para esta área em particular.

BR: Uh-huh. Então voce acredita que deve estar acontecendo algo muito importante neste ano e essa é uma das razões pela qual voce está falando conosco?

PP: Essa é uma das razões de eu estar lhes falando. Eu tenho que, se voces desejam, sair do armário, porque as pessoas que eu encontro,acho terem... As pessoas que agora, digamos têm 27 anos ou menos, foram a uma escola que não os ensinou, não os treinou - obviamente - porque se voce conhece algo sobre educação, a escola especificamente não os treinou e formou em ciência política, certamente, nem em política, economia e certamente em geo-economia. Eles simplesmente... Eles não tem uma idéia do que está ocorrendo.

Voce sabe, nós olhamos para o Presidente que reclamou profundamente de todo o dinheiro que o Presidente anterior gastou, então nos primeiros 90 dias, gastou 10 vezes mais. Agora era prerrogativa do Federal Reserve gastá-lo, e o Federal Reserve, num testemunho congressional perante a TV, disse: Nós não temos a menor idéia de para onde o dinheiro foi. Não temos a menor idéia. Podemos dizer onde 2 bilhões de dólares foram, mas nós, certamente, não podemos dizer-lhes onde 7 trilhões de dólares foram parar ou para onde seis trilhões de dólares foram, não temos a menor idéia.

E você sabe, as pessoas simplesmente deixaram isso passar: Oh, isso significa que nós mesmos e as próximas quatro gerações vão ter que trabalhar as vidas inteiras para pagar esse débito. E ainda nós não temos nenhuma idéia de para onde foi ou quem o tem. Isso certamente não está ajudando muito a economia.

BR: Mm-hm. Agora, se isto ocorre, seria isto um problema mundial? Eu quero dizer, com o colapso do dólar...

PP: Bem, isto é um problema mundial. Quero dizer, olhe os programas de James Burke em Conexões. O que isto significa - minha opinião - mas os sindicatos tem que fazer alguma coisa para que seus membros paguem suas dívidas, e a única coisa que eles poderiam fazer seria aumentar seus salários. Então os sindicatos aumentaram os salários a um ponto onde o trabalho teve que se mudar para fora do país, porque não temos mais pessoas desejando trabalhar e ser operárias. Eles querem trabalhar e ganhar salários de colarinho branco.

As pessoas de colarinho branco querem ganhar salários compatíveis, ao invés de salários compatíveis com suas produções, então, em essência, eles roubaram dos operários e roubaram do resto do mundo emprestando dinheiro e então tomando todos os seus recursos naturais a valores muito baixos.

Isso é o que aconteceu em todo o mundo. Isso não aconteceu somente aqui. Temos visto economias começando a falir por toda a parte. Estamos lidando com um sistema agora, por, ah, 70 anos, ou melhor, moeda fiduciária - dinheiro que não é escorado por nada. É como era dito a respeito dos irlandeses quando eles vieram para Nova Yorque e Boston: Todos fiezeram dinheiro enganando o vizinho.

BR: Certo, em sua opinião pessoal, e se você puder qualificá-la, seria útil-- O que voce acha que pode acontecer se existe um ponto aparecendo de instabilidade social ou financeira para ocorrer antes do fim deste ano? O que as pessoas podem esperar?

PP: Bom, vamos dar uma olhada na depressão do final dos anos 20. As pessoas tinham ética, moralidade. A ética e a moralidade foram removidas dos sistemas escolares há 25 anos, e por razões específicas. Não tinha nada a ver com ética ou moralidade. Tinha a ver com razões políticas. Então foram removidas das escolas.

Nos anos 20, quando tivemos a Depressão, as pessoas íam nas fazendas e batiam nas portas e diziam: Madame, tenho três crianças pequenas que precisam comer e plantarei, colherei batatas, capinarei o jardim, faço qualquer coisa que precisar para alimentar meus filhos.

Agora o que as pessoas foram ensinadas é que eles têm direito a um modo de vida, eles têm direito a viver como a televidão diz que o povo deveria viver. Eles não tem ética; eles não tem moralidade.

Então o que acontece é, se tivermos um colapso total, não vai ser como nos anos 20. Vai ser como hoje e você terá anarquia e um caos absoluto. O governo sabe disso. Eles recentemente perguntaram aos militarizados (polícia + forças armadas) se eles atirariam contra civis se lhes fosse solicitados - o que vai, completamente, contra a Constituição.

Nós temos a Segunda Emenda e os fundadores do país, escrevendo sobre a Constituição, de onde a segunda Emenda veio, não falavam que nós deveríamos ter o direito de manter e usar uma arma para caçar um veado e alimentar nossa família. Eles especificamente declararam que temos o direito de manter e usar armas, tal que se o governo, através dos militares, sair do controle e tentar suprimir a Constituição e os civis, eles poderiam tomar o poder de volta, porque o governo deveria estar nas mãos do povo.

Agora, não que eu acredite que as pessoas são espertas o suficiente para se cuidar sozinhas, porque não são, de outro modo não teríamos tido os últimos Presidentes que tivemos. Nós tivemos senadores e congressistas expurgados por não fazerem por nós o que era necessário. E os senadores e congressistas não tiveram opção porque eles tinham tantos grupos políticos que eles tinham que satisfazer que não puderam fazer o que era necessário para o povo, como eles tinham sido encarregados de fazer.

BR: Há algo que você possa dizer aqui sobre uma recente sessão do congresso em que voce esteve?

PP: Sim, Uh... Provavelmente é melhor não dizer.

BR: OK

PP: Só observe que foi a terceira...no meu entender... foi a terceira sessão fechada do Congresso na história.

BR: Ok, endendo.

KC: Mas está no Google, então...

PP: Sim, eu acho que muitas coisas vazaram para o Google. Nós achamos que não importa onde o político estava e em que comitê ele estava, quando assuntos altamente secretos são discutidos, eles quererem fechar a sessão cedo, para sair e relatar as coisas para a imprensa. Não se tem nenhuma confidencialidade. Vazou, estou certo.

BR: Estou certo em assumir que você não contradiz esses vazamentos?

PP: Não os contradigo de maneira nenhuma.

BR: Obrigado.

KC: Mas não lhes foi dito para... alguns deles não estão saindo do país e se mudando para a América do Sul? Pergunte a ele.

PP: É o que eu acho.

KC: George Green nos deu testemunho desta ocorrência..

PP Sim. É meu entendimento que um número deles sentiu que, assim que as pessoas descobrirem o que tem sido feito com elas pelos seus representantes, eles sentiram que seria muito melhor para saúde e segurança deles estarem em qualquer outro lugar.

BR: Mm-Mm. E isso diz tudo. Você sabe de algo, ou suspeita, sobre se o sistema financeiro cair, se isso acontecer, o que o substituiriá?ment, we’d probably have a One World currency.

PP: Bem, até uns dias atrás eu diria que ele seria substituído por uma moeda mundial. Lembre-se, os quatro últimos Presidentes foram todos membros do Conselho de Relações Exteriores e abertamente declararam que iam na direção de um Governo Mundial e que deveríamos ter um Governo Mundiall. Se tivéssemos um Governo Mundial, provavelmente teríamos uma Moeda Mundial.

E talvez eles fossem espertos o suficiente para ter uma moeda calçada por algo real como ouro, prata, ou vários metais. Eu sempre quis ver uma moeda calçada em comodities, então teriamos uma moeda que valesse um tanto de milho, ou de trigo, ou um tanto de uma coisa que fosse uma coisa real e tangível.

BR: Certo. Até alguns dias atrás, você disse. O que mudou?

PP: O que mudou foi que minha visão agora é que eles...bem, os acordos do NAFTA e do GATT nos colocam num sistema onde temos México, EUA e Canadá quase como um governo com três partes.

Haveria, voce sabe, tem havido um sério rumor de que existiria uma moeda impressa disponível - imagens estão disponíveis na internet, etc, etc, etc, porque não há mais nada que seja um segredo - haveriam as notas, cores diferentes e diferentes tamanhos para diferentes denominações, e seria denominada como Amero da América do Norte.

Há um rumor agora de que a moeda tenha sido destruída e agora substituída por outra moeda americana que está sendo impressa. E isso faria muito sentido, porque há tanto... bem, o dinheiro que tem sido impresso é de brinquedo porque não é calçado em nada. Mas também, tem havido muita falsidade, especialmente quanto ao Iran. Você pode olhar para algumas de nossas políticas com o Iran como se houvesse algo de proliferação nuclear e muito disso tem a ver com o fato deles terem boas máquinas impressoras e bons duplicadores de papel e tinta. Tem havido uma quantidade enorme de dinheiro que nós sabemos que tem vindo para cá do Iran que é falsificado, e isso é agressivo.

