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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Revelações do Século XX

Revelações do Século XX


As Sociedades Secretas e seu
poder no século XX




Um fio condutor através do emaranhado das lojas,
das altas finanças e da política.


Comissão Trilateral, Bilderberger,
CFR e ONU.





Jan Van Helsig





1998

Ewertverlag

Caro leitor, bom dia,

A vida de um editor é apaixonante. Ele nunca está ao abrigo das surpresas. Recebi, no outono de 1993, um telefonema de um moço que não queria dizer-me seu nome. Ele acabara de redigir um livro que iria ter o efeito de uma bomba. Estava procurando um editor, mas desejava manter o anonimato. Concordei com ele e pedi-lhe que me enviasse seu manuscrito.
Alguns dias depois, recebi pelo correio um disquete acompanhado de uma soma em dinheiro. Não havia nome do expedidor. Havia também uma carta, a qual podereis ler nas páginas que se seguem.
Imprimi logo o texto; li-o com grande interesse e muito rapidamente. Quando terminei a leitura, estava abalado. Eu estava, portanto, a par das maquinações tramadas em alguns círculos da nossa sociedade.
Evidentemente, não me foi possível verificar a exatidão do que estava escrito nesse livro, mas se somente uma parte corresponder à verdade, posso compreeender por que existe tanta miséria em nosso planeta, por que a maior parte dos seres humanos vive em extrema pobreza; compreendo também por que a riqueza global e todo o poder de nossa terra se encontra nas mãos de algumas pessoas sem escrúpulos.
Ninguém poderá ignorar este livro!
Cordialmente

K.D.Ewert-Gamalo Tiozon

Caro Senhor Ewert

Há mais ou menos um ano, um amigo fez-me conhecer vossa revista Resolut. Fiquei surpreso por encontrar nela a publicação de numerosas críticas livres, críticas com referência a domínios bem diferentes. Fiquei impressionado por vossa coragem, e é preciso ter muita para oferecer tão livremente esses livros assim como também vosso “projeto de energia livre”.
Se é que compreendi bem, ao ler vossa revista Resolut, é-vos possível publicar as obras de principiantes, com a condição de que essas obras sejam convincentes e seu autor participe do
financiamento. Envio-vos, portanto, com este disquete, meu manuscrito que tem como títulio: As Sociedades Secretas e Seu Poder no Século XX.
Ireis certamente perguntar-vos como obtive todas essas informações. A bem dizer, foi procurando outra coisa que me deparei com o tema: “lojas secretas e políticas”.
Deveis saber que toda matéria, desde o microcosmo até o macrocosmo, é mantida tal como é graças a forças eletromagnéticas.
Se encontrarmos o meio de intervir na ação dessas forças eletro-magnéticas e de modificá-las, pode-se, por um lado, agir sobre a matéria e, por outro lado, sobre o tempo. Existem duas formas de chegar a isso: com ou sem máquinas.
Tratam-se de discos voadores antigravitacionais, denominados comumente “ovnis”, que podem manobrar independentemente de nosso campo magnético terrestre, graças ao campo magnético que eles geram (antigravitação) e aos módulos espaço-tempo. Outras máqui nas que fazem ligação com esses campos eletromagnéticos e podem transformá-los em energia utilizável são conhecidas (Ver literatura complementar, p. 477) com o nome de “máquinas de energia livre” (por exemplo os conversores de taquions, os motores espaço-quanta).


páginas 5/6
Homens que podem modificar a matéria por uma rotação consciente de seu próprio campo magnético ou merkabah são conhecidos como “avatares” (o mais conhecido no mundo ocidental foi Yeshua ben Joseph, ou Jesus, que foi um mestre entre eles). Eles têm a possibilidade de criar diretamente a partir do éter (materialização), de transformar a matéria, por exemplo: mudar água em vinho ou chumbo em ouro (alquimia), anular a gravidade, planar ou andar sobre a água (levitação), deslocar-se sem perda de tempo de um país para outro (teleportação), curar espontaneamente, modificando a estrutura celular, etc...

Tive o privilégio de receber uma educação espiritual; pude portanto, já muito cedo, programar com uma finalidade precisa meu inconsciente, viver em concordância com as leis cósmicas e desenvolver a clarividência. E, segundo a lei de ressonância, comecei a atrair para mim pessoas que possuíam a mesma tendência que a minha. Tenho 26 anos, percorri os cinco continentes e, em quase cada país, pude ver as máquinas descritas acima e encontrar avatares. Na Nova Zelândia, para só falar
desse país, conheci muitas pessoas que lá se refugiaram: elas começaram a ter sérios problemas com os lobbies da energia nuclear, do petróleo e da eletricidade na Europa, pois tinham fabricado dispositivos de energia livre ou discos voadores anti-gravitacionais. Comecei então a perguntar-me por que nós não sabemos nada dessas tecnologias e por que a Igreja, quando se fala de avatares, logo pronuncia o nome de milagre. Por que a Igreja fez de Jesus e de Buda filhos de Deus, enquanto o que
eles fizeram foi apenas utilizar leis muito claras, ao alcance de qualquer um nesse planeta?
Foi assim que descobri aos poucos por quais razões essas coisas não são divulgadas, ou que aqueles que nisso estão implicados fazem com que esses assuntos jamais apareçam na mídia, ou
que sejam lançados no ridículo, não hesitando em suprimir vidas humanas, para impedir qualquer publicação a esse respeito. Somente muito tarde cheguei a conclusão de que essas coisas deveriam ser levadas muito a sério. Um de meus amigos, arrendatário na ilha do sul da Nova Zelândia, descobriu um terreno militar onde a força aérea amaricana testava discos voadores. Ele foi encontrado assassinado com outra testemunha ocular, junto a uma falésia, cinco horas depois de ter compartilhado sua descoberta. Quanto a mim, encontrei membros da CIA, da IN (Inteligência Naval) e do BND (Serviço Federal de Informações) que estavam e ainda estão implicados em tais projetos. Muitos dentre eles não querem mais colaborar com esse jogo assassino, mas não têm coragem de abandoná-lo, pois temem por suas vidas e certamente com razão. Reuni neste livro informações semelhantes e outras de natureza completamente “secreta”, com as quais me “deparei” no decorrer das minhas pesquisas.
Tudo isto está embaralhado numa rede de sociedades secretas, de religião, de altas finanças e de política.
Quanto a mim, sinto-me freqüentemente dividido: ou tenho a impressão de ser vítima de uma impotência horrível, que compartilho com aqueles da minha idade e faz com que entre nós muitos jovens se refugiem no ambiente do no future (sem futuro), ou alimento o desafio que me impulsiona a afrontar essa loucura. Encontro auxílio nas leis espirituais e nos meios de desenvolvimento pessoal que nos são propostos e são muito eficazes, sempre esforçando-me para manter um espírito novo, since-
ro e sem preconceitos. É incumbido a nós, editor e autor, despertar outros. Certamente, só a nova geração atual desta humanidade, que se extraviou há muito tempo, poderá trazer
uma transformação ao nosso planeta terra tão maltratado.

páginas 7/8/9

Recebi muitas vezes graves advertências para que não me apresentasse pessoalmente neste livro, no qual me oponho aos poderes estabelecidos; envio-vos, pois, meu manuscrito, sem o endereço do expedidor, na esperança de que seu conteúdo possa convencer-vos e de que possais publicá-lo sob meu pseudônimo. Nessas condições, estarei pronto para renunciar a qualquer retribuição.
A esse livro desejo brilho e sucesso, e que ele esteja sob os auspícios abençoados das forças espirituais positivas! Envio-vos, Sr. Ewert, meus agradecimentos. Receba forças e proteção pela
vossa tarefa, que está a serviço da verdade.


Jan van Helsing



página 9


Índice

Prefácio .............................................................................. 15
Introdução ........................................................................... 26
1 Existem tantas e tantas Lojas .............................................. 38
2 Os Sábios de Sião ............................................................... 53
3 A Franco-maçonaria na Inglaterra ....................................... 56
4 A família Rothschid ............................................................. 58
5 Os Protocolos dos sábios do Sião ........................................ 61
6 A Estrita Observância ........................................................... 69
7 Os Iluminados da Baviera de Adam Weishaupt ................... 71
8 A batalha de Waterloo ......................................................... 81
9 Os franco-maçons na América ............................................ 83
10 Karl Marx ........................................................................... 89
11 Um plano para um governo mundial ................................... 91
12 Albert Pike e os cavaleiros da Ku Klux Klan ....................... 94
13 O tráfico de ópio pela família real inglesa no século XVIII .. 100
14 A revolução bolchevista e seus segredos ........................... 105
15 Skull & Bones ..................................................................... 107
16 Acabou a liberdade na América .......................................... 110
17 O síndico do embargo Rothschild ....................................... 114
18 Cecil Rhodes e seus cavaleiros da távola redonda
(The Round Table) ............................................................. 116
19 Como colocar em cena uma guerra mundial? .................... 119
20 A Primeira Guerra Mundial vista pelos Illuminati ............... 121
21 A Ochrana (ex-serviço secreto russo) ................................. 127
22 O petróleo russo ................................................................. 130
23 A declaração Balfour ........................................................... 131
24 Os americanos também querem participar da guerra ......... 133
25 O ministério Rockefeller das relações exteriores (CFR) ...... 138
26 Os preparativos para a Segunda Guerra Mundial ............... 140
27 Adolf Hitler oferece seus serviços ....................................... 142
28 Adolf Shicklgruber e a Sociedade Thule ............................. 149
29 A Sociedade Vril ................................................................. 172
30 A Segunda Guerra Mundial ................................................. 209
31 O que aconteceu na América durante esse tempo? ............ 211
32 A Alemanha quer capitular .................................................. 216
33 O auxílio americano aos soviéticos durante a guerra .......... 218
34 Os protocolos devem realizar-se ......................................... 220


páginas 11/12

35 O que nos rendeu a Segunda Guerra Mundial? ................... 222
36 O que sucedeu com o serviço secreto nazista da Gestapo? 224
37 A fundação do Estado de Israel ........................................... 225
38 O CFR se consolida ............................................................ 227
39 O atentado contra Kennedy ................................................. 229
40 Os cavaleiros de Jerusalém ................................................ 243
41 E o Vaticano? ..................................................................... 224
42 O Fundo Monetário Internacional (FMI) ............................. 250
43 O controle das informações ................................................ 253
44 Como conduzir uma guerra biológica e psicológica ............ 267
45 Uma arma: a energia ........................................................ 287
46 A CIA e o xá do Irã ............................................................ 289
47 Saddan Hussein e Deser Storm ......................................... 292
48 O que reserva o futuro para o Oriente Médio acometido de
conflitos? ........................................................................... 295
49 A reunificação da Alemanha (para sua perda) .................... 297
50 Quem são os sérvios .......................................................... 314
51 A situação atual .................................................................. 319
52 Resumo das mais importantes organizações conhecidas
dos Illuminati ..................................................................... 333
53 666 .................................................................................... 355
54 Resumo ............................................................................. 366
55 O que podemos fazer? ...................................................... 378
56 Voltemos aos Illuminati .................................................... 408
57 Os preceitos a serem seguidos .......................................... 424
58 Ao pesquisador .................................................................. 427

Apêndice: Observação sobre a “Confraria da Serpente” .... 430
Índice das Fontes ............................................................... 437
Bibliografia ......................................................................... 458
Literatura Complementar .................................................... 466



Lista de Figuras


29.1 Planos reconstruidos de fragmentos dos arquivos
secretos da ss ............................................................... 196
29.2 Um aparelho de Schaulberger com camuflagem
de inverno ..................................................................... 198
29.3 RFZ II .......................................................................... 199
29.4 RFZ III .......................................................................... 200
29.5 O Vril 7 antes do primeiro vôo ...................................... 201
29.6 Último modelo conhecido do Vril 7 ............................... 202
29.7 Vril 7 ............................................................................ 203
29.8 O Vril 7 em sua chegada à Baviera .............................. 204
29.9 Último modelo do Vril 7, sem canhão ........................... 205
29.10 Protótipo do Haunebu II ................................................ 206
29.11 Foto tirada por Adamski de um Haunebu ....................... 207
29.12 O Vril Odin em abril de 1945 ......................................... 208
51.1 Selos dos Estados Unidos da América .......................... 331
51.2 Selo dos Estados Unidos .............................................. 332
52.1 Símbolos franco-maçônicos .......................................... 351
52.2 O símbolo da firma Procter & Gamble .......................... 353
53.1 Marcas de garras de um urso e código de barras ......... 358



obs.: como a paginação no e-book ficou alterado, no meio do texto esta indicado a numeração da paginação original em negrito para poder ser achado conforme o índice acima. Se quiser procurar algum título use o buscador de texto do word ( control-L, digite a frase ou trecho que procura, e enter ).
Boa leitura.



páginas 12/13/14

Prefácio

Procurai imaginar por um instante que sois um extraterrestre. Acabais de percorrer anos-luz com vossa nave espacial e vos dirigis ao planeta Terra. Tendes a missão de explorar esse planeta, de tomar contato com seus habitantes para trocar saber e ter informações de todos os níveis. Se tudo der certo, se chegardes à conclusão de que seus habitantes são honestos e estão dispostos a tudo pela paz, a Terra poderia então ser admitida na Federação Intergaláctica. E com um espírito aberto, contatos poderiam então acontecer com os habitantes de outros planetas. A consciência terrestre progridiria claramente; esse avanço chegaria também aos domínios da tecnologia e da saúde.
Ei-vos propulsados na órbita terrestre, ligai pois vosso monitor e largai-vos ao acaso das ondas. Captais então, uma estação emissora de informações que transmite o que se passa na Terra.
Compreendereis, pois, que estais num planeta guerreiro, onde os habitantes lutam não contra um planeta inimigo, mas sim entre si, há milênios, o que estáveis muito longe de imaginar.
Primeira verificação: nenhum conceito pode justificar essas guerras, pois uns lutam em nome da sua fé, outros pela cor de sua pele. Alguns não estão satisfeitos com o tamanho de seu país, outros combatem para sobreviver, pois nada têm para comer. Outros, ainda, não cessam de pensar em dinheiro, mas a maioria cada qual só pensa em si mesmo. Chegais à conclusão de que este planeta não está maduro para receber as informações e a tecnologia que tendes para oferecer. Seja qual fosse o país onde aterrissásseis, é certo e seguro de que vossos presentes não serviriam para o bem de todos os habitantes da Terra, mas somente aos interesses egoístas dos dirigentes de cada país.
É possível, então, que pensásseis em vosso planeta natal no tempo em que ele também estava em guerra. Certamente isso foi a milênios, e não desejaríeis reviver esse cenário de maneira alguma, pois verificastes, além do mais, que foram lançados “mísseis” em vossa nave espacial. Vossa decisão é então tomada: preferis visitar outro planeta.
Vós, leitores, também fizestes a pergunta: Por que os homens estão sempre em guerra?
O sábio suiço Jean-Jacques Babel verificou que desde os últimos 56 séculos, a humanidade organizou 14.500 guerras, que provocaram três bilhões e meio de mortes. Isso representa a metade da população mundial de hoje. Somente no ano de 1991, por exemplo, registramos 52 guerras ou focos de crise em nossa terra. Isso significa que após numerosos conflitos neste planeta, dentre os quais duas guerras mundiais em um século, esse ano viu opor-se reciprocamente 104 ideologias, cujas solicitações eram manifestamente muito importantes para justificar novamente o massacre de muitos milhões de seres humanos.
Qual finalidade impele, pois, a guerra entre os homens?
O motivo da guerra é, já há séculos, o quebra-cabeça das organizações de paz, mas também dos filósofos. Eles chegaram à conclusão de que quase todas as criaturas da Terra se afrontam regularmente por falta de alimento e de território. Não podemos atribuir ao ser humano a agressividade dos animais entre si, pois ele possui, além disso, uma inteligência, uma consciência e uma ética. Pensamos na diferença que existe entre dois animais predadores que lutam por sua presa, e nas multinacionais de armamento que só vivem da venda de armas e, portanto, das crises permanentes.
Que o “combate pela vida” possa servir de distração, nós o sabemos desde a antiga Roma, onde sob a divisa de panem et circenses (o pão e os jogos distraem o povo), os gladiadores combatiam entre si, o que ocasionava a alegria da plebe e a impedia de pensar na própria desgraça. É o mesmo princípio que mantém, em nossos dias, a televisão, o vídeo e os grandes jogos de futebol: dá-se ao cidadão superficial a possibilidade de escapar do vazio e do peso da existência.
Do que nos afastam pois a mídia?
É preciso perguntarmo-nos a nós mesmos do que teríamos consciência se não estivéssemos constantemente distraidos de nós mesmos.
Não é novidade que um terceiro tire vantagem da guerra entre dois países. É bem sabido que “quando duas pessoas disputam entre si, uma terceira se alegra”. Coloquemos esse ditado para um país ou para um planeta inteiro e veremos o conformismo.
Por exemplo, os sistemas bancários que fazem um empréstimo a um país beligerante têm interesse em que a guerra não termine tão cedo.
É por meio de guerras e perturbações que se pode impulsionar um povo a aceitar e até mesmo a desejar que surjam instituições que ele jamais teria consentido espontaneamente (por exemplo, a OTAN, a ONU).
Entretanto, para aqueles que não se interessam especialmente por isso - excluamos os mortos - não existe, a bem dizer, uma relação entre as guerras dos últimos séculos.
Será possível que somente a indústria de armamentos tire proveito disso? O que leva os seres humanos a odiar-se indefinidamente até o ponto de matar seus próprios congêneres? O que é tão importante para levar-nos a exterminar uma vida? Nada aprendemos, pois, das centenas de milhões de seres humanos mortos na guerra e do sofrimento que disso resultou?

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Tomemos, como exemplo, a ex-Iugoslávia, onde , há décadas muitos povos viviam em paz e onde estes acabam de massacrar-se. O que leva esses seres humanos a considerar de repente como seus piores inimigos os seus irmãos que viviam na mesma cidade, falavam a mesma língua, usavam as mesmas vestimentas, compartilhavam o mesmo amor, as mesmas alegrias, os choros e os risos? O que faz com que matem suas crianças, violentem suas mulheres e suas mães, enviem seus maridos para campos de concentração?
Isso nada lembra para nós?
Será que são verdadeiramente os motivos ideológicos próprios de certos grupos que causaram essa guerra ou será preciso encontrar quem está por detrás disso?
Quem poderia assumir a parte do terceiro? De onde provém, pois, a idéia pré-concebida do adversário, inculcada no ser humano pelas religiões pelos livros escolares e pela mídia?
Qual é a meta dessas pessoas que estão na base dessa idéia e no-la sugerem constantemente?
Quem tiraria proveito do ódio crescente e da degenerescência da humanidade?
Talvez Satã, Lúcifer, Ariman, Baphomet ou outras entidades “intocáveis”, a quem imputaríamos com prazer a culpa?
Neste livro contaremos a história de algumas personagens bem tangíveis que, em 1773, estabeleceram um projeto em Frankfurt numa casa da Judenstrasse (Rua dos Judeus). Elas queriam preparar o caminho para seu governo mundial único até o ano 2000 por meio de três guerras mundiais. Um projeto perfeitamente elaborado, baseado nas fraquezas e nos medos dos seres humanos, e que acabaria por voltar-se contra eles.
A finalidade de um governo mundial nada tem de novo em si, pois o Vaticano sempre procura fazer do nosso mundo um mundo católico. Por essa razão, ele torturou e massacrou milhões de seres humanos, como a história comprova.
O islamismo teve a mesma finalidade: sendo a maior e a mais fanática das religiões, tem todas as oportunidades.
Não nos esqueçamos de que a ideologia russa “pan-eslava”, instaurada originalmente por Guilherme, o Grande, exigia a eliminação da Alemanha e da Áustria, para anexar a Índia e a Pérsia, após ter subjugado a Europa.
Notemos também a ideologia da “Ásia para os asiáticos”, que reclama que a confederação dos estados asiáticos esteja sob o controle do Japão.
Notemos também a ideologia “pan-germânica”, que prevê um controle da Europa pela Alemanha, para estender-se mais tarde pelo resto do mundo.
Entretanto, as pessoas que este livro menciona nada têm absolutamente a ver com qualquer dogma e não pertencem a nenhuma nação. Elas não são nem da esquerda, nem da direita, nem liberais, mas utilizam todas as instituições para conseguir suas finalidades. Naturalmente elas fazem parte de uma organização qualquer, mas somente para tornar difíceis eventuais buscas, para criar confusão entre os “curiosos” e levá-los assim a uma pista falsa. Essas pessoas servem-se tanto dos cristãos como dos judeus, dos fascistas, dos comunistas, dos sionistas, dos mórmons, dos ateus, dos satanistas, dos pobres, dos ricos, de todos! Mas elas servem-se principalmente dos ignorantes, dos preguiçosos, daqueles que se desinteressam pela vida e daqueles que não possuem um espírito crítico.
Entre os iniciados, as pessoas citadas acima se denominam os Illumunati, Big Brother, o governo invisível, os homens cinzentos, o governo oculto, o governo secreto, o Establishment.
Segundo minhas fontes, os procedimentos dos Illuminati (Iluminados, aqueles que sabem) sobre a Terra remontam a mais ou menos 3.000 séculos antes de Cristo, quando eles infiltraram-se na “Fraternidade da Serpente”, na Mesopotâmia, da qual se serviam para fins negativos.
É mais do que possível e é praticamente certo que esse drama começou muito tempo antes do período mencionado acima, se não for na época em que “o ego” se desenvolveu. Podemos remontar esse acontecimento para um período preciso da história simplesmente graças à ação da “Fraternidade da Serpente”. Somente após 3.000 gerações é que lhe sucederam outros agrupamentos, tais como os judeus, os cristãos, os franco-maçons ou outras comunidades religiosas que conhecemos. Como se pode verificar facilmente com a leitura deste livro, alguns membros da comunidade sionista trouxeram, entre outras coisas, até os nossos dias, esse jogo do qual eles não são nem os criadores nem o alvo. O que começou antigamente funciona ainda hoje segundo as mesmas modalidades. Para nós é suficiente olhar a situação presente para ver onde se encontra o problema. Certamente, podemos ligar o sistema de pensamento ou de fé dos Illuminati ao de “Maquiavel”, o maquiavelismo ou a justificação de uma política de poder desprovida de normas éticas e, como consequência, de qualquer escrúpulo político.
Eis aqui um pequeno exemplo de poder: Imaginemos que sois o novo rei de um país e desejais ter a segurança de continuar sendo. Então, convocais separadamente duas pessoas das quais tendes a certeza de que elas farão o que lhes direis. Para uma dareis diretrizes “de esquerda” e a financiareis para que ela possa criar um partido. Com a outra agireis da mesma forma, fazendo-a criar um partido “de direita”.

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Acabais de dar vida a dois partidos de oposição, financiais a propaganda, os votos, as ações e estais exatamente a par de seus mínimos planos. O que significa que controlais os dois. Para que um partido tenha vantagem sobre o outro, só tendes de lhe dar mais dinheiro. Os dois chefes de partido crêem ter-vos a seu lado, e sois assim “amigo” dos dois.
O povo é assim, dessa forma, preso nesse vai-e-vem entre “esquerda” e “direita” e sequer pode imaginar que, como rei podeis ser a origem da dissensão.
O povo até vai pedir-vos auxílio e conselho.
Tomemos outro exemplo: o dinheiro. Durante a Guerra de Secessão (1861-1865), os estados do Norte - que eram contra a escravidão - combatiam aqueles do Sul - favoráveis a manter a escravidão.
Antes da guerra, a família Rothschild enviou seus agentes para reforçar uma tomada de posição “a favor da União” com os estados do Norte e, ao mesmo tempo, outros agentes suscitavam uma atitude “contra a União” com os estados do Sul.
Quando a guerra estourou, o banco Rothschild de Londres financiou os estados do Norte, e o de Paris, aqueles do Sul. Os únicos que ganharam essa guerra foram os Rothschild.
Resumamos brevemente esse sistema:

1. provoca-se o conflito, fazendo os homens lutar entre si e não contra aqueles que são a
origem da dissensão;
2. não mostrar-se como o verdadeiro instigador;
3. sustentar todos os partidos em conflito;
4. passar-se assim por uma “instância benevolente” que poderia dar fim ao conflito.

Eis aí o caminho seguido pelos Illuminati, que querem dominar o mundo; provocar tanto quanto possível a discórdia entre os seres humanos e as nações da Terra, que perdidos numa nuvem de informações contrárias, não poderão chegar até os verdadeiros investigadores. As sociedades secretas internacionais servem-lhes de instrumento poderoso para semear a discórdia entre os seres humanos; nós as estudaremos mais de perto. Os seres humanos empenhados durante muito tempo em guerras acabarão cansando-se de combater e virão “implorar” um governo mundial.
É então que o plano torna-se evidente. Exigir-se-á da “instância benevolente” que dê um fim ao conflito. E quem é que representa esse papel em nosso planeta? A ONU! Veremos quem se encontra na realidade por detrás da ONU.
Os Illuminati de quem falamos, não importa quem eles sejam, são os homens mais ricos do mundo.
Eles não aparecem na televisão nem em outros sistemas indiretos, pois possuem e controlam não somente essa mídia, mas também todos os serviços de informações. Se acontece que falem deles, é sempre em termos neutros ou positivos.
A maior parte do povo não conhece seus nomes. Mesmo os autores que desmascararam suas maquinações não se tornaram célebres, se bem que teriam merecido um prêmio Nobel.
Reagir seria louvável, mas como seis bilhões de seres humanos podem defender-se contra alguma coisa da qual nem conhecem a existência?
Não devemos esquecer que quase todos os humanos estiveram - e estão - de tal forma preocupados com seus próprios pequenos problemas pessoais que jamais têm a visão global dos acontecimentos deste mundo nem ao seu redor. Onde eles perderam essa visão? A maior parte da civilização atual sofre de “indiferença política” e retirou-se desses acontecimentos. Esse descaso é devido à penúria dos tempos, à falta de interesse, de crítica e de conhecimentos específicos. Retirando-se, não se mudará seguramente nada. Ao contrário, isso é desejado pelos nossos “dirigentes”. Todo aquele que deserta facilita a tarefa dos Illuminati. A verdade que se impõe em primeiro lugar é, pois, saber-se mais sobre seus feitos e gestos.
Assim como um grande instrutor do mundo o afirmou: “Procurai a verdade, e a verdade vos libertará”.

Poderiamos, em conseqüência, dividir os seres humanos em três tipos:

1. aqueles que agem;
2. aqueles que são espectadores dos acontecimentos;
3. aqueles que se espantam que tenha acontecido alguma coisa.

Este livro é minha participação para esclarecer uma parte dos acontecimentos. É uma tentativa que visa a dar conhecimento do comportamento mantido secreto neste planeta precisamente por aqueles que comandam. O leitor que reconhecer-se na terceira categoria terá mais facilidade para passar para a segunda e mesmo para a primeira!
Como autor deste livro, não represento nenhuma comunidade de interesse ou de fé e nenhuma nação.

páginas 21/22/23/24

Sou um homem sobre este planeta Terra que reinvidica seu direito de liberdade e de livre desenvolvimento para cumprir aqui o seu dever. A paz entre as nações como entre relações humanas me são caras ao coração - espero que seja também para a maioria da humanidade - e considero como minha responsabilidade pessoal dar ao menos essas informações aos meus concidadãos para permitir-lhes tomar uma posição.
O leitor não deve acreditar piamente no que se segue, como se faz quando se trata de estórias que são servidas diariamente pela mídia. Aconselho a todos os espíritos superficiais e àqueles que estão satisfeitos com a vida que fechem o livro já nesta página. Quanto aos outros, se tiverem a capacidade de encarar a questão, poderá acontecer que este livro os impulsione a mudar profundamente de atitude.
E se desejamos encontrar a verdade, sem entretanto passar nossa vida procurando-a, devemos dar-nos a possibilidade de examinar e de admitir sem descanso toda a informação nova. Isso pode significar também que, se o nosso espírito já estiver preenchido por opiniões estabelecidas, por ponto de vista, por dogmas ou por uma concepção do mundo bem firmadas, então não haverá mais lugar para outra verdade. Além disso, a verdade poderá ser completamente diferente daquela que imaginávamos.
Por essa razão, desde já peço ao leitor para manter o espírito aberto. Esqueçamos durante a leitura deste livro nossas opiniões pessoais em matéria de religião, de política e de etnia, sejamos simplesmente como uma criança, abertos e capazes de aprender
Procuremos também não comparar o que é dito como uma opinião ou um ponto de vista já existente. Sigamos nossa intuição, nosso sentimento e verificaremos, nós mesmos, se essas informações soam justas, mesmo que elas nos acabem desestabilizando.
Desprezemos nosso pensamento rotineiro, que poderia soprar-nos ao ouvido: “Meu Deus, se tudo isso for verdade, que sentido tem, pois, minha vida e qual é o meu papel nesse cenário?”

Nada de pânico é o tema detalhado do último capítulo.

Este livro é um apelo a cada leitor para que exerça seu espírito crítico e se torne um cidadão emancipado. Buscai e encontrai vossa verdade: examinai as coisas sem ligá-las, se possível, a um sistema de valores. Entretanto, esforço-me a limitar-me nas páginas seguintes a fatores históricos, ainda que eles não sejam reconhecidos como tais. Passo por cima das teorias que poderiam ser as minhas para estabelecer uma síntese das fontes citadas no fim do livro e que estão, pois, ao alcance de todos.


páginas 24/25


Introdução


A realidade histórica pode ser considerada por dois aspectos. Um aspecto concernente a opinião geral - e esse torna-se mais tarde, a história, graças às pessoas que colocam por escrito as informações - o qual chamamos de opinião pública, divulgada para cada cidadão pela mídia. O outro, ao contrário, trata dos acontecimentos que não se tornam públicos. É o mundo do comportamento das lojas secretas, que misturam capital, política, economia e religião. É nesse nível que nascem as nações, que as guerras são tramadas, que os presidentes são nomeados ou eliminados se eles não funcionam.
Para o cidadão que forma sua opinião e sua concepção do mundo principalmente a partir do que veicula a mídia, tal como o jornal, a televisão, o rádio, ou a partir dos conhecimentos adquiridos na escola ou na literatura do sr. “todo mundo”, poucas coisas das quais falo nas páginas seguintes ser-lhe-ão familiares.
É fácil compreender pensamentos tais como: “Eu nunca ouvi falar sobre isso”. Evidentemente, os trabalhos de uma loja secreta só atingem sua finalidade se permanecerem secretos. A existência por si só de uma loja secreta mostra que aí existem coisas de uma importância tão grande aos olhos dos irmãos da loja que estes desejam escondê-las dos olhos dos outros seres humanos.
O que poderá, pois, ser isso?
Assim como irei mostrar, numerosos irmãos das diferentes lojas de sociedades secretas ocupam posições as quais não podemos sequer sonhar. Isso demonstra que aquilo que eles ocultam é justamente o motivo que os levou precisamente à posição que ocupam.
Permiti-me apresentar um pequeno exemplo, para que alcanceis o que significam essas posições que só podemos ter em sonho: Uma das organizações principais que comanda os fios nos EUA é o


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Council of Foreign Relations (CFR - Conselho das Relações Exteriores). Essa organização meio secreta está sob o domínio do sindicato Rockefeller e de uma sociedade secreta européia que tem o nome de “Comitê dos 300” (a explicação será dada mais adiante. Ver p. 138 e 227).
Entre outros nomes da lista de membros do “Comitê dos 300” que encontrei no livro do Dr. John Coleman, intitulado Conspirators Hierachy: The Commitee of 300 (hierarquia dos conspiradores), li o seguinte nome: Sir John J.Louden. Ele é representante do N. M. Rothschild Bank em Londres. Seus outros cargos são os seguintes: presidente do comitê do conselho internacional do Chase Manhattan Bank (Rockefeller), presidente da Royal Dutch Petroleum, diretor da Shell Petroleum Company Ltd. e administrador da Ford Foundation. Isto mostra que esse homem reúne em si mesmo um poder e uma influência extraordinários. Como ele chegou lá?
Isso provém justamente do fato de que ele é membro de sociedades e ordens secretas, e devido ao “Comitê dos 300” . E no “Comitê dos 300” se encontram 300 pessoas desse calibre, e Sir Louden certamente não é o mais poderoso. Podeis imaginar que as decisões tomadas por essas pessoas em reunião possam ter uma influência considerável sobre nossa história mundial?
Essas pessoas têm segredos que ocultam ao público. Elas sabem o que nós não sabemos, e é por essa razão que aqueles que se denominam Illuminati (os esclarecidos, aqueles que sabem)?
Seus segredos são quase todos relativos ao passado de nosso planeta, à gênese e à origem do ser humano - quando e como - à razão de sua presença na Terra, aos OVNIs e as conseqüências que se seguem.
Suponho que muitos dentre vós não lêem com prazer a palavra OVNI (objeto voador não identificado). Tal é a designação corrente para os engenhos voadores - os mais comuns em forma de prato ou de charuto - que possuem dois campos magnéticos inversamente rotativos e são de origem extraterrestre ou terrestre). Por isso é importante abrir-nos para a novidade que o assunto dos OVNIs não é tão recente, bem ao contrário. Para os europeus dão-se, com efeito, voluntariamente falsas informações, como para a maioria das pessoas sobre a Terra, quando se trata de OVNIs. Pois bem, isso o devemos aos Illuminati, que controlam justamente a mídia!
E especialmente na Alemanha. Farei com que o leitor compreenda, por meio de um pequeno exemplo, que o tema dos OVNIs tem um fundamento muito real e muito terrestre: Existia, além da “Sociedade Thule”, que será descrita em detalhes mais adiante (Ver cap.28, p.149), outra ordem secreta no terceiro Reich: a “Sociedade Vril” (Ver cap.29, p.172). Esta última ocupava-se quase que exclusivamente daquilo que denominamos comumente OVNIs e sua construção. Para isso trabalharam Victor Schauberger e o dr. W.O.Schumann, Schricves Habermohl, Miethe, Epp e Belluzo. A maior parte dos pilotos ingleses e americanos que ainda vive provavelmente se recorda de suas realizações como as dos foo-fighters. Os trabalhos foram enormemente celerados quando, segundo eles disseram, uma nave extraterrestre caiu em 1936 na Floresta Negra, sem entretanto sofrer estragos. Após haver-se estudado com atenção a propulsão e ligado esse saber àquele já enorme da “Sociedade Vril” sobre implosão e antigravitação, encetou-se a construção de protótipos. Inventos tais como o Vril 7, um helicóptero supersônico em forma de disco - não confundir com as V I e V 2, bombas autopropulsivas com grande raio de ação - já eram tão estupendos que o Stealth-Bomber atual da US Air Force parece mais um brinquedo. Citemos o exemplo do Vril 7, desenvolvido por Richard Miethe, o qual, equipado com doze turbopropulsores BMW 028, atingiu por ocasião de um ensaio de vôo em fevereiro de 1944, em Peenemunde, após a decolagem vertical, a altura de 24.200 m e, em vôo horizontal, a velocidade de 2.200 km/h. Desde o fim do ano de 1942, fabricaram-se muitos exemplares do avião circular RFZ 6, denominado Haunebu II. Seu diâmetro era perto de 32 m, sua altura no centro era 11 m, e sua velocidade de 6.000 km/h na proximidade da Terra. Ele tinha uma autonomia de vôo de 55 horas, decolava na vertical, podia voar tão bem na horizontal como na vertical e principalmente em ângulo reto (o que caracteriza a forma de voar dos OVNIs percebida pelas pessoas que o avistaram). Mais tarde, outros Vrils estavam, entretanto, mais capacitados, pois eles permitiram, no início de 1945, fazer a volta em torno da Terra em algumas horas. Um Haunebu II construído mais tarde, em versão grande modelo, tinha um diâmetro de 120 m, com dormitórios integrados. Mas para que foram feitos esses dormitórios, pois não seria necessário mais que algumas horas para fazer a volta em torno da Terra?
Muitos leitores perguntarão agora: “Por que Hitler não ganhou a guerra, se ele tinha à sua disposição semelhante tecnologia?”
Uma das razões é que um número muito grande de discos voadores atingia desempenhos fantásticos em vôo, mas sua utilização para fins militares era quase impossível. A causa disso era o seguinte: o campo magnético, criado pelo mecanismo de levitação, gerava uma espécie de escudo de proteção em torno dos discos voadores que os tornava quase invencíveis. Esse campo magnético, entretanto, tinha o incoveniente de não permitir a utilização de armas tradicionais, pois os projéteis não podiam atravessar “sem atrito” essa cortina magnética.

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Os projetos dependiam da Sociedade Vril e das SSE IV (Secretaria de Estudos Secretos para Energia alternativa dos SS). (No cap.29, p.172, o leitor encontrará mais explicações sobre a Sociedade Vril e suas realizações). Isto significa que eles não estavam diretamente sob as ordens de Hitler e do partido nazista: de fato, eles não haviam sido elaborados para fins propriamente bélicos. Só mais tarde, quando a situação da Alemanha em guerra piorou, foi que se tratou de fazer entrar em ação os discos voadores.
A maior parte das pessoas não teve o menor pressentimento dos verdadeiros alvos de Hitler, de sua formação, das lojas das quais ele era membro, da ideologia que ele tornou sua. Elas ignoravam quem o havia colocado nessa posição, quem o financiava e nada sabiam dos motivos ocultos que sustentavam a Segunda Guerra Mundial.
A ideologia de Hitler nada tem a ver com o que designamos com o nome de “realidade geral”, tal como é contado nos livros escolares sobre o terceiro Reich. Hitler era um místico, um ocultista até a ponta dos pés, e é preciso situá-lo nessa ótica para compreender o que se passou durante o terceiro Reich. Para maior parte dos historiadores ‘materialistas”, os processos dos criminosos de guerra em Nürenberg eram uma mistura de contos de Grimm e de contos enfadonhos. Eles não podiam colocar-se na pele dos acusados nem tinham conhecimentos prévios para alcançar o que esses homens relatavam. Dieter Rüggerberg expôs isso com justiça, dizendo: “Somente um ocultista pode reconhecer outro”.
Nos capítulos sobre as sociedades Thule e Vril, deter-nos-emos mais sobre as ideologias que os sustentavam. Hitler e essas sociedades secretas sabiam muito mais sobre a origem do ser humano, sobre a constituição da Terra, sobre a antigravitação, sobre a “energia livre”, do que nos tem sido ensinado em nossos dias. Por esse motivo, com receio de que pudéssemos descobrir esses segredos, os Aliados esconderam os livros e escritos relativos a esses assuntos ou até mesmo proibiram que fossem lidos. Eles asseguravam assim a possibilidade de continuar a manipular a humanidade.
Os Aliados tinham um interesse capital pela tecnologia da ”Sociedade Vril”. Suas descobertas tinham sido mantidas secretas pelo terceiro Reich. São os russos que tiveram a princípio em mãos os planos de construção. Os cientistas alemães, tais como Victor Schauberger e Werner von Braun, caíram nas mãos dos americanos por ocasião da operação Paperclip.
Hoje em dia, o maior segredo ligado com a segurança dos EUA concerne à construção de engenhos voadores desenvolvidos segundo esses planos. Esse foi, entre outros, um dos motivos que provocou a morte de J.F.Kennedy (Ver cap.39, p.229, O atentado contra Kennedy).
Mas houve ainda diferentes experiências feitas durante o terceiro Reich. Revelá-las agora desorientaria completamente a maior parte dos leitores agarrados à sua concepção do mundo.
Eles serão mais adiante o assunto de um capítulo separado (Ver cap.29, p.172).
Por que a maioria de nós nada ouviu a esse respeito? Citemos, por exemplo, a edificação do Estado Alemão Neuschwabenland (Nova Suábia) na Antártica, durante a Segunda Guerra Mundial. Por que o almirante Richard E. Byrd necessitou de 4.000 soldados americanos armados, de um porta-aviões e de um grande auxílio militar quando partiu para explorar, em 1947, a Antártica? O que aconteceu para que ele voltasse somente com algumas centenas de homens vivos? Eís aí perguntas sem resposta.
Por que tão poucas pessoas ouviram falar dos acontecimentos e dos desenvolvimentos relativos a Nikola Tesla, dentre os quais, “as máquinas de energia livre”, “a transmissão de energia sem fio”, “a antigravitação” assim como “alterações metereológicas por meio de ondas estacionárias”? Quais seriam as conseqüências se tivéssemos acesso ao conhecimento das formas de energia livre, àquela da utilização das naves voadoras, que não necessitam mais do que um campo eletromagnético como fonte de energia, e se pudéssemos utilizá-las para nosso próprio uso, como combustível por exemplo? Isso significaria que não teríamos mais necessidade de utilizar gasolina. Não haveria mais dejetos, portanto, não haveria mais poluição. Não teriamos mais necessidade de centrais nucleares, os seres humanos não poderiam mais ser encerrados num país atrás de fronteiras, e, principalmente, teríamos muito mais tempo à nossa disposição, pois também não seria mais necessário trabalhar tanto para pagar o custo do aquecedor, da rede elétrica, do combustível. Poderíamos aproveitar esse tempo para meditar, por exemplo, sobre o sentido da vida. E essas formas de energia existem. Elas existem pelo menos há 90 anos e foram ocultadas (Ver literatura Complementar, p.466).
Por que isso ficou em segredo? Porque, pelo embargo da energia, da alimentação e ocultando-se os conhecimentos, é possível exercer um controle sobre os seres humanos da nossa Terra. Se qualquer um vier a descobrir e a utilizar esses conhecimentos, os Illuminati ou outros egoístas não poderão mais bancar os todo-poderosos. As igrejas, as seitas, as drogas, perderiam igualmente sua importância. É pois importante para os Illuminati que essas coisas permaneçam ocultas do resto do mundo, assim seu poder permite-lhe continuar a alimentar seu ego ávido de poder.
Este é somente um aparte para mostrar que o tema OVNIs é mais explosivo e real do que muitos querem admitir. A “estratégia zombeteira” do Establishment anglo-americano custou vários bilhões de dólares até agora para que o assunto dos OVNIs seja ridicularizado com muito sucesso pela grande mídia.
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Incluímos aqui que o primeiro mandamento de uma loja secreta é nunca citar o nome da loja em público: pronunciar mesmo o nome de um irmão da loja é às vezes passível de pena de morte (por exemplo, na 99ª Loja). Qualquer um que pronunciasse, por exemplo, o último teorema de Pitágoras, “o octógono”, era passível de morte na escola secreta de Pitágoras. O octógono é uma chave importante para compreender o Merkabah (Mer-ka-bah = dois campos luminosos inversamente rotativos que veiculam corpo e espírito = desmaterialização e teleportação do corpo físico) - designação do campo magnético do ser humano - e leva, pois, “à iluminação”, isto é, a uma solução dos problemas que temos.
Saber guardar um segredo é uma força interna. Isso permite conduzir bem as operações sem encontrar entraves, complicações legais ou um adversário potencial. Isso dá nascimento também a uma ligação, aquela de um grande saber, entre aqueles que sabem.
Nesta parte do livro tomemos conhecimento da cena principal de “O Nome da Rosa”, de Umberto Eco, quando o abade cego pergunta ao inquiridor William de Baskerville: “O que desejais verdadeiramente?” Baskerville responde: “Eu quero o livro grego, aquele que, segundo vós, jamais foi escrito. Um livro que só trata da comédia, que odiais tanto quanto o riso. Trata-se provavelmente do único exemplar conservado do segundo livro da poesia de Aristóteles. Existem muitos livros que tratam da comédia, porque esse livro é precisamente tão perigoso?” O abade responde: “Porque ele é de Aristóteles e vai fazer rir”. Baskerville replica: “O que há de tão inquietante no fato de que os homens possam rir?” O abade: “O riso mata o medo, e sem medo não pode haver fé. Aquele que não teme o Diabo não necessita mais de Deus”.
(Esta frase aproxima-nos mais do que podemos imaginar, da solução de muitos problemas que há neste planeta. Muitos dentre os leitores o sabem ou, espera-se, o descobrirão logo. Que o leitor torne a ler, pois, uma segunda vez essa citação).
Se uma loja secreta engana o público, mentindo-lhe e manipulando-o para alcançar um poder político e econômico, em detrimento de outros, guardar um segredo pode tornar-se - como o exemplo precedente - um instrumento de morte.
Isso não significa que todas as sociedades secretas sejam destruidoras ou maldosas. Por exemplo, um dos numerosos ramos dos franco-maçons que surgiu em 1307 é oriundo dos templários, que foram perseguidos pelo Vaticano, por ordem do rei francês Filipe IV. Aqueles que puderam escapar da prisão e da tortura imposta pelos inquisidores se refugiaram principalmente em Portugal, na Inglaterra e na Escócia. Lá, eles trabalharam em segredo durante séculos para trazer justiça ao mundo e para fazer crescer os direitos dos seres humanos. Mas a história mostra que, de outro lado, sociedades secretas tais como, por exemplo, “o 33o grau do Rito Escocês dos franco-maçons”, podem ser uma força perigosa capaz de eleger governantes, derrubá-los e de servir-se de alianças secretas para provocar perturbações globais.
Muitíssimos livros surgiram tendo como assunto os Illuminati, mas em sua maioria eles estão disponíveis apenas em inglês. O que me constrange é que eles foram escritos frequëntemente por fanáticos, quer sejam cristãos, mórmons, testemunhas de Jeová, quer sejam fanáticos de direita ou de esquerda. Certamente eles perceberam o que se passa entre nós, mas seus argumentos foram muito subjetivos, e eles finalmente puseram a culpa sobre outro grupo ou sobre Satã. Por isso, procuro concentrar de forma relativamente sumária e sem preconceitos os fatos que me parecem ser os mais importantes, concernentes aos mais diferentes setores da política, da religião e das finanças.
Assim, toda pessoa, mesmo sem religião, que se sente livre e capaz de refletir por si mesma, deveria poder aceitar esses fatos e ater-se às causas, qualquer que seja a cor de sua pele. O livro deveria, pois, permitir-nos compreender por que os Illuminati não desejam que qualquer um possa ter o direito de saber tudo.
Nenhum autor pode provavelmente conseguir dar-nos uma imagem global perfeita do emaranhado das lojas, das altas finanças e da política deste planeta.
Este livro visa principalmente a mostrar ao leitor qual é a finalidade dessas pessoas e a forma da qual elas se utilizam para isso.
Como já mencionei, a ação dos Illuminati remonta pelo menos até os sumerianos, mas falarmos disso agora nos levaria muito longe e nos faria deixar de lado nossa finalidade. Vamos, pois, começar a interessar-nos pelos franco-maçons. Voltemos nosso olhar para os três últimos séculos, o que é amplamente suficiente, porque se os nomes e as instituições mudam no decorrer da história, a força que permanece, ao contrário, não muda.
Para resumir, diremos que existem muito mais lojas e ordens secretas que este livro não menciona e que elas existem desde a noite dos tempos. Este livro deve permitir compreender que lojas e ordens secretas estão estreitamente entremeadas, e pode levar-nos a pressentir também que existem, mais do que nunca, seres poderosos que têm concepções de valor “um pouco diferentes” das nossas.
Este livro existe para dar apanhado global das organizações negativas. Uma vez que nosso mundo material não pode existir senão na polaridade, podemos partir do princípio que há também um potencial muito importante de forças positivas e construtoras que mantém o equilíbrio.

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Somente a maior parte dos seres humanos não está consciente da existência de tais forças nem dos efeitos provocados por aqueles que as utilizam com finalidades muito precisas. Isso explica, entre outras coisas, porque eles ainda se deixam abusar tão facilmente.
Minha finalidade principal é a de mostrar os caminhos positivos, mesmo tratando desse tema tão negativo, para que possamos ter acesso à nossa liberdade por nós mesmos. Assim, poderemos “desenvolver” - de conformidade com a nova era - uma nova compreensão das forças cósmicas (Do grego cosmos = ordem), das organizações em seu conjunto global, das relações de pessoa a pessoa e poderemos ampliar nossa consciência.
Que o leitor não se desencoraje se não puder dominar de imediato esse fluxo de informações. Se tiver muitas vezes dificuldade de compreensão ou sentir-se perdido nessas confusões, ele não deve pular, entretanto, nenhum capítulo, pois a coerência depende da leitura de todos os capítulos. Que ele não se apresse nem hesite em fazer às vezes duas leituras.
A bibliografia permite um estudo autodidata e convida-vos a aprofundar vossa viagem de descobertas através da selva de informações. Minha retrospectiva histórica só leva em consideração a ponta do iceberg ou, para manter-me no assunto, a ponta da “pirâmide”


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1 Existem tantas e tantas Lojas...