BR: Sim. Muitas pessoas assistindo a este vídeo vão ficar sabendo sobre o que o David Icke tem falado a respeito. Falamos com ele demoradamente no início do ano, e uma das teclas que ele tem tocado é a respeito do perigo que ele acha que é o de colocarem chips nas pessoas como um meio de controle, que vai estar relacionada com capacidade deles de operarem em todos financeiramente. Pode comentar a respeito?

PP: Existem muitas coisas que fazem alguem acreditar que eles irão enviar as pessoas por aí. Existem muitos lugares que não tem explicação, mas muitos campos de concentração tem sido criados, um deles é bem perto de onde eu moro, que é bem grande.

Por outro lado, estive envolvido, nos anos 70, com uma grande compania de alimentos que construiu chips que podiam ser usados em gado de elite e de criação, por exemplo, e de exposição, para geolocalizá-los e identificá-los.

Essa tecnologia agora foi reduzida a coisas que podem ser injetadas através de uma agulha hipodérmica dentro do corpo e identificar a pessoa. A moeda que eu ouvi que seria a nova moeda mundial era baseada em ter chips nela. Os créditos, se os tiver,sairiam e entrariam naquele chip por um método similar ao Bluetooth que é usado hoje.

BR: E essa é tecnologia que você mesmo ajudou a desenvolver! É o que eu lhe ouvi dizer?

PP: É tecnonologia que eu desenvolvi, bem do começo, e é tecnologia que, na sua implementação mais simples, que estou usando agora num produto que estou desenvolvendo para geolocalização e contra roubo, porque tem muita gente sendo raptada e sacrificada por seus órgãos, ou sendo raptada por resgate - não somente na região de Mogadishu, e no Mediterrâneo, mas também no México. Um número grande de pessoas é raptada por resgate lá, tanto mexicanos como estrangeiros.

BR: Há o problema de se rastrear containers.

PP: Há o problema de se rastrear containers de mar e terra também.

BR: Por quê é tão importante rastrear esses containers?

PP: Bem, há por volta de 10.000 containers por dia entrando no país que nunca são inspecionados fisicamente. Sabemos que armas de destruição em massa, embora isso não seja muito declarado, mas nós sabemos que armas de destruição em massa estão entrando nesses containers. Sabemos que terroristas estão vindo dentro desses containers porque vemos a evidência disso mais tarde.

Graças a Deus o governo tem pegado uma porção dessas coisas mais tarde, mas os containers - uma porção deles estão transportando contrabando. Uma porção deles está transportando... Você sabe, nós vimos a comida de cachorro encontrada com melanina porque não foi inspecionada.

BR: Agora, mudamos a fita aqui, e pouco antes deste interlúdio, David foi bem esperto ao perguntar Pete sobre a visão dele de como podemos transformar estes sinais de perigo em algo que seja um alerta saudável para nós? Que tipo de ações proactivas, pensamentos positivistas, ações responsáveis podemos realizar sem nos vendar e ignorar quaisquer riscos que possam se apresentar?

Agora essa é a minha ponte por que quero que David faça suas próprias perguntas. Essa é uma das razões dele estar aqui conosco. Temos muito respeito por David, seu intelecto, perspectiva, sua experiência. David, é com você. Você quer falar com Pete sobre essa coisa tão importante aqui.

DW: Claro, O que eu quero dizer é que eu tenho uma perspectiva, que inclui documentar todos os meus sonhos todos os dias durante os últimos 17 anos, seguir as diretrizes deles, e extrair informações seguras desses guias. Ontem de manhã, enquanto falávamos sobre essas coisas, eu tive um sonho onde havia uma erupção vulcânica. Parecia aterrador. Havia pedras voando pelos ares e todas as pessoas à minha volta pensavam que iríamos morrer. Corremos para baixo de árvores, as rochas cairam à nossa volta, mas ficamos bem. Ninguém se machucou. Obviamente foi um desastre, causou danos materiais, mas as pessoas ficaram todas OK.

Essa é uma das muitas variedades de dados que me fazem sugerir que, apesar de as coisas parecerem que podem estar muito austeras e apocalípticas, que a humanidade vai perseverar e seremos capazes de achar uma saída positiva para nossos próprios futuros, e que esta não é uma situação completamente fora da nossa capacidade de lidar.

PP: Bem, David, voce tem uma pergunta que me fizeste antes do intervalo, que eu acho que vamos concordar em discordar, mas vamos em frente e pergunte de novo, ou faça aquelas colocações de novo.

BR: Era uma boa pergunta. Sobre alertas anteriores que não se concretizaram e dessa forma por que deveríamos nos preocupar?

DW:Oh, sim, deixe-me fazer um prelúdio a isso. Falei com outra testemunha que estava envolvida em vários projetos compartimentalizados, um em particular era na base de Montauk, e ele tinha um longo contato com pessoas lá de dentro.

Uma das coisas que ele disse era que os Superdomes que foram construídos em todas as grandes cidades seriam para ser grandes containers para colocar pessoas. Ele disse que havia um plano para que os tulmúltuos de Rodney King (Levante dos negros de Los Angeles contra a violência polícial branca, após a agressão vista nas TVs contra Rodney King, em 1991 e a subsequente absolvição dos policiais envolvidos em 1992), provocasse tantos distúrbios sociais que eles seriam capazes de cercar os negros que estivessem revoltos nas cidades e colocá-los dentro dos Superdomes até que eles morressem.

Foi um plano arquitetado e que obviamente não aconteceu. Então, temos ouvido de muitas testemunhas do Projeto Camelot planos similares, onde as Forças Que Querem Dominar, quem quer que sejam, dizem que coisas apocalípticas vão acontecer. As datas chegam, coisas estranhas acontecem, sim, mas não levam a um cenário apocalítico.

Então, em conversa particular conosco, voce mencionou que houve outras datas que vieram e se foram em que eles disseram que algo como isso poderia acontecer... Alguns amigos seus lá de dentro lhe disseram algo como isso e, então, realmente não aconteceu o caos social.


PP: Sim.

DW: OK.

PP: Eu realmente falei isso, e a pergunta é?

DW: A pergunta é, em termos de... Você mencionou antes que as pessoas tem um condicionamento a não pensar, e um condicionamento de controle mental. Você disse que há uma degradação no tecido moral da nossa sociedade. Então eu acho que o que nós realmente devemos saber num nível pessoal é: O que podemos fazer para nos ajudar a não sermos endoutrinados por esse programa de passividade que chega até nós? Voce mencionou versões de controle da mente e coisas assim. Eu acho que é uma chave importante para não cair nessa armadilha.

PP: Eu me mudei para cá porque fui avisado por pessoas sérias de que eu deveria me geolocalizar e estar numa área que seria segura quando nós tívessemos um colápso financeiro e, por consequênci, um colapso político. Então, há certas coisas que tenho feito para me assegurar que minha família e meus amigos estejam seguros disso.

A pergunta que David fez é um pouco diferente, tendo a ver com o fato que vários de nós temos ouvido um pouco sobre coisas apocalípticas no futuro, vindo do fato de que, supostamente no ano de 2011 e 2012, nós chegamos no fim do calendário Maia e temos um apocalipse vindo. Pessoas que são cristãs apocalípticas dizem mais ou menos o mesmo, que o Fim dos Tempos está aqui ou chegando. Temos ouvido coisas terríveis sobre a postura econômica dos EUA e de todo mundo, e vemos coisas acontecendo.

Vemos a Islândia declarando falência, e ouço de pessoas que conhecem o sistema bancário que uma série de Estados Europeus está para seguí-las em bancarrota. Quando a moeda americana falhar... E não posso imaginar que ela não falhe, porque temos fabricado tanto dinheiro e lançado lá fora sem nenhum suporte -- está tudo voltando para casa e capoeira. Os bônis do tesouro e os títulos estão voltando para nós, e não posso ver o que vai acontecer.

Tivemos o grande colapso quando, antes do atual Presidente assumir, 16 bilhões de dólares resolveriam todos os problemas e, Por Favor, passem esse projeto lei, assim, podemos injetar esses 16 bilhões de dólares na econômia. E ele mal passou e nós atravessamos.

Daí após três semanas, nós não sabíamos onde os 16 bilhões de dólares deviam ir ou para que, porque eles passaram o projeto sem ao menos saber o que ia acontecer. Os 16 bilhões de dólares desapareceram imediatamente. E agora, de repente, precisamos de sete ou nove trilhões de dólares e, então, de 20 trilhões de dólares, e nós não temos a menor idéia de para onde iram os 20 trilhões de dólares.

Então, as coisas que ouvimos no passado sobre que haveria uma falência, a hora chegou e partiu e não aconteceu, mas esse dinheiro foi para algum lugar. E, é claro, o sistema tinha uma inércia muito maior do que tínhamos antecipado. Então, o que temos agora é algo como... a verdade está chegando nas ruas. Eu dirijo pela cidade em que moro perto, a cidade maior que está a uns 80 quilômetros ao sul de onde vivo. E eu olho para dentro dos pequenos shoppings e dos grandes shoppings. O shopping grande fechou. Nós só temos um shopping na cidade e a população total aproximada é de, digamos, 750.000 pessoas..

O grande shopping center que tivemos, as pessoas que tinham o shopping, faliram e o fecharam. Todas as lojas que vendiam produtos não essenciais, joalherias, lojas de cama e banho, etc, a maioria fechou. Lojas de materiais esportivos, a maioria fechou.

BR: O que você está dizendo é que nós não tínhamos chegado a este ponto ainda. Isso é algo novo.

PP: Não tínhamos chegado a tanto. Você sabe, temos ouvido que coisas vão acontecer, coisas vão falhar, mas a vida continuou como se estivesse normal e o governo continuou imprimindo dinheiro e o passou aos seus amigos e assim por diante. Dessa forma, estamos em circunstâncias um tanto diferentes. Me mudei para cá em 1999 porque me disseram que por volta de 2001, o sistema iria quebrar, e aqui estamos oito anos mais tarde, ou nove anos mais tarde.

BR: De fato, voce foi ordenado a se mudar para cá.

PP: Eu fui. Então descobrimos que não quebrou. Eu fui a um reunião informativa e eles simplesmente estavam em choque: Não compreendemos. Não temos a menor idéia do por que não faliu. Nós só não sabemos. A única coisa que podemos dizer é que houve muita inércia.

Então, agora está começando a quebrar. E não está apenas começando -- está aumentando numa escala logarítmica, e muito em breve, eu acho que está quase acontecendo isso. O que nos trás de volta à primeira pergunta que o David fez no intervalo: O que eu vejo que posso oferecer aos ouvintes lá fora, algo que eles possam fazer? Bem, na minha opinião pessoal...

E o que eu tenho feito, eu tenho posto meu dinheiro e meu talento, minhas experiências e minhas habilidades onde está a minha boca. Vim para cá e sou auto suficiente. Produzo minha carne, meus próprios vegetais. Estoco aquelas coisas que vão ser críticas à sociedade. Peguei as ferramentas que não possuía, que me permitem fazer coisas num ambiente e numa sociedade, para produzir as coisas que seriam necessárias para as pessoas terem.

BR: E você pode até fazer o seu rádio e provavelmente abastecer seu próprio caminhão.

PP: Exatamente correto. Tenho agora alguns veículos com motores a álcool. Tenho os equipamentos, tenho o trator, tenho as sementes, tenho a terra e água para plantar o que possa produzir álcool numa quantidade bem maior do que preciso.

BR: Agora, uma porção de gente vai dizer: Mas eu estou no meio de uma grande cidade. Tenho uma mulher, uma prestação e dois filhos que estão na escola, estou ouvido o que dizes, mas o que eu posso fazer? Eu não estou nessa situação. O que voce diria a eles?

PP: Bem, eu ensinei sobrevivência por mais de 40 anos e minha especialidade era sobrevivência urbana. Me pediram para escrever um livro sobre sobrevivência urbana, e eu comecei o livro, e eu posso lhe dizer que, - falamos sobre isso um pouco antes - posso lhe dizer que hoje não existe essa coisa de sobrevivência urbana. Quem conhece seus vizinhos? No ano de 1929, as pessoas conheciam seus vizinhos e tinham ética e moralidade. Agora a ética e a moralidade foram retiradas das crianças e as crianças estão agora com 20, 30 anos.

BR: A comunidade se acabou.

PP: A comunidade se acabou. Não temos uma comunidade que funcione, e temos pessoas que tem crianças, e alguns tem dois filhos. O que voce vai fazer quando elas disserem: Papai, meu estômago doi. Não tenho nada para comer por duas semanas. E você sente o cheiro na casa do seu vizinho do lado, bem ali, cheiro de churrasco - porque ele foi como um esquilo esperto e guardou comida, e voce sente o cheiro da comida, porque ele não tem energia, mas tem charque, cozinhando, dois espetos de carne seca pelo frio? Voce tem que se perguntar: o que aquele cara faria?

BR: Ok. Mas tem havido uma porção de operações psicológicas que tem sido postas em prática em preparação para tudo isso, e tem auto defesa mental, ou preparação mental, emocional, espiritual. Tem algo que voce possa falar não importando quais sejam as circusntâncias da pessoa?

PP: Bem, vou fazê-lo, mas, antes quero sugerir que,... Dê uma olhada nas coisas que tem acontecido. Esqueça a situação econômico financeira. Vamos olhar para as coisas que aconteceram neste país nos últimos quatro ou cinco anos.

Tivemos a derrocada que aconteceu em New Orleans, e a outra em seguida, que ocorreu no Texas e Mississippi, e você tem que ver que todas aquelas pessoas não podiam deixar a cidade, por que chegavam na estrada e ela estava congestionada. Todo mundo ficou parado e sem gasolina; não havia gasolina. Os proprietários dos postos de gasolina fecharam e sairam da cidade também, de modo que não havia ninguém nos postos.

Veja New Orleans. Sei de gente que estava levando água para New Orleans que tinha sido pedida, e só depois de um ano foi entregue. Sei de pessoas que compraram milhares de casas trailer que ficaram retidas no meio oeste e nunca foram embarcadas para lá. Ninguém conseguiu usá-las. Mas, pelo tempo que levou para chegaram lá, eles não podiam instalá-las; o material dos trailers tinha tido decaído, e eles descobriram que elas foram feitas com materiais errados, e exalavam gases tóxicos...

Isso é a maneira de como o governo estava preparado. Eles viram chegando e chegando - nada aconteceu. Então você olha para as pessoas que vivem ao longo do Mississippi e dos rios tributários dele. Eles têm enchentes virtualmente todos os anos, e voltam para casa e reconstroem suas casas com um montão de dinheiro das seguradoras, e eles tem enchentes no próximo ano.

O tempo está mudando. Acho que para mais frio que para mais quente, mas, de qualquer forma está mudando, definitivamente. Está mudando bem aqui, onde eu moro, tremendamente. Nos dois últimos invernos, tivemos duas a tres vezes a quantidade de neve que tivemos durante os últimos 10 anos. Então tivemos água dessa neve, maiores, muito maiores problemas com a água. Tivemos secas por alguns anos. Moro perto de uma grande represa que segura água suficiente para irrigar todo o estado a sudoeste do estado por um ano ou dois, e tinha estado absolutamente seco até o fundo, nem uma gota. E agora está completamente cheia e transbordando.

BR: Então, resumindo, você está dizendo que como um cientista e um homem inteligente, como alguém que está bem conectado com os de dentro, com outros cientistas e outros homens inteligentes, você acha que existe um problema real.

PP: Eu acho que existe um problema real maior e que as pessoas que não enxergam isso, e não imaginam isso, simplesmente usam tapa-olhos. Acho que o que elas devem fazer é pensar: Você sabe, talvez haja alguma coisa com isso. Mas, ao menos vemos que na maioria das regiões do país tem havido problemas em que as pessoas precisaram ter um pequeno estoque de alimentos porque ficaram sem acesso a armazens ou mercados.

Eles precisam ter coisas que, se eles tivessem que deixar suas casas... como na área em que estou, e na Califórnia, especialmente, e em outros estados também. Tem havido incêndios grandes, grandes incêndios... Pessoas foram retiradas de suas casas. E quando elas deixaram suas casas e depois voltaram, eles choraram na televisão: Oh, tudo se foi, tudo se foi.