A fraco-maçonaria é uma das mais velhas organizações ainda existentes nos nossos dias. Rolos de papiro, encontrados em 1888, durante escavações no deserto da Líbia, descrevem encontros secretos de corporações semelhantes 2000 anos antes de Cristo. Essas corporações já tinham participado da construção do Templo de Salomão, e sua função era mais ou menos como a dos sindicatos de hoje, mas elas já eram, então, a garantia da tradição mística. Dizem que a finalidade da franco-maçonaria é a transformação interior do ser humano, graças a um trabalho espiritual que visa à perfeição, no que concerne a Deus. Os franco-maçons pertencem a diversas religiões, de onde vem o nome que eles dão a Deus, que é “O Grande Arquiteto do Universo”.
Encontramos outras informações no Livro dos Mortos dos egípcios, e graças ao deus Toth que foi antigamente seu grão-mestre. Grão-mestre, tal é o título usado para os grandes dirigentes. O conhecimento espiritual dos franco-maçons foi traduzido por símbolos, alegorias e rituais, que serviam também para a comunicação. A linguagem secreta é representada por simbolos, tais como o aperto de mão dos franco-maçons, a pirâmide, o pentagrama, a utilização dos números 3, 7, 13 e 33, que encontramos em seus brasões, nos emblemas e, hoje, nas siglas das firmas e nos nomes próprios.
O mais importante símbolo em muitas organizações, incluindo a franco-maçonaria, é o avental. O avental, que, no início, era muito simples e sem ornamento, foi substituído pelo clero de Melquisedeque lá pelo ano 2200 a.C. por uma pele de carneiro branca, que é utilizada ainda hoje. No antigo Egito, os deuses que, segundo velhas tradições voavam em “barcos divinos” (OVNIs) eram representados com o avental nos afrescos dos templos. Os sacerdotes, depois, também usaram o avental, símbolo também da autoridade perante o povo, porque eles eram os representantes dos deuses. Já há 3400 a.C. os membros da “Confraria da Serpente” usavam o avental em sinal de submissão aos deuses que desciam dos céus em “rodas voadoras”. É pouco provável que nos graus inferiores das lojas se conheça, nos dias de hoje, o símbolismo do avental.
Antes de 1307, os templários, assim como os Cavaleiros de São João, e em parte também a Ordem Teutônica - as duas últimas sendo ordens caritativas na origem - eram organizações dirigentes que organizavam as cruzadas contra os muçulmanos. Ainda que reinasse hostilidade entre essas ordens, elas estavam unidas, entretanto, no combate pela cristandade.
Não foi por acaso a confusão sobre os templários e sobre seus segredos históricos e ocultos: pois essa falta de esclarecimento foi ocasionada intencionalmente, notadamente nestes últimos 150 anos. O segredo que envolve os templários não existia se não quisesse que ele existisse. E isso da parte de círculos e forças que tiveram e têm, bem entendido, todo o interesse em deixar a verdade escondida.
O espírito da Ordem dos Templários foi distorcido, assim como os ensinamentos de Jesus, quando atribuíram ao cristianismo o suposto “Antigo Testamento”, cujas leis ele combatia.
(Ver a gênese dessa confraria no apêndice, p. 430)
Nos dois casos, o essencial foi distorcido. Nestes últimos tempos e nestes últimos anos vimos surgir, como o sabemos, diferentes “neo-pseudo-ordens dos templários”.


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Entre elas se encontram seguramente homens de boa vontade, mas também charlatões e servidores justamente desse espírito que os antigos templários combatiam. Fazer um amálgama do nome e do espírito dos templários com os componentes franco-maçons é verdadeiramente grotesco. Entretanto, isso aconteceu como grau de templário no rito franco-maçônico de York.
Dois homens profundamente crentes fundaram a Ordem dos Templários: Hugues de Payns e Geoffroy de Saint-Omer, um franco um normando. Um pequeno círculo de amigos formou-se ao redor deles, animados por uma grande fé, própria da Idade Média, e que o ser humano atual pode somente apenas imaginar. Esse pequeno círculo decidiu no Natal do ano 1117, em Jerusalém, formar um pequeno grupo para proteger os peregrinos. Seu único desejo era estar a serviço do Senhor Jesus Cristo e de sua fé. Esse grupo, contando então com nove cavaleiros, encontrava-se praticamente só, sem proteção nem grandes meios financeiros.
O grupo apresentou-se, na primavera de 1117, ao rei Bauduíno de Jerusalém e ao Patriarca. Eles louvaram-nos por suas intenções. Pouco depois, os cavaleiros, cuja habitação era justamente a “Casa Alemã”, hospital dirigido pelos alemães, obtiveram a permissão de se instalarem no lugar do antigo templo. Por esse motivo, foram denominados templários. Entretanto, eles mesmos se consideravam sempre como os “Irmãos do verdadeiro templo de Cristo” o que queria dizer o “templo interior da alma”.
A história dos templários teria, sem nenhuma dúvida, passado desapercebida, se não tivesse acontecido, nas ruínas do templo, uma descoberta importante, com o que os cavaleiros não souberam o que fazer a príncipio: tratava-se de fragmentos de escritos hebraicos cujo conteúdo tornou-se rapidamente de uma importância decisiva para os cavaleiros e para toda a história da ordem. Esses fragmentos foram remetidos ao erudito Etienne Harding, que os traduziu. Isso foi o ponto de partida para tudo o que iria seguir-se. Com efeito, os pedaços de escrita referiam-se a fragmentos dos eschaimins (espiões) judeus que, mandados pelo clero, relatavam o procedimento do “maldito manzer (filho de meretriz) Jesus e suas blasfêmias contra o Deus de Israel”. O que se podia ler aí estava em completa contradição com o ensinamento pregado pela Igreja. Jesus Cristo havia tratado o Deus hebraico Yahve com o nome de Satã e repreendido os judeus por terem feito do Diabo o seu Deus único. Traços claros são encontrados, ainda hoje, no Evangelho de São João do Novo Testamento, onde Jesus diz aos judeus: “Tendes por Pai ao Diabo” (João 8:44). Que enorme falsificação do verdadeiro ensinamento de Cristo!
É preciso procurar integrar-se na forte crença desses cavaleiros para imaginar o choque que eles sentiram. O Deus que a Igreja designava como “Pai de Cristo” era, segundo as palavras de Jesus, o Diabo, que ele tinha vindo combater na Terra. Estudos sobre a Bíblia colocaram rapidamente em evidência para esses cavaleiros de espírito simples e com raciocínio são que o ensinamento de Jesus e o suposto “Antigo Testamento” estavam em pólos opostos e nada tinham a ver um com o outro. Além disso os judeus nunca davam a Deus o nome de Pai, porém o nome de Yahve e El Schaddai. Mas El Schaddai era o Scheitan, que quer dizer “o anjo caído”! (Schaddeim = perda da coroa; El = grande anjo. El foi freqëntemente traduzido, erroneamente, pelo nome de Deus. Mas “Deus” é denominado na velha língua oriental “Il”).
Quando, no ano 1128, a fundação formal da ordem aconteceu, e Bernard de Clairvaux foi considerado, até certo grau, como seu protetor, o pequeno grupo de templários já possuía um segredo: era a vontade de conhecer a verdade sobre Cristo. Até então reinava a incerteza; logo reinaria a certeza.
É preciso ver nessa vontade aquela de um grupo de cavaleiros de uma piedade ingênua, que desejavam somente servir ao Senhor Jesus Cristo e encontrar seu verdadeiro ensinamento. Não possuíam nenhuma agressividade, não faziam mal a ninguém. Foi Bernard que lhes fez compreender que suas ambições não seriam pagas com amor e que seria prudente não exprimir abertamente o que eles pensavam.
Os anos seguintes não trouxeram maiores novidades a respeito do ensinamento original de Cristo. A Ordem dos Templários voltou-se então para as missões militares. O segredo não viveu a não ser na lembrança de alguns irmãos provençais. Os imperativos práticos no Oriente deixaram pouco tempo para que se lembrassem do segredo.
O estreito contato com o Islã trouxe novos impulsos. Algumas cartas atribuídas a Ali Iben Abu Thalit (Imã Ali) caíram nas mãos de uma seção de templário por ocasião de um ataque contra Damasco.
Ali Iben mencionava nelas uma falsificação posterior do Alcorão, que ele comparou com a falsificação dos Evangelhos de Cristo. Esses papéis chegaram a Provença, onde, em seguida, nasceu de novo a antiga idéia de aprofundar-se sobre a veracidade dos Evangelhos.
Tudo se passou em seguida, sem interrupção: um documento chegou para a comendadoria provençal, transmitido, segundo toda a possibilidade, pelos círculos marcionistas. Não é, pois, de espantar-se que os templários recusaram, mais tarde, a tomar parte na “cruzada” contra os cátaros. (cátaros = albigenses = hereges do Sul da França, da cidade de Albi nos séculos XII e XIII, que professavam doutrina dualista maniquéia - doutrina que se funda em princípios opostos, bem e mal).



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Tratava-se de um fragmento do Evangelho original de São João, escrito no ano 94 d.C., pelo herético Marcion. Uma carta estava junto, dando um curto relato da vida de Marcion. Esclarecemos aqui que Marcion foi o instigador de um importante movimento puramente cristão nos anos 90 a 130 d.C., que só terminou após sua morte. Marcion, que havia justamente tido tempo de encontrar-se com o apóstolo João, ensinava que Jesus Cristo havia sido, de fato, a encarnação de Deus, que um “Deus Pai” com o nome de Yahve não existia, e que esse Deus hebraico era justamente Satã em pessoa. Ele ensinava ainda, que Jesus havia anunciado aos seres humanos que eles eram deuses. Isso dependia somente da boa vontade de cada um e não necessitava de nenhum templo e de nenhuma organização eclesiástica.
A partir desse momento, “uma ordem” desenvolveu-se, verdadeira comunidade de conspiradores marcionistas. Eram principalmente os provençais e os alemães que formavam esse grupo particular no seio da Ordem dos Templários.
A maioria dos templários certamente não percebia, nessa época, o que significava a mudança da cruz simples e simétrica da ordem para uma “cruz de cavaleiro”. A princípio, as “cruzes de cavaleiros”, que são típicas em nossos dias e iriam ser utilizadas por outras ordens sob formas semelhantes não existiam ainda tais como são.
Os templários usavam, na sua origem, uma cruz vermelha simples, sobre seus mantos brancos. Somente sob a influência camuflada dos adeptos de Marcion foi que “a cruz marcionista” - a cruz com espinhos - tornou-se o símbolo dos templários.
No início do cristianismo, a cruz com espinhos tinha sido a insígnia dos adeptos de Marcion: era a “cruz herética”. Diz-se que João, o Evangelista, havia confeccionado para a mãe de Jesus uma cruz com espinhos. Marcion escolheu então a cruz vermelha com espinhos como sinal da cristandade pura. A cruz de cavaleiros dos templários tornou-se assim o símbolo do marcionismo para o iniciado. Mais tarde apareceu a cruz dupla com espinhos, própria dos templários ocultistas.
No mesmo período nasceu o chamado ao combate dos templários, que proclamavam: “Viva Deus Santo-Amor!” Com esse chamado, dirigia-se exclusivamente a Cristo e rejeitava-se o deus vingador do Velho Testamento.
A grande maioria das pessoas - tanto fora como no seio da ordem - não era iniciada no que constituía o lado secreto. O tempo não estava amadurecido, esperava-se que surgissem outros documentos da época do início do cristianismo, que seriam, portanto, provas irrefutáveis.
Tais documentos iriam, de fato, aparecer de forma distorcida, mas seria muito longo aprofundar-nos sobre isso agora. Contentamo-nos em verificar que dois templários descobriram um esconderijo bem velho dos adeptos de Marcion nas ruínas da velha Cartago. Eles não descobriram por acaso, mas seguindo os rastros de Marcion, que aí permanecera por muito tempo. Eles encontraram não somente os fragmentos de escritos evangélicos originais de João e Mateus, mas também um velho escrito cartaginês, compreendendo um credo e um texto sobre a criação do mundo, acompanhado de uma tradução grega que se deve provavelmente a Marcion. Nesse escrito, o Ilu Aschera, reconheceram-se os verdadeiros fundamentos do ensinamento de Jesus Cristo.
Mencionaremos somente o assunto da “revelação dos templários” do ano 1236, que prometia a vinda de um reino luminoso “no país da meia-noite” (Alemanha), e que os devotados entre os templários seriam eleitos para abrir esse caminho. Essa revelação aconteceu quando dois cavaleiros que procuravam escritos marcionistas nos lugares de Cartago tiveram uma aparição feminina que lhes transmitiu a mensagem. Foi em seguida a essa visão que foi criado o Tempelhof em Berlim, futura capital do norte da “Nova Babilônia”.
Quais eram verdadeiramente a fé, o estado de espírito e a visão do mundo desses templários?
O país do sol poente, na Idade Média, repousava sobre três pedras angulares:
1. a religião judaico-cristã,
2. uma economia monetária e comercial baseada na autoridade de receber juros, que existia
desde o Antigo Testamento e
3. o princípio do poder absolutista.
Os templários tiveram a idéia de derrubar essas três pedras angulares, desde que tivessem bastante poder para isso. Tratava-se, pois, de eliminar a Igreja judaico-cristã e de colocar em seu lugar uma comunidade de fé digna daquela dos primeiros cristãos, excluindo tudo o que se ligasse ao Antigo Testamento. Resultaria disso uma reviravolta do sistema econômico e monetário, que incluiriam a proibição de receber os juros de um empréstimo, a destituição das monarquias absolutas e a edificação de uma ordem aristocrático-republicana. Tudo isso nos faz compreender por que as forças reinantes iriam proceder para a aniquilação dos templários.
Após a queda de Jerusalém que significava a vitória definitiva dos muçulmanos, os Cavaleiros de São João fugiram da Terra Santa e se estabeleceram, nos anos seguintes, em diferentes ilhas do Mediterrâneo. Eles usaram os nomes dessas ilhas para designar sua ordem, foi assim que se denominaram: os “Cavaleiros de Rhodes” e mais tarde os “Cavaleiros de Malta”.



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Eles cresceram até se tornarem um poder militar e marítimo espantoso no Mediterrâneo, antes de serem vencidos em 1789 por Napoleão. Em 1834, sua sede principal foi transferida para Roma, onde eles são conhecidos, até hoje, como a “Ordem Soberana e Militar de Malta” (SMOM), de onde provém a cruz de Malta.
Entre outros membros: o falecido William Casey (ex-chefe da CIA de 1981 a 1987), Alexander Haig (ex-secretário do Departamento de Estado americano), Lee Iacocca (presidente da Chrysler Corp.), James Buckley (Rádio Livre da Europa), John McCone (chefe da CIA no governo Kennedy), Alexandre de Marenches (chefe do serviço secreto francês), Valéry Giscard d’Estaing (ex-presidente da França).
A sorte dos templários não foi mais invejável, pois não conseguiram salvar a Terra Santa. Por essa razão o Vaticano, por ordem de Filipe IV, denominado o Belo, perseguiu-os no ano 1307. Eles foram acusados de práticas satânicas e outras. Filipe, o Belo, tinha além do mais, inveja de seu poder e de seus privilégios. Os templários fugiram, pois, da França, para procurar proteção em regiões mais seguras como Portugal, Inglaterra e Escócia, onde o poder do Vaticano era menos intenso. Lá, uma parte dos templários se uniu com as lojas de franco-maçons já existentes e, sob essa nova entidade, eles participaram da reforma protestante, para vingar-se das perseguições da Igreja Católica.
Outra parte dos “templários” instalou-se de novo em Portugal com o nome de “Cavaleiros de Cristo”, eles foram reabilitados pelo papa Clemente V. Os templários tornaram-se em Portugal, novamente, os detentores de um grande poder, do qual falaremos mais adiante.
Seu grão-mestre, Jacques de Molay, foi queimado na fogueira por ordem de Filipe, em 11 de março de 1314, diante da catedral Notre-Dame de Paris.
Duas novas outras instituições existiam do tempo das cruzadas: a dos franciscanos e a dos dominicanos. Os franciscanos retomaram a postura usada pela fraternidade egípcia em El Amarna, isto é, a tonsura (corte circular, rente, do cabelo, na parte mais alta e posterior da cabeça) e o cordão na cintura: eles pareciam ser muito humanos. Os dominicanos, ao contrário, foram o instrumento da mais cruel instituição que o homem jamais inventou, a Inquisição Católica.
No século XVI surgiram, pela primeira vez neste mundo, e precisamente na Alemanha, os maiores iniciados da “Confraria da Serpente”, com nome latino de Illuminati (A palavra bíblica original para serpente, nahash, provém da raiz nhsh, que significa “decifrar, descobrir”; em latim illuminare significa “iluminar, conhecer, saber”). Um dos mais importantes ramos dos Illuminati, na Alemanha foi o dos rosa-cruzes, ordem mística introduzida pelo imperador Carlos Magno no início do século IX. A primeira loja oficial foi criada em Worms em 1100 d.C. Os rosa-cruzes permitem-se afirmar que conhecem a origem (extraterrestre) do ser humano assim como as doutrinas esotéricas do Egito. Eles tornaram-se célebres graças ao trabalho sobre os símbolos místicos e sobre a alquimia. Existia uma ligação muito estreita entre os rosa-cruzes e os Illuminati, pois a ascensão nos graus secretos iniciáticos dos rosa-cruzes freqüentemente ocasionava a admissão nos Illuminati.
Era difícil perseguir os rosa-cruzes, portanto cada grande ramo da confraria trabalhava em público durante 108 anos que se seguiam a sua fundação, para, após, ficar ativo secretamente durante os 108 anos seguintes.
Essas fases alternadas davam a impressão de que a ordem havia desaparecido, o que facilitava o trabalho dos irmãos.
Numerosos autores dizem que foi em 1614 que a ordem dos rosa-cruzes veio à luz, quando um escrito anunciou oficialmente sua existência em Hesse e apelou para que as pessoas se tornassem seus membros. Nesse momento, a fase de atividades exteriores recomeçou. O escrito, que exortava os seres humanos a renunciar aos falsos ensinamentos como os do papa, de Aristóteles e de Galeno, médico popular da Antiguidade, descreve também a história do personagem fictício Christian Rosenkreus, que havia sido escolhido para simbolizar a fundação da ordem. Nos dias de hoje, ele é designado com freqüência erroneamente como o verdadeiro fundador. O sistema de alternância de períodos de 108 anos tinha, pois, plenamente triunfado!
Os rosa-cruzes estão, hoje, presentes em numerosos ramos. A ordem visa a fins positivos e à redenção do espírito e da alma de cada ser humano - por exemplo a ordem AMORC (Antiga e Mística Ordem Rosa-Cruz).
Com os Illuminati e os rosa-cruzes se encontrava essa força que promoveu os movimentos religiosos durante os anos da peste. Os “amigos de Deus” entre outros, faziam parte deles.
Seu ensinamento baseava-se muito sobre o Apocalipse e exigia uma obediência absoluta aos dirigentes. O movimento, em seu conjunto, foi transmitido, mais tarde, para a ordem de São João, designada como “organização franco-maçônica com missão secreta” no livro de Albert Mac Key, Encyclopaedia of Freemasonry.
Martinho Lutero teve estreitas relações com os Illuminati e com os rosa-cruzes. Aliás seu selo pessoal deixava isso bem claro aos olhos do iniciado (uma rosa e uma cruz com suas iniciais, assim como os rosa-cruzes). Foi quando a Igreja era dirigida pelo papa Leão X, filho de Lorenzo di Medicis. Este último era o dirigente de um rico banco internacional em Florença. Uma geração mais cedo, o papa havia confiado à família Medicis o cargo de recolher os impostos e os dízimos para o papado, o que ajudou os Medicis a fazer de seu banco um dos mais ricos e dos mais influentes da Europa.

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A revolta de Lutero contra a ação da Igreja Católica era justificada; esta última havia-se tornado mais uma empresa comercial do que um lugar de fé. Um dos personagens chaves sustentando a Reforma foi então Filipe, o Magnânimo. Ele fundou a “Universidade Protestante” em Marbourg e organizou uma aliança política contra o imperador católico Carlos V.
Após a morte de Lutero, sua comunidade de fé foi sustentada por Sir Francis Bacon, o maior dirigente dos rosa-cruzes na Inglaterra. No tempo do rei James I, Bacon foi o coordenador do projeto visando a criação de uma Bíblia protestante inglesa reconhecida. Essa versão, conhecida então em 1611 com o nome de King James Version, é hoje, a Bíblia mais expandida no mundo anglófono.
A Contra-Reforma foi conduzida por uma nova confraria, a Companhia de Jesus, que é melhor conhecida com o nome de Ordem dos Jesuítas e foi fundada por Inácio de Loyola em 1534. Tratava-se de uma sociedade secreta militante e católica com rituais secretos, simbolismos e graus de iniciação (O juramento do segundo grau exigia a morte de todos os franco-maçons e de todos os protestantes). Os jesuitas foram enviados para a Inglaterra para lá combater os heréticos protestantes. Eles aplicavam-se em procurar os heréticos que deveriam ser punidos, o que significava que os franco-maçons tinham interesse em guardar bem seus segredos, se não quisessem ser decapitados.
Os franco-maçons trabalharam em segredo absoluto na Inglaterra, na Escócia e na Irlanda e contribuíram para reforçar o respeito dos direitos do ser humano e do protestantismo. Um dos grão-mestres dos franco-maçons estava presente à assinatura da Carta Magna, ao lado do grão-mestre dos templários. As diferentes lojas tinham também a responsabilidade dos movimentos protestantes na Inglaterra e na Alemanha.
Em 1717, a Loja dos franco-maçons de Londres começou a trabalhar publicamente, achando que estava em segurança na Inglaterra. É a época designada como o início da franco-maçonaria em muitos livros de história. Oficialmente isso é exato. Entretanto, sua atividade secreta iniciou-se milênios mais cedo. Mas como isso já foi mencionado: para que guardar segredo, se todos soubessem, hoje, o que os franco-maçons faziam, quando e como?
A consternação reinou entre as lojas franco-maçônicas quando a “Loja de Londres” revelou publicamente seu trabalho. Ela foi acusada de traição pelas outras lojas. Após a excitação ter-se apaziguado, os franco-maçons começaram a expandir-se por toda a Europa e pelo Novo Mundo. Eles manifestaram-se, mais tarde, no Novo Mundo pela declaração da independência e pela Boston Tea Party, organizada pela loja franco-maçônica de Boston.
A declaração da independência foi redigida e assinada quase exclusivamente por franco-maçons, George Washington e a maior parte de seus generais eram franco-maçons. É um fato que os Estados Unidos, hoje, não existiria sem a presença ativa dos franco-maçons.


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2 Os Sábios de Sião



Outra organização secreta muito influente rivalizava em fervor para exercer um controle sobre a Inglaterra. Os ricos rabinos judeus, que eram os dirigentes políticos e religiosos do povo judeu aniquilado, uniram suas forças num grupo conhecido pelo nome de “Sábios de Sião” - os sionistas consideram-se como a elite “messiânica” do judaísmo e esperam que todos os judeus do mundo sejam solidários com suas finalidades.
De 1640 a 1689 os Sábios de Sião projetaram “a revolução inglesa” na Holanda (a queda dos Stuarts do trono britânico) e emprestaram dinheiro aos diferentes pequenos partidos. Eles serviam-se de sua influência para que Guilherme II, duque alemão da dinastia Orange-Nassau, se tornasse o Stathouder do exército holandês e mais tarde, fizeram dele Guilherme, Príncipe de Orange. Arrumaram um encontro entre ele e Maria, a filha mais velha do Duque de York e irmã do rei Charles II da Inglaterra. O irmão deste último, sucessor de Jacob II, estava igualmente presente. Guilherme II casou-se com Maria, e eles tiveram um filho, Guilherme III, que se casou, mais tarde, com Maria II, a filha de Jacob II.
As casas reais holandesas e britânicas eram desde então, aparentadas. Os Whigs, partido composto de ingleses e escoceses influentes, ajudaram-nos a destituir os Stuarts do trono em 1688, e Guilherme III de Orange foi nomeado rei da Inglaterra, em 1689.
Guilherme III, de quem se diz ter sido franco-maçom, fundou, no mesmo ano, a Ordem de Orange, que se opunha ao catolicismo e visava a consolidar o protestantismo na Inglaterra. Essa ordem existe ainda até hoje; é representada principalmente na Irlanda, onde existem por volta de 100.000 membros, e onde instiga violentamente a guerra entre religiões.


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O rei Guilherme III engajou bem depressa a Inglaterra em guerras custosas contra a França católica, o que causou fortes dívidas para a Inglaterra. Depois foi a revanche de Guilherme contra os Sábios de Sião: ele persuadiu o tesouro britânico, com o auxílio do agente William Paterson, a pedir emprestado £1,25 milhões aos banqueiros judeus que o tinham colocado nessa posição. A dívida do Estado cresceu muito rapidamente, e não restou mais ao governo outra possibilidade a não ser aceitar as condições exigidas.
As condições do empréstimo eram as seguintes:

1. os nomes dos emprestadores ficariam secretos, e eles teriam a garantia de poder fundar
um “Banco da Inglaterra” (Banco Central);
2. garantir-se aos diretores desse banco o direito de fixar o preço do ouro com referência ao
papel-moeda;
3. era-lhes permitido emprestar £10 de papel-moeda por libra de ouro depositada;
4. era-lhes permitido consolidar as dívidas nacionais e assegurar o montante pelos impostos
diretos sobre o povo.

E assim foi erigido o primeiro banco central privado, o “Banco da Inglaterra”.
Este gênero de transação permitia ao banco fazer um ganho de 50% investindo 5%. E era o povo inglês que teria que pagar. Os emprestadores não se importavam de não serem reembolsados, pois o endividamento permitia-lhes ter influência sobre o encaminhamento da política. A dívida nacional da Inglaterra aumentou de £1,25 milhões em 1694 para £16 milhões em 1698.
Após Guilherme III, a dinastia de Hanover tomou o encargo da casa real britânica, o que continua hoje em dia, pois os Windsors descendem em linha direta da casa real de Hanover (Até 1901, todos os monarcas provieram da dinastia de Hanover, mas quando Eduardo VII esposou a princesa dinamarquesa Alexandra, o nome de Hanover foi trocado pelo de “Saxecoburg-Gotha”, nome do pai alemão de Eduardo. Ele foi novamente trocado por “Windsor” em 17 de julho de 1917, tal como é até hoje).
É compreensível que muitos ingleses não se regozijam com essa soberania alemã. Muitas organizações formaram-se para levar novamente os Stuarts ao trono. Devido a esse perigo, a dinastia de Hanover não autorizou o exército permanente na Inglaterra; eles recrutaram as tropas necessárias em seu principado e entre seus amigos alemães. Estes eram pagos, evidentemente, pelo Tesouro Britânico, o que era proveitoso para os banqueiros judeus. O príncipe Guilherme IX de Hesse-Hanau, que era também um amigo da dinastia de Hanover, colocou à disposição deles a maior parte dos mercenários.


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3 A Franco-maçonaria na Inglaterra



Em 1567, os franco-maçons ingleses dividiram-se em duas grandes lojas, a de “York” e a de “Londres”. Entretanto, a época a mais importante da história dos franco-maçons foi o início do século XVII, quando sua corporação de característica artesanal transformou-se em uma corporação secreta de ordem mística e oculta. As lojas aceitaram daí em diante “não maçons”, o que teve por conseqüência que por volta de 1700, quase 70% dos franco-maçons vinham de outras profissões.
Em 24 de junho de 1717, os representantes de quatro grandes lojas britânicas reuniram-se em Londres, fundaram a Grande Loja Inglesa, denominada também “Loja Mãe do Mundo”.
O novo sistema dos graus de iniciação comportava três graus: aquele de aprendiz, de companheiro e de mestre; eram denominados também de graus “Azuis”.
A grande loja fazia questão que fosse a Dinastia de Hanover que continuasse a ocupar o trono inglês. Ela conferiu em 1737, os dois primeiros graus a Frederico de Hanover, príncipe de Gales. Muitos membros das gerações seguintes da família real de Hanover detiveram até o título de grão-mestre (Foi o caso de Frederico Augusto, do rei George IV, do rei Eduardo VII e do rei George VI).
Entretanto eles tinham inimigos. Após a queda de Jacob II em 1688, os partidários dos Stuarts criaram diferentes movimentos, entre outros aqueles dos jacobinos militantes, para colocar os Stuarts no trono. Para apoiar seu filho Jacob III, um novo ramo de franco-maçons foi criado, a “Loja dos Templários Escoceses” - fundada em 1725 por Michael Ramsey - a qual aceitou em seu meio antigos templários.


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Essa loja havia criado graus ainda mais importantes do que a loja mãe de Londres, a fim de tirar os membros dessa última.
Em 1736 foi criada a Grande Loja Escocesa, a qual delegava também para segundo plano o aspecto corporativo para acentuar o aspecto místico.
Nas lojas escocesas, encontravam-se com freqüência a franco-maçonaria templária, e, mais tarde, introduziu-se nelas também o grau templário.
Como vemos, encontramo-nos em presença de dois sistemas de franco-maçons que opunham, o da dinastia de Hanover na Loja Mãe de Londres, e o dos Stuarts dos templários escoceses. Quem poderia ser o terceiro desconhecido que teria todo interesse para que nascesse um conflito?
Não se encontraria ele entre os “Illuminati”?


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4 A família Rothschild


Muitos enigmas envolvem o centro secreto do negócio bancário internacional: a casa Rothschild.
Em 1750, Mayer Amschel Bauer comprou o banco de seu pai em Frankfurt e trocou seu nome pelo de Rothschild, que significa literalmente “escudo vermelho”, pois, um escudo vermelho estava afixado na porta da entrada do banco e representava o sinal dos judeus revolucionários e vencedores na Europa oriental.
Mayer casou-se e teve cinco filhos e cinco filhas. Os nomes de seus filhos eram Amschel, Salomon, Nathan, Kalmann (Karl) e Jacob (James). Sua ascensão acelerou-se quando ele obteve os favores do príncipe Guilherme IX de Hesse-Hanau. Ele tomou parte, em sua presença, nos encontros dos franco-maçons da Alemanha. Esse príncipe Guilherme, amigo da dinastia de Hanover, tinha rendimentos financeiros consideráveis, alugando seus mercenários de Hesse ao rei inglês (de Hanover). Essas foram as mesmas tropas que combateram, mais tarde, contra o exército de George Washington na “Valley Forge”. Rothschild tornou-se o banqueiro pessoal de Guilherme.
Quando o príncipe Guilherme fugiu para a Dinamarca, por causa de problemas políticos, ele depositou no banco Rothschild o salário dos mercenários, ou seja, £600.000. Nathan Rothschild, o filho mais velho de Mayer Amschel, levou consigo esse dinheiro para Londres, graças ao qual ele podia abrir também um banco. O ouro que serviu de garantia tinha provindo da East India Company. Nathan obteve uma valorização de 400% emprestando o dinheiro ao Duque de Wellington, que financiou assim suas operações militares, e vendendo também, mais tarde, de forma ilegal, o ouro que deveria servir de garantia.
Essas transações foram a origem da fortuna gigantesca da família Rothschild. Foi então que se iníciou o comércio bancário internacional: cada filho abriu um banco num país diferente. Amschel em Berlim, Salomon em Viena, Jacob em Paris e Kalmann em Nápoles.
Salomon Rothschild era membro dos franco-maçons.
Mayer Amschel Rothschild escreveu seu testamento no qual ele indicava como a fortuna da família deveria ser administrada no futuro. A fortuna seria administrada pelos filhos homens e seria o mais velho que teria o poder decisivo e resolveria em caso de desacordo. Todas as manutenções de contas deveriam ficar absolutamente secretas, particularmente para o governo.
Em 1773, Mayer Amschel Rothschild ter-se-ia encontrado secretamente na casa dos Rothschild, na Judenstrasse, em Frankfurt, com doze sócios capitalistas judeus abastados e influentes (de fato, os Sábios de Sião) para colocar em estudo um projeto que controlaria toda a fortuna mundial.
Nos dizeres de Herbert G. Dorsey, esses sócios capitalistas haviam enfatizado, entre outras coisas, o fato de que a fundação do “Banco da Inglaterra” teria permitido exercer uma influência considerável sobre a fortuna inglesa. Eles declararam também que seria necessário que esse banco exercesse um controle absoluto, a fim de que eles pudessem criar as bases que permitiriam controlar a fortuna mundial. Eles registraram por escrito as grandes linhas desse projeto.
Segundo os documentos de Dorsey e William Guy Carr “Pawns in the Game”, esse plano iria ser conhecido finalmente pelo o nome de Os Protocolos dos Sábios de Sião. A origem dos protocolos remonta, de fato, a séculos passados, eles teriam sido reformados por Rothschild antes de adquirir seu verdadeiro significado.
Esses protocolos foram guardados em segredo até 1901, data na qual caíram nas mãos do professor russo S. Nilus, que os publicou com o título: “O Perigo Judeu”. Victor Marsden traduziu-os para o inglês em 1921 com título: “The Protocols of the learned Elders of Zion” (“Os Protocolos dos Sábios de Sião).


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5 Os Protocolos dos Sábios de Sião



Dos 24 protocolos, resumi doze.
A tradução do inglês, afasta-se, talvez, um pouco do texto original, mas o conteúdo ficou fiel. A compilação completa dos protocolos descreve a situação atual do nosso mundo.

1. O controle do dinheiro

[...] O controle das nações será assegurado pela criação de gigantescos monopólios privados que serão os depositários de imensas riquezas do qual dependerão até os gojim (não judeus). [...]
[...] É assim que, no dia seguinte a uma catástrofe política, verá seu aniquilamento ao mesmo tempo que o do crédito concedido aos Estados. [...]
[...] crises econômicas atingirão os Estados inimigos, subtraindo-lhes o dinheiro colocado em circulação. Acumulando grandes capitais privados que são assim subtraídos ao Estado; este último será obrigado a dirigir-se a nós para pedir empréstimo desses mesmos capitais. Esses empréstimos concedidos com juros serão uma carga para os Estados, que se tornarão escravos, sem vontade própria. Eles dirigir-se-ão aos nossos banqueiros para pedir-lhes esmola ao invés de exigir impostos do povo. Os empréstimos estrangeiros são como sanguessugas, não há nenhuma possibilidade de tirá-los do corpo do Estado, pois essas dívidas só poderão se desgarrar por si mesmas ou serem rejeitadas pelo Estado.
Entretanto, os Estados gojim não os rejeitarão, eles farão sempre mais outras, o que os levará a um fim inexorável.
As dívidas de Estado tornarão os homens de Estado corruptíveis, o que os deixará cada vez mais à nossa mercê. [...]

Observação sobre a situação atual:

As dívidas dos Estados, dos Länder e das comunidades na Alemanha somavam em 1992 a totalidade de 1.300 bilhões de marcos alemães.

2. O controle da imprensa

[...] Procederemos da seguinte forma com a imprensa:
Seu papel é o de excitar e inflamar as paixões entre o povo [...] e o público está muito longe de poder imaginar quem é o primeiro beneficiário da imprensa. [...]
Entre todos os jornais, haverá também quem nos atacará, mas como somos os fundadores desses jornais, seus ataques se dirigirão exclusivamente sobre os pontos que lhes teremos determinado com antecedência. [...]
[...] Nenhuma notícia será publicada sem antes ter recebido nossa aprovação. O que desde agora acontece, pois todas as notícias do mundo são reagrupadas somente em algumas agências.
Essas agências, estando sob nosso controle, só publicam o que aprovamos. [...]
[...] Nossos jornais serão de todas as tendências, aristocráticos, socialistas, republicanos, às vezes mesmo anarquistas, enquanto existir a constituição. [...]
[...] Esses idiotas que acreditarem que o texto de um jornal reflete sua própria opinião nada fazem, na realidade, a não ser repetir nossa opinião ou aquela que desejamos ver exprimida. [...]

Observação sobre a situação atual:

Quase todas as agências de informação do mundo já estão controladas pela “Comissão Trilateral” e o “CFR”, todos os dois estreitamente ligados (explicarei mais adiante o que são essas organizações).

3. A extensão do poder

[...] Seremos para o público, o amigo de todos.
[...] Nós apoiaremos a todos, anarquistas, comunistas, fascistas [...] e particularmente os operários. Ganharemos sua confiança e eles se tornarão assim, para nós, um instrumento muito útil. [...]




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4. O controle da fé

[...] Supriremos dos homens sua verdadeira fé. Modificaremos ou eliminaremos os princípios das leis espirituais. [...] A ausência dessas leis enfraquecerá a fé dos homens pois as religiões não serão mais capazes de dar nenhuma explicação. [...]
[...] Preencheremos essas lacunas introduzindo um pensamento materialista e cálculos matemáticos. [...]

5. O meio com o qual provocar a confusão nos espíritos

[...] Para ter domínio sobre a opinião pública, é preciso levá-los a certo nível de confusão. [...]
[...] A imprensa nos será uma boa ferramenta para oferecer aos homens tantas opiniões diferentes que eles perderão qualquer visão global e se perderão no labirinto das informações. [...]
[...] assim, eles chegarão à conclusão que o melhor é não ter opinião (política). [...]

6. A aspiração ao luxo

[...] Para acelerar a ruína da indústria dos gojim nós suscitaremos neles uma sede de luxo. O comum dos mortais não terá, entretanto, o prazer disso, pois faremos de sorte que os preços sejam cada vez mais altos. Assim, os trabalhadores deverão trabalhar mais do que antes para satisfazer seus desejos. [...]
[...] Eles estarão presos na armadilha do sistema antes de ter podido identificá-lo. [...]

7. A política utilizada como instrumento

[...] Destilando um sopro de liberalismo nos órgãos de Estado, nós modificaremos todo seu aspecto político. [...]
[...] Uma constituição nada mais é do que uma grande escola de discórdias, de mal-entendidos, de discussões, em resumo, uma escola de tudo o que serve para falsear as administrações do Estado. [...]
[...] Na “época das repúblicas”, substituiremos os dirigentes por uma caricatura de governo com um presidente eleito pelos nossos marionetes, nossos escravos, que é o povo. [...]
[...] As eleições serão, para nós, um meio de chegar ao trono do mundo, sempre fazendo crer ao modesto cidadão que ele contribui para melhorar o Estado com sua participação nas reuniões e com sua adesão às associações. [...]
[...] Ao mesmo tempo, reduziremos a nada o impacto da família e seu poder educativo. Impediremos também o surgimento de personalidades independentes. [...]
[...] É suficiente deixar um povo governar a si mesmo durante certo tempo (a democracia) para que ele se transforme numa população rica em caos. [...]
[...] O poder da população é uma força cega, absurda, irracional, jogada sem cessar da direita para a esquerda. Mas um cego não pode conduzir outro sem cair no precipício. Somente aqueles que, desde seu nascimento, foi educado para tornar-se um soberano independente tem a compreensão da política. [...]
[...] Nosso sucesso, no tratamento com os homens dos quais necessitamos, será facilitado por nosso modo de tocar sempre o lado mais sensível da natureza humana, isto é, a cupidez, a paixão e a sede insaciável de bens físicos e materiais. [...]

8. O controle da alimentação

[...] Nosso poder reside também na penúria permanente da alimentação. O direito do capital, esfomeando os trabalhadores, permite sobre eles um controle mais seguro do que poderia fazê-lo a nobreza com seu rei. [...]
[...] Agiremos sobre as massas pela falta, a inveja e o ódio que disso resulta. [...]
[...] Mas todo proprietário rural pode ser um perigo para nós, pois ele pode viver em autarquia. É a razão pela qual é preciso, a todo preço privá-lo de suas terras. O meio mais seguro para se alcançar isso é aumentar os encargos rurais, [...] encher de dívidas os seus proprietários. [...]

9. O papel da guerra

[...] Colocaremos em rivalidade todas as forças, para impelir aqueles que têm sede de poder a abusar de seu poder. É preciso fomentarmos as dissensões e as inimizades em toda a Europa e por intermédio da Europa em outras partes da Terra. [...]


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[...] É preciso que sejamos capazes de aniquilar toda a oposição, provocando guerras com os países vizinhos. No caso desses vizinhos ousarem nos enfrentar, é preciso responder a eles com uma guerra mundial. [...]

10. O controle por meio da educação

[...] Não incitaremos os gojim a obter uma aplicação prática de sua observação imparcial da história mas os convidaremos para que tenham reflexões teóricas, sem fazer relações críticas sobre os acontecimentos que se seguirão. [...]
[...] Nesse jogo, saibam que a coisa principal é de tê-los convencido a aceitar as necessidades da ciência. [...]
[...] Tendo isso em conta, não cessaremos de criar uma confiança cega nessas teorias (científicas) e os jornais nos auxiliarão muito bem quanto a isso. Os intelectuais entre os gojim se gabarão de seus conhecimentos. [...]
[...] O povo perderá, cada vez mais, o hábito de pensar por si mesmo e de formar sua própria opinião, ele acabará pronunciando as palavras que desejarmos ouvir pronunciadas. [...]

Comentário: Citação de William Cooper: They just tell you, what they want you to know (Eles apenas vos dizem aquilo que eles querem que saibais!).

11. O controle das lojas franco-maçônicas

[...] Criaremos em todos os países da Terra lojas franco-maçônicas, nós as multiplicaremos e atrairemos as personalidades que se destacam. [...]
[...] Colocaremos todas essas lojas sob o domínio de nossa administraçao central que somente nós conhecemos e que os outros ignoram completamente.
[...] Quem ou o que é que pode vencer um poder invisível? Eis aí onde se encontra o nosso poder. A franco-maçonaria não judia nos serve de cobertura sem o saber.
Mas o plano de ação de nosso poder continua sendo um segredo para todo o povo e mesmo para o restante da confraria. [...]

12. A morte

[...] A morte é o fim inevitável para todos, por conseqüência, é preferível conduzir para ela todos os que são obstáculo para “nós”.
Após ter elaborado esse projeto para dominar o mundo (a “Nova Ordem Mundial” = “Novus Ordo Seclorum”), o banco Rothschild teria encarregado o judeu bávaro Adam Weishaupt de fundar a “Ordem Secreta dos Iluminados da Baviéra”.


Observação do autor:


Existem muitos escritos positivos ou negativos sobre “Os Protocolos dos Sábios de Sião”. É proibido reproduzí-los ou vendê-los na Alemanha, onde reina aparentemente a liberdade de imprensa e de opinião. Isso tem coerência pelo fato de Hitler ter-se servido do Protocolos para justificar sua “aversão pelos judeus”, o que estudaremos de perto mais adiante. Quanto a mim, autor deste livro, é-me indiferente que sejam os Rothschild e os sionistas que utilizam os Protocolos em nossos dias. Ao contrário, trata-se de saber como o princípio é aplicado. Temos um plano sob os olhos que mostra o que é preciso fazer para reduzir o nosso mundo à escravidão. É só preciso saber que esse plano está sendo colocado em aplicação agora. No final do meu livro, exporei com muitos detalhes que o importante não é saber quem se serve desses protocolos. Ao contrário, o essencial é conhecer o princípio que o move e saber que aqueles que são utilizados para isso se deixam levar!
Outra forma de alcançar essa finalidade é dividir a Terra, criando no Oriente uma sociedade de escravos e no Ocidente uma raça de senhores. Assim como descreve Rudolf Steiner, em seu livro Die soziale Grundforderung unserer Zeit (A exigência social fundamental de nossa época.), isso ocorre assim porque não conseguimos estabelecer uma síntese entre a fé do Oriente e a ciência do Ocidente. A conseqüência é a seguinte; os cientistas ateus não têm nenhuma vontade de interessar-se pelas religiões orientais, assim como os crentes do Oriente recusam a ciência do Ocidente.





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6 A “Estrita Observância”


No século XVIII a Alemanha tornou-se o centro da franco-maçonaria templária - que quase nada tinha em comum com a ideologia original própria dos templários. Os graus de cavaleiro foram incluídos no sistema franco-maçônico denominado, “Estrita Observância”. Isso significava que os iniciados deveriam jurar uma obediência absoluta aos seus superiores. O chefe designado como o “superior desconhecido”, usando de modo ridículo o título de “Cavaleiro da Pluma Vermelha”, era fiel aos “Graus Escoceses” e, por isso mesmo, aos Stuarts.
Aproximadamente uma década após a iniciação de Frederico, o Grande, a “Estrita Observância” e seus ”graus escoceses” foram retomados pela quase total maioria dos franco-maçons alemães.
Frederico tirou enorme proveito dos conflitos para os quais a “franco-maçonaria escocesa” havia contribuído na Inglaterra. Sua finalidade era a expansão militar prussiana, o que a levou a sustentar os jacobinos contra a dinastia de Hanover, sustentação que ele renovou, mais tarde, por ocasião da grande invasão, em 1745, na Inglaterra. Em seguida ele fez novamente uma aliança com a Inglaterra, e, aproveitando das dificuldades em que ela se encontrava, alugou-lhe os soldados alemães. (Aparentemente ele também havia lido Nicolau Maquiavel.)
Esta foi uma das “mais belas” tapeações da história da Europa: um pequeno grupo de duques alemães apossou-se do trono inglês para nele colocar a dinastia de Hanover. Esse grupo usou, em seguida, de sua influência para esgotar o tesouro público inglês, implicando a Inglaterra nas guerras e alugamdo-lhe os mercenários alemães.
Este endividamento veio a calhar para os banqueiros judeus e facilitou o controle dos Illuminati sobre o mundo.


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7 Os Iluminados da Baviera de Adam Weishaupt



Adam Weishaupt foi educado em um colégio de jesuítas e acabou obtendo o título de professor dos cônegos. No decorrer dos anos os conceitos do catolicismo acabaram não lhe agradando mais. Isso o levou a tornar-se aluno particular do filósofo judeu Mendelsohn, que o converteu ao gnosticismo.
Em 1770, Weishaupt provavelmente foi procurado pelos sócios-capitalistas da casa Rothschild, que se haviam reunido antes, para que ele fundasse em Ingolstadt, a “Ordem Secreta dos Iluminados da Baviera”.

Breve explicação:

É necessário não confundir os Iluminados da Baviera de Weishaupt com o grupo de pessoas denominadas Illuminati dos quais falamos antes. Os verdadeiros Illuminati tinham-se infiltrado na “Confraria da Serpente” na Mesopotâmia, conforme já mencionei. Eles nunca eram mencionados e jamais apareciam pessoalmente em público. Uso o termo de Illuminati neste livro porque ele é empregado pelos iniciados para designar esse grupo de pessoas que agem secretamente. Adam Wieshaupt utilizou entretanto o nome de Iluminados para designar sua ordem cujas finalidades eram semelhantes a dos Illuminati, que já existiam antes (talvez para que essa designação de Iluminados pudesse criar uma confusão para o público entre aqueles que procuravam saber demais?). Para prevenir qualquer confusão, designarei, o grupo de Weishaupt pelo nome de “Iluminados da Baviera” e os outros pelo nome de Illuminati.
Os Iluminados da Baviera estavam organizados em círculos imbricados uns nos outros (como as bonecas russas). Desde que um iniciado provasse sua faculdade de guardar um segredo, ele era admitido num círculo mais restrito e ligado aos segredos ainda mais profundos. Somente aqueles que se encontravam nos círculos menores conheciam a verdadeira finalidade dos “Iluminados da Baviera”. Diziam aos membros dos graus inferiores que não existia graus superiores e se lhes ocultava ao mesmo tempo a identidade do grão-mestre, como aconteceu na “Estrita Observância”. Os Iluminados da Baviera eram divididos em 13 graus, simbolizados pelos 13 degraus da pirâmide dos Iluminados, representada “na cédula de um dólar”.


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Eles copiaram dos jesuítas seu sistema de espionagem para testar as fraquezas dos membros que alcançavam o título de “patriarcas”. Essa política da ordem permitia-lhes colocar os patriarcas nas posições onde seu talento era explorado ao máximo. Lançar o descrédito tornou-se também uma das táticas para assegurar-se de que nenhum dos patriarcas se desviasse da ordem.
Weishaupt sabia como atrair à sua ordem as melhores e mais esclarecidas mentes, as quais escolhia na alta finança, na indústria, na educação e na literatura. Ele utilizava a corrupção pelo dinheiro e pelo sexo para controlar as pessoas de posição elevada.
Isso feito, ele sabia chantagear as pessoas que o procuravam, dando-lhes postos de direção para ficar seguro de poder tê-las sob seu controle. Os Iluminados da Baviera puseram-se a aconselhar pessoas do governo, servindo-se dos adeptos (dos graus superiores). Isto, bem entendido, secretamente. Esses “especialistas” sabiam como dar conselhos aos políticos em exercício, para que adotassem certas formas de política que correspondesse ao que eles visavam.
Isso era feito, no entanto, com tanta sutileza que aqueles que recebiam os conselhos acreditavam serem eles os próprios autores das idéias que colocavam em prática.
Alegava-se como pretexto para explicar a existência dos Iluminados da Baviera, que eles eliminariam o que a sociedade tinha de ruím e levariam o ser humano ao seu estado natural e feliz. Isso significava que eles iriam sujeitar a monarquia e a Igreja, o que lhes valeu perigosos adversários. Isso demonstra mais uma vez, que manter o segredo era a diretriz mais importante da ordem.
Nós reconhecemos que ela era verdadeiramente a ideologia de Weishaupt, devido a um documento que era conhecido pela designação Novo Testamento de Satã, severamente guardado pelos Iluminados da Baviera. É intencionalmente que apresento aqui esse documento, pois existem sempre aqueles que duvidam da veracidade dos Protocolos dos Sábios de Sião. Talvez seja mais fácil para essas pessoas aceitarem meu plano e a continuidade do livro se não empregar a palavra judeu. Esse documento só se tornou acessível ao público em 1875: um mensageiro dos Iluminados da Baviera, durante sua cavalgada de Frankfurt a Paris, foi atingido por um raio; esse incidente permitiu que se tomasse conhecimento de uma parte das informações relativas a uma conspiração mundial.