E ainda, algumas dessas pessoas estiveram em palestras de orientações de sobrevivência que eu dei, e tinham copias de certidões de casamento, seguros e de todos os documentos de que necessitariam. Tinham cópias de todas as fotos das crianças e dos diários e os colocaram em outros locais. Tem coisas que as pessoas podem fazer para assegurar uma continuidade mesmo que haja alguma coisa vindo.

Califórnia? Ouvimos previsões de terremotos toda hora e vemos terremotos toda hora. Alguns pequenos, outros maiores, mas ouvimos as pessoas que estão realmente prevendo essas coisas, prevendo terremotos muito grandes. Eles não sabem se vai ser neste ano ou no próximo, mas eles sabem que está vindo, sabem que vai ser grande, sabem que as pessoas vão perder coisas. Por que essas pessoas não preparam um kit de sobrevivência nos seus carros caso precisem deixara área rapidamente?

O governo diz: voce só precisa de 3 dias de suprimentos. Mas olhamos onde o governo entra, todas as vezes nos últimos 4 ou 5 anos e achamos que o governo nunca tem nada para eles. Eles tem que se virar sozinhos. Passam-se meses, às vezes, até que, realmente, a ajuda chegue.

É muito interessante entender... Quando eu ensino uma turma de sobrevivência, uma das coisas que faço é, bem no começo da aula, eu ponho um saco de veludo nas cabeças das pessoas. Então eu digo: vou colocar uma moeda de 10 dólares de ouro em algum lugar da sala e voces tem que procurar por ela. Quem a achar fica com ela.

Então eu digo: OK, procurem por ela e imediatamente alguem diz: Oh, aqui, aqui está eu a tenho, eu achei. E todo mundo tira os sacos da cabeça e diz: não é justo! ele não tinha o capuz na cabeça.

E eu digo: OK, então digamos que haja um grande terremoto ou uma grande emergência, e se você não tem um jeito de se comunicar - porque os celulares estarão sem comunicação, as rádios fora do ar - se você não tem um jeito de se comunicar fora esses, é como ter um saco na sua cabeça. Você não saberá que rodovias estarão bloqueadas, onde há policiais bloqueando a passagem, você não terá gasolina no seu carro.

Se você tiver um radio de ondas curtas, ou um rádio amador, que é bastante barato, você pode ouvir os rádios amadores que estarão imediatamente ali porque é pra isso que eles servem, é o que eles treinam para fazer. Se voce tiver uma licença de rádio amador, a qual qualquer um pode ter atualmente, é como ter olhos. Pode ver onde ir, onde há problemas, onde não há, onde tem tumultos, onde não tem, continuar e chegar lá.

Se voce tem um kit de emergência no seu carro, voce deve ter gasolina e suplementos médicos, coisas para aquecê-lo, coisas para refrigerá-lo, tudo empacotado pronto para ir. Uma pequena sacola. Então, tem uma porção de coisas que alguém poderia fazer para se prevenir.


BR: Tem um monte de coisas feitas para emburrecer a população. Como isso pode ser revertido? Como se pode ajudar? Eu quero ter certeza que David tenha uma chance de ter respostas para as perguntas dele. O que eu estou tentando fazer é ajudá-lo nisso e eu quero dar um tempo para você.

DW: Há uma parte da realidade da qual podemos falar na qual as pessoas estão nesse planeta e existem forças que parecem estar quase fora do seu controle quanto a fazer preparações para lutar pela sobrevivência. Também temos outro contexto de que voce deve estar, aparentemente, diretamente a par de extraterrestres que não são estritamente negativos. De fato, você mencionou antes que uma porção deles é positiva. Sabemos que estão lá fora, que estão nos visistando.

Embora eu não acredite que eles venham aqui para baixo e resolvam nossos problemas, parece haver uma realidade maior na qual estamos todos envolvidos, e que essa situação... Minha visão é que esta situação por que estamos passando seja um instrumental em ajudar-nos a purgar as influências negativas sobre este planeta, que tem prevalecido por tanto tempo, não as deixando fazer piorar. Haverá, certamente, um tempo crítico pelo qual passaremos, mas é parte de uma passagem para uma sociedade mais organizada e iluminada. É o que tem sido explicado por muitas fontes fidedignas, em minha opinião, incluindo professias antigas que falam sobre a chegada de uma Era Dourada.

PP: Bem, uma das coisas que eu fiz estudando sobrevivência, foi ir a numerosos lugares na superfície da Terra onde houvessem coisas do estilo sobrevivência acontecendo, tanto como genocídios na África, erupções de vulcões, tornados e tsunamis. Fui a esses lugares estudar sobrevivência, e eu sei de uma coisa: existe apenas uma pessoa em quem eu posso confiar, e esse alguém sou eu, o resto é conjectura.

Eu descobri que as pessoas que sobreviveram eram as pessoas que estavam preparadas. Algumas estavam preparadas mentalmente, essa é a melhor preparação que você pode fazer. Mas eu sei que quando você acredita em outras pessoas, isso pode ou não acontecer, mas se voce acredita em si mesmo, isso acontece e você não tem nenhuma preocupação.

Descobri que uns poucos dias, ou poucas horas, ou mesmo minutos podem fazer diferença entre a vida e a morte. Então eu iria rapidamente gastar um tempo, algum esforço e algum dinheiro e ser capaz de cuidar de mim mesmo e minha família. E se outras coisas acontecerem, melhor ainda; eu tenho coisas que posso dividir com os outros.

DW: Sim, eu não discuto isso, de maneira alguma. De fato, estou muito bem preparado para eventualidades por mim mesmo. Nós também, no Projeto Camelot, temos entrevistado testemunhas diferentes o suficiente, de forma que tentamos olhar sob uma perspectiva de um grande cenário.

Eu realmente acredito que tenhamos um planeta inteligentemente guiado. Eu realmente acredito que as coisas que acontecem sobre o planeta não são por acaso, e que a sociedade, por si esteja passando por um processo evolucionário. Uma porção das coisas que você já dividiu conosco, fora da gravação, revelam que há potenciais do ser humano muito maiores dos que acreditamos hoje.

Você também sugeriu que há esforços para suprimir nossa habilidade que foram postos em prática e acho que, enquanto, realmente se preparar é importante, acredito que qualquer coisa que você possa nos dizer sobre como as pessoas possam fortalecer as faculdades intuitivas, para terem habilidade de entrar em contato com a sua parte interior possuidora do conhecimento - você mencionou visão a distância antes.

Se eles tem algum modo, algo que voce possa dividir conosco, um jeito das pessoas poderem se fortalecer em busca de uma maior consciência a qual eles realmente possuem e como isso poder ajudá-los nessa fase de transição, talvez fosse interessante ouvir.

PP: Realmente, estranhamente o suficiente, nós realmente concordamos e acho que ambos estamos dizendo que se deva fazer ambas as coisas, porque então você não precisará confiar em nada; não terá que confiar em ninguém.

Esse é o problema. O que tem sido tirado das pessoas nos últimos 20 anos é responsabilidade. As pessoas tem que assumir responsabilidades.

Pelo milênio, as pessoas que nós temos considerado grandes, os maiores profetas, como os do Mohamedanismo, os da Cristandade, profetas da escrita como Nostradamos e outros. Todos eles, e todas as religiões, disseram: Assumam a responsabilidade e se preparem.

As coisas que David está falando, em se preparar estão corretíssimas. As pessoas deveriam possuir essas capacidades. Deveriam ir em busca e praticar e sei que seu grupo tem sido grandioso em prover evidências e disponibilizar um site que é fantástico, onde se pode ir, procurar e achar pessoas que estão falando sobre essas coisas, dizendo essas coisas.

Sou basicamente um guerreiro, porque parece meu destino, e eu notei que não tem ninguém lá fora tomando conta de mim a não ser eu mesmo. Não é necessariamente devido ao conhecimento, ao intelecto, à experiência, à vasta experiência que tem sido trazida até mim numa bandeja de prata. É como se eu tivesse a mão levantada como voluntário e tenha um soluço no girador da minha manga e minha mão simplesmente não baixa, e acabo me voluntariando para tudo. [Kerry ri]. Todo mundo pensa que sou voluntário, e fico grudado em uma porção de coisas diferentes. Mas nenhuma delas, quando olho para trás, aconteceu por acidente..