Eis o conteúdo desse documento:

O primeiro segredo para dirigir os seres humanos e ser senhor da opinião pública é semear a discórdia, a dúvida e criar pontos de vista opostos, o tempo necessário para que os seres humanos, perdidos nessa confusão, não se entendam mais e se persuadam de que é preferível não ter opinião pessoal quando se tratar de assuntos de Estado. É preciso atiçar as paixões do povo e criar uma literatura insípida, obscena e repugnante. O dever da imprensa é de mostrar a incapacidade dos não-iluminados em todos os domínios da vida religiosa e governamental.
O segundo segredo consiste em exacerbar as fraquezas humanas, todos os maus hábitos, as paixões e os defeitos até o ponto em que reine total incompreensão entre os seres humanos.
É preciso principalmente combater as personalidades fortes, que são os maiores perigos. Se demonstrarem um espírito criativo, elas produzem um impacto mais forte do que milhões de pessoas deixadas na ignorância.
Invejas, ódios, disputas e guerras, privações, fome e propagação de epidemias (Por exemplo a AIDS) devem esgotar os povos a tal ponto que os seres humanos não possam ver outra solução senão que a de submeter-se plenamente à dominação dos Iluminados.
Um estado esgotado por lutas interinas ou que caia no poder de inimigos estrangeiros depois de uma guerra civil, em todos os casos, está fadado ao inaquilamento e acabará ficando no poder destes.
É preciso habituar os povos a tomar a aparência do dinheiro como verdade, a satisfazer-se com o superficial, a desejar somente tomar seu próprio prazer, esgotando-se em sua busca sem fim de novidades, e, no fim das contas, seguir os Iluminados.
Estes conseguiram sua finalidade, remunerando bem as massas por sua obediência e sua atenção. Uma vez que a sociedade esteja deprevada, os seres humanos perderão toda fé em Deus.
Objetivando seu trabalho pela palavra e por escrito e dando prova de adaptação, eles dirigirão o povo segundo sua vontade.
É preciso desabituar os seres humanos a pensar por si mesmos: dar-se-á a eles um ensinamento baseado no que é concreto e ocuparemos sua mente em disputas oratórias que não passam de simulações. Os oradores entre os Iluminados aviltarão as idéias liberais dos partidos até o momento no qual os seres humanos se sentirão tão cansados que se aborrecerão de todos os oradores, seja qual for o seu partido. Por outro lado, é preciso repetir incessantemente aos cidadãos a doutrina de Estado dos Iluminados para que eles permaneçam em sua profunda inconsciência.
A massa, estando cega, insensível e incapaz de julgar por si mesma, não terá o direito de opinar nos negócios de Estado, mas deverá ser regida com mão forte, com justiça, mas também com impiedosa severidade.


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Para dominar o mundo, é preciso empregar vias indiretas procurar desmantelar os pilares sobre os quais repousa toda a verdadeira liberdade - a da jurisprudência, das eleições, da imprensa, da liberdade da pessoa e, principalmente, da educação e da formação do povo - e manter o mais estrito segredo sobre todo o empreeendimento.
Minando intencionalmente as pedras angulares do poder do Estado, os Iluminados farão dos governos seus burros de carga até, que de cansaço, eles renunciem a todo o seu poder.
É preciso exarcebar na Europa as diferenças entre as pessoas e os povos, atiçar o ódio racial e o desprezo pela fé, a fim de que se abra um fosso intransponível, para que nenhum estado cristão encontre sustento: todos os outros Estados deverão negar-se a ligar-se com ele contra os Iluminados, por medo que essa tomada de posição os prejudique.
É preciso semear a discórdia, as perturbações e as inimizades por toda a parte da Terra, para que os povos aprendam a conhecer o medo e que não sejam capazes de opor a menor resistência.
Toda a instituição nacional deverá preencher uma tarefa importante na vida do país para que a máquina do Estado fique paralisada quando uma instituição se retire.
É preciso escolher os futuros chefes de Estado entre aqueles que serão servis e submissos incondicionalmente aos Iluminados e também aqueles cujo passado tenha manchas escondidas. Eles serão os executores fiéis das instruções dadas pelos Iluminados. Assim, será possível, a estes últimos contornar as leis e modificar as constituições.
Os Iluminados terão em mãos todas as forças armadas se o direito de ordenar o estado de guerra for conferido ao presidente.
Pelo contrário, os dirigentes “não iniciados” deverão ser afastados dos negócios de Estado. Será suficiente fazê-los assumir o cerimonial e a etiqueta em uso em cada país.
A venalidade dos altos funcionários do Estado deverá impulsionar os governantes a aceitarem os empréstimos externos que os endividarão e os tornarão escravos dos Iluminados; a consequência: as dívidas de Estado aumentarão sensivelmente! Suscitando crises econômicas e retirando repentinamente da circulação todo o dinheiro disponível, isso provocará o desmoranamento da economia monetária dos “não iluminados”.
O poder monetário deverá alcançar com muita luta a supremacia no comércio e na indústria a fim de que os industriais aumentem seu poder político por meio de seus capitais. Além dos Iluminados - de quem dependerão os milionários, a polícia e os soldados - todos os outros nada deverão possuir.
A introdução do sufrágio universal (direito de voto a todos os cidadãos) deverá permitir que somente prevaleça a maioria.
Habituar as pessoas à idéia de autodeterminar-se contribuirá para destruir o sentido de família e dos valores educativos. Uma educação baseada sobre uma doutrina enganadora e sobre ensinamentos errôneos embrutecerá os jovens, pervertendo-os e os tornando depravados.
Ligando-se às lojas franco-maçônicas já existentes e criando aqui e acolá novas lojas, os Illuminatti atingirão a finalidade desejada.
Ninguém conhece sua existência nem suas finalidades, e muito menos esses embrutecidos que são os não-iluminados que são levados a tomar parte das lojas franco-maçônicas abertas, onde nada se faz senão jogar-lhes poeira nos olhos.
Todos esses meios levarão os povos pedir aos Iluminados para tomarem a rédea do mundo. O novo governo mundial deve aparecer como protetor e benfeitor por todos aqueles que se submeterem livremente a ele (à ONU) . Se um estado rebelar-se, é preciso instigar seus vizinhos a guerrear contra ele. Se eles desejarem aliar-se, é preciso desencadear uma guerra mundial.
Coralf: Maitreya, der kommende Weltlehrer. Maitreya, o futuro mestre do mundo - Konny-Verlag, 1991, p.115 e s.
É muito fácil reconhecer que o conteúdo do “Novo Testamento” de Satã” é quase o mesmo dos “Protocolos dos Sábios de Sião”, com a única diferença de que os judeus foram trocados pelos Iluminados. Nós já vimos por ordem de quem Adam Weishaupt fundou a ordem dos Iluminados da Baviera, e é fácil concluir de onde vem o Novo Testamento de Satã.
Os conspiradores tinham reconhecido a força e a influência das lojas franco-maçônicas já existentes e começaram a infiltrar-se nelas segundo um plano preciso para obter o seu controle (§11 dos protocolos).
As lojas que foram infiltradas foram designadas pelo nome de “Lojas do Grande Oriente” (Lodges of the Grand Orient).
Um cérebre orador francês, o Marquês de Mirabeau, endividou-se seriamente levando uma vida dispendiosa e foi então contactado por Weishaupt por ordem dos emprestadores judeus. Nisso, Moses Mendelsohn fez Mirabeau conhecer a esposa do judeu Herz. Em seguida, percebeu-se que ela estava mais freqüentemente em companhia de Mirabeau do que de seu marido. Com isso Mirabeau sofreu uma chantagem e acumulou dívidas; logo encontrou-se sob o controle absoluto dos Iluminados da Baviera. Pouco depois, foi obrigado a familiarizar-se com o iluminismo.
Ele recebeu a missão de persuadir o Duque de Orleans, que era então o grão-mestre dos franco-maçons na França, a transformar as “Lojas Azuis” em “Lojas do Grande Oriente”.


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Mirabeau organizou um encontro em 1773 entre o duque de Orleans, Talleyrand e Weishaupt, que iniciou os dois na franco-maçonaria do “Grande Oriente)”.
Quando a declaração da independência americana foi assinada em 1.º de maio de 1776, Adam Weishaupt levou ao fim seu plano bem pensado e introduziu oficialmente a ordem dos Iluminados da Baviera. Esta data é dada erroneamente como sendo a data da fundação da ordem. Mas os mais importantes anos da ordem foram os seis anos que precederam sua instauração oficial.
Entre outros membros da ordem, constam Johann Wolfgang von Goethe, o duque Carlos Augusto de Weimar, o duque Fernando de Brunswick, o barão de Dahlberg (vago-mestre geral de Thurn und Taxis), o barão de Knigge e muitos outros...
Em 1777, Weishaupt foi iniciado na loja franco-maçônica de “Theodoro do Bom Conselho” (“Theodore of Good Council”) em Munique, onde logo infiltrou toda a loja.
Em 16 de abril de 1782, a aliança entre franco-maçons e os Iluminados da Baviera foi selada em Wilhelmsbad. Esse pacto estabeleceu uma ligação entre mais ou menos três milhões de membros das sociedades secretas dirigentes. Um acordo do Congresso em Wilhelmsbad tornou possível a admissão dos judeus nas lojas, enquanto que estes últimos tinham, nessa época, poucos direitos.
Controlando os Iluminados da Baviera, os Rothschild exerciam agora uma influência direta sobre outras lojas secretas importantes.
Todas as pessoas presentes juraram como bons conspiradores guardar segredo absoluto: de fato, quase nada transpareceu desse encontro. Perguntaram ao conde de Virieu, um dos franco-maçons participantes do congresso, se ele poderia dizer algo das decisões tomadas. Ele respondeu:

Não posso revelar-te, posso somente dizer-te que é bem mais sério que possas imaginar. A
conspiração que se desenvolveu aqui foi tão perfeitamente imaginada que não há possibilidade para a monarquia e a Igreja escaparem disso.

Outra pessoa presente, o conde de Saint Germain, advertiu mais tarde sua amiga Maria Antonieta do complô de morte que deveria derrubar a monarquia francesa. Não levaram em conta, infelizmente, seu conselho.
Alguns segredos subversivos começaram a manifestar-se apesar de tudo, o que teve como conseqüência que em 11 de outubro de 1785, o Eleitor da Baviera ordenou uma invasão da casa do sr. Zwack, principal assistente de Weishaupt. Pilharam muitos documentos que descreviam o plano dos Iluminados da Baviera, a “Nova Ordem Mundial” - (Novus Ordo Seclorum).
O Eleitor da Baviera decidiu então publicar esses papéis com o nome de “Escritos originais da ordem e seita dos Iluminados”.
Esses escritos foram, em seguida, divulgados tão largamente quanto possível para advertir os monarcas europeus. O título de professor foi retirado de Weishaupt, que desapareceu com o duque de Saxe-Gotha, outro membro dos Iluminados da Baviera. Como eles não se opuseram ao rumor que a ordem dos Iluminados estava aniquilada, isso permitia-lhes continuar trabalhando em segredo para ressurgir, mais tarde, com outro nome. No espaço de um ano, vimos aparecer publicamente a Deutsche Einheit (Unidade Alemã), que expandiu a propaganda dos Iluminados entre os círculos de leitores existentes.
Foi aí que nasceu o grito de guerra: “Liberdade, igualdade, fraternidade”.
Os monarcas europeus não estavam nada conscientes do perigo, o que teve como conseqüência o nascimento da Revolução Francesa e o aparecimento do regime do terror.


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8 A Batalha de Waterloo



Esse foi o melhor golpe aplicado pela família Rothschild, que já havia eleborado nessa época um perfeito sistema de espionagem e de correio em toda a Europa.
Em 20 de junho de 1815, um de seus agentes recém-chegado diretamente do campo de batalha, informou a Nathan Rothschild da derrota dos franceses. Nathan correu às pressas para a Bolsa de Londres e fez crer, vendendo todas suas ações English Consul, que a Inglaterra havia perdido a guerra.
O rumor espalhou-se tão depressa que a maioria dos acionistas, tomados de pânico, em pensando ter perdido tudo, venderam por sua vez todas suas ações English Consul.


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Em algumas horas, o valor das ações havia caído a 5 cents, e foi então que Nathan as resgatou por um punhado de pão. Pouco tempo depois, a notícia oficial sobre o êxito da guerra espalhou-se em Londres. E no espaço de alguns segundos as ações English Consul ultrapassavam seu valor anterior e não cessaram de aumentar.
Napoleão teve seu Waterloo, e Nathan obteve o controle da economia inglesa. Em uma noite, a fortuna já gigantesca dos Rothschild multiplicou-se por vinte. Os franceses tinham dificuldades visíveis para refazer-se de sua derrota. Em 1817 eles concluíram um acordo para obter um crédito de uma soma considerável do banco francês Ouvrard e do Baring Brothers de Londres, mas não recorreram aos Rothschild. No ano seguinte, a França teve de novo necessidade de um crédito, porém descartaram mais uma vez os Rothschild. Isto não agradou em nada aos Rothschild, que procuraram por todos os meios possíveis convencer o governo a deixar os negócios, mas foi em vão.
Em 5 de novembro de 1818 aconteceu um imprevisto. O valor das obrigações do governo francês, que havia cessado de aumentar durante um ano, começou de repente a cair sem parar. A atmosfera estava tensa na corte do rei Luís XVIII. Os únicos a não estarem aflitos, e até mesmo se rindo, foram os irmãos Rothschild, Kalmann e Jacob. Estes haviam comprado, em outubro de 1818, uma enorme quantidade de obrigações do governo francês, graças ao auxílio de seus agentes e de suas reservas ilimitadas, obrigações estas emitidas por seus rivais Ouvrard e Baring Brothers. O valor das obrigações tinha, portanto, aumentado. Mas em 5 de novembro de 1818, eles passaram a inundar com inúmeras obrigações o mercado livre das principais praças comerciais da Europa, o que provocou “pânico” no mercado. A situação mudou de um só golpe e os Rothschild tornaram-se o “número um” na França.
Eles beneficiaram-se com toda a atenção da corte francesa, até além do domínio das finanças. Em Paris, a casa Rothschild apossou-se do controle da França após a derrota dos franceses e, em Londres, Nathan Rothschild, controlando o “Banco da Inglaterra”, exercia uma influência direta sobre o parlamento britânico.


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9 Os franco-maçons na América



Os rosa-cruzes fundaram sua primeira colônia (que é hoje a Pensilvânia) em 1694. Os franco-maçons, abriram suas primeiras lojas, com a permissão da loja mãe da Inglaterra, em 1730.
Esse trabalho secreto exercido durante séculos pelos franco-maçons foi que permitiu a criação dos Estados Unidos. Foram os franco-maçons que organizaram e realizaram a guerra da independência americana, foram eles também que escreveram e assinaram a constituição dos Estados Unidos. Mais ou menos um terço dos presidentes americanos foram franco-maçons.
Eles estão também largamente representados no congresso e no senado. O selo americano, a pirâmide, com o olho que tudo vê, as armas de Estado no verso do selo, a fênix, assim como a bandeira da pátria com 13 estrelas e as 13 listras são antigos e importantes símbolos franco-maçônicos. Naturalmente, eles foram criados sob a ordem dos Rothschild e introduzidos por Adam Weishaupt, mas seu simbolismo remonta à época do Antigo Egito. Foi Philippe Rothschild que fez o esboço da pirâmide dos Iluminados, representado nas cédulas de um dólar, como revela sua namorada Ayn Rand em seu livro Atlas Shrugged.
No fim da guerra da independência, as lojas dos franco-maçons americanos desligaram-se da loja mãe inglesa e fundaram sua própria Grande Loja Americana. Esta última comportava o “Rito de York”, composto de 10 graus (o 10.º grau é o dos templários) e o “Rito Escocês”, que é dividido também em 33 graus.
A maior parte dos franco-maçons imagina que não existem graus acima do 33.º. De fato, os membros do 33.º tornam-se os iniciados entre os Iluminados, que têm seus próprios graus (§ 11 dos Protocolos).
Os Iluminados da Baviera já controlavam perfeitamente todas as lojas do “Grande Oriente” da Europa. Os franco-maçons da América, nessa época, ainda não estavam contaminados pelo “iluminismo” de Weishaupt. Isso aconteceu mais tarde.

Observação sobre a situação atual:

É preciso saber que provavelmente 90% dos franco-maçons de hoje não têm a mínima idéia do que seus superiores, emaranhados na rede dos Illuminati, possam também tramar.

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Os franco-maçons, como muitas outras organizações, nada mais são do que uma cobertura que permite aos Illuminati aumentarem sua influência.
Lyndon LaRouche dá a seguinte descrição: “A imagem das lojas locais dos franco-maçons não é dada, na maioria das vezes, pelas ações que elas demonstram. Freqüentemente, são círculos de pessoas, solicitando certas finalidades de utilidade pública, que usam um aperto de mão secreto, ou outros sinais gestuais, próprios das sociedades secretas. Ao se reunirem, eles acreditam poder fazer-se passar por personalidades comuns do lugar. Isso é vantajoso para seus negócios e suas carreiras. Suas esposas também encontram, dessa forma, boas freqüentações na sociedade e ficam sabendo as últimas bisbilhotices da vizinhança. Mas na direção é bem ao contrário. Um simples irmão de loja não sabe em verdade o que se passa na direção” (Neue Solidarität, 10/3/1993).
Mencionemos, pois é interessante, que os franco-maçons alemães prussianos se puseram ao serviço dos americanos, outros franco-maçons alemães sustentaram a Inglaterra e encheram seus bolsos. Quase 30.000 soldados de seis estados alemães, dos quais a metade era originária de Hesse-Hanau, foram alugados para o governo inglês. Em numerosas batalhas contra os americanos havia no exército britânico mais soldados alemães do que ingleses. Citemos a Batalha de Trenton, onde só combateram alemães.

Durante esse tempo, como eram as finanças nos Estados Unidos?

Os presidentes Benjamin Franklin e Thomas Jefferson eram ferozmente contra a idéia de um banco central privado que controlaria a moeda americana. Após a morte de B. Franklin em 1790, os agentes de Rothschild promoveram Alexander Hamilton ao posto de ministro das finanças. Este criou o First Nacional Bank of the United States, o primeiro banco central americano. Ele foi estruturado como o “Banco da Inglaterra” e era controlado pelos Rothschild.
Em 1811 terminou o contrato do banco com os Estados Unidos. A economia americana estava já de tal modo desestabilizada que o contrato de cinco anos não foi renovado. Em seguida, os Rothschild usaram tanto sua influência no parlamento britânico que a Inglaterra exigia de volta suas colônias na América. Isso causou a guerra de 1812-1814. Essa guerra endividou tão fortemente os Estados Unidos que não lhe restou nada mais a fazer senão pedir novamente um crédito aos banqueiros (isto é, ao banco central).
Em 1836 sob a presidência de Andrew Jackson, ele foi novamente liberado, mas retomou novamente sua concessão em 1863 e tornou-se em 1913 o Federal Reserve Bank, hoje o banco central americano (logo adiante, explicações mais amplas).
Com a morte de Mayer Amschel em 1812, o direito de decidir da fortuna familiar ficou com Nathan Rothschild. Garantido por essa posição, ele criou o Nathan Mayer Rothschild & Sons Bank em Londres, com sucursais em Viena, Paris e Berlim. Esse banco operava no mercado de ações e de empréstimos, assegurava os governos, administrava e dirigia outros bancos, companhias de estrada de ferro, fábricas de aço, indústrias de armas e outros.
Nos Estados Unidos, N. M. Rothschild & Sons eram representados por Khun Loeb & Co., J.P. Morgan & Co. e August Belmont & Co.
Nathan conservou essa posição no clã familiar até 1836, quando foi envenenado durante uma reunião de família. O motivo da reunião foi a celebração do casamento de seu filho Lionel Rothschild. Alguns acham que Nathan foi suprimido porque mexia na fortuna familiar. Seu filho Lionel teve sucesso como novo chefe da N. M. Rothschild & Sons, e foi finalmente eleito para o parlamento britânico. Jacob (James) Rothschild, da sucursal parisiense, sucedendo Nathan, foi o administrados da fortuna familiar de 1836 a 1868.
Os Rothschild, aliados aos “Iluminados da Baviera”, representavam a força financeira que sustentava o sionismo e, mais tarde, o comunismo. Eles tramaram e financiaram muitas revoluções e guerras. Os Rothschild financiaram por exemplo, os dois campos da guerra civil americana de 1861 a 1865.
De dezembro de 1860 a maio de 1861, onze estados americanos cujo sistema econômico se baseava na escravidão (os estados do Sul) desligaram-se da União e constituíram os “estados confederados”. Isso provocou a Guerra da Secessão em abril de 1861 contra os outros estados da União situados ao norte dos Estados Unidos. Foram quase que exclusivamente os agentes de Rothschild que criaram e fomentaram a guerra civil.
Um destes provocadores foi Georges Bickley, que havia fundado os “Cavaleiros do Círculo de Ouro”. Por intermédio de Bickley e de seus cavaleiros, a casa Rothschild insistiu sobre os inconvenientes que representava a União para os estados confederados.
Nos outros estados da União, ao contrário, os Rothschild, servindo-se de “J.P. Morgan” e de “August Belmont”, acentuaram as vantagens da União.




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O banco de Rothschild de Londres financiou o Norte, e o de Paris, o Sul. Que negócio colossal para os Rothschild! Só se pode ser o vencedor quando se financia os dois campos e quando se lhes fornece as armas. Quem seriam os vencedores? Os americanos, os do Norte e os do Sul! (cumprimentos a Maquiavel).
Entretanto, o presidente Lincoln, que havia percebido o jogo dos Rothschild, recusou-se, em 1862 e 1863, a pagar-lhes os juros que se elevavam a somas colossais. Pouco depois, ele encarregou o congresso de fazer imprimir os dólares Green Back, para pagar as tropas da União. Bem entendido, isto não estava de acordo com o plano dos Rothschild. A conseqüência foi que, por sua ordem, um dos seus agentes, John Wilkes Booth, matou Lincoln em 14 de abril de 1865. Mais tarde ele foi libertado da prisão pelos “Cavaleiros do Círculo de Ouro” e passou o restante de sua vida agradavelmente na Inglaterra com uma soma rechonchuda oferecida pelos Rothschild.
Após a morte de Lincoln, os dólares Green Back foram novamente retirados de circulação e resgatados a um preço ridiculamente baixo pelos banqueiros Morgan, Belmont e Rothschild.


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10 Karl Marx



Um ramo dos Iluminados da Baviera que, nessa época era conhecido pelo nome de “Liga dos Justos” (League of the Just) e que saiu de um dos grupos secretos revolucionários francês com muito sucesso, a “Companhia das Quatro Estações”, recebeu dois novos membros, o judeu Moses Modechai Marx Levi (aliás Karl Marx) e seu amigo Friedrich Engels, filho de um industrial. Os dois escreveram mais tarde, para a Liga dos Justos, o “Manifesto do Partido Comunista”. Uma parte do manifesto era de sua lavra, a maior parte refletia, entretanto, a ideologia da “Liga dos Justos” e a de outras sociedades secretas francesas que se opunham à França com idéias revolucionárias.
Gary Allen escreveu a esse respeito:

De fato, o “Manifesto do Partido Comunista” estava já em circulação desde muitos anos, bem antes do nome de Karl Marx ser conhecido a ponto de poder ser utilizado para esse manual revolucionário. Tudo o que Marx realmente fez foi modernizar e codificar os projetos dos princípios revolucionários que tinham sido colocados por escrito 70 anos antes por Adam Weishaupt, o fundador dos Iluminados da Baviera. (Die Insider, p.32)

Nada mais se oporia, agora ao “combate contra o capitalismo”. Marx conseguiu modificar com seu espírito brilhante a imagem da “Liga dos Justos” tão bem que ela mudou de nome e se tornou em 1847, a “Liga dos Comunistas”.
Aqui aparece claramente como os Iluminados da Baviera criaram na Inglaterra e na América os sistemas “capitalistas” tão bem como os “anti-capitalistas”, as vezes mesmo comunistas, o que lhes permitiu utilizar o conflito que disso resultou de forma maquiavélica; eles conseguiram manter a humanidade numa discórdia constante e numa perfeita confusão.


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11 Um plano para um governo Mundial


Weishaupt morreu em 1830 com a idade de 82 anos. Em 1834, Giuseppe Mazzini, tomou o encargo da direção da ordem dos Iluminados da Baviera até sua morte em 1872.
Durante sua presidência nessa ordem, ele correspondeu-se com o satanista Albert Pike, “Grão-mestre Soberano do Antigo e Honroso Rito Escocês dos franco-maçons” na jurisdição do sul dos Estados Unidos e futuro fundador da “Ku Klux Klan”.
Pike foi nomeado por Mazzini, dirigente das operações para os Iluminados da Baviera nos Estados Unidos. Todos os dois colaboraram enquanto Iluminados de alto nível.

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Pike encarregou-se dos aspectos teosóficos das operações; Mazzini, daqueles que estavam ligados com a política. Quando as lojas franco-maçônicas do Grande Oriente foram desacreditadas após as atividades revolucionárias de Mazzini na Europa, este apresentou um plano genial a Pike.
Eis aqui um trecho da carta que Mazzini escreveu a Pike em 22 de janeiro de 1870:

Nós devemos permitir a todos os agrupamentos a continuar a exercer como o fizeram até o presente, seus sistemas, suas organizações centrais, sua maneira de corresponder-se entre os graus elevados do mesmo ritual, mantendo sua forma de organização atual. Mas ser-nos-á necessário criar um super-ritual, que deverá manter-se desconhecido e será constituído somente de maçons de alto grau que nós mesmos escolheremos. Esses homens devem ser colocados em absoluto segredo com relação aos nossos irmãos. Esse rito supremo permitir-nos-á reger a franco-maçonaria em seu conjunto, que se tornará ainda mais poderosa, uma vez que se ignorará quem é o cabeça. (Lady Queensborough: Occult Theocracy p. 208-209 e Gary Allen: Die Insider)

Trata-se provavelmente da elite do 33.º grau do Rito Escocês. A ideologia desse grau é tratada no capítulo que se segue.
Numa carta de 15 de agosto de 1871, Pike apresentou a Mazzini, dirigente dos Iluminados, um plano grosseiramente traçado, visando a conquista do mundo, por meio de três guerras mundiais, para erigir a “Nova Ordem Mundial”.
A Primeira Guerra Mundial seria colocada em cena para que os Iluminados da Baviera tivessem um controle direto sobre a Rússia dos czares. Em seguida, para que a Rússia pudesse ser utilizada como a “besta negra”, que serviria aos desígnios dos Iluminados da Baviera em escala mundial.
A Segunda Guerra Mundial seria criada inteiramente manipulando-se as opiniões divergentes que reinavam entre os nacionalistas alemães e os sionistas politicamente engajados. Isso levaria a Rússia a ampliar sua zona de influência e causaria a criação do Estado de Israel na Palestina.
O plano para a Terceira Guerra Mundial seria baseado nas divergências de opiniões que os Iluminados criariam entre os sionistas e os árabes. Programar-se-ia uma extensão do conflito em uma escala mundial.
Uma parte da Terceira Guerra consistiria em confrontar nihilistas e ateus para provocar uma desordem social, que se iniciaria, logo após confrontos de uma brutalidade e de uma bestialidade jamais vistas. Após o cristianismo e o ateísmo serem reduzidos a nada, seria apresentado aos seres humanos a verdadeira “doutrina luciferiana”, o que permitiria matar dois coelhos com um só golpe.

Observação sobre a situação atual:

Ao apresentar a Rússia como a “Besta Negra”, obriga-se as nações ocidentais a aprovar as alianças supranacionais as quais elas não teriam jamais se concluído por si mesmas (OTAN, ONU). Além disso, o império russo, tido como inimigo do mundo, faz florescer o comércio internacional das armas, o que seria novamente um proveito para os banqueiros internacionais.
Evidentemente, nós teremos todo outro cenário com relação à Segunda Guerra Mundial, bem diferente do que nos foi ensinado nos livros escolares.


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12 Albert Pike e os cavaleiros da “Ku Klux Klan”


Inclinemo-nos agora sobre Albert Pike e sobre o “Rito Escocês” dos franco-maçons. Oficialmente foi em 1801 que se formou a ordem franco-maçônica do “Rito Escocês” nos Estados Unidos, a partir de um grupo de adeptos de Tory. Esses últimos já praticavam anteriormente atos anticristãos e satânicos.
Desde aproximadamente 1840, a organização dos franco-maçons americanos está sob o controle estrito do “Rito Escocês” que dispensa os graus de iniciação até o 33.º e está dividido em duas jurisdições, ao Sul, a de Arkansas e, no Norte, a de Boston.
Na metade do último século o Rito Escocês, instrumento estratégico da “Coroa Britânica” (Ver capítuloseguinte, p. 100) lança uma longa ofensiva contra os Estados Unidos e os Estados vizinhos, provocando mortes e atos de violência de natureza racista.


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A ocupação americana do México durante a guerra mexicana (1846-48), a rebelião dos escravagistas (1861-65), isto é, a guerra civil americana e a campanha da Ku Klux Klan contra a reconstrução dos estados do Sul (1867-79), foram os acontecimentos mais importantes.
Os “Cavaleiros do Círculo de Ouro”, ordem fundada por George Bickley, apareceram pela primeira vez em Cincinnati, sob a direção de Killian van Rensselaers. O “Círculo de Ouro” deveria erigir um novo império de escravos, tomando Cuba por centro. Sua finalidade era acabar com os espanhóis católicos, que eles odiavam, para substituí-los pelos escravos negros que deveriam chegar da África. Esse foi o primeiro “acordo de livre intercâmbio da América do Norte”. O selo dos “Cavaleiros do Círculo de Ouro” era o mesmo que o dos “Cavaleiros de Malta”, a “cruz de Malta”. Os “Cavaleiros do Círculo de Ouro” acabaram por desaparecer.
Albert Pike fundou em 1867, em Nashville, a Ordem dos Cavaleiros da Ku Klux Klan, onde ele foi o “grande dragão”, e por conseqüência, o chefe da Ku Klux Klan (Do grego kyklos = círculo).
Eis aí como reapareceram os “Cavaleiros do Círculo de Ouro”. A Ku Klux Klan utiliza também a cruz de Malta como emblema; encontramos em sua direção eminentes franco-maçons.
Quando sabemos o quanto a finalidade visada pela Ku Klux Klan é racista e desprezível para o ser humano, perguntamos qual a verdadeira natureza desses fundadores e de seus membros. Não podemos deixar de perguntar-nos se eles são congêneres humanos. Os objetivos que eles perseguem com violência consistem em subtrair dos cidadãos negros seu direito de voto, em suprimir-lhes o direito de possuir mais armas, em prejudicar o direito escolar para as crianças negras e em rebaixar seu nível de vida àquele de escravos.
O ano de 1843 foi o da criação da ordem independente “B' nai B' rith” na comunidade Judia. Essa loja secreta sionista é contada entre aquelas dos franco-maçons. “B' nai B' rith” significa, de fato, “os filhos da aliança”. Ela reinvidica a supremacia do judaísmo mundial. Se bem que a maioria dessas lojas estava no norte dos Estados Unidos, o “B' nai B' rith” declarou-se abertamente do lado dos confederados. Muitos oradores dessa ordem no Norte sustentavam com força a escravidão e continuaram, mesmo depois da guerra civil, a trabalhar com os confederados com os quais eles partilhavam a finalidade.

Observação sobre a situação atual:

1) A Anti-Defamation League, (ADL), ligada à ordem “B' nai B' rith”, começou recentemente uma campanha para caluniar os políticos negros americanos em evidência, tratando-os de anti-semitas. É uma forma de atiçar os conflitos de raça e de exercer uma influência negativa sobre os americanos judeus bem intencionados que, até aí, apoiavam os negros. A ADL afirma também sua oposição à Ku Klux Klan, mas defende fortemente a estátua de Albert Pike, fundador da Ku Klux Klan, que se encontra ainda hoje em Washington. A ADL é abertamente ligada ao “Rito Escocês”.
Gostaria de revelar ao leitor um trecho do discurso de Pike de 4 de julho de 1889, destinado aos membros do 32.º grau do “Rito Escocês”:

Nós veneramos um Deus, que é de fato, um Deus a quem oramos sem superstição. Todos nós, iniciados no alto grau, devemos continuar vivendo nossa religião na pureza do ensinamento de Lúcifer. Se Lúcifer não era Deus, seria ele caluniado por Adonai (o Cristo) de quem os atos testemunham a crueldade, o ódio ao próximo [...] e a rejeição da ciência? Sim, Lúcifer é Deus, e Adonai, infelizmente, também é Deus.
A Lei eterna diz que não existe luz sem sombra, beleza sem feiúra, brancura sem negrume, pois o absoluto não pode existir a não ser em dois Deuses [...] É por isso que o ensinamento do satanismo é heresia. A verdadeira religião filosófica é a fé em Lúcifer, o Deus da luz, na mesma posição que Adonai. Mas Lúcifer, Deus da luz e do bem, luta com os seres humanos contra Adonai, Deus da obscuridade e do mal.

Podemos ler essa citação em inglês e em francês no dossiê de Pike que se encontra na biblioteca do Rito Escocês em Washington D.C. Pike era, segundo seus próprios dizeres, satanista e agente da “Coroa Britânica”, portanto, da “City”. Em 1867 Pike confere todos os graus do 4.º ao 32.º do Rito Escocês ao presidente dos Estados Unidos Andrew Johnson. Trinta e nove dias após o presidente Theodore Roosevelt, igualmente racista anglófilo e franco-maçom, tomar posse de seu cargo, o monumento de Albert Pike foi instalado em Washington, onde ainda se encontra.

2) Verificamos que numa ordem hierárquica ninguém possui o livre arbítrio, salvo o “dirigente” ou o “superior”. Para chegar a um grau superior, a pessoa concernente deve executar as provas que lhe são impostas por esse grau.




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Um exemplo:

Mostro ao postulante de um grau superior um livro branco, mas digo-lhe que ele é preto. Em seguida, pergunto-lhe qual é sua cor. Se ele responder que é branco, ele malogrou, se respondeu que é preto, ele é admitido no grupo superior e recebe novas provas, que ele deverá executar docilmente, fazendo abstração de sua própria vontade.
Acreditais que todas as hierarquias do mundo são construídas segundo esse princípio? Que todos os sitemas escolares, quase todas as religiões, aqui compreendida a religião cristã, a islâmica, a hinduísta, a budista, os mórmons, as testemunhas de Jeová, os cientólogos, etc., são todos calcados sobre esse mesmo princípio? Não é permitido ter sua própria opinião, seu próprio sistema de pensamento, de evoluir livremente, é preciso seguir as indicações que se recebe de cima.
Que se trata, como no exemplo de Pike citado acima, da doutrina luciferiana para o 33.º grau ou então dos dogmas da Igreja católica ou islâmica impostos aos seus crentes, isto é a mesma coisa.
Os contemporâneos que renunciam “com toda a consciência” a sua própria vontade e a sua própria responsabilidade, que se entregam a outras pessoas, a outra organização ou a um chefe, não são dignos de ser melhor tratados, pois em nossos dias ninguém nos “constrange” realmente a aderir a uma organização ou a uma religião, qualquer que seja.
Anatole France proclamava a esse respeito:
“Uma bobagem dita por cinco milhões de seres humanos continua, apesar de tudo, uma bobagem”!

3) Concernente ao presidente Bill Clinton (ex-governador de Arkansas):
O jornal Neue Solidarität informa-nos, em seu artigo sobre a Ku Klux Klan, que o “sacerdote” W. O. Vaught era franco-maçom do 32.º grau do Rito Escocês, isto é, “mestre do segredo real”. Ele foi o mestre espiritual e o pai adotivo de Bill Clinton e cooperou com ele. Enquanto governador de Arkansas, um estado onde está fortemente enraizada a tradição espiritual de Albert Pike, Clinton sustentou a pena de morte e a fez aplicar muitas vezes: na prática isso significou a execução de negros e pobres. Conforme declarado pelo filho de Vaught recentemente, Clinton e Vaught têm a mesma concepção religiosa, que permite matar os prisioneiros e os fetos - especialmente de crianças negras. Clinton é também membro do Council of Foreign Relations, da “Comissão Trilateral”, dos Bilderberger (o que será explicado mais adiante) e membro vitalício da ordem dos franco-maçons “De Molay”.
Jacques de Molay era o grão-mestre dos templários que foi queimado em 11 de março de 1314 em Paris. Segundo os escritos da ordem, “A Ordem de Molay” está sob a direção de franco-maçons eminentes e compõe-se de jovens de 14 a 21 anos que foram educados no aprendizado das seguintes sete virtudes:

1. amor aos pais;
2. respeito;
3. polidez;
4. espírito de camaradagem;
5. retidão dos pensamentos, das palavras e dos atos;
6. fidelidade e
7. amor à pátria.

Resta saber se isso corresponde à verdade.


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13 O tráfico de ópio pela família real inglesa no século XVIII



Antes de iniciarmos este assunto sobre a Inglaterra, esclarecemos primeiramente alguns conceitos:
A rainha é o chefe da família real inglesa e do império Colonial Britânico, tendo Londres como capital, regida por um Primeiro Ministro e um gabinete de estreitos colaboradores.
Assim como em Roma com o Vaticano, em Londres também existe um Estado separado, independente, a City a qual é qualificada como a “milha quadrada” mais rica do mundo, ocupando 2,7 km² no coração de Londres. Diz ter 4.600 habitantes e 500.000 empregos. O governo da City é a “Coroa”, composta de 13 homens e regida pelo rei da City, o Lord Mayor.


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É lá que se encontram as mais ricas e as mais poderosas instituições econômicas da Inglaterra, como o Banco da Inglaterra, controlado pelos Rothschild, a Lloyd's of London, a Bolsa de Londres, os escritórios de grupos comerciais poderosos (trustes) de renome internacional, tais como a Fleet Street, o coração do mundo da imprensa e da edição. A City é o verdadeiro governo da Inglaterra, pois tanto a rainha como o primeiro ministro dependem do Lord Mayor e o obedecem: o primeiro ministro e o gabinete fazem acreditar que eles dirigem os negócios, enquanto na realidade não passam de puras marionetes da City.
Quando a rainha visita o Lord Mayor, este a recebe no Temple Bar, porta simbólica da cidade. Ela inclina-se e pede permissão para entrar em seu Estado privado soberano. Ele concede-lhe a entrada, apresentando a espada do Estado. Por ocasião de tais visitas de Estado, o Lorde Mayor estará mais radiantemente vestido com a roupa de recepção, de forma que a vestimenta de “serviço” do séquito real torna-se modesta. Quando ele acompanha a rainha através da cidade, esta caminha dois passos atrás dele.
É a William Paterson, que foi um “agente da City”, que se deve a fundação do “Banco da Inglaterra” conforme já vimos. Pelas explicações de Des Griffins, a City é controlada pelo império Rothschild.
Para evitar mal entendidos, é preciso saber que existia na Grã-Bretanha dois impérios que agiam separadamente. Um foi o Império colonial britânico, sob a direção da família real, o outro o Império da Coroa. Todas as colônias de população de brancos (a África do Sul, a Austrália, a Nova Zelândia e o Canadá) estavam sob a autoridade do governo inglês. Todas as outras colônias - a Índia, o Egito, as Bermudas, Malta, Singapura, Hong Kong, Gibraltar e as colônias da África Central - eram propriedade privada da Coroa, designadas como as colônias da Coroa.
Isso não significa, entretanto, que não havia cooperação. Aumentando suas colônias inglesas, a British East India Merchant Company (BEIMC) acumulou uma gigantesca fortuna graças ao tráfico de ópio. A BEIMC fundou a Inland Mission, cuja tarefa principal era tornar dependentes de ópio os trabalhadores chineses, pobremente pagos, e criar, assim, um mercado para vender sua mercadoria. A família real britânica felicitou-se tanto pelos imensos lucros que resolveu cooperar com a BEIMC. A casa real começou a tributar os produtores de ópio da Índia. Quantidades colossais de ópio foram embarcadas, partindo da Índia, pela China Tea Clippers e cerca de 13% da revenda econômica da Índia, que estava sob o domínio da Coroa, eram obtidos pela venda do puro ópio Bengali na China, lá também sob o controle da Coroa.
Naturalmente, a casa real não queria que esse “lado obscuro” aparecesse à luz do dia. Por isso criaram os serviços secretos britânicos o British Military Intelligence Departement (MI 6) e o Secret Intelligence Service (SIS).
A existência do MI 6 remonta à época da rainha Elisabeth I, quando Sir Francis Walsinghan tornou-se tesoureiro do departamento Dirty Tricks do MI 6. Após séculos de experiências, o MI 6 conta entre os melhores serviços secretos do mundo.
O BEIMC dirigiu, incontestavelmente durante um século, a corrida do mercado de ópio até 1829, data em que o governo chinês proibiu o fumo do ópio.
De 1791 a 1894, o número de plantações de ópio concedidas passou de 87 a 663 sob o controle da Coroa Britânica. Isso levou finalmente as guerras de ópio na China.
Em 1729, o BEIMC fundou o “Comitê dos 300” (Comitee of 300) que tratava de negócios comerciais e bancários internacionais. O “Comitê dos 300”, denominado também a elite da City, é hoje uma das organizações secretas das mais poderosas e visa a um “governo mundial único”. Esse “Comitê dos 300” colocou em ação, mais tarde, um plano tático para passar por cima da lei chinesa antidrogas.
Lorde Inchape fundou a “Sociedade de navegação a vapor P & O” e foi, de fato, o fundador do “Banco de Hong Kong e de Shangai” que era uma cobertura para o tráfico de ópio. Outros bancos britânicos misturados com o tráfico de drogas eram: The British Bank of the Middle East, Midland Bank, National Westminster Bank, Barclays Bank, The Royal Bank of Canada e Baring Brothers Bank.
Todos esses bancos estão ligados pelo “Comitê dos 300” aos bancos Rothschild. Por ocasião da construção da estrada de ferro Harriman, que devia ligar a Califórnia ao Leste dos Estados Unidos, embarcou-se para esses trabalhos milhares de trabalhadores chineses de custo barato. Muitos entre eles eram opiomaníacos, e foi assim que se alastrou o mercado das drogas nos Estados Unidos. Harriman fundou seu império de estradas de ferro graças aos empréstimos da N. M. Rothschild & Sons Bank em Londres.
Existem boas razões para se concluir que esses opiomaníacos chineses foram contratados com a finalidade de estender nos Estados Unidos o mercado de entorpecentes.

Observação sobre a situação atual:

O jornal Neue Solidarität escreveu na edição de 8 de setembro de 1993 com o título “A rainha e os entorpecentes”:



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Eis aí um fato bem raro, uma surpresa muito extraordinária e agradável de encontrar ao memos uma vez na imprensa britânica, notícias bem próximas da verdade a propósito da família real.
Na semana passada, uma notícia desse teor rivalizava nas manchetes com os acontecimentos políticos mundiais , na primeira página do sacrossanto Times londrino de 27 de agosto de 1993. O título: “A família real estava “high” nas Highlands”. O artigo referia-se a um relatório cuidadosamente estudado da revista escocesa Leopard, revelando que drogas e entorpecentes faziam parte da panacéia da família real britânica. A Leopard provou, com o apoio de documentos originais, que a rainha Vitória e seu círculo pessoal (por exemplo: as famílias Churchill e Rothschild) encomendavam regularmente muitos grossos pacotes de cocaína, de heroína e outros entorpecentes de uma farmácia das Highlands. O Times fez a mesma afirmação. Ele disse com diletantismo: “a rainha Vitória, monarca com semblante severo, conhecida pela frase: “isso não nos diverte nem um pouco”, parece ter encomendado para a família real em sua residência em Balmoral (na Escócia) muita cocaína e heroína para manter em “alta” todo um vale escocês das Highlands. As provas justificativas da farmácia “demonstram que as personagens reais e seus convidados eram fornecidos regularmente e em grande quantidade com soluções de cocaína e de heroína”.


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14 A revolução bolchevista e seus segredos



Muitos judeus não possuíam terras e viam-se constrangidos a viajar por todos países, devido às numerosas leis anti-semitas na Europa. Em qualquer país onde permaneciam, eles encontravam, a maior parte do tempo, uma rejeição unânime. No fim do século XIX, o único obstáculo real que impedia os Illuminati de controlar o mundo era a Rússia czarista. Em 1881, Theodor Herzl fundou o “Movimento Sionista” em Odessa, na Rússia, com a finalidade de criar uma pátria para os judeus na Palestina.
Em 1916, Jacob Schiff, presidente da Khun Loeb & Co. Bank foi escolhido por ocasião de uma reunião do “B' nai B' rith” em Nova Iorque para presidente do “Movimento Sionista (revolucionário) na Rússia”.
Em 13 de janeiro de 1917, o judeu Leon Trotski (aliás Bronstein) chegou aos Estados Unidos e recebeu um passaporte americano. Foi visto ocasionalmente penetrar na residência muito luxuosa de Jacob Schiff.
Schiff e Trotski trocaram idéias sobre as perturbações sionistas na Rússia e também sobre as lições que haviam tirado do malogro da queda do czar. Jacob Schiff financiou o treinamento dos “rebeldes trotskistas” composto principalmente de judeus dos bairros do Leste de Nova Iorque. Sua preparação teve lugar na propriedade da Standard Oil Company de Rockefeller em New Jersey. Assim que eles estavam bem treinados para fomentar guerrilhas, os rebeldes trotskistas deixaram os Estados Unidos munidos de uma soma de US$ 20 milhões em ouro que Jacob Schiff lhes havia remetido.
O navio “S. S. Kristianiafjord” levou-os para a Rússia para prepararem o acontecimento da “revolução bolchevista”.
Trotski e Lênin estavam em conluio, por intermédio de Bruce Lockheart, com o “Comitê dos 300”.


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15 Skull & Bones



Voltemos nossa atenção agora para uma organização poderosa dos Illuminati nos Estados Unidos, a ordem Skull & Bones.
Seus próprios membros a denominavam The Order (A Ordem).



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Ela é conhecida há mais de 150 anos como grupo local 322 de uma sociedade secreta alemã: outros a denominam de Brother-hood of Death (Fraternidade da Morte). A ordem secreta Skull & Bones (Crânio e Ossos) foi introduzida na Universidade Yale por William Huntington Russel e Alphonso Taft em 1833. Foi Russel que a trouxe, após seus estudos em 1832, da Alemanha para Yale. A ordem foi incorporada no Russel Trust em 1856.
William Russel tornou-se, em 1846, membro da assembléia do estado de Connecticut e, em 1862, foi nomeado general da guarda nacional.
Alphonso Taft tornou-se ministro da Guerra em 1876, depois vice-general e embaixador dos Estados Unidos na Rússia em 1884. Seu filho tornou-se mais tarde primeiro magistrado e depois presidente dos Estados Unidos.
Uma velha tradição pede que se represente sobre os túmulos dos franco-maçons com grau de mestre, um crânio e ossos dispostos em forma de cruz. Isso remonta também a um rito dos templários em 1227 d.C. O nome da ordem vem provavelmente de uma dessas tradições.
Yale é a única universidade com sociedades secretas onde são admitidos somente os seniors, quer dizer os amigos. As duas outras sociedades secretas são os Scroll & Key (Rolo e Chave) e Wolf's Head (Cabeça de Lobo).
Os candidatos são exclusivamente brancos, homens, protestantes e são originários, habitualmente de famílias muito ricas. Freqüentemente, seus pais já eram membros da mesma ordem. Durante o último ano de estudo, são denominados cavaleiros, mais tarde eles se tornam patriarcas vitalícios.
Os patriarcas encontram-se para as reuniões no Deer Island Club em Nova Iorque. Esse clube deve sua existência desde 1907 ao patriarca Georges Douglas. O Deer Island Club assim como o Russel Trust são administrados e dirigidos somente pelos patriarcas.
É espantoso verificar que os membros mais eminentes da Eastern Liberal Establishment (o Establishment da costa leste) sempre foram membros de uma dessas sociedades. Segundo Gary Allen, o Establishment da costa leste é a perífrase da máfia financeira, política, acadêmica e da mídia controlada pelos Rockefeller.
A propósito, um banco digno de ser mencionado é o “W. A. Harriman Co.” Seu fundador, William Averall Harriman, foi iniciado na ordem Skull & Bones em 1913. Nos anos 20, W. A. Harriman foi aquele que mais sustentou os russos com dinheiro e auxílios diplomáticos. Seu sustento financeiro vinha do “Ruskombank” o primeiro banco comercial soviético. Max May, vice-presidente do Guaranty Trust e membro de Skull & Bones tornou-se o primeiro vice-presidente do “Ruskombank”.
A Guaranty Trust estava sob o controle do banco “J. P. Morgan & Co.” (banco associado ao banco N. M. Rothschild), e alguns dos associados de “J. P. Morgan” eram membros de Skull & Bones. Aí foram iniciados: Harold Stanley em 1908 e Thomas Cochran em 1904. O capital inicial para o
Guaranty Trust vinha de Whitney, Rockefeller, Vanderbilt e Harriman; todas essas famílias tinham membros na ordem Skull & Bones.
Percy Rockefeller foi o único de sua família a ser aí admitido.
Ele representava os investimentos Rockefeller na “Guaranty Trust” e foi seu diretor de 1915 a 1930.