Sei que há um grande número de pessoas que foram meus alunos e estiveram em Nova Orleans, e no Texas, na área do Golfo, nas áreas de rios de Ohio, em Nebraska, etc, e no Tenessee. Sei que todos eles, quando chegou a hora, simplesmente colocaram os sacos em seus carros e saíram, e todos se deram bem. Todos os seus dados familiares foram preservados, e todas as suas jóias de família e coisas, todos sabiam onde estavam. estavam todos em um lugar, colocaram dentro do carro e se mandaram. O carro estava com o tanque cheio de gasolina, tinha um pequeno trailer atrás com dois botijões de gás e uma barraca. E eles ficaram bem.

Só estou sugerindo que isso é uma coisa muito esperta para se fazer num dia como hoje, estando os profetas do apocalipse certos ou errados. Vamos dizer, separe 5 meses de alimentos. Bem, dê uma olhada nos preços na loja, e nos preços de 5 meses atrás e diga-me que não gostaria de comprar o alimentos de 5 meses atrás, ou o alimento de hoje nos preços de 5 meses atrás. É o melhor investimento que você poderia ter feito. É muito melhor que qualquer investimento que voce tenha feito. Melhor do que qualquer fundos, mesmo melhor que ouro. Se um desastre vier, será muito melhor que ouro, porque salvará sua vida, onde ouro ou prata só o farão ser roubado.

Eu digo às pessoas se vocês vão guardar ouro, sefazem questão de metais, guardem alguma prata. Porque se tivermos um colapso, quando vier, voce sabe, pegue um carrinho de mão e se você vier a minha casa e quizer um pão e tiver uma onça de ouro, isso é valerá, na época uns 2000 dólares; eu vou trocá-la por um pão. [risos] se você tiver um quarter de prata - não numismática - que valha três dólares, vou trocá-la por um pão. Faça a sua escolha.

BR: Certo.

PP: Então, tem coisas que as pessoas podem fazer para fazer isso, e há coisas que eles podem fazer. Tem uma porção de cursos de visão à distância e muitos deles são muito bons. Eu sugiro que você faça visão à distância.

Mas eu digo além da visão à distância, sei de uma coisa que é certa. Posso levar meu pequeno rádio amador, ligá-lo e chamar repetidamente: Como está o tráfego na Via 17 saindo para Palmdale? E alguém vai dizer: Oh, todos os carros estão parados e eles não estão deixando ninguém passar. Ou dirão: O tráfego está fluindo bem, e saberei que direção tomar para deixar a cidade.

BR: Certo. Uma porção de gente gostaria que fizessemos esta pergunta. É quase um dever. É esta: Quanto o Obama sabe sobre tudo isso, na sua opinião?

PP:Uh...[Risos] É uma pergunta estranha. Eu não posso imaginar ninguém aceitando o trabalho de Presidente nessa situação em andamento. Não posso imaginar isso. Então, a esse respeito, tenho que dizer que ele não pode ser muito inteligente. Por outro lado, ele é um homem inteligente. Ele é certamente um orador inteligente. Claro, ele é um rei do debate, se voce o quizer chamá-lo assim.

Sei que quando ele teve a primeira reunião informativa, porque eu tenho amigos que estavam presentes, disseram que ele teve que se sentar, quando ele descobriu o que realmente estava acontecendo. Isso foi antes de ele assumir. Agora, eu acho que ele se sente num rio que transbordou e segue na direção sul e ele tem um barquinho sem remos.

BR: E um desfiladeiro com paredões muito íngremes. [Risos]

PP: Entre paredões bem íngremes de um desfiladeiro, e ele está remando com suas mãos o mais que pode e tentando fazer o melhor trabalho possível. Ele tem poucas pessoas realmente boas a sua volta. Eu realmente não acredito que ele tenha nenhuma pista de como parar o que está acontecendo, Não acho que ele tenha nenhuma pista de como parar a inundação, porque está atrás dele e continua vindo; ele está sendo levado pela inundação e não há muito que ele possa fazer.

BR: Agora, falando sobre ter boa gente com ele, usando aquele termo, você confirmaria que ele tenha boas pessoas, que nós temos eufemisticamente chamado de chapéus brancos no governo, inteligência e nas forças armadas, que sejam patriotas como você é, e que eles estejam tentando fazer o melhor que eles podem lá de dentro para reverter essas coisas?

PP: Com certeza. Tem muitos que deixaram as forças armadas. A maioria das boas pessoas deixou o serviço durante as administraçoes de Bush e Clinton, porque eles não podiam jurar lealdade ao Presidente devido as coisas que estavam sendo feitas, então muitos saíram. Por outro lado, muitos ficaram para trás porque sabiam que seriam necessários. Eles sacrificaram, não o princípio, mas eles tinham um conhecimento maior e ficaram para trás de modo que pudessem aplicar os conhecimentos que tinham quando a hora chegasse.


BR: É onde eles pensaram que eles seriam de maior valor.

PP: É onde eles pensaram que eles seriam de maior valor, eles foram os verdadeiros patriotas porque eles fizeram o que era melhor para o povo ao invés de fazer o que seria melhor para eles.

BR: E essas pessoas são as que lhe estão mantendo informado às vezes. Certo?

PP: Algumas daquelas pessoas são as pessoas que me mantêm informado.

BR: Entendo.

PP: Quero dizer, é mais do que me manterem informado, porque eles me chamam para dar idéias. Sou um tipo de homem de idéias e eles me perguntam: O que deveríamos fazer aqui, e o que deveríamos fazer ali?

BR: Porque você é acima de tudo um solucionador de problemas e um tecnológo...

PP: Sou basicamente um solucionador de problemas.

BR:Mm-hm

DW: Você acha que vai haver algum Divulgação? Que alguma dessas coisas sobre OVNIs ou outras raças não nascidas na Terra algum dia vai chegar ao público?

PP: É interessante. Me disseram que alguns filmes sobre apocalipse que saíram, recentemente, e que uma série de coisas de ficção científica que tem saído ultimamente na forma de filmes tem sido parcialmente patrocinadas pelo governo, querendo familiarizar em nossas mentes a idéia de que haveriam pessoas que viriam e poderíam nos ajudar. Seria um tipo de Divina Providência que também nos ajudaria. Eu ouvi, tipo de passagem...

Eu sei que o Reagan foi solicitado a fazer a divulgação dessas coisas, a verdade sobre os discos voadores e alienígenas. Eu sei que JFK foi solicitado e disse que iria fazer algo a respeito. E eu sei que havia pressão sobre eles para não dizer nada. Eu sei que o Presidente atua,... Eu não sei disso. Eu ouvi dizerem que o atual Presidente estava planejando fazer esses pronunciamentos mais tarde no ano, ou no fim do ano.

KC: Você deseja dizer a data e a informação que você...

PP: Eu sei a data que me foi dita, e eu posso dizer-lhes que a mesma pessoa que me deu a data me disse que a moeda americana iria cair em 2001, quando eles me disseram para me mudar para cá.

BR: OK.

PP: Então, quem sabe o que vai acontecer? Mas, ouvi que o seu desejo... E eu posso estar errado. Não sei. Ouvi de passagem, o cara não me disse por ele mesmo.

KC: Mas ele está sob ordens, não está? Ele é só o cara da frente.

PP: Minha impressão é que não temos tido um Presidente desde depois de George Washington que não estivesse sob as ordens de alguém. Se voce olhar para trás, é muito óbvio.

BR: Então, se o cara não obedece aquelas ordens, ele pode estar em encrenca.

PP: Ele pode ficar encrencado.

KC: Você quer falar sobre quem está por trás dele, afinal?


PP: Eu realmente não quero.

BR: OK

DW: Sobre o anúncio, então. Você tem trabalhado na direção de um anúncio. Você tem dito que ele pode falar algo no fim desse ano? O que seria? O que ouviste de passagem?

PP: O que ouvi de passagem foi - que ele vai dizer que essas coisas realmente existem, tipo discos voadores, que há realmente transferência de tecnologias, que realmente existem seres por trás disso que não vieram deste planeta.

KC: Quantos tipos diferentes?

PP: Eu...Você sabe, estamos entrando em especulação aqui que...

BR: Entendo.

PP: Você sabe, se a pessoa que me disse saberia, eu não faço idéia. Se o Presidente saberia, não tenho idéia. Se mesmo nós sabemos, não faço idéia. Mas, há um número deles, três ou quatro.


BR: Bom.

PP: De novo, se você vai rever o número de pessoas que parecem ter visto essas pessoas, voce tem algo como: Tem um tipo reptiliano, e tem um tipo de rosto comprido, um de rosto redondo, um tipo alto, um tipo baixo, e...

Não é como se uma pessoa dissesse assim e outra dissesse assado. São 50 pessoas nos EUA, 20 na Alemanha, 300 no Brasil, e 80 na África dizendo isso. Então no outro grupo talvez hajam 40 ou 50 na Rússia e 25 ou 30 na Alemanha. Você não pode diminuir todas essas coisas quando, de regiões completamente diferentes que não possuem meios reais de se comunicarem, é gente que não tem comunicação uns com os outros, você tem pessoas fazendo descrições exatas e grandes quantidades de descrições exatas.

BR: Sim, e dezenas de milhares, senão centenas, relatando contatos com os pequenos seres com os olhos amendoados e cabeças grandes, que muitos dizem que são os responsáveis por abduções. Você sabe algo a respeito disso, afinal?

PP: Tudo que sei é que tenho falado com uma porção dessas pessoas e muitas delas parecem ser de bastante crédito. Muitas delas me parecem que tenham lido as histórias de outras pessoas e, querendo estar dentro disso, acabam fantasiando.

BR: Algumas dessas abduções são operações militares?


PP: Eu não faço nenhuma idéia.

BR: Você não sabe. OK.

[Nota: o video recomeça aqui.]

PP: Veja, eu não sei por que o dolar não quebrou em 2001, realmente não saberia o porque. Ele não era escorado por nada. Foi a inércia, na minha opinião, somente a inércia que o fez continuar. E, está claro, que havia uma porção de gente nos bastidores manipulando várias coisas. Voce viu como eles manipularam bilhões e bilhões de dólares que nem... Não eram somente dólares fictícios, isto é, dólares que eram impressos com nada por trás deles, mas dólares que até mesmo nem existiam.

As pessoas nem reparam neste fato. Se, vamos dizer - vamos usar números ilustrativos, vamos dizer que hajam 1.000 dólares emitidos, OK? quem emite os dólares? O Federal Reserve emite os dólares - totalmente fora da Constituição, pelo que eu estou informado.

O Federal Reserve emite os $10.000. Então eles emprestam esses dólares ao banco. O que o banco faz? Eles emprestam esses dólares às pessoas, e elas podem comprar um carro, uma casa, qualquer coisa. Eles dizem: vamos emprestar para você e será a uma taxa de 5%. Agora isso significa que se eles pegam $10.000 - e se eles têm $10.000, os bancos tem autorização para emprestar $17.000. Vamos dizer que a taxa de juros seja de 10% sobre $17.000. Agora aqueles $10.000 mais outros $7.000. De onde vêm os $7.000 para pagar de volta? Eles não foram nem emitidos. Nem sequer existiram. Como eles podem reembolsar mais do que havia de fato? E as pessoas não entendem o conceito de papel moeda.

KC: Certo. Existem muitos vídeos no Google que as pessoas podem assistir sobre esse assunto e se instruir a respeito.

PP: Sim. Realmente! O problema é que as pessoas foram ensinadas que se voce enfiar sua cabeça na areia e não olhar, isso não vai atingí-las.

BR: Continuem assistindo o American Idol, e estarão bem.

PP: Continuem assistindo o American Idol, indo aos cinemas e continuem, qualquer coisa.

DW: Gostaria de dizer uma coisa. Há uma cena que você pode ver no pronunciamento que Rumsfeld fez em 10 de setembro de 2001, sobre dinheiro que foi "perdido" no orçamento militar na casa dos 2,3 trilhões de dólares - no dia anterior ao 11 de setembro. Será que está relacionado de alguma maneira ao que você está falando com o ano de 2001?

PP: Provavelmente está, e há muitas outras coisas. Vamos olhar ao que aconteceu em 11 de setembro. [risos] Um edifício que não estava nem envolvido desmoronou, e na base dele estava estocado uma grande quantidade de ouro. Ele nunca foi achado. [rindo] Ok? nunca foi achado! E por que aquele edifício cairia? Nem cinzas caíram sobre ele. Estava fora do padrão dos ventos.

DW: Certo.

PP: Para onde aquele dinheiro foi, e por que o edificio caiu?

KC: Bem , você sabe a resposta?

PP: Bem, eu acho que sei a resposta, mas não sei se é conveniente dá-la a vocês. Porque, voce sabe, eu não quero preparar alguém para procurar por isso, porque eu sei o que achariam. Eu acho que o que encontrariam seria um túmulo precoce.

BR: Agora, as pessoas assistindo este vídeo, vão entender porque queríamos tanto apresentar Pete para esse público, e vão entender o que dizíamos quando nos referíamos a 12 horas de conversa privada, ontem, e que não tinhamos nem começado a nos aprofundar.

O que podemos trazer aqui é só um curto sumário de algumas coisas que o Pete sabe. Então, com as nossas desculpas, vamos em frente porque temos somente um pouco de tempo e um pouco de fita de gravação, para outras áreas porque voce deve ter uma quantidade extraordinária de experiências e informações que voce talvez queira dividir conosco.

Deixe-me, antes de tudo, perguntar-lhe se deseja dividir conosco sua experiência em trabalhar com cientistas Russos, e em que condição você fez isso?

PP: Sim, serei mais que feliz de fazê-lo...[suspiros] algumas, pelo menos. Após a queda do Muro, eu fui à Rússia e trabalhei com diversos dos melhores cientistas lá, que estavam envolvidos com o programa espacial.

BR: E você foi à Rússia, vamos dizer eufemisticamente, numa condição profissional?

PP: Numa condição profissional. Fui convidado e fui lá. Uma das coisas que fizemos era, nós usamos - e e vou usar Rússia em termos gerais, significando a velha União Sovietica

BR: A U.R.S.S.

PP: Fui a vários países que foram em um momento parte da U.R.S.S.

Eu estava lá, por exemplo, quando a Ucrânia declarou a sua independência, e conheci o homem que foi o primeiro presidente lá. Então tomamos da U.R.S.S. uma porção de tecnologias que foram reprimidas, as trouxemos de volta e as doamos ao governo daqui.

Eu vi tecnologias brilhantes, brilhantes - algumas conhecíamos, algumas tínhamos, e algumas que não tinhamos, especialmente em ciências de materiais e em coisas que podiam ser usadas para gerar energias alternativas.

Novas maneiras de construir motores, novos materiais para construir motores e espaçonaves. Motores e espaçonaves. Novas maneiras de armazenar eletricidade em capacitores que seriam muito úteis na construção de automóveis elétricos, de modo que você poderia tomar toda a energia que é lançada no ar como calor e frenagem e colocá-la num aparelho capacitor o qual iria, então, descarregar em uma bateria e recarregá-la em alguma proporção.

BR: A tecnologia por trás do Aurora veio dos russos?

PP: Não. Aquelela tecnologia foi inventada especificamente bem aqui, nos Estados Unidos, por um cientista que eu, pela minha memória, trabalhou para a General Dynamics por um tempo,e provavelmente trabalhou para a Rocketdyne ou General Atomic por um período de tempo. Lembremos, General Atomic foi altamente afetada quando Lyndon Johnson se recusou a dar a eles qualquer tipo de contrato governamental a não ser que se mudassem de San Diego para o Texas.

BR: Mm-hm. Mas, Aurora foi ultrapassada de qualquer maneira porque era uma tecnologia antiga, não?

PP: Bem, eu assumiria isso. Mas, era uma tecnologia onde você pulverizaria a gasolina numa superfície e então a explodia; misturava com oxigênio e explodia. É como pressionar uma semente de abóbora. A pressão externa seria empurrada contra ela e a empurraria para frente a velocidades muito grandes. É muito eficiente.

BR: Ok, então...[risos] Isso foi os nossos 60 segundos sobre Aurora, o que valeria uma entrevista inteira por si própria. Mas voltemos ao que você acha que aprendemos com os russos, porque tivemos algumas conversas fascinantes sobre isso.

PP: Bem, aprendemos uma porção de coisas impressionantes sobre ciência de materiais. Havia um homem chamado I.M. Frenchovic [pouco claro] que acreditava em Física quântica. Ele não contratava ninguem - isso nos anos 50 ou no meado dos 50 - para o seu instituto que não acreditasse cem por cento em fisica quântica. Então uma porção dos trabalhos que fizeram foi baseado em fisica quântica e nós não decidimos ainda se aquilo era ou não real.