Resumo dos bancos acima citados:


O N. M. Rothschild & Sons Bank tinha suas sucursais em Londres, Paris, Viena e Berlim.
Os Rothschild controlavam durante esse período da história, a City em Londres e por isso, também as colônias da coroa britânica e o governo inglês, assim como, o governo francês, o “Comitê dos 300”, os Iluminados da Baviera e, como conseqüência, todas as lojas secretas da Europa e dos Estados Unidos infiltradas pelos Illuminati.
Com o auxílio de seus representantes o Khun Loeb Bank cujo diretor era Jacob Schiff, o August Belmont & Co. Bank e o J. P. Morgan & Co. Bank nos Estados Unidos, assim como, o M. M. Warburg Gesellschaft em Hamburgo e Amsterdam, os Rothschild tinham erigido entre outros, o Standard Oil-Imperium de Rockefeller, as estradas de ferro Harriman e as usinas siderúrgicas Carnegie, e eles controlavam, dessa forma, a maior parte da economia americana.
Os bancos citados acima contavam entre os mais poderosos do mundo e estavam todos sob o controle dos Rothschild. Assim como vamos verificar, nós só estamos nos modestos inícios do império Rothschild.








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16 Acabou a liberdade na América



No fim do século XIX, os bancos dependentes dos Rothschild encetaram uma grande campanha para colocar sob seu controle a rica economia dos Estados Unidos. Os Rothschild da Europa financiaram o banco citado antes, de J. P. Morgan & Co., o banco de Klun Loeb & Co., a Standard Oil Co., de John D. Rockefeller, as estradas de ferro Edward Harriman e as usinas siderúrgicas Andrew Carnegie. Esse liame significava seguramente mais do que ter somente um pé na economia americana.
Em 1900, os Rothschild enviaram outro agente aos Estados Unidos, Paul Warburg, para colaborar com o Khun Loeb & Co. Bank. Que o leitor guarde bem o nome desse “agente dos Rothschild”, que tecerá uma rede entre numerosas organizações!
Jacob Schiff e Paul Warburg iniciaram uma campanha para erigir o Federal Reserve Bank e fazer dele um banco central privado solidamente implantado na América.
Jacob Schiff fez, em 1907, na Câmara do Comércio de Nova Iorque, o seguinte discurso:

Se não tivermos nenhum banco central que fiscalize suficientemente os fundos de
crédito, esse país conhecerá a mais severa e a mais profunda crise monetária de sua
história. (Des Griffin: Die Absteiger).

Assim dito, assim feito; eles mergulharam então os Estados Unidos numa crise monetária: o pânico que disso resultou sobre o mercado de capitais arruinou a vida de dezenas de milhares de pessoas em todo o país. O pânico na Bolsa de Nova Iorque rendeu aos Rothschild, além de vários milhares de dólares, o sucesso desejado.
Foi austuciosamente pensado; serviram-se do pânico como argumento para criar enfim um banco central, a fim de evitar incidentes desse gênero. Paul Warburg declarou ao comitê do banco e do fundo monetário:

A primeira coisa que me veio à mente em seguida a esse pânico foi a necessidade de ter
um banco central nacional (Clearing-Bank) [...]

(Gary Allen: Die Insider)

A visão definitiva do acordo introduzindo o Federal Reserve Bank (o banco central privado da América do Norte) iniciou-se numa propriedade de J. P. Morgan em Jekyll Island na Geórgia.
As pessoas presentes eram as seguintes, segundo as pesquisas de Herbert G. Dorsay: A. Piatt Andrew, o senador Nelson Aldrich, Frank Vanderlip (presidente do banco Khun Loeb & Co.), Henry Davidson (associado do J. P. Morgan Bank), Charles Norton (presidente do First National Bank, de Morgan), Paul Warburg e Benjamin Strong (presidente do Bankers Trust Co., de Morgan). A criação do Federal Reserve em 1913 permitiu então aos banqueiros internacionais consolidar seu poder financeiro sobre os Estados Unidos.
Paul Warburg tornou-se o primeiro presidente do New York Federal Reserve Bank. O decreto do Federal Reserve estava seguido da introdução do 16.º artigo complementar da constituição americana que dava, doravante, a possibilidade ao congresso de tributar o rendimento pessoal dos cidadãos americanos. Isso decorria do fato de que o governo americano não tinha mais o direito de imprimir seu próprio dinheiro para financiar suas operações.
Essa foi a primeira vez na história desde a criação dos Estados Unidos que o povo devia pagar impostos sobre a renda.
Os acionistas mais importantes do Federal Reserve (FED) eram:

1. Os bancos Rothschild de Londres e Paris;
2. O Lazard Brothers Bank de Paris;
3. O Israel Moses Seif Bank da Itália;
4. O Warburg Bank de Amsterdam e de Hamburgo;
5. O Lehman Bank de Nova Iorque;
6. O Khun Loeb Bank de Nova Iorque;
7. O Chase Manhattan Bank (de Rockefeller) de Nova Iorque;
8. O Goldman Sachs Bank de Nova Iorque.

O membro do congresso Charles Lindbergh já dizia nessa ocasião, falando do novo Federal Reserve Bank, que seu poder financeiro fazia dele o governo invisível.

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Como funciona, na realidade, esse banco? O comitê do mercado livre do FED produz o dinheiro do Federal Reserve (os dólares). Esse dinheiro é emprestado ao governo dos Estados Unidos em troca de obrigações que servem de segurança para o FED. Essas obrigações estão nas mãos dos doze bancos FED, que cobram delas os juros anualmente.

Observações sobre a situação atual:

Em 1982 o fisco dos Estados Unidos acusava uma dívida de mais ou menos US$ 1.070.241 milhões. O FED recolheu, pois, cerca de US$ 115.800 milhões de juros sobre um único ano, pagos pelos contribuintes americanos. O capital desses juros vai diretamente para o bolso do FED, portanto, dos banqueiros privados internacionais.
Em 1992 as obrigações possuídas pelo FED eram de um valor de cerca de US$ 5 bilhões e os juros a pagar pelos contribuintes crescem constantemente. Foi o FED que criou todo esse capital, emprestando dinheiro ao governo americano e cobrando disso juros elevados; eles só tiveram de pagar o preço da impressão dos dólares. Foi o maior logro da história dos Estados Unidos, e ninguém o notou. E ainda, o FED, graças às obrigações do governo americano, tem o direito de penhora das propriedades públicas e privadas de todos os Estados Unidos. Numerosos procedimentos jurídicos ficaram até agora sem efeito e não puderam anular a lei do Federal Reserve. Juridicamente não existe nenhuma possibilidade para os cidadãos de recuperar seu dinheiro, pois o FED não é um departamento do governo americano, mas uma instituição privada. Pelo direito constitucional, o FED nem teria mesmo o direito de existir. Por isso, nove estados dos Estados Unidos já encetaram um “processo de Estado” para anular o FED.


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17 O síndico do embargo Rothschild



Em todas as épocas da história, houve reis e ditadores que tinham a reputação de gastar mais dinheiro do que possuíam e de tirá-lo do povo cobrando impostos. As nações e os governos pediam emprestado aos bancos o dinheiro necessitado. Mas como os bancos recuperariam esse dinheiro se o governo não pudesse ou não quisesse pagar? A solução era a guerra!
A maneira pela qual os bancos financiam os governos faz pensar numa instituição de crédito que empresta dinheiro a um cliente para que ele possa comprar um carro. Se o cliente não puder mais pagar a dívida, o carro é retirado. O mesmo sistema é aplicado para o financiamento dos governos. É preciso não emprestar dinheiro a um só país. É preciso agir da mesma maneira com países adversários. O emprestador deve assegurar-se de que os dois países são de igual poder para que, em caso de conflito, o financiamento seja o fator determinante. Se um país não paga o empréstimo, o emprestador o ameaçará de guerra por intermédio de outro país. Se o primeiro país, assim mesmo, recusar-se a pagar, penhorará o emprestador, servindo-se do outro país, que fará do primeiro país seu espólio de guerra (Vide Maquiavel).
A casa Rothschild trabalha já há 160 anos com esse conceito (Ver § 9 dos protocolos).
Nathan e seus irmãos começaram a usar esse jogo no século passado na Europa, após seu sucesso alcançado por ocasião das guerras napoleônicas. Nessa época se desenvolveu na Europa “o equlilíbrio de forças”. Para reforçar sua posição de “dominador invisível” na Europa, a casa Rothschild teve que edificar dois poderes de força quase iguais para assegurar o “equilíbrio de forças”. Os Rothschild deveriam assegurar-se de que todos os reis do campo A pudessem ser ameaçados por todos os reis do campo B. Eles financiavam, certamente, os dois campos. Mas era preciso então um terceiro poder que pudesse servir de apólice de seguros no caso de algum dos países sair da linha. Esse país era a Inglaterra de Nathan, que tinha, então, a supremacia na Europa. Era fácil prever o fim de uma guerra: era suficiente observar para que lado pendia a Inglaterra, pois ela se encontrava, no final das contas, sempre do lado dos vencedores. A Inglaterra ou, falando mais acertadamente, a coroa, fornecia um “síndico de embargo real” tão eficaz que a casa Rothschild acabou controlando, no início de século, a metade dos bens deste mundo.






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18 Cecil Rhodes e seus cavaleiros da Távola Redonda
(The Round Table)



Gary Allen escreveu a esse respeito em seu livro Die Insider:

A organização The Round Table é produto de um sonho de toda uma vida de Cecil Rhodes,
magnata de diamantes e de ouro que aspirava a uma “Nova Ordem Mundial”. Sua biógrafa
Sarah Millin disse mais concretamente que ele tinha “o simples desejo de reger o mundo”.

O professor Quingley acrescenta:

... em meados dos anos 1890, Rhodes teve uma renda pessoal que atingiu pelo menos um
milhão de libras esterlinas por ano, e ele dispendia tão generosamente que sua conta ficava
freqüentemente a descoberto [...]


Que Rhodes tomou parte em uma conspiração visando à realização de um governo mundial, uma série de testamentos o testemunham, e Frank Aydelotte escreveu em seu livro American Rhodes Scholarship:

[...] Em seu primeiro testamento Rhodes explica sua finalidade com detalhes: a extensão
da dominação britânica no mundo inteiro (Tendo a língua inglesa como lingua mundial) [...]
a criação de um poder tão grande que toda a guerra se tornaria impossível, e a manuntenção
dos interesses humanitários.

O “Credo” (Parte do testamento) relata essas idéias. O modelo de sua sociedade secreta era a Companhia de Jesus (os jesuítas), se bem que ele mencionou também os franco-maçons [...]

Gary Allen prossegue:

Notemos que o autor desse gênero de sociedades secretas era Adam Weishaupt, esse filósofo duvidoso que havia fundado, em 1.° de maio de 1776, a Ordem dos Iluminados da Baviera, visando a uma conspiração para controlar o mundo.

Os Iluminados da Baviera de Weishaupt defenderam incontestavelmente as teses do regime de terror. Durante muito tempo, as técnicas dos Iluminados (da Baviera) serviram de modelo aos comunistas. Weishaupt tomou como exemplo a organização da Companhia de Jesus e transcreveu seu código em termos franco-maçons. Aydelotte continua:

Em 1888, Rhodes escreveu seu terceiro testamento [...] ele legava tudo a Lord Rothschild
(seu financiador em suas empresas de exploração mineral). Uma carta estava incluída,
contendo “a substância de tudo o que foi discutido entre nós”. Pensa-se que se tratava de
seu primeiro testamento e de seu “Credo”, pois um post scriptum de Rhodes diz: Quanto às
questões às quais ele fez alusão, buscai a constituição dos jesuítas se podeis obtê-la.

Por motivos aparentemente estratégicos, Lord Rothschild foi, mais tarde, afastado da cena. O professor Quingley revela que Lord Rosebury, “foi aceito no círculo secreto de Rhodes no lugar de seu sogro, Lord Rothschild e que ele foi designado no próximo (e último) testamento de Rhodes como agente fiduciário”. A sociedade secreta foi erigida segundo o modelo de conspiração que parte de pequenos círculos para chegar aos maiores. O professor Quinley informa-nos de que o núcleo central foi fundado em março de 1891 com os últimos dos Rhodes. A operação foi levada “por Rothschild” por Lord Alfred Milner. [...] The Round Table trabalhava nos bastidores do governo britânico. Ela exercia sua influência na política exterior e sobre a conduta da Inglaterra durante a Primeira Guerra Mundial.

William Bramley escreveu a respeito da Round Table:

Rhodes estava, sem nenhuma dúvida, no bom caminho. Se ele tivesse atingido sua finalidade, ele teria contrabalançado muitas conseqüências negativas [...] emanadas da rede da “Confraria da Serpente”.

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Os efeitos desatrosos de que se fala na história sobre a Torre de Babel e que é devido a diferentes línguas dos seres humanos que teriam sido apagadas graças à introdução de uma língua universal. Se encorajássemos os seres humanos a se sentirem cidadãos do mundo, seria mais fácil ultrapassar todas as formas de nacional-socialismo que contribuem para desencadear as guerras. Mas, alguma coisa saiu errado. Rhodes acreditava poder realizar suas finalidades graças à rede da “Confraria da Serpente”, que estava, na verdade, corrompida. É por esse motivo que as instituições criadas por Rhodes descambaram tão depressa, caindo nas mãos daqueles que iriam servir-se delas com sucesso para oprimir os seres humanos.



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19 Como colocar em cena uma guerra mundial?



A aliança dos estados alemães sob Bismarck perturbou “o equilíbrio de forças” que existiam há mais de dois séculos na Europa.
Até 1871, a Inglaterra havia reinado sobre o continente europeu; essa supremacia tinha sido muitas vezes ameaçada pela Espanha e pela França, mas a Inglaterra sempre saíra vitoriosa. Os alemães, que se tornaram mais poderosos pela aquisição de colônias e também pela extensão de sua força militar, representavam uma grande ameaça econômica e militar para os Illuminati e também para a Inglaterra e sua supremacia na Europa.
Para remediar isso, os banqueiros internacionais que estavam excluídos nessa época, do desenvolvimento econômico da Alemanha, procuraram por todos os meios possíveis frear sua decolagem e controlá-la. Entre 1894 e 1907, foram assinados tratados e mais tratados para que a Rússia, a França, a Inglaterra e outras nações se unissem em caso de guerra contra a Alemanha.
Além do mais, a tarefa do “Comitê dos 300” era de começar os preparativos cênicos para a Primeira Guerra Mundial. Uma organização do “front” surgiu do grupo da “Round Table”, o “RIIA” (Royal Institute for Internacional Affairs = Instituto Real para os Negócios Internacionais).
O “RIIA”, conhecido também pelo nome de Chatham-House, tinha como seus membros fundadores, entre outros: Albert Lord Grey, o escrivão; H. G. Wells; Lord Toynbee, a eminência parda do MI 6; Lord Alfred Milner, o dirigente do Round Table; H. J. Mackinder, o inventor da geopolítica.
O RIIA foi nomeado pelo “Comitê dos 300” para estudar com detalhes a encenação dessa guerra. Foram pessoalmente encarregados Lord Northeliff, Lord Rothmere, todos os dois, membros do “Comitê dos 300” e Arnold Toynbee, do MI 6. Esse trabalho foi levado à “Wellington House”, onde se desenrolaram as sessões de brainstorming: desenvolviam-se aí as técnicas que deveriam modificar a opinião do povo e levá-lo a fazer a guerra.
“Especialistas” americanos tais como Edward Bernays e Walter Lippman eram dessa área.
Lord Rothmere servia-se do jornal que ele editava para testar suas técnicas de social conditioning
(Condicionamento social) sobre o povo. No fim de um período de testes de seis meses, eles verificaram que 87% do público tinha formado uma opinião a partir do jornal, sem manifestar reflexão ou crítica pessoal. Era isso que eles queriam. Pouco depois, eles submeteram a classe operária inglesa com técnicas de propaganda refinadas. Seu propósito era convencer esses operários a enviar milhares de seus filhos para a morte.
Do lado americano, o presidente Theodore Roosevelt (26.° presidente) dizia em seu programa eleitoral de 1912:

“Por detrás do governo visível encontra-se um governo invisível que não deve fidelidade
ao povo e não reconhece nenhuma responsabilidade.
Aniquilar esse governo invisível, destruir a ligação ímpia que une os negócios corrompidos
com a política, ela mesma corrompida, tal é o dever do homem de Estado”.


Dieter Rüggeberg: Geheimpolitik, p. 75





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20 A Primeira Guerra Mundial vista pelos Illuminati



Visto exteriormente, o mundo encontrava-se em paz no início do século XX. Mas isso era só na aparência, pois já há muito tempo, se preparava secretamente um banho de sangue que o mundo não iria esquecer tão cedo.
Os Illuminati sabiam que para encaminhar bem seu plano, visando a uma Nova Ordem Mundial,
devastações e crueldades seriam necessárias, e não se pouparia nenhuma nação.
A maior parte dos historiadores está de acordo quanto ao fato de que a causa da guerra não passou de uma simples diferença entre a Áustria e a Sérvia. O assassinato do arquiduque Franz Ferdinand, que deveria suceder ao trono da Áustria, e de sua esposa Sophia, executado pelos sérvios da sociedade secreta oculta “Mão Negra” em Sarajevo, desencadeou a Primeira Guerra Mundial. Os poderes invisíveis usaram esse atentado para realizar a guerra mundial que Albert Pike havia anunciado há mais de 40 anos.
Conhecemos, no conjunto, o desenrolar das batalhas, não vou examinar pois o que se passou no lado da Rússia. Se bem que a Rússia possuía o maior exército do mundo, ela possuía um equipamento de miséria para fazer face a um grande conflito. Antes de estourar a guerra de 1914, a coroa britânica tinha assegurado à Rússia seu auxílio total e de seu sustento militar em caso de guerra. No início da guerra, essa assistência se encontrava reduzida a 10% dos auxílios dados antes da guerra. É evidente que os detentores dos monopólios do dinheiro, em perfeito acordo com o plano descrito por Pike, queriam mergulhar a Rússia numa situação muito perigosa. Ao mesmo tempo, enquanto milhões de russos já haviam tombado nas batalhas, os agentes de Rothschild tinham realizado um bom trabalho, acentuando a situação já desatrosa dos russos. A filosofia dos Illuminatti se alimenta da miséria e da insegurança, e seus esforços foram recompensados; a cena estava aberta para uma revolução que deveria acontecer após a derrota sofrida pelos alemães.
A revolução estourou em fevereiro de 1917, o czar foi destronado, e o príncipe Georgi Luwow se encarregou dos negócios de Estado num governo provisório que não teve êxito, portanto, não impedindo que o país afundasse na decadência.
Gostaria, presentemente, de retomar o capítulo: “A revolução bolchevista e seus segredos” no momento em que Trotski e seus rebeldes deixaram Nova Iorque no S. S. Kristianiafjord com US$ 20 milhões em ouro.
O vapor fretado por Jacob Schiff foi retido em 3 de abril de 1917 pelas autoridades canadenses em Halifax, na Nova Escócia. Podia-se acreditar que o plano dos Illuminati estava condenado ao fracasso.
Mas Jacob Schiff usou de sua influência e a de seus amigos entre os Illuminati no governo americano e na Inglaterra tão bem que a viagem pode retomar seu rumo pouco depois.
Chegando à Europa, Trotski foi diretamente para a Suiça, para lá encontrar Lênin, Stálin, Kagonowitsch e Litwinow, a fim de regulamentar os detalhes de sua estratégia.
É interessante notar aqui que os representantes eminentes e os agentes de todas as nações participantes da guerra podiam encontram-se abertamente num país neutro, a Suiça. A Suiça existe, na sua forma atual, desde 1815, ano do congresso de Viena, quando lhe haviam assegurado uma neutralidade permanente.
Um acaso? Ou então um lugar tão seguro e tão pequeno no centro da Europa que se presta perfeitamente para os planos daqueles que vivem da guerra?
Os conspiradores viram-se então obrigados a resolver o seguinte problema: como dirigir-se da Suiça para a Rússia com os rebeldes e seus armamentos? A solução foi dada pelo agente dos Rothschild, dirigente da polícia secreta alemã: Max Warburg. Ele amontoou-os todos num vagão de estrada de ferro lacrado e encarregou-se de sua travessia até a fronteira russa. Quando o trem parou pela primeira vez na Alemanha, dois oficiais alemães subiram para escoltá-los. Eles haviam recebido ordem do general Erich Ludendorf.
Max Warburg era irmão de Paul Warburg, primeiro presidente do Federal Reserve Bank.
Em julho de 1917, o complô sustentado pelos banqueiros internacionais sofreu um início de revés de fortuna. Lênin teve de fugir com alguns outros para a Finlândia. Em compensação, em novembro de 1917, seus esforços foram definitivamente coroados de sucesso.
Se tomarmos em consideração o sustento financeiro que juntou-se à formação recebida em Nova Iorque, não há do que espantar-se. Por ocasião da sangrenta guerra civil que sucedeu à revolução bolchevista, Lênin era o chefe incontestável das atividades políticas, e Trotski foi encarregado da parte militar da organização, que era, de fato, o “Exército Vermelho”.
Esse nome do “Exército Vermelho” (tradução literal: escudo vermelho) não é um nome dado sem razão ou encontrado por acaso. O “Exército Vermelho” bolchevista sob a direção de Trotski era o instrumento mortal dos banqueiros internacionais, eles mesmos sob o domínio dos Rothschild .


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Que esse exército usasse o emblema ou o escudo vermelho não poderia ser mais que adequado. Entretanto, e isso tornou-se um fato histórico, a maioria dos rebeldes sob o comando de Lênin era judia. O Times escreveu também em 24 de março de 1919: “uma das características mais interessantes do movimento bolchevista é a alta porcentagem de elementos não-russos na equipe dirigente. Sobre mais ou menos trinta comissários ou dirigentes que formam o aparelho central bolchevista 75% pelo menos são judeus”.
Segundo os escritos do general A. Nechvolodov, os serviços secretos franceses verificaram que Jacob Schiff havia dado diretamente outros US$ 12 milhões aos revolucionários russos. Esse general cita como outros financiadores da revolução bolchevista: Felix Warburg, Otto Khan, Mortimer Schiff, Jerome H. Hannauer, Max Breitung nos Estados Unidos e Max Warburg, Olaf Aschburg e Jivtovsky na Europa.
O embaixador do império russo nos Estados Unidos, Bakhmetiev, explica que, após a vitória bolchevista, 600 milhões de rublos em ouro foram transferidos da Rússia para o Khun Loeb Bank em Nova Iorque entre 1918 e 1922.
O livro Der plombierte Zug (O trem blindado), de Michael Pearson, prova que - segundo os dados do Ministério das Relações Exteriores - até 5 de fevereiro de 1918, os alemães puseram 40.580.997 marcos alemães à disposição para a propaganda na Rússia e para “fins particulares”. No mesmo documento, é dito que o tesouro alemão havia liberado cerca de 15 milhões de marcos para a Rússia no dia seguinte ao da tomada do poder por Lênin.
O massacre sangrento sofrido por milhões de russos e a escravidão de milhões de outros seres humanos não interessou nem um pouco aos banqueiros internacionais, que só tinham uma finalidade em mente : o domínio do mundo.



Financiamento da Revolução Bolchevista





Coronel House


Max Warburg
$ 6.000.000 Paul Warburg




Jacob Schiff
$ 20.000.000


Hitler TROTSKI


LÊNIN
N.E.P.



Alfred Milner
Rothschild Vanderlip
$ 5.000.000 Harriman
Rockefeller


J. P. Morgan



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21 A “Ochrana” (ex-serviço secreto russo)

A revolução bolchevista não foi, entretanto, somente sustentada pelos Estados Unidos e pela Alemanha. A “Ochrana”, os serviços secretos fundados pelo último czar, comportavam várias organizações que assumiam todas as funcões usuais com seus agentes secretos, seus agentes duplos, sua polícia secreta, seus informantes. A Ochrana era, portanto, uma associação subversiva e criminosa, o que simplificava o trabalho dos Illuminati.
Enormes somas de dinheiro passavam entre as mãos dos banqueiros internacionais - notadamente entre aqueles de Alfred Milner, que foi responsável, mais tarde, pelo grupo secreto da Round Table - para que a Ochrana delas se utilizasse, na qual muitos membros se haviam introduzido no movimento bolchevista. Agentes da Ochrana infiltraram-se nos círculos mais íntimos do partido bolchevista e dirigiram muitas de suas atividades.
A infiltração foi tão importante que, em 1908, quatro membros entre cinco do comitê do partido bolchevista de São Petesburgo perteciam à Ochrana. Estes faziam passar o dinheiro que eles recebiam dos banqueiros internacionais aos bolchevistas, que podiam então facilmente oprimir os mais fortes de seus adversários, os mencheviks assim como o partido socialista. Dois agentes da Ochrana que trabalhavam para o Pravda, um como editor e o outro como diretor financeiro, sustentaram-nos em seus inícios.
Como dizem, Josef Stálin também foi membro da Ochrana; ele era um importante agente de ligação entre a polícia czarista e os bolchevistas.
Após a queda do czar em 1917, a Ochrana foi oficialmente dissolvida, mas ela foi modificada até 1921, com o nome de TSCHEKA, num serviço secreto que comportava dez vezes mais membros que a Ochrana anterior. Em 1920, foi-lhe dado o nome de GPU e em 1934, NKWD (Comissão do Povo Para os Negócios Internos).
A NKWD tinha sob seu controle o sistema russo dos campos de concentração, erigido sob Lênin e que teve seu apogeu sob Stálin. Os campos eram uma parte da economia soviética e quase metade da exploração do ouro e do cromo baseava-se no trabalho forçado dos ocupantes dos campos.
Até 1950, os campos de concentração custaram a vida de mais ou menos quatro milhões de seres humanos.
Só a Primeira Guerra Mundial custou a morte de 10 milhões de soldados russos, sem falar dos milhões de civis. Registrou-se até 1950 por volta de 40 milhões de mortos devido ao sistema comunista. Esse total de mortos representava o mesmo número de vivos que a ex-RFA possuía na época. E essas são apenas cifras oficialmente declaradas!
A KGB atual saiu, afinal de contas, da NKWD. Com seus 90.000 oficiais superiores e uma forte tropa de fronteira de 175.000 homens, era, em 1982, o maior serviço secreto do mundo e continuaria sendo ainda por mais uma década.
O “GOSBANK” o banco central russo, tinha um financiamento idêntico àquele do Federal Reserve Bank. Como este último, ele possuía o dinheiro do “nada”, e representava o sonho de todo o capitalista financeiro. O GOSBANK controlava as transações financeiras soviéticas ainda mais de perto do que os bancos centrais o fazem nos países do Ocidente. Com efeito, todas as transações entre as empresas soviéticas passavam pelo GOSBANK, que podiam assim controlá-las.



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22 O petróleo russo

A Standard Oil (de Rockefeller) comprou dos russos, após a revolução bolchevista, 50% dos imensos campos petrolíferos caucasianos, se bem que eles eram oficialmente nacionalizados.
Em 1927, a Standard Olil construiu a primeira refinaria na Rússia, fez em seguida um acordo com os russos para vender seu petróleo nos mercados europeus e passou US$ 75 milhões aos bolchevistas.


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23 A declaração Balfour

A instauração do regime de marionetes sob Lloyd George em Londres provocou uma reviravolta na política oficial contra o sionismo. Isso repercutiu fortemente quando o novo ministro das relações exteriores, Arthur Balfour, escreveu a seguinte carta, em 2 de novembro de 1917, a Lionel Rothschild:

Caro barão Rothschild,

Tenho o prazer de transmitir-vos em nome do governo de Sua Majestade sua nota de
simpatia pelas aspirações judias sionistas apresentadas ao assentimento do gabinete
que as aprovou.
O governo de Sua Majestade considera favoravelmente o estabelecimento na Palestina
de uma pátria nacional para o povo judeu e empregará todos os seus esforços para
facilitar a realização desse objetivo, ficando entendido que nada será feito que possa
prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não-judias na Palestina, assim
como com os direitos e o estatuto político dos quais os judeus poderiam usufruir em
em qualquer outro país.
Ser-vos-ei reconhecido por fazer chegar esta declaração ao conhecimento da organiza-
ção sionista.

Com minhas sinceras saudações,

Arthur James Balfour

É interessante saber que no momento em que a carta foi escrita, a Palestina era ainda um território turco. Eis aí uma nação que promete um país que é propriedade de uma segunda nação a uma terceira nação.
Alguns anos mais tarde, os turcos foram vencidos e a Inglaterra obteve o controle sobre o Egito e a Palestina, a França sobre o Líbano e a Síria.
Rothschild tomou parte ativa nessa transação: ele serviu-se de sua influência nos Estados Unidos para implicar este último, ao lado dos Aliados, na Primeira Guerra Mundial, e isso numa época na qual os Aliados não se encontravam numa posição de força em relação à Alemanha e à Turquia.


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24 Os americanos também “querem” participar da guerra


A sede central dos sionistas em Berlim foi tranferida para Nova Iorque sob a direção do juíz Louis D. Brandeis. O coronel Edward M. House e Bernard Baruch foram outros agentes importantes do Banco Rothschild.
Prestai particular atenção a esses nomes, eles terão ainda, freqüentemente um papel importante. Baruch foi o instrumento da campanha presidencial de Woodrow Wilson que foi coroada com êxito. Quanto ao coronel House, ele foi o mais próximo conselheiro do presidente Wilson; ele organizou o gabinete segundo os interesses dos Rothschild e dirigiu praticamente todo o Departamento de Estado. Isso não era segredo para ninguém: o presidente Wilson estava sob o jugo do coronel House e tornou-se a marionete ideal nas mãos dos Rothschild. Ele deu a prova concreta disso não opondo nenhum veto à criação do Federal Reserve e pedindo o acordo do congresso para fazer guerra contra a Alemanha.
O congresso deu também seu acordo por causa da “forte pressão” do povo. Este foi, de fato, manipulado com as mesmas técnicas de propaganda, com o mesmo social conditioning próprio de Wellington House do RIIA que haviam sido aplicadas antes ao povo inglês (O assunto das “máquinas para lavar cérebro” está perfeitamente descrito nos diferentes livros do cientista Thomas E. Bearden e no livro de Preston B. Nichol The Montauk Project, em particular a cadeia Montauk, que foi elaborada graças à técnica desenvolvida pela ITT).

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O coronel House participou também dessa propaganda. Em 1916 ele usou de sua forte influência - em acordo com os acionistas do Federal Reserve - para convencer o povo americano, graças à propaganda e do auxílio do presidente Wilson (marionete dos Rothschild) que ele tinha o dever sagrado de servir-se da democracia para trazer “segurança” ao mundo.
Pouco depois, os americanos entraram em guerra. os Illuminati fizeram o povo americano aceitar o presidente Wilson, dando-lhes a etiquetas de representante da “nova liberdade”.
A Primeira Guerra Mundial foi para os banqueiros iluminados um negócio muito bom. Bernard Baruch, que se tornou presidente da “Comissão da Indústria de Guerra”, viu sua fortuna inicial passar de US$ 1 milhão para US$ 200 milhões.
A ação seguinte de Woodrow Wilson, por ordem do coronel House, foi de fazer com que o congresso compreendesse a necessidade de formar a “Sociedade das Nações” League of Nations, que deveria tornar-se mais tarde na ONU. Este foi um passo decisivo dos Illuminati no caminho que deveria conduzí-los para a dominção do mundo.
Des Griffin descreve a Primeira Guerra Mundial tal como a viam os Illuminati, como segue:

1. A política estrangeira americana de neutralidade da qual George Washington tornou-se
campeão em sua mensagem de adeus e que foi repetida na doutrina de Monroe era letra
morta. Um precedente foi criado graças ao enorme embuste que permitiu aos banqueiros
internacionais servir-se da América como um instrumento militar.
2. A Rússia czarista, preocupação permanente já há muitos anos para os manda-chuvas
financeiros, tinha sido varrida com sucesso do cenário mundial. Quarenta e sete anos
mais cedo, o grande-Iluminado Albert Pike o havia predito em sua famosa carta a
Mazzini.
3. A Primeira Guerra Mundial havia causado aos Estados implicados uma dívida de
Estado de valor astronômico. Essas dívidas haviam sido contratadas dos banqueiros
internacionais que como já o vimos, tinham organizado tudo e posto tudo em cena desde
o início. Os “lugares onde se desenrola a guerra se revelaram sempre os mais lucrativos
para seus organizadores e para aqueles que os financiam”.

Die Absteiger, p. 147

Era evidente que os acordos de Versalhes se desenrolaram também segundo os planos dos Rothschild. Do lado americano se encontravam Woodrow Wilson, o marionete dos Rothschild, com seus conselheiros e os agentes de Rothschild: o coronel House e Bernard Baruch. Do lado inglês, mais exatamente do lado da “Coroa”, tinha Lloyd George, membro do “Comitê dos 300” com seu conselheiro Sir Philip Sassoon, descendente direto de Amschel Rothschild e membro do Conselho de Estado secreto inglês, Privy Council. A delegação francesa era representada pelo Primeiro ministro Clemenceau e George Mandel. Mandel, nascido Jerobeam Rothschild, que foi freqüentemente designado como o “Disraeli” francês, completava bem o quadro. Foi para o coronel House, no apogeu de seu poder nesse momento, que os olhares se voltaram durante a conferência da paz em Versalhes. Clemenceau encontrou-se, um dia, junto a House quando justamente o presidente Wilson também ali estava. Wilson teve que retirar-se desse lugar para não atrapalhá-los e permitir-lhes manter a conversação com tranqüilidade.
O tratado de Versalhes é descrito assim por Philip Snowden:

O tratado deveria satisfazer aos corruptos, aos imperialistas e aos militares. Ele dá um golpe
mortal a todos os que haviam esperado que o fim da guerra trouxesse a paz. Não é um
contrato de paz, mas, ao contrário, a declaração de outra guerra.
Ele traiu a democracia e todos os que morreram na guerra.
O tratado revela os verdadeiros fins dos Aliados. (Empire of “The City”, p. 42)

A esse respeito Lloyd George afirma:


Temos um documento escrito que nos garante uma guerra em vinte anos. Se eles impuseram
condições a um povo (Alemanha) que não tem possibilidade de corresponder (a essas
condições), eles o obrigam a romper o tratado ou a fazer guerra.

E nós esclarecemos, desde então, os que tramaram os acordos de Versalhes e as finalidades que eles desejavam. Alguns ignorantes podem, talvez, continuar a negar a autenticidade dos “Potocolos dos Sábios de Sião”, mas, mesmo com a melhor boa vontade, não se pode dizer que foi por acaso que os agentes de Rothschild se encontravam presentes por ocasião do tratado de Versalhes.


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Os americanos também “querem” participar da guerra




Fundações:
Rhodes Rockefeller
Rothschild Carnagie
Milner Ford


Khun Loeb
Lazard Brothers The Round Table
Dillon, Read Executive Dept.
Lehman, Bros
Goldman, Sachs
Chase Manhattan R.I.I.A. Rand
Morgan Guaranty Hudson Institute
Fund for Republic
Brookings Institute


C.F.R.
Lovestone
Schiff Dubinsky
Warburg Reuther
Vanderlip
Rockefeller Standard Oil
Baruch IBM, Xerox
Morgan Pan American
Eastman Kodak NBC, CBS
Firestone Time Life
US Still Fortune, Look
Newsweek
A.D.A. New York Times
L.I.D. Washington Post
U.W.F. MacGraw-Hill
Simon & Shuster
Harper Bros.
Book of the Month
Saturday Review
Business Week











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25 O ministério Rockefeller das relações exteriores (CFR)



Os Illuminati provocaram a Primeira Guerra Mundial para constituir seu governo mundial. Se eles tivessem conseguido esse governo mundial após a Primeira Guerra, eles teriam evitado as guerras seguintes. Após o armistício de 11 de novembro de 1918, Woodrow Wilson e seu conselheiro, o coronel House, foram à Europa com a esperança de aí formar um governo mundial apresentando-o sob a forma da Sociedade das Nações.
Os 14 pontos de Wilson entretanto não tiveram o efeito que esperavam, pois a falta ou falha foi repartida igualmente entre todos, e o plano malogrou. Por isso House encontrou os membros da organização secreta britânica The Round Table em 1919.
Era evidente que para alcançar sua finalidade, os Illuminati deveriam estender sua rede. Uma vez criado o RIIA na Inglaterra, tomou-se a decisão de criar também nos Estados Unidos uma organização de frente. Durante a conferência da “paz” (!) em Paris em 1919, o coronel House, anfitrião então do grupo da Round Table, reuniu as mentes mais esclarecidas do Brain Trust, de Wilson, para formar um grupo que deveria ocupar-se dos negócios internacionais.
Esse grupo deixou Paris para voltar a Nova Iorque e tornou-se em 1921 o Council of Foreign Relations (CFR). O CFR é constituído de americanos e como a RIIA, seu núcleo central é o grupo da Round Table. O CFR e a Comissão Trilateral são hoje em dia, sempre às ocultas, as organizações mais influentes dos Estados Unidos. Assim como o CFR e o grupo da Round Table puxam os cordões da J. P. Morgan & Co. Bank. Não é de se espantar que J. P. Morgan teve um papel importante na fundação.
O “círculo mais íntimo” do CFR é a ordem Skull & Bones.



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26 Os preparativos para a Segunda Guerra Mundial


Em 6 de fevereiro de 1929, Montagu Norman, presidente do “Banco da Inglaterra”, veio “aconselhar-se” com o ministro das finanças, Andrew Mellon no momento seguinte que o Federal Reserve aumentou sua taxa de juros.
Em 9 de março de 1929, Paul Warburg comunicou na revista de finanças Financial Chronicles:

Se for permitido especular sem colocar limites [...] então o desmoranamento total
é seguro e certo.

Aqueles que compreenderam retiraram-se da Bolsa nas pontas dos pés e investiram em ouro e em prata. Des Griffin escreveu a esse respeito:

O tempo chegou; era o outono de 1929, quando os banqueiros internacionais deveriam apertar sobre o botão que iria desencadear a Segunda Guerra Mundial. Após ter traído até mesmo seus agentes e seus amigos, provocando artificialmente um boom de ações, eles destruiram a base do sistema e precipitaram os Estados Unidos em uma profunda crise. Os anos seguintes assistiram o desenvolvimento econômico diminuir no mundo inteiro até que praticamente quase nada funcionava.

Die Absteiger, p. 177

Os Illuminati serviram-se com muita esperteza do desespero geral causado pela crise para assim comprar por preço baixo os terrenos e as sociedades. Foi assim para eles uma boa ocasião de aumentar sua influência sobre o governo americano. O CFR começou, como era previsto, a atrair para seu lado os eminentes do governo, os chefes da economia, os gerentes da imprensa e os militares de alta patente.




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27 Adolf Hitler oferece seus serviços


Assim como acabamos de examinar, o futuro da Alemanha já estava determinado após o tratado de Versalhes, que a obrigava a pagar reparações num montante de 123 bilhões de marcos-ouro e a dar anualmente 26% do valor de suas exportações. A derrocada da moeda alemã, seguida da exigência dos pagamentos de reparações, estavam pois, previstos. Caminhava-se para a inflação crônica!
Nesse caos, a Alemanha pediu um adiantamento para todos os pagamentos de reparações, em dinheiro líquido para os dois anos seguintes. Os vencedores rejeitaram a oferta. Eles votaram em 9 de janeiro de 1923 três contra um (a Inglaterra votou “não” por ordem da “City”) para declarar que o Reich alemão estava atrasado nos seus pagamentos de reparações. Dois dias mais tarde as tropas francesas e belgas ocuparam Ruhr. Mas os operários alemães apelaram para uma greve geral nessa região e a ocupação dos aliados malogrou. As tropas saíram desse impasse quando a Alemanha declarou estar de acordo em aceitar o compromisso conhecido pelo nome de plano DAWES.
O “Plano Dawes” tinha sido elaborado por J. P. Morgan, colega de Rothschild e devia conceder à Alemanha crédito de US$ 800 milhões nos quatro primeiros anos. O “Plano Dawes” malogrou assim que os pagamentos das reparações da Alemanha aumentaram.
Ele foi trocado pelo “Plano Young”, que era o nome do agente Morgan (Owen Young). Para melhor roubar o país os banqueiros internacionais criaram na Suiça o “Banco para Pagamento Internacional de Contas”. Isso facilitaria os pagamentos das reparações das dívidas da Primeira Guerra Mundial; bastava uma transferência de valores da conta de um país para a conta de outro país, pois os dois tinham uma conta nesse banco. Nesse caso os banqueiros se prevaleceram mais uma vez usufruindo dos custos e das comissões das transações.
O professor Quingley relata:

É preciso notar que esse sistema (os planos Dawes e Young) foi instaurado por banqueiros internacionais e que o emprétimo de dinheiro para a Alemanha lhes rendeu muito.

É uma das melhores demonstrações do sistema de Maquiavel. De um lado os banqueiros sustentaram todos os partidos que fizeram a guerra e de outro, emprestaram também dinheiro aos alemães para os pagamentos das reparações.
Qualquer coisa que a Alemanha pudesse fazer, sabia-se bem a quem ela recorreria para emprestar dinheiro. Era exatamente o mesmo grupo que havia programado a Primeira Guerra Mundial, que a havia financiado, dirigido e enchido os bolsos.
Mas o jogo ia mais longe. Era preciso realizar ainda grandes projetos e seguir metas importantes. Era a vez da Segunda Guerra Mundial! Os enormes capitais americanos que foram transferidos para a Alemanha desde 1924 sob a cobertura do “Plano Dawes” e do “Plano Young” constituíam a base sobre a qual Hitler iria construir toda sua máquina de guerra.
Assim o expôs dr. Anthony C. Sutton em Wall Street and the Rise of Hitler:

O envio de dinheiro fornecido à Alemanha, antes de 1940, pelo capitalismo americano, tendo em vista o preparo para a guerra, só pode ser qualificado de fenomenal. Sem nenhuma dúvida, foi decisivo para a preparação militar da Alemanha. Provas permitem compreender que o setor influente da economia americana estava, certamente, lúcido sobre a natureza do nazismo, prontos a auxiliá-lo e sustentá-lo financeiramente por interesse pessoal, plenamente consciente de que isso acabaria numa guerra na qual seriam implicados a Europa e os Estados Unidos [...]

Conhecendo os fatos, é impossível pleitear a ignorância. As provas tão cuidadosamente estabelecidas que atestam que os meios bancários e industriais americanos estavam largamente implicados para instaurar o terceiro Reich estão agora acessíveis ao público. Podemos encontrá-las nas prestações de contas e nos relatórios sobre as auditorias do governo publicadas entre 1928 e 1946 pelas diferentes comissões do senado e do congresso. Entre as provas as mais importantes se encontram aquelas fornecidas pelo sub-comitê do congresso investigando sobre a propaganda nazista (House Sub-Comitee Investigate Nazi Propaganda) em 1934 pelo relatório sobre os cartéis publicados em 1941 pela comissão econômica provisória nacional do congresso (House Temporary National Economic Commitée) assim como pelo sub-comitê do Senado para a mobilização de Guerra, em 1946 (Senate Subcommitée on War Mobilization 1946).
Uma parte desta fascinante história, é revelada pelo historiador G. Edward Griffin: “Os anos precedentes da Segunda Guerra Mundial viram nascer um cartel internacional, tendo como sede central a Alemanha, que controlava a indústria química e farmacêutica no mundo inteiro e com o qual 93 países cooperaram.


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Era uma força política e econômica poderosa em certos lugares da Terra. Esse cartel denominava-se I. G. Farben. As iniciais I. G. (Interessengemeinschaft, que quer dizer, Grupos de interesses) significam simplesmente que se trata de um cartel [...] Até a declaração da Segunda Guerra Mundial, o grupo I. G. Farben tinha se tornado o grupo industrial mais importante da Europa e o empreendimento de química mais importante do mundo. Ele fazia parte de um cartel de um poder e de um tamanho gigantesco, fato único em toda a história.
I. G. Farben havia desenvolvido em 1926 um método para obter gasolina a partir de carvão e concluiu em 1949, um contrato de licença com a Standard Oil (de Rockefeller). Esta última deu à I. G. Farben 546.000 de suas ações ordinárias no valor de mais de US$ 30 milhões.
Dois anos mais tarde, I. G. Farben assinou o contrato ALIG com Alcoa-Aluminium. I. G. Farben produziu quase a metade da gasolina alemã e, mais tarde, construiu refinarias bem ao lado dos campos de concentração.
Os prisioneiros foram obrigados a trabalhos forçados enquanto se produzia nessas refinarias o gás para as câmaras de gás. O grupo I. G. Farben foi um dos mais importantes trustes controlados pelos Rothschild e despendiam enormes somas de dinheiro na economia alemã e particularmente aos futuros SS. O comitê diretor do I. G. Farben contava entre seus membros Max e Paul Warburg do Federal Reserve, que possuíam grandes bancos na Alemanha e nos Estados Unidos. Dois outros membros do conselho de administração foram C. E. Mitchell, membro do conselho de administração do Federal Reserve e do National City Bank e H. A. Metz do Bank of Manhattan.
Herman Schmitz, presidente do I. G. Farber fazia parte, ao mesmo tempo, do comitê diretor do Deutsche Bank e do “Banco para o Pagamento Internacional de Contas”.
Os irmãos Averell e Roland Harriman (iniciados em 1917 na Skull & Bones) contribuíram fortemente para financiar, pelo Union Bank, os nazistas. Da mesma forma as filiais da ITT e da General Electric sustentaram diretamente os SS do Reich.
James Martin, chefe de serviço dos negócios referentes à guerra econômica do Ministério da Justiça, fez buscas sobre a organização referente a indústria nazista e citou os fatos seguintes no livro All Honorable Men (p. 70):


O principal agente de ligação entre Hitler e os barões endinheirados da Wall Street foi Hjalmar Horace Greely Schacht, presidente do banco do Reich, cuja família estava estreitamente ligada à elite das finanças internacionais. Schacht foi o cérebro do “Plano Young” (plano de reconstrução por intermédio do agente Morgan, Owen Young) e também do “Banco para o Pagamento Internacional de Contas”. O plano concebido por Schacht funcionou com perfeição e contribuiu para tornar explosivos os acontecimentos na república de Weimar. Dr. Fritz Thyssen, industrial alemão, explicou que ele se voltou para o partido nazista quando verificou que deveria fazer isso para impedir o afundamento total da Alemanha, lutando contra o plano Young. [...] A aceitação do plano Young e dos seus princípios financeiros acentuou cada vez mais o desemprego; podia-se contar brevemente com um milhão de desempregados.


Eis aí um solo fértil que a “Sociedade Thule” só tinha que utilizar, servindo-se da ferramenta de que ela dispunha na pessoa de Adolf Hitler.
Após o crash em 1931, a indústria alemã quase foi a bancarrota. Fritz Thyssen aderiu oficialmente ao partido nazista e sustentou Adolf Hitler. A maior parte de sua fortuna escoou através do Bank voor Handel, que por sua vez controlava o Union-Bank.
O Union-Bank era uma aliança de Thyssen e Harriman. Lancemos uma olhadela sobre a lista dos diretores: quatro entre oito eram membros da Skull & Bones, e dois eram nazistas. Harriman financiava, ao mesmo tempo, os soviéticos e os nazistas por intermédio do Brown Bros. Harriman Bank.
Um dos mais próximos colaboradores foi Prescott Bush, pai de George Bush, ex-presidente dos Estados Unidos. Prescott e George Bush são, ambos, membros da Skull & Bones.
Até 1936, mais de 100 firmas americanas estavam implicadas na construção da máquina de guerra alemã. Entre outras, a General Motors, Ford, Internacional Harvester e Du Pont. Os investidores, em todo o caso não visavam a nada de negócios no curto prazo pois o contrato entre essas firmas e o governo alemão estipulava que estas não tinham o direito de tirar um Pfennig da Alemanha.
Os lucros só apareceriam cinco anos mais tarde, quando os Japoneses atacaram Pearl Harbour arrastando, com isso, os Estados Unidos para a guerra. Com toda evidência, isso tudo já havia sido preparado nos mínimos detalhes. Entretanto, só os iniciados estavam a par dos fatos.





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Des Griffin resume os últimos acontecimentos assim:


Os banqueiros internacionais e seus agentes estão na origem da situação que conduziu à
Primeira Guerra Mundial; eles retiraram disso um bom despojo; eles financiaram a revolução russa e obtiveram o controle desse grande país; eles manipularam os acontecimentos na Europa pós-guerra, de forma a “provocar uma situação” (segundo as próprias palavras de Edward Stanton) que os levou, financeiramente falando, “ao sétimo céu”; eles utilizaram os fundos americanos que lhes permitiram embolsar enormes comissões para “equipar a indústria alemã com instalações técnicas de alto nível”, e elevá-la assim, largamente, em segundo lugar na situação mundial. Esses abutres sem escrúpulos que detinham os monopólios manipularam e utilizaram os alemães, explorando-os tanto e tão bem que mereciam seu ódio para sempre. Enquanto colocavam os pés sobre a indústria alemã, sempre lutando ao mesmo tempo contra o povo alemão, eles iriam permitir a entrada de um homem forte no cenário político. Este, por sua vez, ganharia as massas para sua “causa” prometendo-lhes libertá-los das rapinas financeiras internacionais. A Alemanha dos anos 30 era uma bomba de efeito retardado, fabricada pelos banqueiros internacionais. Ela estava a espera de uma pessoa como Hitler, que iria entrar em cena e tomar o poder.

Des Griffin: Die Absteiger, p. 176



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28 Adolf Schicklgruber e a Sociedade Thule



Para dar melhor esclarecimento sobre o “terceiro Reich” envolto em mistério e sobre o papel desempenhado por Adolf Hitler, devo voltar um pouco mais longe no tempo. Como alemães, estamos sem cessar associados ao terceiro Reich por toda a parte no mundo e particularmente após os últimos ataques contra os focos dos que pedem asilo político. Entretanto, poucas pessoas conhecem os verdadeiros motivos de então. Ouve-se por toda parte falar da “doutrina de raça da elite ariana e das câmaras de gás para os judeus”, mas ninguém conhece a origem desses fatos. Nos livros escolares, fala-se aos alunos do malvado Adolf Hitler, que sustentado por uma propaganda bem organizada e pela hipnose das massas, é segundo todas as aparências o único responsável por esses acontecimentos. Mas ninguém fala de quem ele obteve sua ideologia, nem quem o colocou nessa posição e principalmente por quem ele era financiado. Os livros que poderiam desvendar essas coisas foram voluntariamente tirados pelos Aliados e foi até mesmo proibido lê-los. Isso contribuiu também para manter até nossos dias uma sombra de misticismo sobre o passado dos alemães. Por isso penso que é muito necessário esclarecer o que ficou oculto, mesmo se as teses dos SS possam parecer para muitos como inacreditáveis. Encontrareis aqui “verdadeiro material” para ser discutido.
Entre 1880 e 1890, muitas personalidades e, entre elas, algumas das cabeças mais eminentes da Inglaterra, encontraram-se para formar “A Ordem Hermética da Aurora Dourada” (The Hermetic Order of the Golden Dawn). Os membros da Golden Dawn eram recrutados, em primeiro lugar, na Grande loja da Franco-maçonaria inglesa (loja-mãe) e na Ordem dos Rosa-cruzes. A Golden Dawn era, de qualquer forma o ponto alto da franco-maçonaria esotérica inglesa dessa época e constituía seu núcleo mais íntimo e o mais secreto. Entre outros membros encontrava-se:
Florence Farr; W. B. Yeats, prêmio Nobel de literatura: Bram Stoker (autor do Drácula); Gustav Meyrink (autor dos livros “O Golem” e “O Rosto Verde”); Aleister Crowley (o mago mais conhecido nestes últimos 100 anos, que passou, mais tarde, para a magia negra, fundador da Igreja Thelema e franco-maçom do 33.º grau do Rito Escocês); Rudolf Steiner (escritor e filósofo, fundador da antropossofia - “que constitui uma cisão da teosofia”) , franco-maçom do 33.º grau do Rito Escocês, dirigente da “Sociedade Teosófica” na Alemanha, grão-mestre da ordem dos Iluminados, Ordo Templi Orientis (OTO) e grão-mestre do ramo Mysteria Mystica Eterna. Ele saiu, entretanto, mais tarde da Golden Dawn por divergências de pontos de vista. Steiner recusou aceitar no Golden Dawn o ocultista Trebisch-Lincoln; isso foi-lhe cobrado mais tarde.


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Em 1917, as seguintes pessoas encontraram-se em Viena: o ocultista barão Rudolf von Sebottendorf, o discípulo de Gurdjieff, Karl Haushofer, o aviador de combate Lothar Waiz, o prelado Gernot da Sociedade dos Herdeiros dos Templários Societas Templi Marcioni e Maria Orsitsch (Orsic), uma médium de Zagreb. Essas pessoas tinham estudado muito as doutrinas e os rituais do Golden Dawn e estavam particularmente bem informadas das lojas secretas asiáticas. Sebottendorf e Haushofer, em particular, eram viajantes experimentados da Índia e do Tibete, muito aprofundados nas doutrinas e mitos desses países. Haushofer manteve contatos durante a Primeira Guerra com uma das mais influentes sociedades secretas da Ásia, a dos “Barretes Amarelos”. Essa foi fundada em 1409 pelo reformador budista Tsongkhapa. Haushofer lá foi iniciado e jurou suicidar-se se sua “missão” malograsse. Em seguida a esses contatos, comunidades tibetanas formaram-se na Alemanha dos anos 20.
Durante as reuniões em Viena, os quatro jovens esperavam aprender alguma coisa sobre os textos de revelações secretas dos templários como também sobre a confraria secreta “Os Mestres da Pedra Negra”. O prelado Gernot pertencia à Sociedade dos Herdeiros dos Templários, que no meu conhecimento, é a única verdadeira sociedade templária. Tratava-se dos sucessores dos templários de 1307 que transmitiram seus segredos de pai para filho - até hoje. O prelado Gernot falou-lhes sobre a vinda de uma nova era, da passagem da era de Peixes para a era de Aquário. Lá se falava sobre o fato de nosso ano solar, correspondendo com as doze revoluções da lua, está dividido em doze meses, assim como a revolução do nosso sol ao redor do grande sol central (o sol negro do qual falam os antigos mitos) está dividido em doze partes. É tudo isso, sem esquecer a precessão do movimento cônico da Terra sobre si mesma devido à inclinação de seu eixo, que determina as eras.
Segundo esses dados, um “mês cósmico” dura 2.155 anos, um “ano cósmico” dura perto de 25.860 anos. Pelo dito dos templários, nós estamos não somente nas portas de uma nova era (como é o caso a cada 2.155 anos), mas também no fim de um ano cósmico e nas portas de outro. Tendo completado seus 25.860 anos, a Terra recebe os últimos fracos raios da era de Peixes antes de entrar na era de Aquário sob fortes radiações. Ela deixa, segundo a definição indo-ariana, a época do Kali-Yuga, a era do pecado. Todas as mudanças de eras conduziram a turbulências políticas, religiosas, sociais e mesmo geológicas de grande amplitude. Essa fase de transformação da antiga para a nova idade é designada na doutrina da Mesopotâmia de “três passos duplos de Marduk”. É um lapso de 168 anos no meio do qual é esperado na Terra a chegada do raio Ilu, do raio divino.
Após sábios cálculos, os templários designaram o dia 4 de fevereiro de 1962 como data do aparecimento desse raio. Foi assim que foi conhecida a data correspondente à metade deste período de transformação de 168 anos e que os acontecimentos particularmente importantes foram previstos para os anos 1934 e 1990.
Podemos supor que o assunto principal da conversa entre as pessoas acima mencionadas se referia o subentendido em uma passagem do Novo Testamento de Mateus 21:43, onde Jesus se dirige aos judeus: “o reino de Deus vos será retirado e dado a outro povo que produzirá frutos”.
O texto original completo a esse respeito que se encontra nos arquivos da Societas Templi Marcioni fala disso de uma maneira bem mais clara: De fato, Jesus disse concretamente de qual “outro povo” se trata, pois ele fala aos germânicos que serviam numa legião romana e lhes disse que esse será o seu povo. Foi isso que Sebottendorf e seus amigos quiseram definitivamente saber: o povo germânico, portanto, alemão, teria a missão de criar um reino de luz sobre a Terra. Anunciaram que o raio penetraria a Terra no monte Untersberg, perto de Salzburgo.
No final de setembro de 1917, Sebottendorf encontrou-se com os membros da sociedade “Os Mestres da Pedra Negra” no monte Untersberg para receber o poder da pedra violeta-negra nome no qual a sociedade secreta se inspirou.
“Os Mestres da Pedra Negra”, procedentes em 1221 da sociedade dos templários marcionistas e dirigidos por Hubertus Koch, tinham por meta combater o mal neste mundo e de participar da construção do reino de luz de Cristo. Essa força sombria que era preciso combater havia se manifestado no pretendido “Antigo Testamento” da Bíblia como sendo “Deus”, através de Moisés e de outros médiuns. Yahvé se dirige assim a Abrahão com as palavras hebraicas Ani ha El Shaddai traduzido por Eu sou El Schaddai - “o grande anjo caído” (Schaddai El) - o Satã (ver a tradução original da Bíblia, Gênesis 17:1).
Sebottendorf havia encontrado resposta para sua pergunta: El Schaddai, o Deus do Antigo Testamento, foi o corruptor, o adversário de Deus. Seus adeptos participavam portanto da destruição da terra, da natureza, dos seres humanos. Eram os hebreus - o povo judeu. Jesus o explica sem rodeios no Evangelho de João 8:30-45, quando ele disse aos judeus:

Responderam-lhe (os judeus): “Nosso pai é Abraão”. Disse-lhes Jesus: Se sois filho de Abraão, praticai as obras de Abraão. Vós, porém, procurais matar-me, a mim, que vos disse a verdade que ouvi de Deus. Isso, Abraão não fez! Vós fazeis as obras de vosso pai. Disseram-lhe então: “Não nascemos da prostituição; temos só um pai: Deus”.


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Disse-lhes Jesus: “Se Deus fosse vosso pai, vós me amaríeis, porque saí de Deus e venho dele; não venho por mim mesmo, mas foi ele que me enviou. Por que não reconheceis minha linguagem? É porque não podeis ouvir minha palavra. Tendes por pai o Diabo, e quereis realizar os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não permaneceu na verdade, porque nele não há verdade: quando ele mente, fala do seu próprio imo, porque é mentiroso e pai da mentira. Mas, porque digo a verdade, não credes em mim.

Muitos perguntam sempre ingenuamente: Por que Hitler atacou precisamente os judeus? Espero que as linhas escritas acima esclareceram o leitor. Segundo a Sociedade Thule, de onde se originaram, mais tarde, o DAP, o NSDAP, os SS, etc., o povo judeu com a missão recebida pelo Deus Yahve do Antigo Testamento para “criar o inferno na terra” era a causa das guerras e das discórdias na terra. As pessoas de Thule sabiam pertinentemente o que eram os sistemas bancários judeus, quer dizer, de Rothschild e companhia, assim como dos Protocolos dos Sábios de Sião. Eles sentiam-se como enviados, de acordo com a revelação de Sajaha, para combater esse povo e particularmente o sistema de lojas judias e de seus bancos a fim de criar o reino de luz na terra. (N.A.: como podeis verificá-lo, esses homens eram tão incapazes de combater as causas como seu mestre Jesus Cristo lhes havia ensinado, e de transformar o mundo por amor a si mesmo, à criação e de seu próximo (e o próximo pode pertencer a outra raça ou religião). Eles rejeitaram sua própria responsabilidade e a descarregaram sobre um culpado, Satã. Seu ódio tornou-os tão cegos que eles nem perceberam que estavam utilizando as mesmas armas que o pretendido Deus satânico Yahve que eles queriam combater. Essas pessoas deveriam, portanto, saber que a paz não se obtém fazendo a guerra.)
Ao redor do barão Rudolf von Sebottendorf formou-se um círculo que passou da “ordem germânica” para a “Sociedade Thule” em 1918 em Bad Aihling. Além das práticas da Golden Dawn tais como o tantrismo, ioga e as meditações orientais, eles se entregavam à magia, à astrologia, ao ocultismo, decifravam o saber dos templários e procuravam estabelecer uma ligação entre esses domínios e a política.
A Sociedade Thule acreditava - segundo a revelação de Isaías - na vinda de um Messias, “o terceiro Sargon”, que deveria trazer a glória e uma nova cultura ariana para a Alemanha. Os membros, mais importantes, nomeados por Dietrich Bronder em seu livro Bevor Hitler kam (Antes da vinda de Hitler) e por E. R. Carmin em “Gurú Hitler” (idem) são os seguintes:


1. Barão Rudolf von Sebottendorf, grão-mestre da ordem;
2. Guido von List, mestre de ordem;
3. Jörg Lanz von Liebenfels, mestre de ordem;
4. Adolf Hitler, Führer, chanceler do Reich e chefe supremo da SS;
5. Rudolf Hess, adjunto do Führer;
6. Hermann Göring, marechal do Reich e chefe supremo da SS;
7. Heinrich Himmler, chefe da SS do Reich e ministro do Reich;
8. Alfred Rosemberg, ministro do Reich e dirigente dos nacionais-socialistas;
9. Dr. Hans Frank, dirigente dos nacionais-socialistas e governador geral da Polônia;
10. Julius Streicher, chefe supremo das SS e dirigente da região Francónia;
11. Dr. Karl Haushofer, general de brigada na reserva;
12. Dr. Goufried Feder, secretário de Estado aposentado;
13. Dietrich Eckart, chefe-redator do “Völkischer Beobachter”;
14. Berhard Stempfle, o confessor de Hitler e amigo íntimo;
15. Theo Morell, médico pessoal de Hitler;
16. Franz Gürtner, chefe da polícia de Munique;
17. Rudolf Steiner, fundador da doutrina antroposófica;
18. W. O. Schumann, doutor e professor da Faculdade de Ciências de Munique;
19. Trebisch-Lincoln, ocultista e viajante do Himalaia;
20. Condessa Westrap;
e demais outros ...


A Sociedade Thule dividiu-se, mais tarde, em dois ramos, o ramo esotérico (Do grego esoteros, que significa interior.), do qual Rudolf Steiner fazia parte, e o ramo exotérico (Do grego exoteros, que significa exterior.), do qual Hitler tomou, mais tarde, a direção. Alguns autores afirmam que os exoteristas tinham, entre outros, travado debates judiciários e condenado seres humanos à morte. Em todo o caso, Hitler perseguiu, mais tarde Steiner e seus discípulos e condenou à morte aqueles que ele pode pegar.



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Algumas das doutrinas capitais que marcaram fortemente a Sociedade Thule foram a religião germano-ariana Wihinai, elaborada pelo filósofo Guido von List, a glaciologia do mundo de Hans Horbiger e o cristianismo original dos adeptos de Marcion que se opôs ao Antigo Testamento. O círculo mais íntimo, em todo o caso, tinha-se ligado contra os judeus do mundo inteiro e contra a franco-maçonaria e suas lojas.
Alguns autores pretendem, entretanto, que a Sociedade Thule, havia tido, além do mais, outra ideologia. Não quero tirá-la do leitor, mesmo que não se trate forçosamente de uma realidade inabalável. Que o leitor julgue!


A História de “Thule” em poucas palavras:


“Última Thule”, tinha sido a capital do primeiro continente colonizado pelos arianos. Este chamava-se Hiperbórea e teria sido mais antigo que a Lemúria e a Atlântida (continentes submersos, habitados antigamente por grandes civilizações). Na Escandinávia, existe uma lenda a respeito de “Última Thule” esse país maravilhoso no grande norte onde jamais havia o pôr do sol, e onde viviam os ancestrais da raça ariana.
O continente “hiperbóreo” estaria situado no Mar do Norte e teria afundado por ocasião de uma época glacial. Supõe-se que seus habitantes vieram do sistema solar de Aldebaran, que é o astro principal da constelação de Touro; eles mediam perto de quatro metros de altura, tinham a pele branca e eram loiros de olhos azuis.
Não conheciam guerras e eram vegetarianos (Hitler também, aliás). Pelos textos conhecidos a respeito de Thule, os hiperboreanos estavam bem mais adiantados em tecnologia e ter-se-iam servido dos Vril-ya, engenhos voadores que designamos hoje pelo nome de “OVNIs”. Graças a existência de dois campos magnéticos inversamente rotatórios, esses discos voadores eram capazes de levitar, atingiam velocidades enormes e realizavam manobras de vôo, desempenho que observamos também nos OVNIs. Teriam utilizado a força Vril como potencial energético, quer dizer, como combustível (Vril = éter, ou prana, chi, força cósmica, orgon... Mas esse nome é derivado também do vri-ll do acadiano que significa “semelhante a mais alta divindade” ou “igual a Deus”.). Eles subtraíram pois a energia (que não custava nada) do campo magnético terrestre, como o faz o conversor a taquions do comandante Hans Coler ou o motor a “espaço quanta” desenvolvido por Olive Crane.
Quando o continente hiperbóreo começou a afundar, os habitantes começaram a cavar túneis gigantescos na crosta terrestre com grandes máquinas e ter-se-iam estabelecido sob a região do Himalaia. Esse reino subterrâneo tem o nome de Agartha ou Agarthi, e sua capital denomina-se Shamballah. Os persas denominaram esse reino subterrâneo “Ariana” ou “Arianne”, o país de origem dos arianos. Notamos aqui que Karl Haushofer afirmou que Thule era, de fato a Atlântida e ele dizia, contrariamente a todos os outros pesquisadores do Tibete e da Índia, que os sobreviventes da Thule-Atlântida se dividiram em dois grupos, um bom e um mau. Os bons, que, devido ao seu oráculo, tomaram o nome de Agarthi, instalaram-se na região do Himalaia; os maus, que se denominavam, de acordo com Haushofer, os Shamballah e que queriam reduzir os seres humanos à escravidão, dirigiram-se para o Ocidente. Haushofer afirmava que um combate já existia há milhares de anos entre os de Agarthi e os de Shamballah, combate que teve continuidade com a Sociedade de Thule, com o terceiro Reich, representando os Agarthi, contra os de Shamballah, os franco-maçons e os sionistas. Esta era provavelmente também a missão de Haushofer.
O soberano desse reino seria “Rigden Iyepo”, o rei do mundo, e seu representante na terra seria o Dalai-lama. Hushofer estava persuadido que esse reino subterrâneo sob o Himalaia era o lugar de origem da raça ariana. Ele teria tido a prova disso, dizem, por ocasião de suas numerosas viagens ao Tibete e à Índia.
A insígnia marcante de Thule teria sido a suástica com os braços virados a esquerda. Segundo os dizeres dos lamas tibetanos e do Dalai-lama em pessoa, as pessoas de Agarthi existem ainda hoje. O reino subterrâneo, que está bem arraigado em quase todos os ensinamentos orientais, teria se expandido ao longo de milênios sob toda a superfície da terra com centros imensos sob o Saara, sob Yucatan no México, sob as montanhas do Mato Grosso e sob as montanhas de Santa Catarina no Brasil, sob o monte Shasta na Califórnia, na Inglaterra, no Egito e na Checoslováquia...
Hitler empenhou-se particularmente para encontrar as entradas do reino subterrâneo de Agartha e de poder entrar em contacto com os descendentes dos “homens-deuses” arianos de Aldebaran-Hiperbórea. Nas lendas e tradições desse reino subterrâneo, relata-se entre outras coisas, que haverá em nosso globo uma maldosa gerra mundial (a terceira) que terminará devido a tremores de terra e de outras catástrofes naturais, entre outras a inversão dos pólos, que causarão a morte de dois terços da humanidade.



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Após esta “última” guerra, as diferentes raças do interior da terra reunir-se-ão de novo com os sobreviventes da superfície do globo e introduzirão a “Idade de Ouro” milenar (era de Aquário). Hitler quis criar uma “Agartha” ou a “Ariana” sobre a terra com a raça dos mestres arianos, e esse lugar devia ser a Alemanha. Durante o “Terceiro Reich”, houve duas grandes expedições do SS ao Himalaia para encontrar as entradas do reino subterrâneo. Outras expedições aconteceram para os Andes, nas montanhas do Mato Grosso e de Santa Catarina no Brasil, na Checoslováquia e na Inglaterra.
E também, alguns autores afirmam que as pessoas de Thule acreditavam que independentemente do sistema de túneis e de cidades subterrâneas, a terra era oca, com duas grandes entradas, uma no pólo Norte e outra no pólo Sul. Referiam-se às leis da natureza: “tal o microcosmo, tal o macrocosmo”. Que se trate de uma célula do sangue, de uma célula do corpo ou de um óvulo, de um cometa ou de um átomo, todos eles têm um núcleo e uma cavidade envolta por uma cobertura, a corona radiata, a própria vida ocorre, pois, no interior. As pessoas de Thule haviam concluído que a terra devia ser constituída segundo o mesmo princípio. Até os drusos também confirmavam este fato, pois são as cavidades rochosas que tem vida própria em seu interior, quer dizer, nos minerais e cristais.
Por conseqüência, a terra deverá também ser oca - o que corresponde, aliás, com as afirmações dos lamas tibetanos e do Dalai-lama - e ela deveria ter um núcleo, quer dizer, um sol central que confere ao seu interior um clima regular e uma luz solar permanente.
A verdadeira vida do nosso planeta passar-se-ia no interior dele, a raça dos mestres viveria dentro, e os mutantes, na superfície. Esta seria a razão que explica por que não podemos descobrir vida sobre os outros planetas do nosso sistema solar, pois os habitantes lá viveriam também no seu interior. As entradas principais seriam no pólo Norte e no pólo Sul, pólos atravessados pela luz do sol central, que cria as “auroras boreais”, as pretensas luzes dos pólos.
A massa sólida ocuparia maior volume no interior do nosso planeta do que a massa das águas. Segundo o explorador dos pólos Olaf Jausen e outros exploradores, a água no interior seria água doce, o que explicaria que o gelo do Ártico e do Antártico não é constituído de água salgada e sim de água doce. Essa tese sobre a constituição de nossa terra está apoiada pelos testemunhos de exploradores dos pólos, Cook, Peary, Amundsen, Nansen, Kane e também pelo almirante E. Byrd. Eles todos tiveram as mesmas experiências estranhas que não concordavam com as teorias “científicas” estabelecidas.
Todos verificaram que o vento se aquecia acima de 76º de latitude, que as aves voavam acima do gelo em direção do Norte e que os animais, tais como as raposas, se dirigiam para a mesma direção, que encontraram neve colorida e cinzenta que derretendo-se, soltava um pólen de flores multicolorido ou então cinza vulcânica. A questão é a seguinte: de onde vem o pólen das flores que encontramos no pólo Norte? De onde vem o pó vulcânico, pois nenhum vulção está assinalado nas cartas geográficas oficiais disponíveis? Além do mais, aconteceu de que alguns pesquisadores se encontraram às vezes sobre um mar de água doce, e todos relataram ter percebido dois sóis num dado momento da viagem. E também, eles encontraram mamutes com a carne ainda fresca e em cujo estômago continha algumas vezes, erva fresca. (Se o leitor desejar saber mais a respeito da terra oca e se as diferentes experiências dos exploradores dos pólos lhe interessarem, ele encontrará alguns livros a esse respeito na literatura complementar, p. 482).


Nota do autor:


1) Que a terra seja oca, não é somente uma teoria para o público em nossos dias, pois alguns exploradores dos pólos afirmam ter lá estado. O almirante E. Byrd até tirou numerosas fotos. É inegável que todos os exploradores tiveram experiências muito estranhas, que ficaram inexplicáveis até agora, o que comprova que acontecem coisas bem curiosas por detrás disso.
E mesmo não passa de uma teoria afirmar que a terra possuiria um núcleo em fusão. Ao contrário, é um fato que existam sistemas de túneis e de cavernas subterrâneas construídos por seres humanos. Encontramo-los em quase todos os países da terra, testemunhando uma técnica altamente desenvolvida, de uma antiga cultura remontando a milhões de anos. Eles são, para a maioria, iluminados por uma fonte de luz (um clarão esverdeado que se clareia mais à medida que se penetra neles); eles têm as paredes talhadas e lisas e contém máquinas desconhecidas, tais como aquelas que foram retiradas do Boynton Canyon, em Sedona, no Arizona. (No fim do livro, encontram-se títulos de obras referindo-se a esse respeito.)
Para as pessoas de Thule, esses mitos sobre “a terra oca” eram, manifestamente, muito abundantes para ser tomados a sério. Uma expedição, ao menos, aconteceu, durante a Segunda Guerra Mundial, no Antártico. (Mais detalhes em seguida.)




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Para mostrar que a história dos hiperbóreos arianos não é sem fundamento, eis aqui dois exemplos: quando em 1532 os conquistadores espanhóis sob o comando de Pizarro chegaram à América do Sul, os indígenas chamaram-nos de vicarochas (mestres brancos). Em suas lendas, trata-se de uma raça de mestres gigantes de pele branca que, séculos antes, desciam do céu com “discos voadores”. Estes últimos haviam reinado muito tempo sobre uma parte de suas cidades e haviam em seguida desaparecido, após terem prometido que voltariam. Os indígenas acreditaram estar vendo o retorno dos vicarochas nos espanhóis de pele clara, e lhes deram, portanto, no início, seu ouro.
Aconteceu a mesma coisa no Tibete e em outras regiões do Himalaia quando os primeiros viajantes brancos chegaram. Os tibetanos olharam-nos espantados, perguntando-lhes porque eles vinham de baixo (do sopé da montanha), pois eles chegavam habitualmente do alto.
Vós, amigos leitores, nunca ouvistes falar algo a esse respeito? Não? É bem lastimável, pois a ideologia dos dirigentes alemães do Reich era, de fato, baseada sobre o tema de El Schaddai, que teve como conseqüência a perseguição dos judeus, sobre a revelação de Isaías, sobre o saber dos templários e talvez também sobre isso que acabo de relatar. Esses temas estavam subjacentes em todas as ações empreendidas, incluindo o desencadeamento da Segunda Guerra Mundial.
Existem duas formas de conceber isso tudo:
Ou pensais que toda a elite do terceiro Reich tinha a mente desequilibrada e se drogava, e ignorais tudo a esse respeito, ou vos dais ao trabalho de procurar se essas histórias contêm uma verdade.
Não é, entretanto, na Alemanha que ireis encontrar os livros a esse respeito, pois toda a literatura que pudesse esclarecer algo foi radicalmente eliminada pelos Aliados.

2) Tendo em vista as atividades da extrema direita na RFA, foi certamente oportuno interditar alguns escritos que apelavam abertamente e às vezes também de uma forma muito primitiva para um racismo violento. Mas, se quisermos restituir fielmente os acontecimentos políticos e religiosos do passado e do presente, é preciso não omitir essa informação.
Mas nós acabamos com esses mistérios. Como irei demonstrar-vos, é referindo-se a esses mitos que a elite alemã do Reich passou à ação.
Em outubro de 1918, Sebottendorf deu a missão aos irmãos da loja Karl Harrer e Anton Drexler para formarem um círculo de trabalhadores. Este tornou-se, mais tarde, o Partido dos Trabalhadores Alemães, o Deutsche Arbeiterpartei, DAP. A revista da Sociedade Thule era o Völkischer Beobachter (O Observador do Povo). Ele foi diretamente retomado pela NSDAP que se formou a partir do DAP.
Em outubro de 1918, o jovem ocultista e esoterista Adolf Hitler (que na realidade se chamava Adolf Schicklgruber: Hitler era o nome de solteira de sua mãe) entra para o DAP, o partido de Thule, e foi notado pelos seus talentos de orador.
Trevor Ravenscroft descreveu no Der Speer des Schicksals (A Lança do Destino) o que também foi dito por um amigo de juventude de Hitler, Walter Johannes Stein, que se tornou mais tarde o conselheiro do franco-maçom Winston Churchill:

Hitler, já um grande adepto do misticismo com a idade de 20 anos, tentava alcançar os níveis de consciência elevados com o auxílio de drogas. Por intermédio do livreiro Pretzsche em Viena, adepto do misticismo germânico e da doutrina da raça dos mestres arianos que dela provinha, Hitler forjou as bases de sua visão futura do mundo e, com seu auxílio, ele usou o Peyotl (Mescalina), droga alucinógena para alcançar a iluminação mística. Nessa época, Hitler teve também conhecimento dos “Protocolos dos Sábios de Sião”, o que acentuou sua aversão pelos judeus.

Não é para se espantar que Hitler, já dependente das drogas quando jovem, tomasse fortes narcóticos durante toda sua vida. Conforme o diário de bordo de seu médico pessoal, Theodor Morell, Hitler recebeu durante os seis anos que durou a guerra, injeções de diferentes calmantes, de estriquinina, de cocaína, de derivados morfínicos e outras drogas.
Hitler foi engajado pela DAP, o partido de Thule, como orador eleitoral e aprendeu, mais tarde, a ler e a escrever bem graças à Dietrich Eckart, anti-bolchevista e irmão da Sociedade Thule. Eckart fez dele a personalidade que conhecemos mais tarde. Ele o introduziu nos círculos de Munique e de Berlim, e Hitler adotou quase a totalidade das concepções da Sociedade Thule.
Em 1924, quando Hitler se encontrava na prisão em Landsberg em conseqüência do Putsch que falhou, Haushofer passou várias horas por dia com ele para transmitir-lhe suas teorias e seus projetos. Ele lhe forneceu entre outros, o livro de Lord Bulwer-Lytton, The Coming Race (A Raça Vindoura). A descrição de Bulwer-Lytton de uma raça ariana altamente desenvolvida que vive debaixo da terra é quase idêntica àquela da qual falamos antes. Em seu livro, as naves em forma de pratos têm um papel especial. Teve também, ainda, a publicação do livro de Ferdinand Ossendowski, “Bestas, homens e deuses”, que desvendou as lendas de Agartha e de Shamballah.



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Hitler estava, de fato, completamente absorvido pela busca do reino subterrâneo e pela doutrina da raça ariana própria dos membros da Sociedade Thule.
Haushofer e Rudolf Hess tiveram o encargo da instrução política de Hitler. Em Landsberg, Hitler escreveu Mein Kampf, fazendo um amálgama das teorias de Haushofer, dos pensamentos de Rosenberg e da propaganda política. Rudolf Hess se ocupou da formulação exata e datilografou seu texto à máquina.
A influência de Karl Haushofer, designado como o “grande mago do terceiro Reich”, mostra que papel desempenharam o misticismo e o ocultismo no Reich. Davam a Haushofer o “dom da profecia”, tal era a precisão de suas predições, que lhe beneficiavam de uma ascensão fulgurante nos meios influentes ocultos da época de antes da guerra na Alemanha.
Jack Fisherman escreveu a esse respeito, no livro The Seven Men of Spandau, que Rudolf Hess, entre outros, estava completamente obscurecido pelas idéias e pelas teorias de Haushofer. Sua estranha viagem para a Inglaterra o comprova. Haushofer tinha, com efeito tido um sonho no qual “ele divisava Rudolf Hess atravessando os corredores dos castelos ingleses levando a paz às duas maiores nações nórdicas”. E como Hess estava persuadido da certeza das profecias de Haushofer, ele seguiu esse sonho ao pé da letra.
Nós iremos compreender a que ponto os dirigentes do terceiro Reich tomaram conta do “equipamento” mágico da Sociedade Thule.
A saudação de Thule, Heil und Sieg (Salvação e Vitória) foi retomada por Hitler que a transformou em Sieg Heil. Essa saudação, em ligação com o braço levantado, é um ritual mágico utilizado para a formação de voltas. Franz Bardon descreveu com detalhes as voltas mágicas e suas utillizações.
Franz Bardon, denominado também Frabato, foi, para mim, o mais conhecido mago alemão (1909-1958). Hitler lhe propôs postos elevados no governo com a condição de que ele pusesse a sua disposição seus talentos de mago para ajudá-lo a ganhar a guerra. Além disso, Bardon devia revelar a Hitler os endereços das noventa e oito outras, das 99.ª lojas existentes na terra. Quando Bardon recusou-se a auxiliá-lo, foi submetido às piores torturas. (Frabato, Franz Bardon, p. 173)
Mas os alemães não foram os únicos a utilizar os ritos mágicos para fins políticos. O sinal da vitória dos ingleses, sinal com os dedos afastados, não foi reconhecido até 1940 a não ser pelos maiores iniciados dos altos graus franco-maçônicos.
Quando Winston Churchill, franco-maçom de grau elevado, temia em 1940 que a Inglaterra fosse enfeitiçada pelo sinal mágico de Hitler, que aparentemente tinha sucesso (a saudação de Hitler), seu mentor em magia, o satanista A. Crowley, aconselhou-o a contrapor esse perigo com o sinal mágico dos dedos afastados (sinal em v).
As SS, denominadas também “A Ordem Negra”, não eram de forma alguma um regimento da polícia, mas uma verdadeira ordem religiosa com uma estrutura hierárquica. Quem poderia pois pensar que esse brutal partido nazista era uma ordem sagrada? Tal afirmação pode parecer ridícula, fora de época, mas essa não é a primeira vez na história que uma ordem sagrada é responsável por atos de atrocidades sem nome. Os jesuítas e também os dominicanos que dirigiam a Inquisição na Idade Média, são exemplos gritantes.
A Ordem Negra era a manifestação concreta das concepções esotéricas e ocultas da Sociedade Thule. No interior das SS se encontrava outra sociedade secreta, a elite, o círculo, o mais íntimo das SS, a SS “Sol Negro”. Nosso sol giraria em volta do sol negro, quer dizer, de um grande sol central, o sol primordial, que é representado pela cruz com os braços isósceles. Essa cruz foi desenhada sobre os aviões e os carros do terceiro Reich. Os templários, os rosa-cruzes e muitas outras antigas lojas a empregavam ainda nessa mesma ótica.
A Sociedade Thule e aqueles que iriam tornar-se, mais tarde, os SS “Sol Negro” trabalharam em estreita colaboração não somente com a colônia tibetana em Berlim, mas também com uma ordem de magia negra tibetana. Hitler estava em contato permanente com um monge tibetano com luvas verdes que era designado como o “guardião da chave” e que teria sabido onde se encontrava a entrada de Agartha (a Ariana).
Em 25 de abril de 1945, os russos descobriram os cadáveres de seis tibetanos dispostos em círculo num subterrâneo berlinense, e no centro se encontrava aquele homem das luvas verdes. Diz-se que foi um suicídio coletivo. Em 2 de maio de 1945, após a entrada dos russos em Berlim, encontraram mais de 1.000 homens mortos que eram, sem a menor dúvida, originários das regiões do Himalaia e haviam combatido com os alemães. Que diabo faziam pois os tibetanos afastados, milhares de quilômetros de sua terra, com uniformes alemães?
Numerosos jovens foram formados pelo “Sol Negro” durante o terceiro Reich; eles eram consagrados no castelo forte de Wewelsburg e enviados ao Tibete para lá continuar a sobreviver e preparar-se para afrontar o grande combate final deste fim de século.




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Pelos relatos de Frank Bardon, Adolf Hitler era também membro de uma loja “FOGC” (ordem franco-maçônica da centúria de ouro), conhecida, de fato, como a 99.ª loja. No que concerne às lojas, existem noventa e nove lojas disseminadas pelo mundo e cada uma é composta de 99 membros. Cada loja está sob a dominação de um demônio, e cada membro tem um próprio “demônio” só para ele. O demônio ajuda a pessoa a adquirir dinheiro e poder, mas, em troca, a alma dessa pessoa é obrigada a servir esse demônio após sua morte. E também, cada ano, um membro é sacrificado ao demônio da loja, em virtude disso um novo membro é admitido. Os membros das 99.ª lojas são também dirigentes muito influentes na economia e nas finanças e estão mais presentes hoje do que nunca. As lojas FOGC, quer dizer, as 99.ª lojas, são, pelo meu conhecimento, o pior dos perigos; ao lado delas, o satanismo ao qual se refere a “igreja de Satã” de Anton La Vey, de quem se fala na mídia, é bem inofensivo!
Franz Bardon confirmou que Hitler e a ordem Thule foram um instrumento entre as mãos de um grupo de magos negros tibetanos.
Somente aquele que sabe isso está apto para compreender a frase de Hitler na ocasião de seu discurso em 30 de janeiro de 1945:

Não é a “Ásia Central” que sairá vitoriosa dessa guerra, mas a Europa e, à frente destas nações que, já há 1.500 anos, se revelou como o poder predominantemente capaz de representar a Europa contra o Oriente e que a representará também no futuro: falo do nosso grande Reich alemão, a nação alemã! (Discurso e proclamação de Hitler de 1932 a 1945 - de Max Domarus).

Em que Hitler se tornou, suscitou muitos mitos. Segundo os dizeres de Franz Bardon e Miguel Serranos (ex-embaixador chileno na Áustria), Hitler fugiu para a América do Sul com o auxílio da 99.ª loja. Até dizem que o cadáver encontrado e cuja dentadura foi identificada como sendo falsa pelo dentista de Hitler teria sido colocada lá pela 99.ª loja. Um jornal alemão de grande tiragem publicou em 5 de março de 1979 que foi encontrado o avião particular de Hitler na selva da América do Sul. Joseph Griner, autor de Das Ende des Hitler-Mythos (O fim do mito Hitler), afirma que Hitler decolou com seu avião em 30 de abril de 1945 do aeroporto de Tempelhof em Berlim.
O que me parece, entretanto, o mais provável, no caso que ele tenha sobrevivido, é que ele se tenha servido dos discos voadores desenvolvidos pela “Sociedade Vril”, que serão descritos no capítulo seguinte, para deixar a Alemanha. Que Hitler morreu ou não naquela época, desde então, em todo caso, é certo!
Karl Haushofer, depois de ter falhado em sua “missão” primeiro assassinou sua mulher em 14 de março de 1946 antes de fazer o Hara-Kiri assim como ele havia jurado aos “Barretes Amarelos”.
Foi por instigação da Sociedade Thule que todo o arsenal teórico e prático do terceiro Reich foi construído. Os banqueiros internacionais forneceram seu dinheiro. A terra de onde tudo saiu é sempre fértil, pois os rebentos da Sociedade Thule estão sempre vivos.
Houve também outra sociedade secreta que anunciou a vinda de um Messias ariano, a “Sociedade Edelweiss”. Hermann Göring, o responsável pelas finanças nazistas, era membro dela. Mas é inútil delongar-se sobre esse assunto.


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29 A Sociedade Vril

À primeira vista, a Sociedade Vril não deveria fazer parte de nosso assunto, que realça mais a política, mas ela é uma das sociedades secretas das mais interessantes que jamais existiu. É por isso que precisamos absolutamente mencioná-la. Não existe nenhum livro na Alemanha sobre essa Sociedade Vril e qualquer documento que poderia relacionar-se com esse nome, ou mesmo lembrar esse nome, foi muito bem subtraído pelos Aliados. Mas como podeis ver, não foi tudo que desapareceu. E sinto um prazer todo particular em revelar aqui esse tema ao leitor. Com efeito, ireis verificar quais são os meios influentes “não alemães” que fazem questão de ocultar a verdade aos alemães.
Karl Haushofer fundou, antes de 1919, uma segunda ordem, os “Irmãos da Luz” que tomou, mais tarde, o nome de “Sociedade Vril”. Nesta se encontravam também “Os Mestres da Pedra Negra” (DHVSS), uma nova fundação dos templários oriundos da ordem Germânica de 1917, e os Cavaleiros Negros do “Sol Negro”, elite da Sociedade Thule e da SS.


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Se compararmos a Sociedade Vril com a Sociedade Thule, a diferença pode resumir-se no seguinte: a Sociedade Thule ocupava-se das coisas materiais e políticas enquanto que a Sociedade Vril tinha ocupações referentes sobretudo ao Além. Mas elas tinham, mesmo assim, alguns pontos em comum.
As duas estudavam a Atlântida, Thule, “a Ilha dos Bem Aventurados” de Gilgamesh, os relatórios originais entre os germanos e os mesopotâmicos, assim como os antigos santuários como Stonehenge com suas pedras eretas.
Em dezembro de 1919, uma casa florestal foi alugada em Ramsau, perto de Berchtesgaden, onde se encontraram algumas pessoas das Sociedades Thule, DHVSS e Vril. Entre elas os médiuns Maria Orsitsch e Sigrun. Maria tinha captado informações numa escrita secreta dos templários - uma língua completamente desconhecida por ela - com precisões técnicas para construir um engenho voador. Essas mensagens telepáticas foram transmitidas segundo os escritos da Sociedade Vril, do sistema solar Aldebaran, situado na constelação de Touro.
Gostaria, nesta altura de meu relato, de apresentar ao leitor um resumo das mensagens que foram recebidas durante anos pelos telepatas da Sociedade Vril e que constituíam a base das ações empreendidas por esta última.

O sistema solar de Aldebaran estaria a 68 anos-luz da terra, e teria dois planetas habitados, que constituiriam o reino dos sumeran, girando ao redor de seu sol. Os habitantes desse sistema solar seriam subdivididos num povo de mestres, de homens-deuses brancos (arianos) e em diferentes outras raças humanas. Estas ter-se-iam desenvolvido devido às mudanças climáticas sobre os planetas isolados e seriam o resultado de uma degenerescência desses “homens-deuses”. Esses mutantes teriam tido um desenvolvimento espiritual inferior aos “homens-deuses”. Quanto mais as raças se misturavam, mais seu desenvolvimento espiritual se degradava. Como conseqüência, quando o sol de Aldebaran começou a crescer, eles não puderam mais fazer viagens interplanetárias como seus ancestrais; tornou-se impossível para eles, sair de seus planetas.
Foi assim que as raças inferiores, totalmente dependentes da raça dos mestres, teriam sido evacuadas em naves espaciais e levadas para outros planetas habitáveis. Malgrado essas diferenças, o respeito era próprio entre essas duas raças, elas não se apossavam do espaço vital da outra. Cada raça respeitava o desenvolvimento da outra (contrariamente do que se passa entre os terrestres).
A raça dos mestres, os “homens-desuses brancos”, teria começado a colonizar outros planetas similares a terra há aproximadamente 500 milhões de anos, em seguida à expansão do sol de Aldebaran e do calor crescente que disso resultou e tornou os planetas inabitáveis. Alguns dizem que eles teriam colonizado em nosso sistema solar primeiramente o planeta Mallona (denominado também de Maldek, Marduk ou então Phaeton entre os russos) que teria existido, na época, entre Marte e Júpiter, onde hoje se encontram os asteróides. Em seguida, foi a vez de Marte, cujas grandes cidades piramidais e as feições marcianas bem conhecidas, fotografadas em 1976 pela sonda Viking, testemunham do alto nível de desenvolvimento de seus habitantes. Daí a suposição que os homens-deuses de Sumeran-Aldebaran vieram nessa época pela primeira vez a terra. Velhos traços de um sapato fossilizado, remontando próximo de 500 milhões de anos o testemunham, assim como um trilobite (classe extinta de artrópodes que viveram em toda a era paleozóica) fossilizado pisoteado com o salto desse sapato. Essa espécie de lagostim primitivo vivia então sobre a terra e desapareceu há 400 milhões de anos.
Os membros da Sociedade Vril pensavam que os aldebarianos aterrissaram mais tarde, quando a terra tornou-se pouco a pouco habitável, na Mesopotâmia e que formavam a casta dominante dos sumerianos. Denominavam esses aldebarianos “homens-deuses brancos”.
Mais tarde, os telepatas de Vril receberam a informação seguinte: a língua dos sumerianos era não somente idêntica a dos aldebarianos, assim como ela tinha também as sonoridades semelhantes ao alemão e a freqüência dessas duas línguas era quase idêntica.

Isso corresponde com a realidade? Digamos simplesmente que os planos de construção e as informações técnicas recebidas pelos telepatas - de onde quer que eles venham - eram tão precisos que nasceu a idéia mais fantástica jamais concebida pelo homem: a construção da “máquina para o Além”.
O conceito de “outra ciência” amadureceu nas mentes (em nossos dias empregaríamos o termo de “formas de energias alternativas”). Foi preciso três anos para que o projeto fosse colocado em condições.




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Nessa primeira fase de “outra técnica” ou de “outra ciência” o dr. W. O. Schumann, membro das sociedades Thule e Vril, fez a exposição na Faculdade de Ciências de Munique.
Eis uma parte dessa exposição:


Em todos os domínios, existem dois princípios que determinam os acontecimentos, a luz e a
sombra, o bem e o mal, a criação e a destruição, como o positivo e o negativo na eletricidade.
Trata-se sempre de uma forma ou de outra!
Esses dois princípios - que designamos concretamente como os princípios criadores e
destruidores - determinam também nossos meios técnicos [...]
O princípio destruidor é a obra do Diabo, o princípio criador, a obra de Deus [...]
Toda a técnica baseada no princípio da explosão ou da combustão pode ser catalogada de
técnica satânica. A nova era que virá será a era de uma técnica nova, positiva e divina! [...]
(Extraído dos arquivos secretos dos SS).


No mesmo período, o cientista Victor Schauberger trabalhava num projeto similar. Ele tinha feito seu o ensinamento de Johannes Kepler, que possuía a doutrina secreta dos pitagóricos, retomada e mantida secreta pelos templários.
Essa doutrina tratava do saber sobre a implosão (neste caso, isso significa a utilização do potencial dos mundos interiores no mundo exterior). Hitler e todos os outros membros das Sociedades Thule e Vril sabiam que o princípio divino é sempre criador, quer dizer construtivo. Uma tecnologia que, ao contrário, repousa na explosão é pois, nesse caso, destruidora, oposta ao princípio divino. Quiseram então criar uma tecnologia baseada na implosão. A doutrina da oscilação de Shauberger (o princípio da série dos harmônicos = monocórdio) parte do saber sobre a implosão. Digamos mais simplesmente: implosão no lugar de explosão! Por meio das trajetórias de energia do monocórdio e da técnica de implosão penetra-se no domínio da anti-matéria e dissolve-se, assim, a gravidade.
A primeira nave em forma de prato foi construída no verão de 1922; sua propulsão era baseada na técnica de implosão (a máquina para o Além). Ela compreendia um disco de 8m de diâmetro, alteado por um disco paralelo de 6,5m de diâmetro e tendo abaixo outro disco de 6m de diâmetro. Esses três discos tinham em seu centro um orifício de 1,80m de diâmetro, onde montaram o propulsor de 2,40m de altura. Embaixo, o corpo central terminava em forma de cone. Nesse cone havia uma espécie de pêndulo que tinha por efeito estabilizar o aparelho. Os discos inferior e superior giravam em sentido inverso para criar um campo de rotação eletromagnético.
Não conhecemos o desempenho desse primeiro disco voador. Ele foi experimentado durante dois anos antes de ser desmontado e guardado nas oficinas de Messerschmidt em Augsbourg. Encontramos os auxílios financeiros para esse projeto nas contabilidades de diversas empresas industriais mencionadas sob o código “JFM”. É certo que o mecanismo Vril foi tirado da “máquina para o Além” mas ele foi classificado como “o levitador Schumann SM”.
A princípio, a máquina para o Além devia engendrar um campo extremamente forte ao redor dela e em sua vizinhança próxima, o qual fazia de todo o espaço circundante - nele compreendido o da máquina e seus ocupantes - um microcosmo completamente independente de nosso cosmo. Por sua força máxima, esse campo seria totalmente independente de todas as forças e influências do nosso Universo, tais como a gravidade, o eletromagnetismo, a radiação ou qualquer matéria. Ela podia mover-se à vontade em todos os campos gravitacionais sem que sentisse ou detectasse as forças de aceleração.
Em junho de 1934, Victor Schauberger foi convidado por Hitler e pelos maiores representantes das Sociedades Vril e Thule e trabalhou, daí em diante, em colaboração com eles.
O primeiro OVNI alemão surgiu em junho de 1934. Foi sob a direção do dr. W. O. Schumann que surgiu o primeiro avião circular experimental no terreno da fábrica de aviões Arado em Brandenburgo; tratava-se do RFZ 1. Por ocasião de seu primeiro vôo, que foi também o último, ele subiu verticalmente a uma altura de 60m, mas começou a dançar no ar durante alguns minutos. A empenagem Arado 196 que deveria guiar o aparelho mostrou ser completamente ineficaz. Foi com muito sacrifício que o piloto Lothar Waiz conseguiu pousá-lo no solo, escapar e afastar-se correndo, pois o aparelho começou a rodopiar como um pião antes de capotar e de ficar completamente em pedaços. Foi o fim do RFZ 1, mas o início dos engenhos voadores Vril.
O RFZ 2 ficou acabado antes do fim do ano de 1934; ele tinha uma propulsão Vril e uma “pilotagem por impulsão magnética”. Seu diâmetro era de 5m, e suas características eram as seguintes: os contornos do aparelho ficavam sombreados quando ele tomava velocidade, e ele se iluminava com diversas cores, o que é bem característico dos OVNIs. Segundo a força de propulsão, ele ficava vermelho, laranja, amarelo, verde, branco, azul ou violeta.