Real ou não, eles vieram com uma porção de coisas que eram muito interessantes. Adicionalmente, eles estavam fazendo muita pesquisa em áreas como visão à dist
ancia, telecinese e coisas do tipo.

Aprendemos um bocado. Trouxemos muita gente de lá que nos ensinou algumas coisas.

Isso é uma coisa muito interessante que aconteceu na União Soviética. Se você olhar para o governo deles, era como o sistema de um partido com três divisões. Tinha o pessoal da indústria, os do governo, e o pessoal da pedagogia política; tal que, para ter uma unanimidade tinha que ter o voto de alguém que não violasse os dogmas políticos stalinista-leninista.

Uma porção de ciência estava, definitivamente, fora desse dogma, de modo que os cientistas estavam muito frustrados e havia muita informação que eles desejavam liberar, porque o seu governo tinha dito a eles que eram bobagens de qualquer modo, então, por que não dar aos outros? Eles queriam ver as idéias e pensamentos deles utilizados.

Segundo, havia muitos deles que, de um jeito ou de outro, escaparam e vieram trabalhar no ocidente e trouxeram uma porção de boas informações; incluindo uma porção das coisas básicas que estavam rolando e que chamaremos fenômenos psiquicos ou talentos mentais.

Não é realmente aquilo. É realmente uma ciência bem definida e que tem uma porção de tecnologias por trás dela. Ouvimos uma porção de estórias sobre isso do governo, muitas estórias do passado que são, na maioria, desinformação. Nos disseram: Bem, aprendemos algumas coisas sobre isso, mas não era particularmente muito bom. Eu acho que está errado, por que sei que é particularmente muito bom e não posso imaginar que não estejam usando aquele tipo de tecnologia.

Adicionalmente, aprendemos uma quantidade tremenda de coisas sobre tecnologia do espaço exterior. Aprendemos muito sobre a quantidade de radiação que você encontra fora da ionosfera e os problemas que causa. Tivemos alguns problemas com nossos primeiros astronautas porque não sabíamos o que existia lá.

Olhe que tivemos varias pausas no nosso programa espacial ao encontrarmos novas coisas e, então, nos tentaram convencer da malevolência do espaço exterior. Você sabe, daquilo veio uma série de conjecturas de que haveria muita radiação para termos pessoas no espaço exterior.

Uma das coisas que me interessaram muito foi quando a Estação Espacial Mir estava caindo. Eles estavam preocupados com o fato de que haveria uma pequena quantidade de material radioativo nela, que poderia causar algum problema na Terra, eles não sabiam aonde ela ia cair.

Mas uma das coisas que os soviéticos anunciaram... E uma das coisas que faço é ouvir ondas curtas, porque se voce ouve ondas curtas, você ouve sobre as mesmas coisas, as mesmas pessoas, o mesmo lugar, a mesma hora e uma estória completamente diferente do que aconteceu lá. [riso] Então a imprensa dos Estados Unidos ou é completamente ignorante ou completamente controlada, tanto quanto posso dizer.

Mas uma das coisas que os soviéticos fizeram foi dizer o peso da estação Mir. Quando você olha para aquele peso, voce descobre que era aproximadamente 5.600 foguetes carregados de material. Eles não lançaram isso tudo, nós não lançamos tanto assim, então por que a Mir pesaria tanto assim

A explicação é, o que você pode fazer por si mesmo se você meramente tem um contador Geiger sensível num vôo de avião, é ver quanta radiação está lá, já em 9 kms de altitude. Voce pode fazer 2 radiografias de pulmão num ano. Você recebe uma radiografia de pulmão em radiação a cada 2 ou 3 minutos lá, você sabe, isso era um problema. Se você olhar para alguns dos problemas que alguns dos primeiros astronautas tiveram, voce pode imaginar que seria envenenamento por radiação.

BR: Como a massa que constituía toda aquele proteção extra...

PP: Minha sensação é de que a massa extra que estava lá, naquela estação foi blindagem.

BR: Como ela chegou lá?

PP: É uma pergunta interessante. Não nos vi lançando nada que pudesse ter levado aquilo para lá.

BR: Os russos a lançaram para lá?

PP: Não que eu saiba. Quero dizer, Você viu...

BR: Ok, agora, o que aquilo implica, então, é que nunca conseguimos ir à Lua do jeito que foi propalado que fomos à Lua, porque qualquer um teria sido fritado. É uma conclusão muito simplista?

PP: Bem, é a minha conclusão. Quero dizer, sei de uma coisa. Você pode ir olhar a paisagem lunar num laboratório de propulsão a jato e você pode fazer uma pergunta: O Lander era pressurizado com oxigênio? Eles dizem: Não, eles não tinham um lugar para isso. Eles tinham que vestir seus trajes espaciais. E aqui está o astronauta com seu traje espacial vestido e aqui está a porta do Lander aberta, você pode ver que o traje espacial não passaria por aquela porta com o astronauta dentro dele.


[risada]

BR: Certo.

PP: Então eu realmente tenho uma... Você sabe, uma pequena especulação ali.

BR: O que nos foi dito pela nossa testemunha Henri Deacon é que algumas das missões Apolo realmente foram até a Lua, mas não sem a ajuda dos nossos amigos, como se fosse. Você pode fazer algum comentário a respeito ou isso é...?

PP: Bem, a minha impressão como um cientista é, se fomos até a Lua, tivemos que ter ajuda de amigos.

KC: E amigos de fora do nosso mundo, você quer dizer?

PP: Estou falando sobre...

BR: Estamos falando de amigos em lugares altos. [risos]

PP: ...amigos em lugares altos, de lugares altos

BR: Mas nós realmente temos amigos em lugares altos, não temos?

PP: No tanto que sei.

BR: Nós temos inimigos?

PP: No tanto que eu sei, nós temos. Quero dizer, tem havido coisas malevolentes acontecendo em todo o mundo que... Você sabe, você não pode negar mutilações em gado e nem tampouco algumas mutilações pessoais ou em humanos; ou certamente, manipulações biomédicas. Quero dizer, aconteceram. Alguém fez, e não pode ter sido feita por algo daqui. Mas quando você examina isso...

Você sabe, Linda Moulten Howe escreveu e falou extensivamente sobre essas coisas e as examinou extensivamente. Cresci com ela no mesmo sistema educacional e na mesma cidade e sei que ela era extraordinariamente brilhante, e ficou cada vez mais brilhante com o passar do tempo. Não duvido que muitas das suas conclusões sejam corretas.
Ela é alguem que me faria acreditar absolutamente nisso.

Eu digo, se algo acontece uma vez, você não sabe. Mas quando algo acontece repetidamente, ano após ano, em todos os tipos de locais, onde pessoas não se conhecem e não se comunicam umas com as outras e não lêem os jornais uns dos outros e os fatos não chegam à imprensa, parece altamente provável que essas coisas aconteceram.

BR: Entendo. Agora, entre as muitas outras coisas que você é, deixe-me usar o termo, um gênio em eletrônica, se posso. Você está de posse de alguma informação sobre a constituição de implantes que foram recuperados de abduzidos?

PP: Bom, tenho falado com pessoas que retiraram o que achavam ser implantes. Eu lido quase diariamente com nano eletrônica e microeletrônica, e as descrições e fotografias que tenho visto não tem nada a ver com qualquer nano e microeletrônica que tenhamos de qualquer pessoa que eu conheça, aqui no nosso planeta.

Muitos deles, ou a maioria, são biológicos em natureza. Sei de um médico que retirou uma série do que eles acharam que eram implantes. O implante agia como se estivesse vivo e e se movia pelo corpo fugindo do cirurgião que estava tentando tirá-lo.

Eu soube que alguns deles, quando foram retirados, foram dissecados, e vi as fotografias deles. São instrumentos que emitiam sinais que eram obviamentes inteligentes. Não eram sinais aleatórios, não eram coisas biológicas, mas ainda assim eram materiais biológicos que foram obviamente desenhados para um propósito específico.

BR: Realmente incrível

PP: Nunca vi nada escrito que me levasse a acreditar que tivéssemos aquele tipo de tecnologia neste planeta.

BR: Mm-hm. Quando estamos falando sobre amigos e inimigos em lugares altos, você sente que a coisa não era particularmente amigável de se fazer?

PP: Não faço idéia. bem que poderia ter havido. Não duvidaria pelo que temos de ambos os lados. Amigos e inimigos.

BR: Ok.