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Ele pôde funcionar, e o ano de 1941 reservou-lhe um destino notável. Foi utilizado como avião de reconhecimento de grande distância durante a “Batalha da Inglaterra”, pois averiguou-se que os caças alemães standards ME 109 eram inadequados para vôos de reconhecimento transatlântico devido ao seu pequeno raio de ação.
Ele foi fotografado em fins de 1941 no alto do sul do Atlântico, quando se dirigia para o cruzador auxiliar Atlantis, que se encontrava nas águas da Antártica. Ele não podia ser usado como avião de caça pela seguinte razão: devido a sua pilotagem por impulsão, o RFZ 2 não podia efetuar mudanças de direção a não ser de 90°, 45° ou 22,5°. “É inacreditável”, irão pensar alguns leitores, mas são precisamente essas mudanças de vôo em ângulo reto que caracterizaram os OVNIs.
Após o sucesso do pequeno RFZ 2 como avião de reconhecimento de grande distância, a Sociedade Vril dispôs de um terreno de experimentação em Brandenburgo. O caça Vril 1 disco voador equipado com armas leves, voava no fim do ano de 1942. Ele tinha 11,5m de diâmetro, possuía uma cabina e uma “propulsão por levitação Schumann” e uma ”pilotagem por impulsão de campo magnético”. Atingia velocidades de 2.900 a 12.000 km/h, podia realizar em plena velocidade mudanças de vôo em ângulo reto sem prejuízo para o piloto, não estava submisso às condições atmosféricas e estava perfeitamente apto para voar no espaço. Construíram 17 exemplares do Vril 1; houve também diversas variantes com dois assentos, munidos de uma cúpula de vidro.
No mesmo momento, um projeto V-7 surgiu. Muitos discos voadores usavam esse nome, mas tinham uma propulsão por reatores convencionais. Foi graças a Andreas Epp que o RFZ 7 foi criado; ele combinava um disco voador por levitação com essa propulsão por reação. A equipe de Schriever-Habermohl e aquela de Miethe-Belluzo participaram da sua elaboração. Ele tinha 42m de diâmetro, mas fracassou por ocasião de uma aterrissagem em Spitzbergen. Nos arredores de Praga, fizeram entretanto, mais tarde, uma foto de um RFZ 7 construído do mesmo jeito. Segundo Andreas Epp, ele deveria ser equipado com ogivas nucleares e deveria bombardear Nova Iorque.
Em julho de 1941, Schriever e Habermohl construíram um avião circular que decolava na vertical, movido por uma propulsão por reação, mas que tinha, entretanto, graves perdas de força. Desenvolveram portanto outro “pião volante a eletro-gravitação” com uma propulsão a taquions, que teve melhor resultado.
Depois foi a vez do RFZ 7T; construído por Schriever, Habermohl e Belluzo, que também funcionou maravilhosamente. Mas comparados com os discos Vril e Haunebu, os discos voadores V-7 eram como brinquedos de crianças.
Até mesmo no meio dos SS encontrava-se um grupo que trabalhava para a produção da energia alternativa. Era a Secretaria de Estudo IV do Sol Negro = SS-E-IV, cuja meta principal era tornar a Alemanha independente do petróleo bruto estrangeiro. O SS-E-IV desenvolveu “o mecanismo Thule”, denominado mais tarde taquiador Thule, a partir do mecanismo Vril e do conversor de taquions do comandante Hans Coler.
Em agosto de 1939 decolou o primeiro RFZ 7. Era um pião volante equipado com armas mais ou menos pesadas, com o nome estranho de Haunebu 1. Ele tinha uma tripulação composta por oito homens, tinha 25m de diâmetro, sua velocidade de partida era de 4.800 km/h podendo atingir até 17.000 km/h.
Era equipado com dois “canhões de raios fortes” (KSK) de 60mm, montados sobre pequenas torres rotativas, e de quatro MK 106 e tinha uma aptidão média para voar no espaço.
Em 1942, o Haunebu II estava igualmente acabado. Seu diâmetro variava de 26 a 32m, sua altura era de 9 a 11m. Ele podia transportar uma equipe de 9 a 20 pessoas. Propulsado por um taquiador Thule, ele atingia na periferia terrestre 6.000 km/h. Era capaz de deslocar-se no espaço e tinha uma autonomia de 55 horas de vôo.
Já existiam então os projetos para a grande nave espacial Vril 7 de 120m de diâmetro que devia transportar companhias inteiras. Pouco depois foi construído o Haunebu III, exemplar absolutamente prestigioso entre todos, com seus 71m de diâmetro. Ele voou e foi até filmado: podia transportar 32 pessoas, sua autonomia em vôo era de mais de oito semanas e atingia uma velocidade de pelo menos 7.000 km/h (e pelos documentos dos arquivos secretos dos SS podia atingir 40.000 km/h).
Virgil Armstrong, ex-membro da CIA e aposentado de Green Baret, declarou que os engenhos voadores alemães durante a Segunda Guerra podiam aterrissar e decolar na vertical e voar em ângulo reto. Eles atingiam 3.000 km/h e estavam armados de canhões laser (provavelmente o KSK, canhão de raios fortes) que poderiam atravessar uma blindagem de 10 cm de espessura.
O professor J. J. Hurtak, ufólogo e autor do livro Die Schlüssel des Enoch (As Chaves de Enoch) disse que os alemães estavam em vias de construir o que os Aliados designavam de “sistema de armas milagrosas”, Hurtak teve em suas mãos os documentos mencionados:

1. a construção de Peenemunde, cidade para experiências de engenhos teleguiados para o
espaço;
2. a vinda dos melhores técnicos e cientistas da Alemanha.


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Esses documentos mencionavam também a existência do que denominavam foo-fighters (bolas de fogo). A CIA e os serviços secretos britânicos já estavam a par, em 1942, da construção e do emprego de tais objetos voadores, mas eles não os apreciaram no seu verdadeiro valor. Os Aliados designavam, de fato, pelo nome de foo-fighters todas as espécies de aparelhos voadores luminosos alemães. Duas invenções correspondiam particularmente ao que denominavam de foo-fighter: as tartarugas voadoras e as bolhas de sabão. As duas nada tinham a ver entre si, mas os Aliados associavam-nas sem razão. A Tartaruga Voadora foi concebida pela secretaria de estudos SS-E-IV em Wiener Neustadt. Sua forma lembrava uma carcaça de tartaruga. Era uma sonda voadora sem tripulação que devia perturbar o sistema de ignição elétrica do material militar do inimigo. Essa sonda estava também equipada de armas sofisticadas, de tubos à Klystron, denominados raios da morte pelos SS. Mas a sabotagem por corte de contato não funcionou perfeitamente no início. Continuaram, mais tarde, a desenvolver essa técnica. Alguém que já viu os OVNIs poderá confirmar que esse corte de contato, quer dizer, a pane das instalações elétricas, é uma das características típicas dos OVNIs quando eles aparecem. Wendell C. Stevens, piloto da Força Aérea Americana durante a Segunda Guerra Mundial, disse que os foo-fighters eram as vezes cinza-esverdeado ou vermelho-alaranjado, que eles se aproximavam até 5m dos aviões e ficavam nessa posição. Não era possível desembaraçar-se deles, mesmo quando atiravam neles, obrigando as esquadrilhas a dar meia volta ou a aterrissar.
Quanto às bolhas de sabão, designadas freqüentemente de foo-fighters, eram de fato, simples balões no interior dos quais se encontravam finas espirais em metal para confundir os radares dos aviões inimigos. Sua eficácia provavelmente foi mínima, posto a parte o efeito de intimidação psicológica.
No início do ano de 1943, lançou-se o projeto de uma astronave em forma de charuto que deveria ser construída nas oficinas do Zepelim; era o “Aparelho Andrômeda” (139m de comprimento). Ele devia transportar várias naves espaciais em forma de prato para vôos (interestelares) de longa duração.
Uma reunião importante da Sociedade Vril teve lugar próximo do Natal de 1943 em Kolberg, estação balneária no Mar do Norte, à qual assistiram os médiuns Maria e Sigrum. O assunto principal tratava do “Empreendimento Aldebaran”. Os médiuns tinham recebido informações precisas sobre os planetas habitados, situados ao redor do sol de Aldebaran, e uma viagem foi programada para ir até eles. Em 2 de janeiro de 1944 Hitler, Himmler, Künkel e Schumann (estes dois da Sociedade Vril) encontraram-se para falar desse Projeto Vril.
Eles queriam dirigir-se, com o auxílio de uma grande astronave, o Vril 7, para Aldebaran via um canal dimensional. Segundo Ratthofer, o primeiro ensaio em vôo num canal dimensional teria acontecido no inverno de 1944. O aparelho teria evitado por um triz um desatre: pelas fotos do Vril 7, tomadas após seu retorno, disseram “que ele havia viajado durante um século”. O revestimento exterior das cabinas parecia muito usado, e ele estava estragado em muitos lugares.
Em 14 de fevereiro de 1944, o piloto de ensaio Joachim Rochlike testou em Peenemunde o helicóptero supersônico construído por Schriever e Habermohl, sob o nome de projeto V 7, o qual estava equipado com doze turbopropulsores BMW 028. Sua velocidade de decolagem vertical era de 48 km/h, ele atingia uma altura de 24.200m e sua velocidade em vôo horizontal era de 2.200 km/h. Ele podia ser propulsado também por uma energia não-convencional. Entretanto, jamais pode ser utilizado, pois Peenemunde foi bombardeada em 1944, e sua transferência para Praga tornou-se inútil, pois essa cidade foi ocupada pelos americanos e os russos bem antes que se pudesse utilizar os discos voadores.
Logo que ocuparam a Alemanha no início de 1945, os britânicos e os americanos descobriram, entre outras coisas, nos arquivos secretos dos SS, fotos do Haunebu II e do Vril 1 assim como também do aparelho Andrômeda. Em março de 1946, o presidente Truman fez com que o comitê da frota de guerra dos EUA desse permissão para reunir o material alemão para que eles pudessem experimentar essa alta tecnologia. Cientistas alemães, trabalhando secretamente, foram enviados aos EUA, fazendo parte do quadro da operação Paperclip. Tomavam parte nesse grupo Victor Schauberger e Werner von Braun.


Breve resumo das construções que deviam ser produzidas em série:


O primeiro projeto foi conduzido sob a direção do professor dr. W. O. Schumann da Faculdade de Ciências de Munique. Foi nesse conjunto que teriam sido construídos, no início de 1945, 17 discos espaciais voadores de 11,5 m de diâmetro, que teriam realizado 84 ensaios de vôo; eram eles que foram denominados os caças Vril 7 com o nome de Odin teriam decolado de Brandenburgo para Aldebaran, em abril de 1945, após terem feito explodir todo o terreno de ensaios, conduzindo uma parte dos cientistas do projeto Vril e os membros da loja Vril.
O segundo projeto foi levado pela secretaria de estudos IV dos SS, que fez construir, até o início de 1945, três tipos de piões espaciais de diferentes tamanhos em formato de sino:



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1. O Haunebu I, com 25m de diâmetro e dois exemplares, testado 50 vezes (velocidade de
vôo por volta de 4.800 km/h).
2. O Haunebu II, com 32m de diâmetro e sete exemplares, testados 100 vezes (velocidade de
vôo perto de 6.000 km/h).
Foi previsto, de fato, construir o Haunebu II em série. Uma oferta teria sido feita pelas firmas
de aviões Dornier e Junkers. No fim de março de 1945, Dornier pegou o contrato. O nome
oficial desses pesados piões voadores teria sido DO-STRA (Dornier estratosférico).
3. O Haunebu III, com 71m de diâmetro, um só exemplar construído, voou pelo menos 19 vezes
(velocidade de vôo perto de 7.000 km/h).
4. O “Aparerlho Andrômeda”, astronave de 139m que podia receber um Haunebu II, dois Vril 1
e dois Vril 2. Ele ficou estacionado como projeto.


Existem ainda documentos atestando que o Vril 7, versão grande modelo, foi terminado no fim de 1944 e que, após os ensaios, ele fez alguns vôos que não ultrapassaram a órbita terrestre e foram mantidos em segredo:

1. aterrissagem perto do lago Mondsee em Salzkaammergut com ensaios de mergulho para
verificar a resistência à pressão na fuzilagem;
2. o Vril 7 provavelmente estacionou na “fortaleza dos Alpes” de março a abril de 1945 por
razões de segurança e por motivos estratégicos. De lá ele voou para a Espanha, onde
personalidades importantes do Reich haviam-se refugiado, para conduzí-los para a América
do Sul e para Neuschwabenland (explicações logo após) e colocá-los em segurança nas
bases secretas que os alemães haviam construído fora da Alemanha durante a guerra;
3. logo depois, o Vril 7 teria decolado secretamente para o Japão, mas nós nada mais sabemos.


O que aconteceu com as naves espaciais após a guerra?

Não podemos excluir uma produção de uma pequena série de Haunebu II. As diferentes fotos dos OVNIs que, após 1945, mostram construções tipicamente alemãs dão-nos o que pensar. Alguns dizem que uma parte dos engenhos afundaram no lago Mondsee na Alta Áustria; outros pensam que eles teriam sido enviados para a América do Sul, onde foram transportados em peças desmontadas. O certo é que mesmo que essas peças não tenham chegado à América do Sul, foram aí fabricados com o auxílio de planos de construção de novos aparelhos. Fizeram com que voassem, e uma parte importante dessa tecnologia foi utilizada em 1983 no programa de “experiência Phoenix” projeto precedido pela “experiência Philadelphia” de 1943. (Tratam-se de experiências de teleportação, de materialização e de viagens no tempo pela Marinha Americana que foram coroadas de êxito, mais do que poderia ser imaginado nos sonhos dos mais temerários. Isso seria matéria para outro livro, e também nos afastaria do assunto que abordamos aqui; ver biografia.)
Em 1938 houve uma expedição alemã ao Antártico, conduzida pelo porta-aviões Schwabenland. Os alemães atribuíram-se 600.000 km quadrados de terreno que eles batizaram Neuschwabenland (Nova Suábia). Era uma região sem neve, com montanhas e lagos. Frotas inteiras de submarinos do tipo 21 e 23 tomaram mais tarde a rota para Neuschwabenland. Até hoje, mais de cem submarinos alemães aí desapareceram. Eles estavam equipados, entre outras coisas , com tuba Walter, que lhes permitira permanecer várias semanas sob a água. Podemos pensar que eles fugiram para Neuschwabenland com os discos voadores em peças desmontadas ou que eles tenham ao menos, levado os planos de construção. Podemos supor também, pois os ensaios de vôo foram coroados de sucesso, que no fim da guerra os discos voadores foram para lá diretamente.
Essa suposição pode parecer ousada para muitos, mas vários indícios importantes permitem, entretanto, imaginar que isso aconteceu dessa forma. Podemos então fazer a pergunta: ‘Por que os Aliados invadiram a Antártica sob as ordens do almirante E. Byrd, em 1947? Se isso fosse somente uma expedição, porque Byrd tinha à sua disposição 4.000 soldados, um navio de guerra, um porta-aviões todo equipado e um completo sistema de abastecimento? Ele dispunha de 8 meses, e no entanto, foi obrigado, já no final de oito semanas, a interromper tudo, após ter sofrido enormes perdas de aviões. O número exato jamais foi comunicado publicamente. O que aconteceu então?
O almirante Byrd explicou mais tarde para a imprensa:

É duro de compreender, mas no caso de uma nova guerra, será preciso esperar
ataques de aviões que podem voar de um pólo a outro.


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Ele deixou assim transparecer que havia lá do outro lado uma civilização avançada que se servia, de acordo com os SS, de uma tecnologia superior.
Em seu livro Zeitmaschinen (Máquinas de Tempo) onde se pergunta, entre outras coisas, o que aconteceu com os Haunebu, Norbert Jünge-Ratthofer escreveu:

Desde maio de 1945, os piões espaciais Haunebu I, II e III e mesmo os discos voadores espaciais Vril 1 desapareceram, primeiro sem deixar traços [...] Nesse contexto, é extremamente interessante saber que o Haunebu III do Reich alemão, após seu 19° ensaio de vôo, teria fugido voando para Marte, para uma expedição espacial em 20 de abril de 1945, decolando de Neuschwabenland, que era então oficialmente um imenso território do Reich alemão na Antártica oriental. O que resultou disso, nós não sabemos. Um ano mais tarde, em 1946, numerosos objetos luminosos de origem desconhecida, mas fabricados indubitavelmente de forma artificial, foram vistos acima da Escandinávia e provocaram um grande alarme nos Aliados no Oriente e no Ocidente.
Novamente, um ano mais tarde, em 1947, e até nos nossos anos 50, objetos voadores luminosos surgiram acima da América do Norte em crescente número. Eles eram pilotados, isto é certo, por seres inteligentes, eram freqüentemente redondos, em forma de disco ou de um sino, eram também às vezes “objetos voadores não identificados” em forma de charuto, os quais são denominados OVNIs.

Existem autores que dizem que esses “OVNIs” não se assemelhavam, em regra geral, aos fabricados pelo Reich alemão. Sobre esse ponto minha opinião diverge.
Material fotográfico bem documentado prova que especialmente a versão Haunebu II foi vista, e mesmo com freqüencia, desde 1945. Se o leitor estivesse interessado, como eu, desde os 10 anos, no mundo técnico dos OVNIs, poderia verificar que, entre os casos onde houve contatos pessoais com os ocupantes dos OVNIs, existe uma porcentagem particularmente elevada de seres muitos belos da espécie “ariana”, loiros de olhos azuis, e que estes falavam ou o alemão corrente ou outra língua com acento alemão (para os informados, mencionamos o caso de Adamski, em 1952, o caso de Cedric Allingham, em 1954, e aquele de Howard Menger, em 1956).
Dizem também que existem fotos coloridas de um disco voador que aterrissou com homens para partir logo em seguida, e sobre o qual estavam desenhadas duas cruzes, uma Balkenkreuz e uma cruz gamada. Essas fotos foram feitas nos anos 70 por um guarda noturno na RDA.
Existe a propósito dos engenhos voadores acima mencionados um bom dossiê de fotos e filmes, como por exemplo, a documentação com 60 minutos, UFO Geheimnisse des 3.° Reiches (Segredos dos OVNIs do 3.° Reich) (MGA Áustria/Royal Atlantis - Film GmbH). Citamos também o dossiê do americano Vladimir Terziski, que por ocasião da conferência sobre os OVNIs em setembro de 1991 em Phoenix, no Arizona, projetou diapositivos durante três horas e mostrou as fotos de naves alemãs, de planos de construção e de bases subterrâneas alemãs. O livro do comandante da aeronáutica italiana Renato Vesco é também muito interessante, assim como aquele de Rudolf Lusar: Die Deutschen Waffen und Geheimwaffen des Zweiten Weltkrieges und ihre Weiterentwicklung (As armas alemãs e as armas secretas alemãs da Segunda Guerra Mundial e seu desenvolvimento ulterior); J. F. Lehmanns Verlag, München, 1971.
Compreendeis agora porque tudo o que se refere aos OVNIs passa pela mistificação na grande mídia, e isso particularmente na Alemanha? Segundo esse plano alemão, o mundo da imprensa e da mídia, que é controlada pelos Illuminati graças ao lobby angloamericano-sionista, está prestes a investir somas enormes para impedir que o cidadão alemão faça investigações nesse domínio.
A pergunta que podemos colocar agora é a seguinte: De onde as sociedades secretas alemãs Thule e Vril conseguiram os conhecimentos indispensáveis para a construção desses engenhos voadores? E de onde lhes vinha o saber concernente ao dom da genética, domínio no qual os alemães estavam igualmente muito avançados em relação às outras nações?
Segundo os dizeres de Herbert G. Dorsey e de outros pesquisadores, eles foram auxiliados não somente pelos contatos telepáticos com os extraterrestres que lhes forneciam planos de construção, mas também pelo estudo da propulsão de uma nave não-terrestre que teria caído intacta na Floresta Negra em 1936. Mas não existe nenhuma prova, praticamente, desse acontecimento, nem testemunhas oculares ainda vivas.
Entretanto, essas provas existem nos EUA, e mesmo em grande número. Na mesma época, os americanos registraram uma série de objetos que se arrebentavam no solo, o que não pode se manter completamente oculto. Falaremos disso mais tarde. Voltemos à política. Durante o tempo que I. G. Farben sustentou Hitler, seu parceiro de cartel, a Standard Oil (Rockefeller) organizava o povo contra os nazistas. Assim também, a Ford Motor Company fabricava armamentos militares para o exército americano, mas produzia, ao mesmo tempo, na Alemanha veículos militares para os nazistas. Ford e Opel (filial da General Motors que é controlada por J. P. Morgan) eram os dois maiores fabricantes de carros na Alemanha de Hitler.

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Não importa qual o vencedor, as multinacionais eram, desde o início, vencedoras. É segundo esse mesmo princípio que muitos empreeendimentos trabalhavam durante a Segunda Guerra Mundial.
Por que nada disso consta nos livros escolares ou nas enciclopédias? E particularmente na Alemanha, onde reina aparentemente a liberdade de imprensa e onde se ensina a verdade?
Uma das razões é a seguinte: a fundação Rockefeller distribuiu, em 1946, US$ 139.000 para que se apresentasse ao público uma versão oficial da Segunda Guerra Mundial que dissimulasse todo o auxílio dos banqueiros americanos para a edificação do regime nazista e que passasse também em silêncio a ideologia mística e oculta desse regime. Um dos principais doadores era a Standard Oil Corp. de Rockefeller.


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páginas 192 a 208 - Figuras conforme o índice



30 A Segunda Guerra Mundial



Se bem que centenas de livros foram escritos sobre a tragédia da Segunda Guerra Mundial, poucas pessoas conhecem o plano que estava por detrás dessa guerra, que foi a mais onerosa de todos os tempos.
A história, tal qual é narrada nos livros de história oficial na Alemanha, nos Estados Unidos, na Inglaterra e no Japão, só tem uma longínqua semelhança com o que realmente passou, com as causas e metas pretendidas. O que conta é exato, mas a outra metade da verdade é omitida.

Pela imagem que deu da Segunda Guerra Mundial, a mídia, ela mesma controlada, fez
um bom trabalho. Ela jogou poeira nos olhos de todos os que a obedeciam e nos daqueles
que supostamente deveriam fornecer informação e instrução.
Ela é co-responsável pela “lamentável confusão na qual se afundou a opinião pública sobre
a Segunda Guerra Mundial”.

Des Griffin: Die Absteiger, p. 205

Entretanto, pouco a pouco, a luz se fez dia, e ela nos desvela uma imagem mais clara do que realmente se passou. O que temos a respeito dessa guerra são os dados históricos, quem fez isto, o que, quando, ou com quem. Mas aqueles que puxaram os fios, de fato, não são jamais mencionados.
Após o pacto de “Hitler e Stálin”, a Polônia deveria ser dividida em duas partes, o que Hitler realizou em 1.° de setembro de 1939. Segundo o que estava estipulado no contrato assinado 20 anos antes (e que estava conforme com os Illuminati), a Inglaterra e a França tinham a obrigação de lançar-se nos combates ao lado da Polônia. Após a estranha guerra, Chamberlain, catalogado como covarde, foi trocado pelo ex-sionista e franco-maçom Churchill. Este último foi um parceiro melhor, e logo ordenou um ataque aéreo contra a Alemanha. Os alemães não esperavam um ataque da Inglaterra e, portanto, não estavam preparados para isso. Muitos dados deixavam prever que a Alemanha queria evitar entrar em guerra contra a Inglaterra.
Em seu discurso em 1933, Hitler demonstrou que seria possível que o comunismo se propagasse e englobasse a Inglaterra e afirmou que, se isso acontecesse, ele auxiliaria os britânicos a defender-se, se estes apelassem a ele, Hitler.
Além do mais, as tropas alemãs deixaram, em 10 de maio de 1940, 335.000 soldados ingleses evacuar a praia de Dünquerque. Além disso, Hess com sua viagem à Inglaterra, tentou reunir as duas poderosas nações nórdicas. Mas Winston Churchill conhecia bem Bernard Baruch, que tinha também auxiliado Woodrow Wilson e Roosevelt a conquistar a presidência.
Foi igualmente Baruch que persuadiu Churchill a sustentar a fundação do Estado de Israel. Em 23 de maio de 1939, Churchill deu em seguida a ordem ao ministro das colônias Lord Lloyd para retirar as tropas inglesas da Palestina e para armar e auxiliar os judeus a organizar-se para sua própria defesa. (Falarei sobre isso mais adiante)





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31 O que aconteceu na América durante esse tempo?

A maioria dos americanos não queria mais estar envolvido em qualquer guerra que fosse, mas os Illuminati eram de opinião contrária. O presidente americano Franklin Delano Roosevelt (o 32.° presidente) era grão-mestre dos franco-maçons; membro do CFR, tinha ligações com a família Delano e também com o “Comitê dos 300”. Um de seus mais próximos colaboradores era também Bernard Baruch, e ele tinha relações bem estreitas com o coronel House pelo menos já há oito anos. Os Illuminati, como o sabemos, tinham colocado o seu homem. Ele retribuíra-lhes fazendo com que se votasse uma lei contrária à constituição: todos os que possuíam ouro foram, com efeito, obrigados a colocá-lo no banco antes do fim de abril de 1933, sob a pena de uma multa de US$ 10.000 ou a 10 anos de prisão e até mesmo as duas coisas ao mesmo tempo. O ouro foi pago a US$ 20,67 a onça. Quando a maior parte do ouro foi confiscada, o preço do ouro subiu até US$ 35 a onça. Os “iniciados” haviam depositado seu ouro nos bancos estrangeiros, e o venderam, evidentemente, mais tarde, a bom preço.
O presidente Roosevelt havia incitado os japoneses a entrar em guerra, dando-lhes um ultimato de guerra em 26 de novembro de 1941, exigindo que eles retirassem todas as tropas japonesas da Indochina e da Manchúria. Isto é um fato histórico, mas um segredo muito bem guardado.
O ultimato de Roosevelt só foi intencionalmente comunicado ao congresso americano após o ataque de Pearl Harbour. Todos tinham uma certeza unânime: os japoneses não tinham outra possibilidade a não ser declarar guerra; até então eles tinham feito de tudo para evitá-la. Príncipe Kenoye, embaixador do Japão nos Estados Unidos tinha muitas vezes pedido para ir a Washington ou Honolulu para encontrar-se com Roosevelt e achar com ele outra solução. Ele esteve até mesmo pronto, mais tarde, a aquiescer às exigências dos Estados Unidos para evitar a guerra, mas Roosevelt recusou-se cada vez a encontrar-se com ele, pois a guerra contra o Japão já estava projetada há muito tempo, assim como a guerra contra a Alemanha.
Nesse momento Roosevelt declarou ao povo americano:

Dirijo-me a todas as mães e a todos os pais e vos faço a todos uma promesa, uma promessa
formal. Já o disse antes e direi sem cessar: “vossos filhos não serão enviados para a guerra
no estrangeiro”.

Enganar o povo dessa forma é de tirar o fôlego.
O exército americano, informado por diferentes fontes, sabia que os japoneses atacariam primeiro Pearl Harbour:

1. O embaixador dos Estados Unidos em Tokyo, Joseph Grew, escreveu numa carta a
Roosevelt em 27 de janeiro de 1941 que se uma guerra estourasse entre o Japão e os
Estados Unidos, Pearl Harbour seria o primeiro alvo.
2. O membro do Congresso Dies tinha não somente indicado ao presidente Roosevelt
em agosto de 1941 que Pearl Harbour seria o alvo, mas também tinha remetido o plano
de ataque estratégico com o mapa correspondente. Ele foi condenado ao silêncio.
3. O serviço secreto americano, em 1941, também tinha conseguido decifrar os códigos
diplomáticos e militar dos japoneses. Roosevelt e seus conselheiros conheciam com
antecedência a data exata, a hora e o lugar do ataque.

Al Bielek, um dos dois sobreviventes da “experiência de Philadelphia”, contou-me que ele estava nessa época, no posto em Pearl Harbour, mas que foi chamado uma semana antes do ataque, porque deveria trabalhar em seguida com Nikola Tesla na “experiência de Philadelphia”.
Disseram-lhe, então, que o chamaram justamente devido ao ataque a Pearl Harbour. Ele era muito precioso para que o deixassem morrer.
A base de Pearl Harbour só foi informada apenas duas horas antes do ataque. Ela não estava, pois, preparada absolutamente para isso e, lamentalvelmente, todos morreram. Esse era o desejo de Roosevelt. Ele podia, então fazer os japoneses passar por “porcos, sujos, pérfidos”, e seria, pois dever dos Estados Unidos responder com represálias.
A todos os que não querem admitir que tornar-se presidente ou chanceler implica mais do que ser um simples político, espero que o exemplo seguinte possa abrir-lhes os olhos; quero falar daquele que iria tornar-se o presidente dos Estados Unidos, Dwight D. Eisenhower.
Para garantir o sucesso de seu empreendimento, que podemos qualificar de infame, era preciso que os Illuminati tivessem um servidor devotado no posto de comando como chefe de todas as forças armadas dos Aliados. A pessoa ideal para esse trabalho foi o tenente-coronel Dwight D. Eisenhower.

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Sua carreira no exército dos Estados Unidos é mais que interessante, ela é fascinante, pois permite-nos ver o que pode acontecer a um soldado comum quando ele dispõe de bons “apoios”. Eisenhower era, de fato, também amigo de Bernard Baruch.
Em março de 1941, ele obteve a graduação de coronel. Três meses mais tarde, era comandante do 3.° exército americano. No fim de outros três meses, foi nomeado general de brigada. Em 12 de dezembro do mesmo ano, participou do projeto de guerra no mais alto nível em Washington. Em 16 de fevereiro de 1942, foi promovido ao título de adjunto do chefe de estado-maior da “War Plans Division”. Dois meses mais tarde, tomou a direção desse trabalho. Três meses depois, recebeu o comando do “European Theatre of Operations”. No mês seguinte, foi nomeado general de divisão e, no fim de seis meses general de “cinco estrelas”. Em 24 de dezembro foi enfim nomeado comandante em chefe na Europa.
Uma vez o exército alemão afastado de Roma, o exército americano do general Mark Clark aí estacionou. Em lugar de dirigir-se para a Iugoslávia, Viena, Budapeste e Praga, os americanos enviaram parte de seus soldados para a Normandia, o que custou a vida de mais ou menos 100.000 homens. Tudo isso teve pesadas conseqüências na “paisagem” futura da Europa oriental. Por que isso?
Na conferência dos Aliados em 1943, em Quebec, o general George C. Marshall fez pressão para que fosse assinado um acordo que tinha o nome de “posição russa”. Ele estipulava que [...] “a posição da Rússia seria dominante após a guerra”.
Os homens que oficialmente encabeçavam os Estados Unidos - Roosevelt, Marshall e Eisenhower - haviam recebido ordens estritas de seus “mestres” para dirigir a fase final da guerra a fim de que ela se desenrolasse segundo as diretrizes dos Illuminati, tais como elas estão descritas nos “Protocolos dos Sábios de Sião”. Foi dado, pois, aos exércitos russos o tempo para ganhar terreno.




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32 A Alemanha quer capitular

Foi graças ao genro do presidente Roosevelt, o coronel Curtis B. Dall, que a história do comandante George Earle foi desvendada. Earle foi ex-governador da Pensilvânia, embaixador americano na Áustria (de 1935 a 1939) e na Bulgária (de 1940 a 1942). Em seguida foi adido naval pessoal de Roosevelt em Istambul. Foi nessa época, na primavera de 1943, que o chefe do serviço secreto alemão, o almirante Wilhem Canaris, fez-lhe uma visita. Canaris disse-lhe que “a capitulação sem condições, tal como tinha sido exigida pela América e pela Inglaterra, era inaceitável pelos generais alemães. Se, entretanto, o presidente americano deixasse compreender que uma rendição honrosa do exército alemão fosse possível, eles estariam prontos para aceitar outro acordo. E o exército alemão receberia então a ordem de ser enviado para a frente do Leste, a fim de aí combater o “exército vermelho” que se aproximava”.
Pouco depois Earle teve um encontro mais longo com o embaixador alemão Fritz von Papen, que lhe deu o mesmo requerimento. Earle - que se perguntou se havia entendido bem - concluiu, então, que era uma proposta séria da parte desses embaixadores, e logo escreveu uma carta à Roosevelt. Nada aconteceu. Ele enviou uma segunda. Sempre nada. Quando Canaris chegou alguns dias mais tarde para tomar conhecimento da resposta de Roosevelt, Earle não a pode dar. Earle enviou, pouco depois uma mensagem da maior urgência a Washington. Sempre nenhuma resposta. Todos os dois não podiam saber que uma capitulação da Alemanha não era desejada. Roosevelt, numa carta de 24 de março de 1945, proibiu o comandante Earle de tornar público esse incidente.



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33 O auxílio americano aos soviéticos durante a guerra



Existe um livro notável que nos permitiu compreender o que se passou durante a guerra. Esse livro é deixado completamente de lado pela mídia, pelos produtores de filmes e, na maior parte dos casos, pelas bibliotecas. Seu título: From Major Jordan's Diares (Dos diários do major Jordan).
Jordan era um veterano da Primeira Guerra Mundial e sua experiência militar o fez aceder ao posto de expedicionário Lend Lease (empréstimo e locação) e de oficial de ligação com os russos. Ele serviu os dois primeiros anos em Newark, em Montana e, a partir de 10 de maio de 1942, no United Nations Depot n.° 8, Lend Lease Division, Newark Airport, Newark, New Jersey, International Section, Air Service Command: Air Corps; US Army.
O comandante Racey Jordan era o homem de ligação entre os Estados Unidos e a União Soviética. Ele ficou muito surpreso com a influência que o coronel russo Anatoli Kotikov exercia sobre o assistente de Roosevelt, Harry Hopkins.
Os soviéticos manifestavam a necessidade de provisões especiais ou outros; um simples telefonema de Kotikov a Hopkins já era o suficiente, a mercadoria logo estava liberada. Mais tarde, Jordan notou que havia malas pretas em cada liberação de mercadorias e não pôde impedir de ceder à sua curiosidade. Foi então que fez uma descoberta. Ele descobriu papéis sobre a fusão nuclear, uma lista de materiais transportados por avião para a URSS, duas libras de urânio 92 e deutério. Ele não podia imaginar, nesse momento, o alcance de sua descoberta. Em seu diário de bordo, ele anotou mais tarde, com muitos detalhes, esses incidentes e outros. Um avião, entre outros mais, espatifou-se na Sibéria e continha o material necessário para imprimir cédulas bancárias. Havia placas, papel e outros utensílios de impressão. Assim, os russos poderiam, igualmente como os Estados Unidos, imprimir para a Alemanha as cédulas que se haviam desvalorizado durante a ocupação!
O acordo Lend Lease permitiu a Stálin receber dos Estados Unidos 20.000 aviões, quase 400.000 caminhões, duas vezes mais tanques que ele tinha no início da guerra, locomotivas, viaturas, alimentos, material secreto, etc.
Por qual razão os Estados Unidos deram um auxílio assim maciço aos russos durante a Segunda Guerra Mundial? Estamos no direito de fazer essa pergunta, pois até agora, só citei alguns exemplos.
Os Illuminati eram os autores do regime vermelho. Eles sabiam muito bem o que estavam fazendo. É fácil verificar que a URSS era um instrumento que servia ao seu plano - aquele dos Protocolos - para submeter pela força a terra inteira à sua Nova Ordem Mundial.



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34 Os protocolos devem realizar-se

A Alemanha não teve a possibilidade de render-se, o Japão viu recusada a mesma petição. Os japoneses capitularam sem condições em março de 1945. Durante esse mesmo mês, o alto comando japonês comunicou à embaixada americana em Moscou, à embaixada russa em Tokyo e ao Pentágono em Washington, que o governo real japonês desejava uma capitulação sem condição.
Os americanos ignoraram-no! Por quê? Eles alegaram, depois, que a mensagem não havia sido decodificada! Mas, então, como eles tinham feito antes para decodificar os códigos militares e diplomáticos? Nós conhecemos a resposta: as ilhas japonesas não haviam ainda sido destruídas. O espetáculo iria apenas começar. Os B 29 realizaram no Japão o grande “saneamento” desejado pelos banqueiros internacionais.
Primeiro destruir Tóquio, depois lançar as bombas sobre Nagasaki e Hiroshima. Dizem que muitos generais japoneses eram membros de uma sociedade secreta mística denominada “Dragão Negro”. Nada mais sei a esse respeito.
A reconstrução da Alemanha e do Japão rendeu somas astronômicas aos banqueiros internacionais. Os alemães e os japoneses possuem entre eles trabalhadores e técnicos dos mais aplicados.
Mas seus governantes são escolhidos também pelos Illuminati, que os manipulam como marionetes. Ficareis melhor esclarecidos quando conhecerdes as listas dos membros das diferentes organizações. Muitos políticos do governo alemão são como peões no tabuleiro de xadrez, assim como os americanos ou os russos.


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35 O que nos rendeu a Segunda Guerra Mundial?

Do ponto de vista humano, foi um desatre sem circunstâncias atenuantes.
Do ponto de vista dos Illuminati, foi um sucesso sem contestação. Essa guerra, com seus 30 milhões de mortos estimados - Soljenitsyn fala de 100 milhões - representa, evidentemente uma parte do programa de saneamento mundial dos Illuminati, cuja meta suprema é a criação da Novus Ordo Seclorum, da “Nova Ordem Mundial” de Weishaupt.
Para os Illuminati Lênin era na Rússia a pessoa perfeita. O comunismo fez o papel do florete no desenrolar político e psicológico dos acontecimentos, isto é, os conspiradores utilizaram o comunismo como a “besta negra” para constranger as nações ocidentais a fazer concessões e a assumir obrigações que eram contrárias a seus próprios interesses. No início dos anos 20, Lênin anunciou ao mundo os projetos futuros dos Illuminati:

Ocuparemos primeiro a Europa oriental, depois todos os países da Ásia.

Sua finalidade foi conquistada graças à Segunda Guerra Mundial. Alguns anos mais tarde, foi a vez da maior parte da Ásia. A debandada do Vietnã foi um dos elementos dessa operação.
A Segunda Guerra Mundial rendeu ainda mais para os Illuminati. As grandes fendas da antiga ordem mundial vieram à tona, e os fundamentos financeiros e sociais da moral tradicional ficaram abalados. A América, cuja segurança jamais foi contestada, nem antes nem durante a guerra, encontrou-se presa na engrenagem da política mundial, constrangida a renunciar a sua própria política.
Essa guerra custou aos Estados Unidos US$ 400 bilhões e elevou a dívida de Estado a US$ 220 bilhões.
Isso tornou os Estados Unidos prisioneiro das garras dos banqueiros internacionais. A guerra aplainou o caminho para o despertar do socialismo, que se expandiu como uma doença na Inglaterra e nos Estados Unidos. Ela preparou também o caminho para a criação da ONU em 1945, cuja sede principal estava num terreno doado por Rockefeller em Nova Iorque. Entre os membros fundadores da ONU, pelo menos 47 faziam parte do CFR.
A ONU é a maior loja franco-maçônica internacional do mundo, como o indica claramente seu emblema. É um símbolo franco-maçônico, assim como o grande selo sobre as cédulas de um dólar americano. (Ver p. 331 e 332)



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36 O que sucedeu com o serviço secreto nazista da Gestapo?

William Bramley informa-nos que a CIA aceitou a oferta de Reinhart Gehlen, chefe das operações do serviço secreto do Reich alemão na Rússia, para participar na construção da rede do serviço de informação americano na Europa. Muitos dos ex-membros dos SS pertenciam à organização de “Gehlen”.
Esta tornou-se uma importante parte da CIA na Europa ocidental e foi a base do aparelho dos serviços secretos da RFA. A CIA obteve também as informações a partir dos documentos concernentes aos processos de criminosos de guerra em Nüremberg sobre os métodos psiquiátricos dos nazistas; estes iriam ser utilizados dezenas de anos mais tarde por ocasião das experiências duvidosas que visavam obter o controle da consciência.
A INTERPOL, organização policial internacional privada que luta contra criminosos e traficantes de drogas operando em escala mundial, muitas vezes foi dirigida, até 1972, por ex-oficiais da SS. Quando se fica sabendo que a INTERPOL foi controlada pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, não nos espantamos com mais nada.


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37 A fundação do Estado de Israel

A guerra abriu caminho para a fundação do Estado de Israel, como foi programado desde 1871. As feridas cicatrizaram-se lentamente na Europa, e a atenção do mundo voltou-se para o Oriente Médio, onde os sionistas estavam em vias de estabelecer o Estado de Israel na Palestina. A morte de Lorde Moyne por dois sionistas suscitou uma viva reação na Inglaterra. Por ocasião do congresso sionista em 1946 em Genebra, ficou decidido recorrer ao terrorismo para edificar o Estado sionista. Foi assim que nasceram numerosas organizações terroristas na Palestina, cuja finalidade era de criar por força, o Estado de Israel.
As duas mais importantes foram o Irgun Zvai Leumi de Menahem Begin e o Grupo Stern de Yitzhak Shamir. Quando os árabes fizeram correr mais sangue ao combaterem os ingleses na Palestina, fez-se apêlo à ONU, que decidiu, em 29 de novembro de 1947, dividir a Palestina em dois estados independentes: um árabe, outro judeu. Esse princípio de divisão de um Estado para governar nos é bem conhecido do tempo de Roma: Divide et Impera (Dividir para melhor reinar). É a garantia de discórdias que não acabam mais. E este foi o caso. A separação suscita perturbações ainda mais sangrentas, obrigando a ONU a retirar-se. Os sionistas aproveitaram-se para dividir arbitrariamente a Palestina. O Grupo de Stern e o Irgun Zvai Leumi (sob a direção de Beguin) atacaram a cidade Deir Yasin e degolaram todas as pessoas, como uma advertência para o caso de os árabes continuassem a resistir. Estes se refugiaram nos países vizinhos, salvo alguns que se reuniram sob a direção de Yasser Arafat e da OLP.
A declaração da independência de Israel em 14 de maio de 1948 causou novas desordens. Desde então, o Oriente Médio é um foco que fomenta ódios e assassinatos. Mas isso correspondia perfeitamente às finalidades desejadas pelos Illuminati (Ver o plano n.° 3) de Albert Pike.



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38 O CFR se consolida

Esse foi o período no qual o CFR começou a ter uma real influência nos Estados Unidos. Velhas instituições soberanas foram trocadas por novas a nível internacional, tais como o Institute of the Pacific Rim (IPR) e a Foreign Policy Association (FPA).
Sob a ordem do IPR, a China foi entregue por George Marshall aos comunistas. O controle exercido pelos Illuminati sobre a União Soviética foi claramente ampliado pela guerra. Projetos tais como aquele de Lende Lease e as decisões tomadas em Yalta por Stálin, Roosevelt e Churchill consolidaram por sua vez, o sistema soviético. A “guerra fria”, bem encenada, que se seguiu entre o império soviético e as nações ocidentais, reforçou a posição dos Illuminati no resto do mundo.
As guerras da Coréia e do Vietnã foram tramadas para evitar um confronto direto entre americanos e russos. Ao mesmo tempo, isso permitiu justificar a existência de “serviços de segurança nacional”, tais como a CIA (Central Inteligence Agency), a National Security Agency (NSA) e o NSC.
As operações ocultas da CIA começaram no início dos anos 50. Os dirigentes dos governos dos outros países que não estavam ainda sob o controle dos Illuminati deveriam ser trocados por aqueles que os Illuminati escolheriam.
Alguns senadores americanos duvidaram e espantaram-se, assim como o senador McCarthy, de que houvesse tantos comunistas nos cargos elevados do governo dos Estados Unidos.
McCarthy fundou a Unamericain Adtivities (Audiência na casa sobre as atividades não americanas) e pode descobrir algumas atividades comunistas, mas a mídia lançou-o no descrédito. Eis aí um método que assegura o sucesso e que teve suas provas: aquele que descarta os desmancha-prazeres. Mais tarde, McCarthy começou a investigar sobre a CIA. Se ele tivesse avançado mais, talvez tivesse evitado o atentado contra J. F. Kennedy.
O “Comitê dos 300” ficou muito inquieto quando MacCarthy decidiu colocar William Bundy diante do comitê de investigação. Sua citação teria permitido descobrir as boas relações existentes entre a CIA e o serviço secreto britânico.



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O RIIA escolheu Allen Dulles para afastar McCarthy. Dulles deu a Richard Helms e Patrick Lyman a missão de ocupar-se de McCarthy. Eisenhower deu a mesma missão ao general Mark Clark, membro do CFR, para que McCarthy não se ocupasse mais da CIA. Clark persuadiu McCarthy que existia uma comissão de supervisão especial que vigiava a CIA. McCarthy interrompeu então suas investigações. Ele era conhecido pela caça às bruxas e, como advogado, defendia numerosas famílias da máfia de Nova Iorque; tinha também uma amizade profunda com o chefe homossexual do FBI J. Edgar Hoover. Ele organizou para Hoover encontros com travestis nos hotéis de Nova Iorque.
Richard Helms e Allen Dulles tomaram o cargo, mais tarde, da direção da CIA.


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39 O atentado contra Kennedy

Os motivos do atentado contra J. F. Kennedy são o objeto de violentas especulações desde novembro de 1963. Sabemos que o jovem presidente se preparou para escolher sua própria orientação concernente às questões de grande importância estratégica, o que se opunha fortemente aos poderosos interesses políticos e financeiros do Establishment. Ele não era um bom “parceiro” e uma das causas do seu assassinato foi que ele deu baixa, logo após sua tomada de posse em 1961, no chefe todo-poderoso da CIA, Allen Dulles, que acabava de sofrer um revés na operação da “Baía dos Porcos” (tratava-se de exilados cubanos que não puderam aportar na “Baía dos Porcos” em Cuba, em abril de 1961). Também ele intencionava a retirada de alguns conselheiros americanos (Advisors) do Vietnã.
Com efeito, ele deu-lhes ordem de retirar-se em outubro de 1963. O que irritou também enormemente os Illuminati foi o fato de que Kennedy queria claramente diminuir as atividades militares da CIA no sudeste da Ásia. Ele notificou ao congresso em 18 de julho de 1963 que intencionava pôr em aplicação toda uma série de disposições para acabar com o deficit dos pagamentos dos Estados Unidos. Ele queria tornar a ativar a exportação de mercadorias industriais e aumentrar os impostos sobre os bens dos cidadãos americanos no estrangeiro. Os impostos a pagar sobre o capital investido no estrangeiro seria aumentados em até 15% por ano. Isso representava, evidentemente, uma desvantagem a mais para os banqueiros internacionais. Kennedy teria sido - e como - o homem que faltava para defender os direitos do povo.
Se quisermos levar em conta outro motivo muito mais importante, deixemos, mais uma vez, mas brevemente, o setor da política. Isto se refere à descoberta do disco voador que se espatifou em 2 de julho de 1947 em Rosewell, Novo México. Descobriram-se nesse disco quatro pequenos humanóides. Nesse caso houve 92 testemunhas, 35 testemunhas de primeira mão, do pessoal da Força Aérea. Em 13 de fevereiro, encontraram outro disco espacial nos arredores de Azteca, no Novo México. A segunda queda de outro disco nessa mesma região aconteceu em 25 de março de 1948 no Heart Canyon. O disco tinha 33m de diâmetro, e era fabricado com um metal que nunca tinha sido visto antes, e nele foram encontrados 16 mortos que mediam perto de 1,20m. Em 1949, outro disco foi encontrado em Rosewel, e um dos passageiros sobreviveu. Um oficial da aviação recebeu a ordem de enviá-lo a Los Alamos onde se encontravam, nessa época, as instalações mais seguras das forças armadas dos Estados Unidos. Descreveram o passageiro como um humanóide reptilóide com certas características próprias aos insetos.
Denominaram-no simplesmente EBE (Extraterrestral Biological Entity). EBE relatou que os de sua raça faziam visitas a terra já há 25.000 anos, que eles vinham de um sistema de uma estrela dupla, que seu planeta era desértico e que o sol deles ameaçava desaparecer. Ele disse também que dispunham de bases subterrâneas em diferentes países da terra. EBE ensinou ao jovem coronel que lhe tinha acompanhado a existência da reencarnação e a sobrevivência da alma, que correspondem às leis do Universo. Tudo foi anotado e reunido sob o código Yellow Book. Procurou-se entrar em contato com a raça EBE, mas sem sucesso. Esse projeto tinha o nome de SIGMA. No fim de 1951, EBE adoeceu gravemente. Como as funções biológicas de seu corpo dependiam do fornecimento de clorofila, apelaram a um botânico, o dr. Guilhermo Mendoza, para tratá-lo. EBE ficou em Los Alamos até sua morte, em 18 de junho de 1952, “por um motivo desconhecido”. O coronel que cuidava dele teria chorado com sua morte. Ele o teria amado como um filho. Mais tarde, sob o projeto Robertson-Panel, adaptaram esse acontecimento no cinema: o filme teve o título ET. Esse filme de ficção científica tinha por finalidade familiarizar o público com esse acontecimento real.



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Em 6 de dezembro de 1950, outro disco (de 30m de diâmetro) caiu perto de Lareddo, no Texas. Encontraram nos destroços um passageiro calcinado de 1,30m com uma cabeça extremamente grande. Esse incidente suscitou uma viva emoção pelas fotos divulgadas. Em maio de 1953, recuperaram em Kingman, no Arizona, outro disco, que media desta vez somente 10m de diâmetro. Nele havia 4 mortos, os quais também foram enviados, como os outros, à Wright Patterson Air Force Base (Hangar 18). (Como o dizem tão justamente os americanos: Reality is sometimes stranger than fiction! - A realidade ultrapassa por vezes a própria ficção!).
Desde a primeira queda, muitas organizações secretas foram criadas, elas ocupavam-se de tudo o que dizia respeito aos OVNIs: a mais importante foi a operação Majestic 12 , fundada em 12 de setembro de 1947 pelo presidente Truman, e da qual dependiam todos os outros projetos (Majesty é o nome do código para o presidente). Entre os membros havia o dr. Vannevar Bush, conselheiro científico do presidente; o ministro da Defesa Florestal e também, mais tarde, Nelson Rockefeller, Allen Dulles, chefe da CIA e J. Edgar Hoover, chefe do FBI.
Os outros faziam parte do CRF. Todos os doze eram também membros da Jason Society ou Jason-Scholars, da elite da ordem Skull & Bones. A sede do grupo, situada em Maryland, é acessível somente por via aérea e é conhecida pelo nome de Country Club pelos círculos dos iniciados.


Os projetos concebidos sob a direção do Majestic 12 eram, entre outros, os seguintes:


1. O projeto MAJI (Majority Agency for Joint Intelligence): esse serviço reuniu todas as
informações concernentes aos serviços secretos. MAJIC significa controlado por MAJI em
colaboração com a CIA, a NSA, o DIA (serviço de informações da defesa do país) e o
Naval Intelligence (serviço secreto da marinha); o projeto SIGN tinha o estudo dos
fenômenos OVNIs. Mais tarde, esse projeto tomou o nome de projeto GRUDGE (pode ser
devido às numerosas partes de corpos humanos que foram encontrados em duas das naves);

2. o projeto Blue Book: refere-se ao resgate de objetos voadores tombados na terra, e de
acordo com o projeto Robertson-Panel, que visa desinformar intencionalmente o público;

3. o projeto SIGMA: trata da comunicação com a raça de EBE;

4. o projeto Snowbird: refere-se a tecnologia de objetos voadores extraterrestres para tentar
pilotar um desses objetos;

5. o projeto Aquarius: serve de cobertura para coordenar os programas de pesquisa e de
contatos com os extraterrestres;

6. o projeto GARNET: estuda a influência dos extraterrestres sobre a evolução humana;

7. o projeto POUNCE: que trata dos despojos das naves espaciais que caíram e dos exames
biológicos feitos com os corpos dos passageiros;

8. o projeto Redlight: que decide sobre os ensaios a serem feitos em vôo com as naves
espaciais que foram encontradas ou que foram deixadas à disposição pelos extraterrestres.
Esse projeto está mantido, neste momento, no domínio de Área 51/Groom Lake, em Nevada;

9. o projeto Luna: nome do código para a base extraterrestre na lua que foi observada e
filmada pelos astronautas do Apollo. Aí exploram uma mina e guardam as grandes
astronaves em formato de charuto;

10. as Delta Forces: são unidades especialmente formadas para esses projetos.


Segundo a informação de William Cooper e George Segal, a CIA teria sido criada especialmente para dissimular a existência dos extraterrestres. Segundo W. Cooper e G. Segal, o grupo da elite secreta internacional Die Bilderberger, que estudaremos no decorrer deste livro, foi criada também para ocultar os contatos estabelecidos com os extraterrestres. Entretanto só falarei sobre os Bilderberger do ponto de vista político.
O que esperam pois de nós os extraterrestres?
Por que eles não se dirigem aos dirigentes ou ao presidente de um país? Eles o fizeram! E foram muitos que o fizeram!

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Não foram somente George Washington e Abraham Lincoln que afirmaram terem sido contatados por extraterrestres. O presidente Roosevelt teria tido, em 1934, por ocasião de um cruzeiro no Pensilvânia no Pacífico, um encontro arranjado por Nicola Tesla com os passageiros de um disco voador. O presidente Truman, ele também, teria tido uma entrevista pessoal com os extraterrestres em 4 de julho de 1945. Alguns filhos dos Rothschild deram a entender que no início deste século seus pais teriam encontrado os passageiros de um OVNI. Mas os relatórios que temos só emanam de pessoas isoladas que aceitaram contá-los e pô-los por escrito.
Existe entretanto, provas concretas dos encontros do presidente Dwight D. Eisenhower. Michael Hesemann escreveu a esse respeito:

Assim tranparece das relações estabelecidas pelas pessoas em contato com os extraterrestres que estes últimos, desde sua aparição maciça sobre Washington no verão de 1952, tiveram contato com o governo americano. [...] E ainda, eles encarregaram diferentes pessoas, entre outras George von Tassel, para enviar mensagens ao presidente. Após as eleições presidenciais do outono de 1952, foi o general Dwight D. Eisenhower que ocupou o lugar de presidente. Anteriormente, durante sua carreira militar, ele já havia sido informado das quedas dos OVNIs em Rosewell, Azteca e Lareddo, que aconteceram entre 1947 e 1950. Após sua eleição em 18 de novembro de 1952, ele recebeu um relatório sobre a situação da comissão governamental “Majestic 12”, que havia sido encarregada por seu predecessor Truman de examinar os destroços dos OVNIs recuperados. A comissão recomendou ao presidente segredo absoluto por motivo “de segurança nacional”. [...]

O lugar escolhido para que Eisenhower estabelecesse seu contato foi a Base Edwards da Força Aérea (MUROC) na Califórnia. Demonstrações de OVNIs já se tinham desenrolado nesse lugar há meses e, como veremos, até há anos:

em 8 de julho de 1947: quatro diferentes objetos não identificados em forma de disco foram vistos sobre MUROC AFB e no terreno de ensaios secretos de Rogers Dry Lake;
em 31 de agosto de 1948: um grande objeto com uma cauda de chamas azuis, longa, com mais de 1 km, passou sobre MUROC a 17.000m de altitude;
em 14 de julho de 1950: um piloto da marinha e diferentes pilotos civis observaram uma astronave em forma de charuto a 40 km a leste de MUROC;
em 10 de agosto de 1950: Robert E. Wykoff, físico da marinha, observou com seu telescópio um grande objeto em forma de disco que manobrou perto de Edwards;
em 30 de setembro de 1952: o fotógrafo especializado Dick Beemer e duas outras testemunhas observaram dois objetos em formato de bola, ligeiramente achatada, manobrando acima de Edwards.
UFO - Die Kontakte (OVNIs - O “contato”) p. 55 e seguintes.

Vinte de fevereiro de 1954 foi o dia D. Esse acontecimento está confirmado por filmagens e por diferentes testemunhos, entre eles: o de Gerald Light, do poderoso grupo de mídia CBS; conde de Clancerty, membro da câmara alta dos Lordes na Inglaterra; William Cooper, ex-agente secreto; Paul Salomon, membro pessoal da aeronáutica, e muitos outros que estavam estacionados nessa época, em MUROC/Edwards.
Nesse dia, todos os oficiais, inclusive o comandante, correram para a torre de controle para observar um grande disco de 60m a 100m de diâmetro que planava acima da pista de decolagem. Eles ficaram observando durante horas até que todos da base, até o último, ficassem a par.
O disco fazia manobras de vôo desafiando todas as regras da física; ele deslocava-se de baixo para cima, de um lado para outro, em ângulo reto, etc.
Um pouco mais tarde, eram no total cinco objetos voadores, três em formato de disco e dois em formato de charuto.
Eisenhawer chegou à base, de avião; ele fazia nesse momento, um tratamento ao lado de Palm Springs. Ele e todo o pessoal da base foram testemunhas da descida de um pequeno grupo de ocupantes, que se aproximaram deles. Eles tinham um aspecto humanóide, seu tamanho era mais ou menos como o dos seres humanos, eram loiros e falavam inglês.
Eles propuseram seu auxílio para o desenvolvimento espiritual da humanidade com a condição, disseram eles, de que aceitássemos destruir nossas armas atômicas. Eles não estavam prontos a colocar à nossa disposição sua tecnologia, pois não éramos capazes de utilizar sequer a nossa como humanos responsáveis.
Eles pensavam que qualquer tecnologia nova só serviria para matar-nos mutuamente. Essa raça explicou que estávamos num caminho de autodestruição, que deveríamos cessar de destruir-nos, de poluir a terra, de explorar as riquezas minerais.


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Deveríamos viver em harmonia com a criação. Era capital para nós aprendermos a considerar-nos como cidadãos de uma família planetária e que tinhamos o dever de comportar-nos como tal.
Devíamos abandonar o mais rápido possível nossa crença de podermos agir do nosso jeito. Não poderíamos entrar em contato com eles a não ser que começassemos a conduzir-nos como cidadãos de um sistema planetário.
Eles também eram parte dessa família planetária, e deveríamos tratá-los assim, a eles e a todos os nossos semelhantes sobre a terra. Desde que tivéssemos aprendido a manter relações de paz com todas as outras nações, poderíamos conseguir relações interplanetárias.
Todas as pessoas presentes mantiveram-se céticas em face a essa linguagem, principalmente no que se referia à exigência imperativa do desmantelamento nuclear. Ninguém poderia imaginar que um desarmamento pudesse ser de interesse dos Estados Unidos.
Todos temiam por se encontrarem sem defesa diante dos extraterrestres. A oferta foi recusada! Os extraterrestres declararam então que continuariam a manter contato somente com indivíduos isolados enquanto os humanos não os aceitassem. Foi então que fizeram uma demonstração de suas possibilidades técnicas que impuseram respeito ao presidente, que se mantinha lá, paralisado, dentro de seu círculo. Eles mostraram suas naves espaciais ao presidente e provaram também sua capacidade de tornar-se invisível. Eisenhower sentiu um mal estar! Ninguém podia vê-los, mas todos sabiam que eles estavam lá. Em seguida os estrangeiros entraram em suas naves e decolaram.
O astronauta americano Gorden Cooper confirmou esse acontecimento e contou que viu um filme, durante seu serviço, mostrando uma aterrissagem de OVNIs numa base da força aérea na Califórnia nos anos 50. Encontrareis nos livros de Michael Hessemann UFOS - Die Beweise (OVNIs - As provas) e UFOS - Die Kontakte (OVNIs - O contato) toda a história nos mínimos detalhes assim como as respostas a todos os comos e porquês. Ele teve o trabalho de fazer um resumo de mais de 50 livros e especialmente de livros americanos dos documentos com numerosas e excelentes fotos. UFOS - Die Beweise contém os documentos secretos da CIA que ficaram acessíveis ao público graças ao Freedom of Information Act ao final de trinta anos de segredo. Houve outros contatos com governadores, mas seria preciso tomar conhecimento de todos esses contatos para ter um apanhado da diversidade dos temas referentes aos OVNIs. Existem também vídeos que contêm em particular a aterrissagem de uma nave em 1964, na base da força aérea Holloman. (Esses vídeos estão mencionados na literatura complementar.)
Voltemos agora a Kennedy. Após ter sido eleito presidente e ter sido informado a respeito dos OVNIs recuperados e dos projetos secretos que incluíam o estudo dos sobreviventes, ele quis tornar essas informações públicas. Forestal, ministro da Defesa e membro do Majestic 12, já tinha procurado fazê-lo antes; ele foi atirado pela janela do hospital com um lençol ao redor do pescoço em 22 de maio de 1949.
Kennedy teve direito a um tratamento similar. Ele foi assassinado em 22 de novembro de 1963 em Dallas, no Texas.
O primeiro tiro de fuzil veio efetivamente do entreposto, mas esse não foi mortal. O tiro mortal foi dado pelo motorista de seu próprio carro, o agente da CIA William Greer, que visou a cabeça de Kennedy com uma arma própria da CIA. Quando assistimos em câmera lenta o filme original do atentado e prestamos atenção no motorista, vê-se claramente que ele se vira com a arma na mão, atira, e é então que a parte de trás da cabeça de Kennedy arrebenta.
Nos filmes projetados na maior parte dos países ocidentais, o motorista não aparece. Numa emissão da ARD (primeira cadeia de televisão alemã) a Spigel TV, em 21 de novembro de 1993, experimentou convencer os espectadores que o atentado nada tinha a ver com a CIA, enquanto que a RTL difundia quase no mesmo momento, uma notícia contrária. Sem fazer comentários, mostraram nas duas cadeias uma só vez o filme por inteiro; nos filmes seguintes, não estava mais o chofer. Mas aquele que sabia onde fixar sua atenção podia reconhecer no filme original o motorista atirando com sua arma.
John Lear, filho de Lear Aircraft (hoje proprietário) e antes designado como o melhor piloto da US Air Force (com 17 recordes no mundo), encontrou três filmes originais entre outros no Japão. Ele fez com que fossem analisados por computador para provar sua veracidade. Ele mesmo e William Cooper, ex-membro da Naval Intelligence (serviço secreto da marinha) e autor de Behold a Pale Horse, fazem em nossos dias conferências nos Estados Unidos, quando se pode obter os filmes originais por seu intermédio. William Cooper perdeu a perna direita por causa desse filme: Ele foi vítima de um atentado em 1973. A televisão japonesa, em seguida, divulgou várias vezes esses filmes originais nas atualidades televisionadas nos horários de grande audiência. A análise por computador permitiu identificar a arma e a descreveu como sendo de um calibre especial empregado pela CIA. Quanto à bala, tratava-se igualmente de um projétil especialmente concebido para a CIA, o qual explodiu no cérebro de Kennedy e provocou sua desintegração.



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Teriam participado na preparação do atentado os membros da CIA Orlando Bosch, E. Howard Hunt, Frank Sturgis e Jack Rubenstein (aliás Jack Ruby). A CIA, em agradecimento, liquidou as enormes dívidas de jogo de Ruby.
Lee Harvey Oswald, que também havia sido membro da CIA, trabalhava no momento do atentado para Jack Ruby. Sua morte foi programada. Jack Ruby matou-o antes que ele pudesse provar sua inocência. O culpado foi encontrado; ele não podia mais provar o contrário.
A CIA odiava Kennedy. Ele era, no parecer dela, o responsável pelo mau jeito que tomaram seus projetos concernentes ao Vietnã, Cuba e os OVNIs.
Um colaborador da CIA, que havia participado da operação da “Baía dos Porcos”, disse que todas as pessoas que trabalhavam em seu setor levantaram-se e aplaudiram assim que eles souberam da novidade da morte de Kennedy. Nas audiências diante do comitê especial para atentados, numerosos desses fatos foram desvendados, mas segundo a lei de segurança do Estado americano, os arquivos estão fechados até 2029. Após essas audiências a CIA viu-se proibida de qualquer operação secreta no interior dos Estados Unidos. Quem pode acreditar que ela se limitou a isso?
Todas as testemunhas da conspiração foram assassinadas ou morreram de um câncer fulminante que lhes haviam injetado. O motorista que havia atirado, morreu, por exemplo, três semanas após o atentado.
Segundo o Warren-Commission-Report, relatório oficial do atentado contra Kennedy, Lee Harvey Oswald teria sido o único assassino. Foi o que pudemos ler, nove horas mais tarde em todos os jornais americanos.
A conspiração da CIA e do “Comitê dos 300” foi guardada em silêncio. Por uma boa razão: os Illuminati haviam sido muito eficazes ao controlar os agentes de imprensa. Este é um exemplo, entre outros, que prova que nações inteiras recebem durante décadas informações errôneas, até o dia em que um pesquisador corajoso se encarregue de fazer as investigações.
Robert F. Kennedy, o irmão de J. F. Kennedy, que também era um obstáculo aos Illuminati, morreu em 5 de junho de 1968, justamente antes de ganhar as eleições presidenciais. Nesse caso, o assassino único foi Sirhan Sirhan. Ele estava sob o efeito da droga que foi preparada pela CIA para essa circunstância especial.
Para ficarem seguros de que Sirhan Sirhan não erraria seu alvo, o guarda-costas de Howard Hughes teria atirado a “bala suplementar” que encontraram, mais tarde, na cabeça de Robert Kennedy. Segundo os dizeres do juíz de instrução, apoiando-se sobre as provas balísticas, a boca da arma deveria estar de 5 a 8 cm longe da cabeça de Kennedy; quanto à arma de Sirhan, ela estava longe a mais ou menos 30 cm. Isso também foi dissimulado para o público. As publicações internas da CFR e da ordem Skull & Bones continham entretanto, essas informações. Segundo o § 12 dos Protocolos, é preciso suprimir as pessoas que constituem um entrave ao “plano”.
Encontrareis em particular no livro de William Cooper Behold a Pale Horse a história completa do atentado com os nomes, os dados e os fatos concretos assim como as relações travadas pelos Estados Unidos com os extraterrestres.



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40 Os cavaleiros de Jerusalém

A família real inglesa mantém estreitas relações com a “Venerável Ordem dos Cavaleiros de Jerusalém”, uma ordem muito antiga. Seu dirigente é escolhido pela coroa inglesa de acordo com suas capacidades para dirigir o “Comitê dos 300”. O círculo mais íntimo denomina-se Older of the Garter (a ordem da Jarreteira).
Essa ordem ainda é muito poderosa em nossos dias; a prova nos é dada pelo fato de que Lord Carrington, cavaleiro da Ordem Jarreteira, foi antigamente chefe da OTAN e é hoje presidente dos Bilderberger. Lord Carrington também membro do “Comitê dos 300”, era, com Lawrence Eagleburger, uma das pessoas de ligação que representavam o Kissinger Associates e fizeram de sorte que Belgrado tivesse as mãos livres, em 1993, para proceder às depurações étnicas e a realizar o genocídio. Louis M. Bloomfield, chefe do MERMINDEX, é também membro dos “Cavaleiros de Jerusalém”.



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41 E o Vaticano?



No fim da Segunda Guerra Mundial, a maior parte das monarquias tinha “caído”. Os Illuminati tinham cumprido uma parte de seu plano. Mas o que houve com o catolicismo?
Uma breve observação faz crer que 17 séculos de estabilidade são imutáveis, porém, olhando-se mais de perto, vê-se tudo de outra forma.
O serviço secreto do Vaticano sempre foi a Ordem dos Jesuítas. Vou decepcionar aqueles que acreditam que os jesuítas são uma simples organização religiosa e nada mais.
O juramento de iniciação do 2° grau exige a morte de todos os protestantes e franco-maçons. Os jesuítas foram, por exemplo, a instância que organizou os massacres dos Huguenotes, e a eles deve-se as inúmeras cabeças decapitadas dos protestantes e dos franco-maçons na Inglaterra nos séculos XVI e XVII. A Ordem dos Jesuítas foi fundada em 1534 por Inácio de Loyola, que era de origem judia, como o foram os três primeiros generais da ordem. O general jesuíta (o chefe) é tão poderoso que é chamado de o “Papa Negro”.
Outras lojas secretas infiltraram-se com força na Igreja Católica durante a Segunda Guerra Mundial. Foi o caso, entre outros, da OSS (precursora da CIA), do MI 6, dos membros da “Black Nobility” italiana, dos franco-maçons e da loja P2 (Propaganda Dois); todas essas lojas estavam sob a proteção do “Comitê dos 300”. A loja P2 é a mais influente loja franco-maçônica da Itália. A “Grande Loja do Vaticano” é anexa a ela; foi ela que originou o “Escândalo P2” em 1976, quando uma lista de membros da loja foi apresentado ao Vaticano com os nomes e as datas da entrada de 121 grandes dignatários eclesiásticos, entre eles, os cardeais da cúria, os arcebispos, os bispos, os prelados e os leigos. Fizeram uma verdadeira caça às bruxas para encontrar aqueles que haviam publicado essa lista em lugar de pedir explicações às pessoas citadas nessa lista. Qualquer comentário é supérfluo. Entre outros nomes, aquele do secretário de Estado, do Cardeal Jean Villot, do ministro das relações exteriores do Vaticano Agostino Casaroli, do cardeal Sebastiano Baggio, do cardeal Ugo Poletti e do chefe do banco do Vaticano, o bispo Paul Marcinkus.
Os Illuminatti sustentaram, como podemos verificar, os dois campos das nações em guerra. Isso ficou cada vez mais evidente no fim da Segunda Guerra Mundial. Allen Dulles (chefe da CIA), por exemplo, tinha encontros secretos com o chefe dos SS, Gehlen.
Deu-se um jeito para fazer passar os oficiais SS na Suiça sob a cobertura da Igreja Católica. Alguns oficiais SS tomaram o título de sacerdotes e foram conduzidos para outros países, principalmente na Argentina, no Paraguai e nos Estados Unidos. Após a Guerra, Gehlen recebeu a missão de encarregar-se da “Rádio Livre da Europa”. Muitos dos SS foram integrados na CIA nessa mesma época.
Outro membro interessante do “Comitê dos 300” foi Joseph Retinger (Ratzinger?). A CIA deu-lhe seu apoio após a guerra, a fim de que ele pudesse concluir os contratos com o Vaticano. Ele ganhou para sua causa, entre outros, o dr. Luigi Gedda, conselheiro médico do papa Pio VII e dirigente das atividades católicas. Graças a ele, conseguiu consolidar suas relações com o papa Paulo VI, que já tinha colaborado antes com a Office of Strategic Services (Secretaria de Serviços Estratégicos), a OSS, organização que se tornaria mais tarde a CIA.
Retinger encontrou também o príncipe Bernhard dos Países Baixos (Holanda), o Primeiro ministro italiano, Sir Collin Grubbin, diretor do Special Operations Executive (Serviço Secreto Britânico), a SOE, e o diretor da CIA, o general Walter Bedell.
O príncipe Bernhard estava com os SS antes da guerra e obteve, em seguida, um emprego na I. G. Farben. Em seguida, pelo seu casamento, ligou-se a casa Orange-Nassau e ocupou um cargo na companhia Shell Oil. O pequeno grupo de pessoas citadas acima reuniu-se em maio de 1954 no hotel De Bilderberger em Oosterbeck, Holanda; esse foi o início do grupo que deveria ser conhecido, mais tarde, pelo nome de Bilderberger. O príncipe Bernhard da Holanda membro do “Comitê dos 300”, foi o primeiro Bilderberger (ver a seguir).
O cardeal Spellman foi um dos componentes da CIA que teve uma influência importante na Igreja Católica. Spellman sustentou, entre outros, a CIA, quando esta derrubou a democracia na Guatemala em 1954. Foi ele também que introduziu o padre Paul Marcinkus de Chicago junto ao papa. Em 1971 Marcinkus tornou-se arcebispo e chefe do Banco do Vaticano. Ele desenvolveu também estreitas relações com Michele Sindona, membro da loja franco-maçônica P2 e com Robert Calvi. O grão-mestre da loja P2 era Licio Gelhi. Calvi, chefe do Banco Ambrosiano, ajudou o Vaticano a transferir mais de US$ 100 milhões para o movimento “Solidariedade” na Polônia. Ele foi implicado mais tarde, no grande escândalo desse banco. Em 1982, encontraram seu corpo suspenso na ponte Blackfriars em Londres. Em cada um dos seus bolsos haviam dois tijolos e suas pernas estavam garreteadas em ângulo reto. Era uma morte ritualística dos franco-maçons. Mas os jornais passaram por cima desses detalhes. Sindona tornou-se conselheiro do Banco do Vaticano.



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A loja P2 tinha numerosas relações com o Vaticano, a Opus Dei e a CIA, e muitos de seus membros ocuparam postos elevados no governo italiano.
Em janeiro de 1966, a revista Look publicava o seguinte artigo: “ Como os judeus conseguiram modificar o pensamento da Igreja Católica”. Nele é descrito com fortes detalhes as negociações secretas entre a loja judia B' nai B' rith e o cardeal Bea, representante da Igreja Católica. O Vaticano é provavelmente a mais rica organização do mundo. Uma grande parte de seu capital encontra-se nos bancos Rothschild. Não há a menor dúvida que o Vaticano foi retomado no decorrer dos anos pelo “Comitê dos 300”, o que explica as freqüentes visitas de Bush, Gorbatchev e outros chefes de Estado ao papa.
E esses exemplos só mostram a ponta do “Iceberg-Vaticano”.
Outro exemplo: aquele do assassinato do papa João XXIII. O anúncio de sua morte apareceu, por erro, de manhã cedo no quotidiano mexicano, El Informador, publicado pela grande loja dos franco-maçons do oeste do México (o anúncio foi publicado em 3 de junho de 1963, o papa João morreu em 3 de junho de 1963 às 19 horas e 49 minutos). Um livro interessante a esse respeito: Im Namem Gottes (Em nome de Deus), de David A. Yallop.
O papa João Paulo II (o atual) tem também um passado interessante e digno de ser mencionado. William Cooper, que trabalhou doze anos para a Naval Intelligence (serviço secreto da Marinha), escreveu, em seu livro Behold a Pale Horse, que ele teria trabalhado durante a Segunda Guerra na Alemanha para I. G. Farben na produção de gás para as câmaras de gás dos campos de concentração. No fim da guerra, com medo de ser executado por ter colaborado com os crimes de guerra, ele refugiou-se na Polônia sob a proteção da Igreja Católica. Se ele aí tivesse ficado, teria tido uma carreira semelhante a de Eisenhower, se isso tivesse durado mais tempo antes que fosse eleito cardeal Wojtyla e se tornasse papa.
Ele agradeceu logo aos seus amigos dando em 27 de novembro de 1983 a excomunhão de todos os franco-maçons, notificadas no Codex Iuris Canonici. O papa atual conhece intimamente a linguagem secreta franco-maçônica, o “aperto de mãos dos franco-maçons” (uma pressão de mão particular que permite aos iniciados, se reconhecerem entre si) mas também seu discurso por ocasião de uma audiência em 15 de setembro de 1982 são provas “manifestas”: A propósito da morte do presidente libanês Gemayel, ele referiu-se a Jerusalém como a cidade de Deus. Ele falou palavra por palavra: “Jerusalém pode tornar-se também “a cidade do homem” (City of man). “A cidade do homem” é uma palavra-chave dos Illuminati para a ditadura mundial.
Em 18 de abril de 1983, o papa recebeu toda a “Comissão Trilateral”, perto de 200 pessoas, para uma audiência.
Essa organização secreta foi fundada em junho de 1973 por David Rockefeller e Zbigniew Brzezinski pois as organizações estabelecidas com a ONU ou outras, demoravam muito para instaurar o “governo mundial”. A “Comissão Trilateral”, organização de elite, tem por finalidade reunir em um só agrupamento os gigantes mais eminentes da indústria e da economia das nações trilaterais - dos Estados Unidos, do Japão e da Europa Ocidental - para criar pela força e de uma vez por todas a Nova Ordem Mundial. Ela oferece à elite, vinda de horizontes diversos da franco-maçonaria, a possibilidade de uma colaboração secreta em escala mundial. Ela deve também permitir aos Bilderberger ampliar sua influência, dando-lhes uma base política mais ampla. A maior parte dos membros europeus têm, há muito tempo, contatos com os Rockefeller.
A Comissão Trilateral compõe-se de 200 membros, mais ou menos, que são, contrariamente aos Bilderbergers, permanentes.
Podeis bem imaginar que o papa João Paulo II não teria convidado todas essas pessoas para uma simples xícara de chá.



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42 O Fundo Monetário Internacional (FMI)

As novas instâncias internacionais, tais como o FMI, o Banco Mundial e o Banco de Colonização Internacional (Bank of International Settlement), foram criados para estender a supremacia da economia do planeta inteiro.



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As contribuições que cada nação deve pagar anualmente são da ordem de bilhões. Se uma nação tiver problemas para pagar sua contribuição, são os operários os mais atingidos e que se ressentem do problema. Atualmente o FMI procura, sob a ordem dos banqueiros internacionais, os meios para controlar toda a economia mundial.
O membro do “Comitê dos 300” Harold Lever fez uma proposta conhecida pelo nome de “Plano Ditchley”. Segundo o plano Ditchley, a política financeira e monetária dos Estados Unidos passaria, ao largo da lei, para o controle do FMI. Esse plano permitiria ao FMI reunir no Banco Mundial todos os bancos centrais das diferentes nações.
Em 1982, os mais eminentes bancos de Wall Street e o governo dos Estados Unidos decidiram de comum acordo impor a cada país devedor as pesadas condições de reembolso que foram colocadas pela Kissinger Associates Inc. (o conselho de direção é composto de Robert O. Anderson, magnata do petróleo e presidente do instituto Aspen, do ex-secretário de estado das relações exteriores de Thatcher, Lorde Carrigton e de Lorde Roll of Ipsden, diretor do Bank of England e do Banco S. G. Warburg).
O FMI, o Federal Reserve Bank e o Bank of England devem assegurar o papel de “polícia mundial” para recuperar as dívidas. A América teve a idéia de colocar o FMI, conhecido pela sua intransigência, no centro de todas as negociações de dívidas.
As condições do FMI foram elaboradas pelos representantes do FMI Irving Friedman - o que lhe valeu uma posição elevada no Citibank.


Comentário sobre a situação atual:

Rexrodt, ministro atual da economia da Alemanha, foi também, durante algum tempo, chefe do Citibank nesse país.
Os capitais do Fundo Monetário Internacional (FMI), representaram para os países uma espécie de isca. Quando as dificuldades de um país são detectadas, os especialistas do FMI mostram-lhe o que é preciso que seja absolutamente mudado. Eles declaram em seguida ao país endividado que se ele quiser mesmo obter qualquer crédito que seja de um banco estrangeiro, ele deve reduzir suas importações ao mínimo necessário. Ele deve também fazer baixar de forma drástica as despesas de Estado e principalmente frear todas as subvenções para a alimentação básica e outras concessões para as pessoas carentes. A condição sine qua non é sempre desvalorizar a moeda. Isto aparentemente para que as exportações fiquem mais baratas e se tornem, assim, mais competitivas no mercado mundial.
Mas, na verdade, o preço das importações elevavam-se e as dívidas aumentavam. Este é o primeiro passo. O segundo consiste em obter do país que ele consinta em um vasto programa de conversão de dívidas. Era então que os bancos credores asseguravam-se da futura penhora sobre o país endividado. Eles contavam, além disso, com os pagamentos dos lucros e das amortizações. O FMI tornou-se a polícia econômica internacional dos grandes bancos privados. Um após outro, os países devem negociar as condições de reembolso com o FMI e os bancos do grupo Ditchley.
Segundo informações do Banco Mundial, os bancos credores privados receberam de 1980 a 1986 o equivalente a US$ 326 bilhões como pagamento de juros de 109 países devedores. No mesmo período, US$ 332 bilhões foram reembolsados. Foi assim que as dívidas de US$ 658 bilhões foram pagas, sendo que o montante original das dívidas era de US$ 430 bilhões.
Malgrado isso, os 109 países deviam ainda US$ 882 bilhões aos bancos credores. Essa ação conjunta de lucros demasiado elevados e de valor de câmbio oscilante mergulha os países num emeranhado de dívidas magnificamente inestimáveis, que é lucrativa para os bancos.



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43 O controle da informação

Já na época da Revolução francesa, os Iluminados da Baviera começaram a expandir sua propaganda nos círculos de leitura, para ganhar os leitores para seus desígnios. Mais tarde, no século XIX, quando os Rothschild retomaram o banco da Inglaterra, eles serviram-se do jornal judeu Reuters com a mesma intenção subjacente.


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Assim, também, as edições de jornais alemães, como Wolff, e franceses, como Havas, tiveram como finalidade criar um monopólio internacional de informações.
O CFR (Council of Foreign Relations) e o RIIA (Royal Institute for International Affairs) foram criados pela Round Table para expandir a influência desta. O RIIA já havia sido imaginado por Cecil Rhodes, homem de Estado, britânico, sul africano e magnata do diamante, que desejava estender a dominação britânica ao mundo inteiro, mas sobretudo aos Estados Unidos.
O social conditioning do RIIA, já mencionado, é um meio de controlar as massas. Esse instituto formou o comandante John Rawlings Rees, técnico militar, que inaugurou, mais tarde, o Tavistock Institute for Human Relations em Sussex, na Inglaterra. O Tavistock Institute é o núcleo duro da conduta de guerra psicológica da Inglaterra. Como já mencionei, os métodos de Tavistock foram empregados na Inglaterra e também nos Estados Unidos para manipular as massas, servindo-se não somente da imprensa, mas também do rádio e do cinema. Podemos, no presente, qualificar esses métodos utilizados durante décadas de lavagem cerebral.
O CRF é em parte responsávelpela criação da ONU, que lhe serve de ferramenta para alcançar a Nova Ordem Mundial, quer dizer, um governo mundial único.
Segundo os dados do Spotlight e de outras fontes já mencionadas no decorrer deste livro, o CFR detém atualmente o controle total do governo dos Estados Unidos, em colaboração com a “Comissão Trilateral”. Assim também, os postos de dirigentes dos serviços de informação são todos ocupados por membros do CFR. Trata-se, entre outros, da Reuters, Associated Press, United Press, Wall Street Journal, Boston Globe, New York Times, Washington Post, ABC, NBC, CBS e RCA. A maior parte dos jornais internacionais utiliza as mesmas fontes. Os homólogos alemães do CFR são os Bilderberger e a Deustsche Gesellschaft für Auswärtige Politik (Sociedade alemã de política estrangeira), DGAP. Por seu intermédio acrescentam-se, por exemplo, o Frankfurter Allgemeine, o Bilzertung e Die Zeit (existem certamente outros). Os membros do CFR, eles mesmos ligados ao RIIA e ao “Comitê dos 300” detêm também os postos-chaves nos maiores trustes de energia, nos aparelhos militares e no governo dos Estados Unidos.
Através da influência da Round Table, do “Comitê dos 300” dos Bilderberger, do RIIA e do “Clube de Roma”, a situação é válida também para a Europa. A SKull & Bones - ordem dos Illuminati - forma o círculo “interior” do CFR e inclui, por esse fato, outras mídias: Time-Life, National Review, Minneapolis Star, Atlantic Monthly, Fortune, etc. Em 1880 a ordem Skull & Bones fundou a “Federação Econômica Americana” e a “Federação Americana de História”.
No fim do século passado, a Skull & Bones já tinha uma influência considerável sobre o sistema educativo e escolar. Timothy Dwight era presidente da Universidade de Yale e as Universidades de Cornell e John Hopkins eram igualmente dirigidas por membros da Skull & Bones. Incluamos na lista McGeorge Bundy, que co-dirigiu a guerra do Vietnã como conselheiro da segurança de Kennedy e do presidente Lyndon Johnson e que era igualmente deão da Universidade de Harvard. Toda a informação que vai contra as diretrizes da “Federação Americana de História”, portanto, contra a Skull & Bones, é banida do programa de ensino. Na Alemanha e em todos os outros países do mundo acontece a mesma coisa.
Na Rússia e na ex-RDA, ensinou-se seguindo as diretrizes comunistas, ditas “Iluminadas”, e nos países árabes ou judeus, seguindo os interesses destas nações. O mais importante para ele era educar o ser humano a não pensar, a não servir-se de seu discernimento e a não agir de uma maneira autônoma.
No ano de 1946, a Rockefeller Foundation tinha investido US$ 139.000 para dar uma versão oficial da Segunda Guerra Mundial que, de fato, dissimulava que o regime nazista tinha sido inteiramente edificado pelos banqueiros dos Estados Unidos. Um dos principais doadores foi a Standard Oil Corp., de Rockefeller.
Na sua origem, a Ford Foundation foi fundada graças aos fundos da indústria de automóveis de Henry Ford. Mas finalmente, membros da Skull & Bones infiltraram-se também nessa fundação e utilizaram seus bens para desviar o sistema escolar e embrutecer o público. O sistema escolar atual das nações ocidentais está igualmente controlado pelos Illuminati e suas ramificações. A maior parte dos organismos que editam os livros escolares são indiretamente financiados pelos Illuminatti.
McGeorge Bundy, igualmente membro da Skull & Bones, era conselheiro de segurança dos Estados Unidos durante a Guerra do Vietnã. Em 1966, ele tornou-se presidente da fundação Ford e nomeou Harold Howe II, membro da Skull & Bones, como vice-presidente. Tudo o que se referia ao departamento de pesquisas e da educação era de sua alçada. As despesas anormais de fundos da fundação obrigaram a família Ford a demitir-se.
As técnicas de conduta de guerra psicológica que tinham começado na Wellington House foram aperfeiçoados no Tavistock Institute for Human Studies.

Essas técnicas estão descritas por Edward Bernay:



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Graças ao crescimento demográfico, a ação dos Illuminati tem mais amplitude sobre a consciência dos povos. Com o auxílio dos serviços de informação, da imprensa, dos jornais, do telefone, do rádio, que são todos controlados pelos Illuminati, as idéias e as opiniões podem ser expandidas rapidamente através de todo o país. A manipulação consciente e inteligente do comportamento e da opinião das massas é um dos elementos mais importantes da sociedade democrática.
Aqueles que se servem desses mecanismos constituem o verdadeiro poder dirigente deste mundo.

A importância do papel da mídia não é mais uma dúvida em nossos dias.
A televisão, por exemplo, põe claramente em evidência como as mensagens negativas, tais como as informações, os filmes de terror e de violência, influenciam o comportamento do telespectador. A televisão é, no entanto, principalmente utilizada para sugerir opiniões. Como pensar, agir e parecer. O que é preciso possuir para ser in e qual orientação política tomar. Hussein é mau, mas Bush, Clinton e Khol são bons. A astrologia, a imposição das mãos, os OVNIs e a telecinésia são bobagens, mas os filmes pornôs, o futebol do domingo à tarde e a bebedeira no fim de semana não constituem problemas... Somente poucas pessoas ousam afirmar que pensam ao contrário. Pela única razão que arriscariam ser ridicularizadas por outros que sofreram uma lavagem cerebral (Que o leitor perdoe a minha maneira brutal de exprimir-me, mas para mim é difícil empregar uma expressão menos decisiva, pois as massas são manipuladas há décadas - e minhas pesquisas revelaram-me coisas terrificantes a esse respeito.). O fato é que, em nossos dias, somos ridicularizados ou olhados de través quando se tem uma opinião própria que vai contra a corrente, enquanto que na verdade deveriam felicitar-nos.
A semente cresce!
Outro exemplo encontra-se no cinema onde uma imagem, por exemplo, uma garrafa de coca-cola, é sobreposta na tela graças a uma técnica especial; o olho não percebe a imagem mas esta é captada pelo subconsciente a fim de que sejamos incitados ao consumo. É o que se denomina “ mensagem subliminar”.
Mas o melhor exemplo encontra-se na indústria de música e de disco. Já há décadas, exerce-se uma influência sobre o ouvinte como backward masking, servindo-se de gravações de alta freqüência e de rituais mágicos. Com as gravações em alta freqüência registram-se mensagens sobre a faixa sonora escolhendo uma freqüência muito alta para que ela não seja audível pelo ouvido, mas para que ela atinja ao mesmo tempo o subconsciente (mensagens subliminares).
Por ocasião da backward masking, as mensagens são gravadas ao contrário e captadas também no subconsciente. Se tocarmos a faixa ao contrário, as mensagens são bem claras.


Eis aqui alguns exemplos:

Kiss (Kings in Satan Service)
Canção: Good of Thunder
Mensagem: O diabo, ele mesmo é o teu Deus!
Madona
Canção: Like a Virgin
Mensagem: Eu me chafurdo no pecado!
Queen
Canção: Crazy Little Thing Called Love
Mensagem: Ao diabo a Bíblia! Eu só quero é magia!
Police
Canção: Every Little Thing She Does is Magic!
Mensagem: São os maus que têm o poder!
Rolling Stones
Canção: Tops
Mensagem: Eu te amo, diz o diabo.
Prince
Canção: Purple Rain
Mensagem: O céu vai explodir!
Cindy Lauper
Canção: She Bop
Mensagem: Está sem defesa ante o mal e obrigado a suportar as mensagens que te
enviamos. Ha! Ha! Ha!



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The Beatles
Canção: Revolution n.º 9
Mensagem: Start smoking marihuana! (Experimente fumar maconha!) e
Turn me on dead man! (Ilumina-me, homem morto = Jesus!).

É interessante saber o que John Lennon disse a Tony Sheridan em 1962 no Starclub de Hamburgo (se bem que isso saia do quadro do nosso assunto):
Sei que os Beatles terão sucesso como nenhum outro grupo.
Eu o sei bem, pois vendi minha alma ao Diabo para isso.
Quem estava sabendo?

Tomemos outro exemplo na indústria do disco:

John Todd, que conforme ele afirma, era um iniciado dos círculos ocultistas dos mais poderosos dos Illuminati (do conselho dos 13), designa-os de organização luciferiana que a qualquer preço quer impor um governo mundial. Os Illuminati visam principalmente a juventude: Hitler também já o sabia:
O futuro pertence àqueles que conquistam a juventude para sua causa.

John Todd era o dirigente da maior associação de lojas de discos e de sociedades de gravação de concertos de todos os Estados Unidos; as produções Zodiac.
Segundo ele, os rituais de magia negra, pronunciados por 13 pessoas, estão registrados na matriz (no original) de cada disco, quer se trate de música clássica, meditativa, de rock, de country, de baladas, de cantos patrióticos... ou de não importa qual outra música (e não somente de rock ou de Heavy Metal, como isso agradaria a certos fanáticos religiosos), o que faz com que a matriz seja marcada por uma influência demoníaca.
Essas pessoas agem assim não por razões financeiras, mas para controlar a mente do ser humano.
É superstição, é diabólico, dirão alguns. Seja diabólico ou não, nós estamos lidando com a maior associação de lojas de discos de todos os Estados Unidos, sustentado pelas pessoas mais ricas deste planeta. Seja o que for que eles façam, esses manipuladores, seja qual for o nome que dermos a suas atitudes, isso permitia que eles ficassem ricos e se tornassem poderosos. Eles contribuíram para mergulhar o ser humano e as nações deste mundo no estado que conhecemos, e eles marcam fortemente todos aqueles que ouvem essas músicas, incluindo aí nós mesmos.
Uma segunda sociedade, surgida das produções Zodiac, nasceu mais tarde, na Califórnia; ela tinha o nome de Maranata. Sua finalidade: captar o interesse dos jovens cristãos e os adeptos de outras religiões. Por isso as músicas e os textos que ela comercializava não eram chocantes, se bem que continham mensagens satânicas e destruidoras. A primeira produção dessa sociedade foi Jesus Christ Superstar.
Como podeis ver, os nomes próprios são um blefe, e, se não nos detivermos um pouco mais nisso, não poderemos entender o que está por debaixo. Que eles utilizem mensagens satânicas ou mensagens para instigar ao consumo, pouco importa. Mas o fato é que esses seres humanos - e existem muitos - agem contra o livre arbítrio de outros. Mas existem meios de proteger-se e de não se deixar pegar.
Na realidade, o ser humano ainda possui a liberdade de escolher a música que ele quer ouvir.
A mídia é visivelmente um dos principais instrumentos que mantêm os seres humanos na tolice da ignorância.
É a razão pela qual quase ninguém está a par das verdadeiras dissimulações da política, da economia e da religião. Nós não sabemos muita coisa sobre a gênese do ser humano e sobre a nossa verdadeira origem, sobre a estrutura da nossa terra (em particular sobre o interior do planeta), sobre o estado real da lua e de Marte, sobre o verdadeiro programa espacial, sobre a energia livre, sobre os procedimentos naturais para curar, sobre a cura espiritual, sobre a verdadeira vida de Jesus, sobre os corpos sutis do ser humano (a alma e sua aura), sobre seu campo magnético (o Merkabah) e sobre os extraterrestres e sua tecnologia! Como pudestes notar, não existe 0,1% de alemães que estejam a par das construções de naves voadoras em seu próprio país.
Refleti seriamente sobre tudo isso! Citarei um trecho do livro de Hesemann, UFO - Die Kontakte (OVNIs - O contato) para explicar por quais razões a mídia continua a desacreditar os OVNIs:

O número de objetos percebidos não cessava de aumentar, acreditava-se que a invasão dos OVNIs não iria acabar. Só no mês de junho de 1952 a força aérea dos Estados Unidos assinalou 250 objetos voadores. O projeto de pesquisa de OVNIs Blue Book da força aérea contava então em seus dossiês mais de 2.000 objetos percebidos, dos quais 25% estavam classificados na categoria desconhecidos. O fenômeno havia pois tomado uma extensão que se revelaria interessante para outros serviços.


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O poderoso serviço secreto dos Estados Unidos que tem má fama, cito a CIA (Serviço Central de Informações), imiscuiu-se já em setembro no inquérito oficial para “verificar” se essas naves voadoras ameaçavam a segurança do Estado e para saber se deveria fazer-se uma busca e investigações apropriadas. O presidente Jimmy Carter fez conhecer em 1977 toda uma série de documentos da CIA dessa época (Ver UFOS - Die Beweise (OVNIs, as provas). [...] Em 11 de setembro de 1952, Chadwell, comandante chefe das forças aéreas e vice-diretor do departamento científico da CIA, relatou ao diretor da CIA que um sistema de detecção longíngua havia sido criado em escala mundial e que todas as grandes bases da força aérea haviam recebido a ordem de apanhar os objetos voadores não identificados. [...] A existência de discos voadores acarreta dois perigos: o primeiro, é o efeito psicológico que eles têm sobre as massas; o segundo trata-se do espaço aéreo dos Estados Unidos, que eles tornam vulnerável. [...] Nós recomendamos, sob o ponto de vista prático [...] “elaborar as diretrizes nacionais para determinar o que pode ser dito publicamente a respeito desses fenômenos”. A CIA, baseando-se em novos programas de pesquisa, deve desenvolver uma política de informação ao público e recomendá-la ao conselho de segurança nacional para minimizar os riscos de um pânico.
Isso era o mesmo que, usando as palavras do comandante Kchoes, recorrer a uma censura astuciosa e impiedosa para tirar do ser humano toda a crença a respeito dos OVNIs. É com essa finalidade que a CIA organizou uma reunião no pentágono com os representantes da força aérea e com os cientistas, a fim de analisar em segredo as provas relativas aos OVNIs. [...] Essa reunião aconteceu de 14 a 18 de janeiro de 1953 sob a direção do dr. H. P. Robertson da Universidade da Califórnia, de onde provém o nome de Robertson Panel. O momento da reunião havia sido muito bem escolhido. No princípio de novembro um novo presidente republicano havia sido eleito, o general Dwight D. Eisenhouwer. No fim de janeiro, Eisenhouwer deveria prestar juramento. Tratava-se de propor ao presidente, uma nova política que teria sucesso. Em 18 de novembro, o diretor da CIA, o almirante Roscoe Hillenkoetter, já havia declarado, numa circular referindo-se a inauguração do novo presidente, a propósito dos OVNIs:

Os motivos e as reais intenções desses visitantes nos são totalmente desconhecidos. Precisamos velar, em primeiro lugar, pela segurança nacional. Os vôos de reconhecimento dessas naves aumentaram espantosamente da primavera até este outono, o que nos faz temer novas intervenções. Por essas razões e também por motivos nacionais e tenológicos evidentes (é preciso ainda, a todo custo, impedir o pânico), a comissão de investigação do Majestic 12 opta em unanimidade para que a nova administração prossiga, sem interrupção, com sérias medidas de segurança.