PP: Eu acho que tem gente aqui... Tem gente aqui, que eu senti que tinha um conhecimento crucial para a perpetuação do planeta da maneira que gostaríamos que ele fosse, e eu os tenho visto sendo salvos de doenças, miraculosamente. Mas eles tinham tido algum incidente que eles parecem se lembrar de ter havido algum tipo de abdução, ou talvez um rapto e uma manipulação.

BR: Então eles tem sido ajudados e recebido suporte.

PP: Sim, ajudados e suportados, parece, de algum lugar.

BR: Nossa experiência nos mostraria isso, todos os testemunhos que temos recebido de muitas pessoas. É apenas interessante ouvir seu ponto de vista. Isso é algo que nem mesmo falamos ontem.

PP: Bem, eu tento olhar para tudo de um ponto de vista científico; de um ponto de vista observacional realmente neutro. Sendo como fui, envolvido em física quântica cedo, que lida um bocado com probabilidades, eu tento imaginar as possibilidades das coisas... fazer observações e sentir as probabilidades: Bem, o que isso significa?

De uma posição de probabilidade, qual a probabilidade de acontecer espontaneamente? e as probabilidades são próximas a zero.

Qual a probabilidade que temos de que alguma coisa faria isso? probabilidade zero ou muito baixa.

Qual a probabilidade de que isso tenha vindo de alguma fonte externa de inteligência? As probabilidades são altas, na região dos 99 por cento. [risos] Então, após você ver um após o outro, após o outro, disso, você começa a pensar, você sabe, estou no caminho certo aqui.

BR: Sim. Quando se torna uma razoável certeza? Sim, certo.

Recém mencionamos o relato de nossa testemunha e colega Henri Deacon e agora você falou sobre a sua experiência de trabalho com física quântica. Você nos falou... Desculpe-me, vamos recomeçar.

Henry nos falou sobre o trabalho de pesquisa dele no que algumas pessoas chamam de sinal não-localidade, ou acional comunicação à distância. Um dos objetivos primordiais da Física é construir um instrumento funcional de um modo que seria uma comunicação instantânea que atravessasse anos luz em nenhum tempo. É algo que você seria capaz de falar a respeito? Você tem alguma opinião, experiência, ou...?

PP: Bem, tenho feito alguns experimentos e eu definitivamente tenho opiniões. Posso dizer que Maxwell estava certo. Uma das coisa que descobri foi...

BR: É o james...?

PP: James Clerk Maxwell, que escreveu a primeira exposição da teoria eletromagnética. De uma pequena parte do seu trabalho... Do jeito que eu gosto de descrever o trabalho dele, é como você pegar uma folha branca de papel. E ele pegou a ponta de um pincel e enfiou na tinta e fez manchas nessa folha. Ele disse: Aqui tem algo que eu vi. Tem alguma coisa em que acredito, experienciei, e assim por diante.

Agora você tem uma folha branca de papel, com uma porção de manchas, as quais eu comparo com uma janela em que possa fazer alguns buracos nela, e toda vez que você fura você vê algo diferente.

Tem uma porção grande da área que ainda está branca, onde ele não fez nenhum experimento, mas há uma porção de outras áreas em que ele fez algo e tem experimentos que são repetíveis e são, eventualmente, descritíveis, se não explicáveis. Então ele pegou uma porção grande deles e escreveu a teoria eletromagnética em torno daquilo.

Agora aquela teoria eletromagnetica nos permite construir motores e geradores, motores elétricos, geradores elétricos, transmissores de rádio, televisores, receivers de radio e televisão, computadores, Internet, etc, etc, etc após um período de tempo. Então aquilo foi passado a frente através de uma linha de cientístas, engenheiros, físicos e assim por diante e se transformou naqueles motores e televisores, assim por diante.

Mas o que aconteceu com todas os outras áreas? Muitas delas nunca, nunca foram... O conhecimento nunca foi continuado, nunca foi escrito, etc, etc. Então, bem no começo, eu fui e repliquei a maioria dos papéis, dos livros de anotação, a maioria das cartas que iam e vinham, e comecei a olhar para algumas dessas outras coisas.

Uma das coisas que saíram, que muitas pessoas realmente olharam, foi uma coisa chamada ação a distância, que significava que, algo acontecia no ponto A e no ponto B - que poderiam ser claro através do universo - alguma coisa poderia... Informação poderia ser enviada do ponto A para o ponto B mais rápido que a velocidade da luz.

E ela não viajava; simplesmente foi por um sub-universo ou universo paralelo, de A para B, instaneamente, e sem energia requerida Só agora, no Canadá, na Bélgica, na França e em alguma áreas dos Estados Unidos, tem uma quantidade de pesquisas sendo feitas nisso.

Assim, é alguma coisa que é conhecida no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusset), por exemplo, por muitos anos; mas, o MIT sabe que se eles falarem a respeito, eles tem que voltar atrás e dizer: toda a física que temos ensinado não é exatamente correta. Então, isso realmente não aconteceu, mas eles querem saber se Harvard diz algo, então eles podem dizer: Sabiamos sobre isso há anos.

Tinha um senhor que eu encontrei várias vezes que dirigia um tipo de Instituto de Pesquisas Anômalas constatou que esse tipo de coisas violavam as leis preferidas da fisica; eles continuaram a observar essas coisas. Mas eles sabiam que, se aquilo realmente funcionasse e fosse algo que pudesse ser repetido, seria melhor que revisassem as suas idéias. Por uma razão ou outra -- principalmente, ego, política ou econômica -- muitas daquelas coisas não foram levadas avante.

BR: O que você pode dizer quanto à existência de equipamentos construídos que foram capazes de utilizar, na prática, os princípios teóricos de comunicação ou ação à distância?

PP: Ah, provavelmente nada.

BR: Ok. Eu me lembro que Henry Deacon falou que ele tinha realmente trabalhado nesses equipamentos. Disse que o trabalho tinha sido feito em Livermore antes dos experimentos de Alanaspects [pouco claro] em Paris nos anos 80.

PP: O problema é, quando voce falou na prática.

BR: Ok.

PP: Aí está o problema. Se você tem algo que funciona sem usar radiação magnética, você tem que desenvolver uma completa, inteiramente nova tecnologia. Como, de que forma você sintoniza. Quando você sintoniza um rádio, o que você está fazendo é alterar...

O problema é com a prática. Nós podemos ter uma tecnologia prática ou não. Eu sei que, uma vez que meu laboratório esteja construído, teremos uma tecnologia prática, porque eu tenho muito trabalho feito e idéias elaboradas e agora tenho que construir um protótipo.

É como sintonizar algo que não tem uma função de tempo. Então como você pode transmitir mais de um sinal ao mesmo tempo? Então, não necessariamente quero expor essa informação porque... Não que virá a ser um produto de um bilhão de dólares, que poderia ser. Digo, imagine um celular que funcionará em qualquer lugar do universo sem nenhuma energia, ou tão pouca que não faria diferença. Ou internet que funcionasse desse modo.

BR: Como Hal Puthoff me disse uma vez - alguém que eu acho que você conheceu - ele me disse: Como o cachorro me falou -- tantas árvores e tão pouco tempo.

PP: [risos] Exatamente certo, exato.

BR: Então, neste ponto, quero agradecer muito pelas conversas que tivemos tanto ontem como hoje. Ainda estamos gravando. Ainda temos algum tempo hoje. Vou passar a Kerry a câmera e o microfone. David também quer lhe perguntar sobre algumas coisa do interesse dele e queremos nos certificar que podemos captar tudo isso, como provavelmente podemos. Então, é com grande relutância, que vou sair de trás dessa câmera porque gostaria de falar com você por mais horas. Espero ter essa oportunidade mais tarde.

PP: muito obrigado por seu interesse.

BR: OK

[musica entra]

...tendo estado envolvido em tentar construir discos voadores - você usualmente encontra com eles, se você vê a maioria dos filmes sempre parece haver um robô envolvido com eles.

clique aqui para a entrevista em vídeo (em inglês).
clique aqui para a parte 2 da entrevista

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Um comentário:

Dublin Mick disse...

http://stargazersandgravediggers.blogspot.com/2010/08/sitchin-and-disinformation-mill.html

http://dublinmick.wordpress.com/2010/08/29/gulf-oil-spill-remediation-conference-international-citizens´-initiative-in-tallahassee-florida/

http://dublinmick.wordpress.com/2010/06/24/dublinmicks-blogs-2/

http://dublinmick.wordpress.com/2010/06/24/the-great-abyss/