[...] No último dia, a comissão votou um “programa de educação” destinado ao público que deve pleitear duas finalidades principais, com a participação de todos os serviços relativos ao governo: a instrução e a banalização. A banalização visa a diminuição do interesse do público com relação aos discos voadores por intermédio da televisão, de filmes e de artigos. Os pretextos são fornecidos por acontecimentos reais que geram a confusão, mas que são explicados depois do acontecido. Assim como ocorre nos casos de magia, as pessoas tornam-se menos interessadas uma vez que o enigma foi resolvido [...] A comissão decretou que as autoridades de segurança do Estado devem imediatamente fazer o necessário para tirar desses objetos voadores não identificados o status especial que eles possuem e também a aura de mistério que os envolve. Nós recebemos a ordem de colaborar com uma “campanha nacional de banalização”, explicou o porta-voz da força aérea, Albert M. Chop, - publicar artigos nos jornais e promover entrevistas que ridicularizem os relatórios escritos sobre os OVNIs. O comandante Ruppelt adicionou:

Isso não é o pior. Intimaram-nos a guardar segredo sobre o que poderíamos ver ou, se uma revelação chegasse a público, encontrar uma explicação natural para o fenômeno (N.A.: fazer que se acreditasse tratar-se de balões, sondas, meteoros, nuvens, testemunhas falsas, etc.). Deveríamos em todo caso, tudo fazer para que não se falasse mais nisso. Se uma explicação nos faltasse, só nos restaria ridicularizar as testemunhas.

Nos meses seguintes, Chop e Ruppelt pediram demissão da força aérea.
Essa política da CIA que visava a “banalizar” ou a ridicularizar o assunto dos OVNIs foi realizada com muito sucesso. Medimos a amplitude desse sucesso pela carta aberta da associação “Justiça para o Pessoal Militar” (JPM) de 4 de setembro de 1987, enviada ao presidente dos Estados Unidos dessa época, Ronald Reagan:

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A campanha nacional de banalização dos OVNIs, ordenada pela CIA em 1953, fez editar livros e infiltrou a imprensa com centenas de artigos, servindo-se de falsos “contatos com os OVNIs” e de embustes evidentes para ridicularizar o assunto dos OVNIs. Agentes da CIA infiltraram-se (e isso acontece até hoje) nos grupos civis de pesquisa sobre os OVNIs, os mais importantes, impulsionando-os a encontrar “outras explicações” ou tornando-os ridículos por meio de manipulações apropriadas. Essa política de maquiagem ultrapassou as esperanças da CIA graças às manipulações brilhantes com que ficou provado pela imprensa nessa campanha de difamação. Com medo de ser colocada no pelourinho, a imprensa apenas mostrou-se crédula em face às “tomadas de posição oficiais”.


O comandante da OTAN Hans C. Peterson explicou os motivos pelos quais se guarda tanto segredo. Ele escreveu:

o sistema monetário desmoronaria - nenhum poder o aceitaria;
as religiões não teriam mais a chefia, pois a verdade é muito mais simples do que aquela que é ensinada nas igrejas. As igrejas e seus dirigentes perderiam então seu poder e sua influência. Nenhuma igreja deseja isso;
nós conheceríamos uma nova fonte de energia que não poluísse e tomaria o lugar das fontes de energia que utilizamos hoje. Mas as multinacionais do petróleo, o lobby atômico, etc. perderiam seus compradores e, portanto, seu poder. Conhecendo a amplitude de seu controle, sabe-se de que adversário se trata;
nossos políticos reconheceriam por si mesmos assim como os seres humanos da terra que eles são todos uma única humanidade e que as fronteiras nada mais significam, que elas são apenas o resquício de um passado inoportuno. Quem teria ainda confiança em nossos dirigentes políticos, se ficasse revelado que eles nos enganaram durante décadas para manter seu poder?


Mathias Bröckers, do jornal berlinense Taz, resumiu-o muito precisamente em sua reportagem sobre a conferência dos OVNIs em Frankfurt em 1990:

[...] nos dias de hoje como antigamente, os governos do mundo não têm nenhum interesse, se eles querem manter-se em seu lugar, em reconhecer a presença de uma autoridade cósmica que lhes é espiritual e tecnologicamente superior. Quem ainda ouviria esse enfadonho Helmut Khol, quem assistiria a nossos prêmios Nobel e a nossos especialistas cheios de arrogância, se um pequeno cinza vindo do céu aparecesse de repente na televisão e se pusesse a falar de leis e de regras em vigor no planeta Retícula e nos contasse a história do cosmos?
Ninguém! É por isso que os OVNIs serão, futuramente também, colocados na mesma conotação que o monstro do lago Ness. A existência dos extraterrestres é subversiva e não permite mais subterfúgios, ela transtorna tudo o que dois milênios de ciência e de pesquisas sobre a evolução trouxeram de conhecimentos bem estabelecidos.
E quem poderia continuar a prender-se pela “obra-prima da criação”, se o sobrenatural não é mais tão sobrenatural do que isso, se ele é simples e, além disso, mais natural do que o natural?


Para terminar sobre esse assunto, contentar-me-ei em dizer:


“Procurai a verdade, e a verdade vos libertará!”


Outro exemplo: o projeto estritamente secreto da CIA “MK ULTRA”, que foi elaborado após os anos 50 por psicólogos e sociólogos americanos para verificar a mudança de consciência provocada pelas drogas.
Essas experiências não foram feitas com os porquinhos da Índia, mas com estudantes americanos. Os cientistas financiados pelo Estado davam-lhes estupefacientes e drogas psicodélicas, seja com o consentimento deles, seja sem que eles o soubessem. Essas experiências feitas maciçamente acarretaram na manifestação do movimento hippie nos Estados Unidos.


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44 Como conduzir uma guerra biológica e psicológica

Cada um de nós tem mais ou menos ouvido falar da guerra biológica. Envenena-se, por exemplo, em tempo de guerra, a água do inimigo por meio de vírus e bactérias. Isso não é novidade, mas será que o leitor nunca se perguntou onde esses agentes tóxicos são testados?
Eis aqui alguns exemplos para vosso conhecimento:
Em 1950, um navio da marinha americana pulverizou durante seis dias seguidos com nuvens de bactérias - conhecidas com o nome de Serratia - a cidade de São Francisco, tendo em vista testar a capacidade de ataque e de defesa dos Estados Unidos por meio de suas armas biológicas. Os 800.000 habitantes sentiram quase todos os efeitos. Está conhecido hoje que as bactérias Serratia provocaram uma espécie de pneumonia que pode ser mortal.
O exército americano revelou também que havia feito 239 experiências em “ar aberto”, das quais 80 incluíam germes, isso entre 1949 e 1969. Isso significa que houve quatro intervenções anuais sobre as cidades americanas durante vinte anos! Pelos relatórios da CIA, ela também, durante o mesmo período, havia bombardeado cidades inteiras com germes e bactérias.
Essas experiências teriam sido suspensas após 1969.
Mas os americanos não foram somente bombardeados por germes. A NBC comunicou em 16 de julho de 1981 que a União Soviética submeteu o noroeste dos Estados Unidos durante vários anos a um bombardeio com ondas de baixa freqüência. Essas ondas de rádio foram colocadas sob freqüências bio-elétricas. Na linguagem técnica, elas são designadas de ondas “ELF” (Extremely Low Frequence) - freqüência extremamente baixa.
Elas foram descobertas no início deste século por Nikola Tesla (os livros sobre Telas e sobre suas invenções encontram-se no apêndice sob a rubrica “Energia Livre”). Tesla colaborou com Edison em 1884, mas ele não tardou a separar-se de Edison, pois não dividia suas convicções sobre a forma de produzir eletricidade.
Ele começou, então, a trabalhar com seu concorrente George Westinghouse.
A primeira central de corrente alternada, construída pela Westinghouse e por Tesla, foi colocada em uso em 1892 nas cataratas do Niágara.
Pouco tempo depois, Tesla projetou-se num “super espaço científico”, onde segundo nosso conhecimento, nenhum pesquisador, nessa época, pôde segui-lo.
Somente o banqueiro J. P. Morgan que havia financiado a Westinghouse, pareceu ter alcançado a importância das invenções de Tesla. Este havia começado a servir-se do campo energético que envolve a terra, preenchendo todos o espaço denominado antigamente de éter, para dele tirar energia, a qual era, evidentemente, gratuita. Ele utilizou, ao mesmo tempo, o campo energético para diferentes formas de comunicação e para a transmissão de energia. Fontes de energia tais como o carvão, o petróleo e a força hidráulica, assim como as linhas de alta tensão tornaram-se supérfluas. Os navios, os automóveis, os aviões, as fábricas, as casas podiam subtrair a energia diretamente do campo energético do éter. Em fins de 1898, por ocasião de suas experiências em Colorado Springs, financiada por J. P. Morgan, Tesla iria produzir energia a partir do éter.
Em nossos dias, denominamos essa tecnologia de conversão da energia gravitacional ou de energia a taquions. Morgan havia compreendido muito bem a importância dessa invenção: os monopólios da eletricidade, do petróleo, da gasolina, do carvão, etc. estariam ameaçados. Por essa razão ele provocou a parada dos trabalhos e fez destruir o centro de Tesla em Colorado Springs. Tesla, entretanto, não renunciou. Até a sua morte, em 7 de janeiro de 1943, ele acumulou uma multidão de invenções; algumas foram revolucionárias, e outras tiveram uma importância que ainda é em nossos dias, apenas comensurável.
Suas invenções poderiam, mesmo em nosso século XX, transformar em pouco tempo a terra em um paraíso, o que, como sabeis, não é desejado pelos “seres humanos que detêm o leme”.
Além de sua máquinas para captar energia do éter para torná-la utilizável, Tesla construiu um Solid-State-Converter (Conversor de matéria condensada) em 1931. Este propulsionava um motor elétrico especial que, colocado numa pesada limousine, verificou-se ter o mesmo desempenho de um motor com gasolina normal. Fizeram o teste com o carro a 130 km/h durante uma semana - gasto de combustível: ZERO! (Encontrareis um relatório do teste no livro citado adiante). Esse aparelho, do tamanho de uma caixa de vinho, produzia suficiente energia para responder às necessidades de toda uma família! Ele conseguiu também provocar artificialmente terremotos graças a indução de abalos do campo de taquions cuja conseqüência é de transmitir vibrações na matéria. Um dia, Tesla submeteu a um terremoto desse gênero todo um bloco de imóveis numa rua de Nova Iorque. Além da patente para o telecomando de veículos, em 1898, ele inventou também a transmissão da energia sem fio.




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Mas o que interessa principalmente no quadro do nosso assunto, é a descoberta de ondas estacionárias (das quais falaremos mais adiante) e de freqüências extremamente baixas, denominadas também de “efeito Tesla”. As experiências de Tesla formaram o fundamento de todas as pesquisas modernas no domínio da comunicação ELF. Se expusermos um campo de taquions às ondas ELF e as dirigirmos para um ser humano, certas funções elétricas de seu cérebro se desconectam, o que suscita graves perturbações na consciência de vigília.
As funções neurológicas e físicas sofrem prejuízo, devido a uma diminuição das funções intelectuais, e tornam o ser humano, por esse motivo, mais influenciável. E é isso que é desejado; é evidente com a leitura do artigo da “Associated Press” de 20 de maio de 1983, onde está dito que a URSS utiliza desde 1960 um dispositivo conhecido pelo nome de LIDA que tem por finalidade influenciar o comportamento humano com ondas rádios de baixa freqüência. Utilizaram esse aparelho na URSS para tranqüilizar, pois ele induz a um estado semelhante ao transe. Ele permite tratar dos problemas psíquicos e neuróticos assim como dos problemas de tensão, mas podemos também servir-nos dele para provocar um estado agressivo ou depressivo. Pessoas das cidades e mesmo regiões inteiras da URSS assim como dos Estados Unidos são, desde há muito tempo, submetidas a raios precisos para suscitar certos comportamentos por meio de grandes modelos desse aparelho LIDA. É possível, se acreditarmos na US Defense Inteligence Agency, fazer aparecer no cérebro humano sons e mesmo palavras inteiras assim como desencadear, por telecomando, ataques de apoplexia, desfalecimentos cardíacos, ataques de epilepsia e outras doenças.
Um dos primeiros casos da “guerra invisível”, e que foi de conhecimento público, foi o “sinal de Moscou”. Quando em 1962, procuravam-se microfones na embaixada dos Estados Unidos em Moscou, descobriu-se um raio de microondas que estava sendo dirigido diretamente sobre a embaixada. O estudo da CIA de nome Pandora examinou por que motivo os soviéticos haviam desencadeado esse ataque. Descobriu-se que essas microondas causavam dores de cabeça, dores nos olhos, vômitos, cansaço, fraqueza geral, vertigens, irritabilidade, angústia, depressão, insônia, tensões, inibição das faculdades intelectuais, diminuição da memória, assim como o cancêr. Segundo as informações do conselheiro de segurança Zbigniew Brzezinski, o pessoal da embaixada americana em Moscou acusou a mais alta porcentagem de câncer do mundo. Depois de uma curta trégua, obtida a pedido do presidente Lyndon Johnson ao primeiro ministro Alexis Kosygin, os russos continuaram a bombardear a embaixada com microondas.
Servindo-se de armas psicotrônicas, isto é, de armas Tesla relativamente fáceis de serem construídas, é fácil privar de sua consciência de vigília todos os soldados que partem para o ataque e tirar-lhes, assim, toda a agressividade. Eis aqui um artigo da Magazin 2000, n.º 97, de dezembro de 1993, no qual se relata sobre as “novas armas psicotrônicas”:

Lembrai-vos das imagens da Guerra do Golfo, quando milhares de soldados iraquianos saíram de suas trincheiras capitulando? Eles renderam-se até aos jornalistas que eles pensaram serem soldados e foram a presa bem-vinda dos canhões da artilharia americana, apesar de terem agitado suas bandeiras brancas. Cada vez mais os especialistas militares persuadiram-se de que não foi o reabastecimento insuficiente das tropas de Saddam Hussein que provocou essa capitulação repentina e maciça, mas que foram as armas psicotrônicas de mind-control dos Estados Unidos. Algumas dessas super-armas de alta tecnologia servem-se dos efeitos de ondas de freqüência rádio sobre o cérebro humano. Conforme o relato em janeiro de 1993 de uma reportagem da revista especializada Aviation Week and Space Technology, o ministério da defesa dos Estados Unidos atualmente equipa foguetes com material que pode provocar pulsos eletromagnéticos (EMPs) para “paralisar” o inimigo, sem precisar servir-se entretanto de componentes atômicos, biológicos ou químicos. Com esse tipo de arma, a primeira finalidade é de cortar os sistemas eletrônicos do inimigo. Outros aparelhos produzem ultra-sons, ondas de sons ELF (de freqüência extremamente baixa) que provocam náuseas e vômitos e perturbam ao extremo o sentido de orientação das pessoas alvejadas. Essas armas têm um raio de ação de pelo menos 2.500 km [...]

Assim como se pode reduzir a agressividade, também se pode suscitar focos de agressão, por exemplo: guerras civis, sublevação popular, suicídios coletivos, ódios, etc.
Os jornais para especialistas iniciados mencionam ocasionalmente as armas Tesla. Trata-se de armas que, para serem eficazes, utilizam o potencial energético inesgotável no campo de taquions do espaço.
As autoridades mais cérebres nesta matéria são o coronel do exército americano e físico Thomas E. Bearden, e os físicos americanos Sidney Hurwitz e Guy Obelensky. Os dois últimos trabalham, há muitos anos para a defesa israelense. Em 1969, Hurwitz havia construído uma arma Tesla que, num raio de 300m, aumentava ou reduzia enormemente o potencial de gravitação dos metais ferrosos. Hurwitz podia, por exemplo, aumentar de muitos quilos uma pequena pistola e mudar suas dimensões, se bem que toda a munição se tornava inutilizável.

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Ele levou mais longe sua experiência, até mesmo colocando em pedaços o metal da arma como se fosse uma massa friável. (Essas experiências foram filmadas e podem ser vistas, entre outras, em três vídeos intitulados: UFOs von der Legende zur Wirklichken (OVNIs, da lenda à realidade); Top Secret e Der Kontakt (O Contato), da Royal Atlantis Film GmbH, fone 19-49-89-9043171. Esses vídeos contêm também as entrevistas com Thomas E. Bearden!).
O tema da Conduta de Guerra Metereológica não é certamente familiar para a maioria dos leitores. Antes de encerrar este assunto, prestemos nossa atenção, primeiro, sobre o tempo atmosférico.
Supõe-se que o problema maior no tempo anormal que temos hoje em dia vem do fato de que a terra se esfria lentamente enquanto que o teor de CO² dobrou, criando, assim um aquecimento da nossa atmosfera, o que corresponde ao “efeito estufa”.

Uma reportagem da Neue Solidarität, de 24 de fevereiro de 1993 relata:

Como podemos ler recentemente na revista Nature, existe uma discordância enorme entre a “catástrofe climática”, profetizada pelos maiores computadores do mundo, e é a realidade. Na edição de 28 de janeiro encontra-se um artigo de J. D. Kahl intitulado: “A falta de índices para o aquecimento da atmosfera devido ao efeito estufa acima do oceano Ártico no decorrer dos últimos quarenta anos”.

O início do artigo já demonstra do que se trata:

Segundo os modelos de circulação atmosféricas, prevê-se um aquecimento atmosférico maior devido ao efeito estufa sobre as altas latitudes. [...] Publicamos aqui as temperaturas que foram medidas na troposfera inferior acima do oceano Ártico entre 1950 e 1990. Analisamos mais de 27.000 perfis de temperatura [...] A maior parte das tendências não são estatisticamente significativas. Em particular, nós não verificamos aquecimento muito extenso sobre a superfície tal como os modelos de clima o predizem: com efeito descobrimos para as estações de outono e de inverno uma tendência significativa de esfriamento acima do oeste do oceano Ártico. Essa discordância dá a entender que os modelos de clima de nossos dias não refletem com exatidão os processos físicos que influenciam as regiões polares.


Moira Timms também escreveu no Die Zeiger der Apokalypse (A agulha do Apocalipse) que as estações de supervisão do círculo polar relatam uma baixa de temperatura de mais de 6°c desde os trinta últimos anos.

A Neue Solidarität escreveu:

Seria mesmo prematuro concluir que os modelos de estufa estejam já ultrapassados, pela simples razão que não podemos refutá-los com medidas nem com outros fatos científicos. Eles são irrefutáveis porque nada têm a ver com os dados científicos. Os modelos de clima são instrumentos manipuláveis, sociologicamente falando; eles permitem, graças a parâmetros externos em número suficiente, estabelecer, a partir de dados de observação aleatórios, cenários de catástrofes com um “potencial de execução” político máximo. É por isso que nós prevemos que justamente os dados de estudo de Kahl - que aparentemente contradizem, hoje em dia, os modelos de clima - vão contar já em algumas semanas entre as melhores provas da tese do efeito estufa. É preciso não subestimar a flexibilidade desse modelo.


Um assunto do qual se fala na mídia é a chegada eventual de uma época glacial. Existem muitos eminentes metereologistas e geólogos que chegaram a esta conclusão, com o auxílio de amostras de rochas e de terras durante dezenas de anos e de outros testes, de que o futuro período glacial far-se-á sentir nos cinqüenta anos vindouros. Segundo eles, uma época glacial seria independente do efeito estufa produzido pela poluição da nossa atmosfera. Já em algumas décadas, a progressão do frio compensará o aumento atual do aquecimento.
É ainda mais inquietante ouvir a afirmação que uma diminuição da radiação solar de um por cento é suficiente para desencadear o próximo período glacial. A redução da irradiação solar pela poluição é menos inquietante do que a eventualidade de uma gigantesca erupção vulcânica que poderia obscurecer consideravelmente a luz do sol. Nuvens de poeira de cinzas finas devido a tal erupção podem permanecer durante anos na estratosfera e diminuir as temperaturas no solo em muitos graus. Ouve-se muito raramente falar sobre isso na mídia. No que tange à poluição, não deveríeis, pois, dar crédito a tudo o que a mídia relata. É preferível ouvir também a outra versão.


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Mas existe ainda outra variante a propósito do tempo atmosférico que a mídia também silencia:

Nossas condições atmosféricas atuais não podem sempre passar por pretensos “humores atmosféricos”. Assim também, as catástrofes naturais, tremores de terra, tempestades e períodos de seca são completamente outra coisa que uma “punição de Deus”. O parágrafo seguinte extraído do livro Der Zeiger der Apokalypse (A agulha do Apocalipse) de Moira Timm, demonstra-o bem. Nele lemos:

Sem uma teoria completa sobre as razões que estão na base da mudança do clima, as tentativas do ser humano para modificá-lo são certamente perigosas (como a terapia medicamentosa que trata dos sintomas sem buscar as causas). É a isso que Johann Fried fez alusão? “Tudo não será conseqüência de causas naturais, mas a humanidade indo longe demais, colocará assim, sua vida em jogo”. [...] Somente nos Estados Unidos, houve 9 programas de modificação do tempo sustentados pelo governo federal em 1975, sem contar os 66 outros programas de diferentes organismos. Esses programas comportam uma multiplicidade de pesquisas climatológicas até a projeção de agentes de condensação sobre as nuvens para provocar chuva, evitar granizo, dissipar nuvens, influir sobre furações, desviar tempestades de neve, engendrar tremores de terra e maremotos, suprimir relâmpagos, etc. Se a tendência atual de um tempo imprevisível e frio se mantém, os países que mais sofrerão serão a América do Norte, o Canadá, a Europa do Norte e a Rússia. Roubar “o tempo” dos países pobres com o auxílio de uma tecnologia sofisticada poderá tornar-se um problema real num futuro próximo, quando catástrofes “naturais”, tais como a fome e a seca, atingirão as nações menos desenvolvidas. Isso poderá até mesmo conduzir a guerras. Como todas as tentativas para dirigir as forças da natureza, essa tecnologia provoca múltiplas repercussões. Até os dias de hoje, não existem leis internacionais que limitem o “monopólio do tempo”. Ao que parece, ele rende muito aos que o têm em mãos. Provocar um tipo de tempo num lugar só é possível diminuindo-se seu potencial em outro lugar.
Em 1973 Honduras acusou os Estados Unidos de roubar sua chuva e de provocar uma grande seca, desviando artificialmente o furação Fifi para salvaguardar a indústria turística da Flórida. Esse furação causou o maior estrago jamais visto na história de Honduras. Salvador, sofrendo o flagelo da seca, acusou também os Estados Unidos, assim como o Japão, por acreditar que lhe roubaram o pouco de chuva necessária para a vida, ao desencadear o tufão em Guam. A Rodésia assim como Israel foram acusados pelas nações vizinhas de lhes roubarem a chuva [...] As nações unidas trabalham para interditar toda a guerra envolvendo o meio ambiente, mas é um trabalho complexo e difícil, e é, por assim dizer, impossível de ser alcançado. Lowel Ponte cita no The Cooling que os funcionários do exército confessaram que os aviões do governo americano puseram fim na aridez das terras nas Filipinas e nos Açores para proteger os interesses militares dos Estados Unidos. Mas eles recusaram-se a satisfazer os pedidos de muitas outras nações pertencentes à zona do Sahel africano, onde a população sofria pela seca e morria de fome. Foi-lhes respondido que eles poderiam recorrer a firmas particulares americanas. Ponte descreve também os projetos que os soviéticos possuem e que visam modificar de forma drástica as estruturas atmosféricas da URSS com a finalidade de aumentar a produção agrária.


Além disso, existem provas de que o enorme transtorno causado no tempo em 1982/83 pelo El Niño no Oceano Pacífico foi provocado intencionalmente por uma intervenção dos soviéticos na atmosfera. O fenômeno denominado El Niño é uma perturbação do tempo de origem natural na região do Pacífico que se produz a cada 10 anos. Geralmente ele provoca importantes chuvas em pequenas localidades do Peru e numa zona limitada na costa oeste da América do Sul. Entretanto, quando o El Niño apareceu em 1982/83, seus efeitos foram enormemente modificados, os alísios (ventos) do Equador que sopram do Leste para o Oeste no hemisfério Sul foram, por assim dizer, contidos, o que reteve as correntes de água quente que correm normalmente para a Ásia. A água começou então a retroceder e acumular-se na costa oeste da América do Sul. Por razões desconhecidas dos metereologistas, os alísios começaram a soprar na direção oposta; essa reviravolta ocasionou chuvas diluvianas no Peru e causou períodos de seca na Austrália. Esses alísios provocaram também tremores de terra, inundações de lama, tornados no sul da Califórnia e ao longo da costa leste da América do Norte e Alasca.
Esse exemplo explica precisamente as conseqüências das ondas ELF que são enviadas através da terra pela ionosfera com o auxílio de um emissor-reforçador Tesla para provocar gigantescas ondas estacionárias. Estas servem então de mecanismo para bloquear o tempo atmosférico, a fim de provocar de forma repentina um tampão inesperado, com os alísios soprando do Leste para o Oeste, tal como já falamos antes.


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Já em 1978, o dr. Michrowsi, do Departamento de Estado canadense, dizia que os soviéticos tinham conseguido bloquear a ressonância elétrica da terra e que eles eram, do mesmo modo, capazes de emitir ondas estacionárias relativamente estáveis e muito bem localizadas graças às quais os jet-stream acima do hemisfério Norte poderia ser represado ou deslocado.
Além dos danos que a modificação do tempo por meio das ondas ELF causam sobre as estruturas naturais do tempo, sobre o rítmo das marés e além das doenças que ela provoca no ser humano, ela tem também um efeito negativo sobre os animais que, como é bem conhecido, dependem das correntes quentes do vento e do mar para deslocar-se. Eles ficam atrapalhados em seu rítmo natural e, portanto, são condenados à morte. Em seus vôos, os pássaros procuram sua ilha habitual para fazer seus ninhos, mas já não a encontram, e as baleias perdem toda a orientação devido às mudanças das correntes do mar. (O leitor encontrará informações excelentes no livro de Nikola Tesla: Freie Energie Statt Blut und Öl, (Energia livre em vez de sangue e petróleo) que apareceu em 1991 pela VAP Verlag, Wiesbaden.).
O leitor não deverá perder de vista que, no caso de um eventual período glacial, não haverá muitas alternativas para se escapar dessa situação assim como das conseqüências da poluição. Isto não toca no entanto quase nada a “elite”, que está muito consciente, desde pelo menos 1957, das condições devastadoras sofridas pelo nosso meio ambiente. Nesse ano, os cientistas mais eminentes encontraram-se em Huntsville, no Alabama, para explorar os dados e as informações do programa de satélites recém-instalados. Um dos participantes, o dr. Carl Gerstein, fez o seguinte prognóstico: a poluição da camada superior da atmosfera e as centenas de bilhões de toneladas de CO², que aí se acumularam, teriam conseqüências catastróficas até o fim do século.
Chegou-se a pensar que, no decorrer do próximo século, a vida humana não seria mais possível sobre a face da terra. Seguiu-se o plano que, em nossos dias, é certamente conhecido pela maior parte dos especialistas em OVNIs e cuja publicação custou a vida de muitas pessoas. Trata-se da “Alternativa 3”. O plano foi o seguinte:

ALTERNATIVA 1: fazer explodir uma ogiva nuclear na estratosfera, para permitir ao CO²
volatizar-se; ela foi declarada, mais tarde, perigosa e foi excluída do plano
Ao contrário, as duas outras alternativas foram lentas mas seguramente iniciadas.

ALTERNATIVA 2: a construção de gigantescas cidades subterrâneas autônomas, para onde
seria evacuada a “elite da sociedade”, que poderia permanecer nelas até
nelas até que se tornasse novamente possível viver na superfície da terra; pelas minhas pesquisas, ela compreende 75 cidades subterrâneas, das quais 65 só no continente da América do Norte, uma nos Alpes suiços, uma no Transwaal, na África do Sul, e uma em Pine Gap, na Austrália (os outros nomes me escaparam pois tive pouco tempo para consultar essa lista). Entre as cidades subterrâneas nos Estados Unidos, encontram-se as bases subterrâneas de Dulce, no Novo México; Área 51 em Groom Lake, em Nevada; o Country Club, em Maryland e Los Alamos, apelidado Dreamland, na Califórnia. Fazem-se aí também experiências genéticas com o ser humano (os clones), fazem-se ensaios em vôos e reconstruíram-se discos voadores que se espatifaram e nos quais se testaram invenções, tais como os grupos motopropulsores pulsar.
Em abril de 1992 entrevistei uma senhora em Sidney, Austrália, que não deseja dar o seu nome aqui. Ela trabalhou para uma equipe de limpeza na Austrália e havia penetrado, durante seu trabalho, na base subterrânea da Força Aérea Pine Gap. Ela relatou os seguintes fatos, malgrado as pesadas ameaças que recebeu: Pine Gap tinha perto de 13 km de profundidade e funcionava graças à energia livre, com lagos subterrâneos, trens suspensos, cultura de frutas, de legumes, etc. Conforme informações oficiais, Pine Gap pode sobreviver sem problemas a um ataque atômico. (O leitor encontrará mais informações sobre Pine Gap no livro Cosmic Conspiracy de Stan Dejos.)

ALTERNATIVA 3: a colonização de outro planeta, por exemplo Marte. Esse projeto ter-se-ia
concretizado a partir de 1959. Já haviam sido construídos discos voadores americanos nos fins dos anos 50 com o auxílio de cientistas alemães, entre outros graças a Victor Schauberger (Vril 7) e graças à tecnologia baseada nos estudos de discos voadores encontrados caídos no oeste dos Estados Unidos.
Foi lançado um projeto secreto, paralelo ao programa espacial oficial, a fim de estudar a superfície lunar com o auxílio da técnica dos discos voadores. A partir de 1960 começaram a construir-se duas bases lunares ocupadas pelos americanos e pelos russos, situada a leste do Mare-Imbrium. Eram as Archimedes Base e Cassini Base, nomes de duas crateras onde elas foram erigidas. Essas bases lunares eram as estações intermediárias tendo em vista as viagens para Marte.

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A primeira aterrissagem em Marte com uma tripulação foi em 22 de maio de 1962. Essa aterrissagem, assim como o vôo acima da superfície de Marte, acompanhado por comentários da tripulação russo-americana, foram registrados a partir da nave voadora.
Em janeiro de 1977, o colaborador da NASA Harry Carmell transmitiu esse filme a Sir William Ballantine, um radioastrônomo conhecido.
Em 6 de fevereiro de 1977, Ballantine teve uma entrevista com John Hendry, dirigente de um jornal internacional, para comentar a saída desse filme. Ballantine morreu misteriosamente em um acidente de automóvel ao dirigir-se à casa de Hendry. Graças ao auxílio da esposa de Ballantine e de Carmell, o filme chegou finalmente às mãos da equipe de televisão do Science Report, da estação inglesa Scepter TV. Ele foi divulgado no programa seguinte da Science Report. A estação de televisão recebeu pouco depois “o aviso de que iriam tirar sua licença se eles continuassem a tratar desse assunto”.
O filme, que havia sido feito da cabina do disco voador, permite ver brevemente os instrumentos que se encontram diante do piloto e mostram que a pressão exterior do ar é de 700 milibars e a temperatura exterior de 4°c. Os astronautas, cujas vozes estão registradas, jubilam de alegria e exclamam, entre outras coisas: “Estamos em 22 de maio de 1962, estamos em Marte - temos ar para respirar!”

Comentário do autor:

Abstive-me até agora de emitir minhas próprias hipóteses, queria, entretanto, comunicar algo agora ao leitor. Ouço muitos leitores que dizem: “Bobagem tudo isso, sabemos que a vida em Marte é impossível”.
A questão que vos coloco é: sabeis isso verdadeiramente? Sejamos pois honestos; a única coisa que podemos saber do planeta Marte é o que colhemos aqui e ali nos relatórios da NASA e nos livros escolares usuais. É dito ao público que não existe vida em Marte, mas o que sabemos nós? Estejamos conscientes que nós estamos novamente lidando com monopólios, quando se trata de programas espaciais e que ninguém, exceto os cientistas que participam diretamente do projeto, está verdadeiramente a par.
Sejam quais forem as informações que eles possam dar-nos, é preciso acreditarmos, pois não podemos ir a Marte para verificar com os próprios olhos. Partamos do princípio que Marte seja verdadeiramente um planeta “morto”, então tudo seria como de hábito; seríamos obrigados a permanecer na terra, sem esperança de poder viver uma aventura em outro lugar. Mas, suponhamos que existe uma forma de vida qualquer em Marte - talvez dentro de cúpulas de vidro com ar filtrado - acreditais que nos fariam essa confidência tão facilmente?
Que tenha havido, em alguma época, uma vida dotada de inteligência em Marte, as fotos tomadas pela Viking I em 31 de julho de 1976 o provam: tomadas de uma altura de 1.278 milhas acima do hemisfério Norte, elas mostram a fisionomia marciana bem conhecida hoje em dia (1,5 km de comprimento), ao lado esquerdo da qual se encontram as formas simétricas de muitas pirâmides. Somente a presença dessas construções já é uma coisa revolucionária para abalar em seus fundamentos todas as religiões do mundo que pretendem ser as tais. Essas construções dão a entender que a humanidade terrestre não é a única, que ela está longe de ser a “obra-prima da criação”.
A presença dessas pirâmides permite que se tome em consideração duas teses que aniquilam todas as histórias contadas até hoje sobre o passado do ser humano. Os construtores dessas pirâmides foram, talvez, nossos ancestrais humanos. Mas se esse for o caso, como vieram eles de Marte para a terra? Eles devem ter tido naves espaciais, dispunham portanto de uma técnica muito avançada, o que nega, como sabemos, nossa religião ocidental e nossa ciência. É possível que os construtores dessas pirâmides não sejam aparentados com os habitantes terrestres, o que significa que eles trazem um testemunho de uma forma de vida extraterrestre, o que é refutado também pela nossa religião e pela nossa ciência. É possível que esses construtores não tenham desaparecido, mas que tenham simplesmente descido um estágio.
Mas se eles realmente colonizaram a terra numa época qualquer, podemos supor que eles formem hoje uma das raças principais da terra, talvez se trate da raça vermelha como seu nome já o diz.
Temos a escolha entre as diversas raças que afirmam seu passado conter tal acontecimento. Mesmo os movimentos dos canais de Marte, inexplicáveis até hoje pelos astrônomos, fazem pender para a tese de que Marte não é um planeta completamente morto.
Se o planeta Marte é completamente morto como o pretendem alguns cientistas e se não existe outra vida no Universo a não ser na terra, se nós, seres humanos da terra, podemos viajar sem o menor embaraço, pelo menos no nosso sistema solar, a seguinte pergunta se impõe:
O que aconteceu com a sonda Phobos II, que aterrissou em 1989 em Phobos? Antes que a sonda pudesse pousar um módulo de aterrissagem sobre a pequena lua de Marte Phobos, o contato de rádio silenciou-se para sempre por motivos ainda desconhecidos. Aconteceu o mesmo com a sonda americana Observer: desapareceu em 24 de agosto de 1993. Ela tinha como missão, entre outras, tirar fotos da fisionomia marciana e das pirâmides. Espantoso, não é mesmo?

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(No vídeo americano Hoaglands Mars, encontrareís fatos retumbantes: os endereços estão no apêndice.) O melhor é terdes vossa própria opinião a respeito de Marte.
As cidades subterrâneas projetadas na Alternativa 2 existem com certeza. Podemos fazer a seguinte pergunta: se foi realizada a Alternativa 2, por que não teriam realizado a Alternativa 3? (A história completa da Alternativa 3 está descrita no livro de Leslie Watkins: Alternativa 3 (ver bibliografia). Ela descreve aí as condições existentes em Marte e em sua atmosfera. Nesse livro podemos ver como nos ocultaram as informações. Descobrimos também as construções das bases , as medidas tomadas para se proteger e se camuflar, a organização prevista para o staff, os meios de transporte, a lavagem cerebral do staff e as dificuldades encontradas. No apêndice está também um endereço onde se pode encontrar o filme.).
Assim, podeis perceber que o assunto dos “OVNIs” tem às vezes um significado muito mais terrestre e realista que se possa crer. Compreendereis agora, espero, por que enormes somas de dinheiro são gastas; é preciso fazer calar os pesquisadores que encontram o segredo da construção de engenhos voadores funcionando graças a um carburante que não pode ser monopolizado nem taxado por um conglomerado qualquer em nossa terra.
Existem, entretanto, indivíduos que construíram discos voadores e deles se servem, o que está, evidentemente, longe de ser do agrado das multinacionais. É preciso saber que não se pode comprar todos os cientistas e todos os inventores. Alguns compreenderam que antes de patentear uma invenção, é muito melhor colocá-la em produção.
Caso contrário, eles teriam logo alguém à sua porta, seja para comprar sua patente e fazê-la desaparecer para sempre, ou para ameaçá-los, pois a “elite” não deseja que essas invenções apareçam. Se o leitor interessar-se mais de perto por esses engenhos voadores ou pelas máquinas de “energia livre”, deve escrever para o endereço do editor, que lhe fornecerá os registros necessários para obter os contatos.


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45 Uma arma: a energia



A Alemanha e os outros países ocidentais são de tempos em tempos confrontados com o que
denominamos crise de energia, provocada pelos banqueiros internacionais.
Em 1974, por exemplo, o preço do petróleo bruto subiu em espiral devido ao embargo da OPEP sobre o petróleo. Os banqueiros internacionais concluíram, nos bastidores, um acordo com os dirigentes árabes da OPEP. O princípio é muito simples. Os árabes ganhariam com isso, pois o preço subiria; o automobilista, quer dizer, o comprador, pagava, e os cartéis do petróleo receberiam. Isso aconteceu com a ARCO, SHELL, MOBIL, EXXON, etc., que estavam ligadas com o Chase Manhattan Bank (Rockefeller). O Chase Manhattan Bank havia por sua vez, concluído um acordo com os dirigentes da OPEP. Estes haviam vendido caro seu petróleo, e sua parte no mercado consistia em colocar seus benefícios por 30 anos a 7% de juros para o O Chase Manhattan Bank.
Graças a esses investimentos, empréstimos colossais foram concedidos aos países do terceiro mundo, como o México, o Brasil e a Argentina. Esses países são então sangrados pelo pagamento de juros excessivamente elevados. Para equilibrar esses pagamentos de juros, o que eles só podem fazer através de dinheiro, eles são obrigados a sofrer uma chantagem por parte dos bancos e a aceitar que eles exerçam uma influência ainda maior sobre a economia e sua política. Os dirigentes são, pois, obrigados a inclinar-se às exigências dos banqueiros internacionais, senão eles ver-se-ão trocados por outros peões.
Os banqueiros internacionais, como o leitor sabe, têm tirado proveito, muitas vezes, do embargo. De início, graças aos investimentos dos países da OPEP e dos ganhos dos trustes de petróleo que estão sujeitos aos bancos, e graças também aos juros dos empréstimos concedidos aos países do terceiro mundo. As dívidas desses países permitiram a esses banqueiros internacionais, ainda, terem o controle sobre eles.
Segundo a mídia essa falta recai sobre os falsos árabes, mas ninguém menciona os verdadeiros autores, os banqueiros internacionais que fizeram os contratos com os países petrolíferos árabes.
Sempre existem, felizmente, jornais muito independentes assim como o Spotlight, nos Estados Unidos e o Neue Solidarität, na Alemanha, que - pelo menos eles - ousam dizer mais a respeito dos Illuminati do que outros jornais.


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46 A CIA e o xá do Irã

Em 1979, a revolução do Irã expulsou o xá que todos odiavam e que havia alcançado o poder graças à CIA em 1953. Conforme a regra, a maior parte dos empregados de uma embaixada americana são também membros da CIA. Os rebeldes iranianos, que estavam a par, vingaram-se pegando como réfens os membros da embaixada americana (da CIA). A CIA vingou-se também, fazendo compreender ao chefe do Iraque, Saddam Hussein, que era um período muito propício para invadir o Irã, enfraquecido nesse momento, o que, aliás, resta a ser provado.
A invasão de Hussein foi coroada de sucesso, e em seguida, os aprisionadores dos reféns, iranianos, disseram a Jimmy Carter que libertariam os réfens em troca de armas. A maior parte das armas que os iraquianos possuíam durante o regime do xá vinha, da mesma forma dos Estados Unidos. Os iranianos, eram, pois, obrigados a receber as munições e peças de abastecimento dos Estados Unidos. O presidente Carter recusou, entretanto, a prestar-se a essa negociação e deu como missão secreta à CIA libertar os réfens (Desert One).
Mas a CIA não gostava particularmente de Carter, pois ele havia reduzido rigorosamente seu orçamento. Foi por isso que houve uma sondagem de opinião antecipada para saber quem, Carter ou Reagan, ganharia as próximas eleições. O povo optou por Carter. A CIA preferiu entretanto Reagan e, assim, ela projetou sabotar a operação de salvamento Desert One a fim de que Carter ficasse mal perante o povo.
No mesmo momento, William Casey, ex-chefe da CIA e presidente do comitê eleitoral de Reagan, havia feito contato com o chefe revolucionário do Irã, o aiatolá Khomeyni. William Casey disse a este último que Reagan iria ganhar as elições e que ele, Khomeyni, deveria pois tratar com ele, como sendo o representante de Reagan. William Casey tinha uma boa reputação, pois foi graças a ele que a URSS havia podido construir a empresa Kama-Fluss ( o maior fabricante de caminhões do mundo). Casey sendo também diretor do banco Export-Import, Khomeyni decidiu colaborar com ele!
Na terceira semana de outubro de 1980, George Bush (futuro presidente e membro de Skull & Bones) e Richard Allen, na qualidade de representante de Casey, encontraram-se com os representantes dos extremistas iranianos do Hesbollah no hotel Raphael em Paris. Lá , foi convencionado que os Estados Unidos forneceria armas ao Irã via Israel e que os iranianos soltariam então os reféns assim que Reagan fosse eleito presidente. A entrega das armas deveria começar dois meses mais tarde (em março de 1981).
A sabotagem programada da operação de salvamento da CIA aconteceu “as mil maravilhas” (com efeito a operação acabou mal) e Carter foi trocado por Reagan.
Os reféns foram liberados, e a primeira entrega de armas ao Irã aconteceu via Israel. De 24 até 27 de julho de 1981, o traficante de armas israelita Yaacov Nimrodi assinou um contrato de US$ 135 milhões com o Irã, estipulando a entrega de 50 mísseis terra-terra, 50 mobiles e 68 mísseis anti-aéreos Hawk.
Outro mercado desvendado, desde então, foi o tráfico de armas do suiço Andras Jenni e de Stuart Allen McCafferty. Eles enviaram 360 toneladas de peças de tanque M - 48 ao Irã por via aérea com o CI - 44, que eles alugaram de uma companhia argentina de transporte aéreo, a Transports Aero Rioplatense. Tudo custou-lhe US$ 27 milhões, e seus dois primeiros vôos com destino ao Irã, decolando de Israel, foram bem sucedidos. Em 28 de julho de 1983, entretanto, seu avião, na volta do terceiro trajeto, foi abatido sobre a Armênia soviética por um MIG - 25 russo.
Esses mercados de armas não teriam, sem dúvida, sido possíveis sem George Bush e Richard Allen.
Nesse caso também, as versões oficiais apresentadas pelos serviços de informações estavam longe de refletir a realidade.


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47 Saddam Hussein e Desert Storm

O Iraque acabava justamente de sair de uma guerra insensata contra o Irã, a qual não tinha outra finalidade senão a de permitir aos traficantes de armas multinacionais fazer lucros fantásticos. No início dos anos 80, os Estados Unidos haviam feito chegar ao Iraque informações errôneas, ou seja, fazendo parecer chegadas aos seus serviços secretos (nós já temos conhecimento disso) que sugeriam uma vitória rápida contra o Irã.

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Mas essa longa guerra tinha esgotado fortemente a economia iraquiana (US$ 65 milhões de dívida somente em 1989). A França havia sido o principal fornecedor de armas após a URSS.
O tempo chegou e, segundo a carta de Albert Pike, foi a fase final para desencadear a terceira e última guerra. Para isso era preciso suscitar um foco de crise no Vietnã. Isso foi astuciosamente pensado, pois, pelo Apocalipse de São João, a última batalha iniciar-se-á no Oriente Médio. Assim. os crentes mal informados sobre geopolítica e aqueles que são fieis à Biblia serão colocados numa pista errada, em acreditando que ela seja o Juízo Final.
É por isso que quiseram colocar uma armadilha para Saddam Hussein. Ele devia fornecer à Inglaterra e aos Estados Unidos o pretexto para uma intervenção militar, ou melhor dizendo, para assegurar o abastecimento mundial do petróleo. Em junho de 1989, uma delegação composta de Alan Stoga (Kissinger Assoc. Ltd.) de membros do comitê de direção do Bankers Trust, Mobil Ocidental Petroleum, etc., dirigiram-se a Bagdad a convite de Saddam Hussein. Eles rejeitaram o projeto da barragem Badush, que iria tornar o Iraque independente da importação de gêneros alimentícios em pelo menos cinco anos. Eles insistiram para que Hussein regularizasse primeiro as dívidas de Estado e privatizasse, ao menos em parte, sua indústria de petróleo. Ele recusou-se a fazê-lo, evidentemente.
No final de 1989, US$ 2,3 bilhões que George Bush já havia concedido ao Iraque foram bloqueados no Banca Nationale del Lavoro (BNL). Foi assim que, no início de 1990, não foi mais possível ao Iraque obter qualquer crédito em bancos ocidentais. Foi então que entrou em jogo o Sheikh Al-Sabah, Emir do Kuwait e amigo da família real inglesa. Ele fez passar o dinheiro para o Iraque, por ordem de Londres e Washington, para que continuasse a guerra que durava já oito anos e que rendia dinheiro para os traficantes de armas e vantagens políticas para Israel.
No início de 1990, o Kuwait recebeu a ordem de inundar o mercado com petróleo a preço baixo e isso contra todos os acordos assinados com a OPEP.
Os outros países da OPEP, à qual o Iraque pertence, empregaram esforços diplomáticos para que o Kuwait renunciasse à sua política destruidora. Sem sucesso. Em julho de 1990, deu-se a escalada das disputas entre o Kuwait e o Iraque. Por ocasião do encontro dos Bilderberger de 6 a 9 de junho de 1990, já havia sido decidido o que April Glaspie, a embaixatriz americana em Bagdad, comunicaria a Saddam Hussen em 27 de julho:

Os Estados Unidos não tomarão posição na questão entre o Iraque e o Kuwait (O Iraque publicou o relatório oficial dessa entrevista após o início da guerra).

Isso foi, naturalmente o “sinal verde” para Saddam. Em 2 de agosto, as tropas iraquianas invadiram o Kuwait. A CIA havia, seguramente, advertido antecipadamente a família Saddam; esta havia deixado o país com seu parque de Rolls-Royce e suas jóias.
Durante os seis meses seguintes, pudemos assistir uma peça teatral bem representada. George Bush anunciou, em 11 de setembro, sua Nova Ordem Mundial. Houve muita negociação para evitar uma guerra que estava decidida há muito tempo. Foi assim que as tropas americanas partiram para a Guerra do Golfo em 15 de janeiro de 1991.
James H. Webb, comandante em chefe da marinha no governo Reagan, declarou a propósito desse cenário:

A finalidade da nossa presença no golfo Pérsico é inaugurar a Nova Ordem Mundial do governo Bush (a marionete dos Illuminati); isso não me agrada de forma nenhuma.
Se comparardes mais uma vez, com as notícias que foram então divulgadas...

Um ano antes do início da guerra do Golfo, William Cooper já havia anunciado a data exata da entrada das tropas americanas. Ele havia já visto nos documentos secretos aos quais ele tinha acesso quando era oficial na Naval Intelligence (Serviço Secreto da Marinha).
Ele comunicou essa data, entre outras, por ocasião de um seminário que foi registrado em vídeo. Essa guerra havia pois sido premeditada e preparada já há muito tempo antes.
É o caso também para a terceira guerra mundial, quer isso vos agrade, quer não!



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48 O que reserva o futuro para o Oriente Médio acometido de
conflitos?

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Des Griffin escreveu a esse respeito que a declaração feita pelo Parlamento Israelense, em julho de 1980, que afirmava que Jerusalém era doravante a capital política de Israel poderia ser da maior importância. Isso não significa que os sionistas têm objetivos ainda muito mais ambiciosos?
É um fato reconhecido que há anos os sionistas se propõem a fazer de Jerusalém a metrópole administrativa de um governo mundial. Essa finalidade foi exposta por David Ben Gourion, o primeiro ministro de Israel em 1962. As tentativas para estabelecer tal aliança mundial, tendo Jerusalém como quartel general desencadeariam com certeza a Terceira Guerra Mundial, que um dos maiores iluminados, Albert Pike, profetizou em sua carta a Mazzini. Pike disse que essa terceira guerra mundial explodiria no Oriente Médio devido a inimizade entre os árabes e os israelenses e que ela terminaria com a instauração de uma ditadura mundial.
James Warburg resume, em seu discurso diante do senado americano em 17 de janeiro de 1950, a atitude dos banqueiros internacionais em face a edificação de um sistema de escravidão para todos os seres humanos:

Nós teremos um governo mundial, quer isso nos agrade, quer não. Resta somente saber se chegaremos a isso por imposição aos seres humanos ou se eles se sujeitarão de boa vontade.

Segundo William Cooper, a Terceira Guerra Mundial, estava prevista para meados de 1996. Ele tirou essa informação de documentos secretos que fotocopiou durante seus serviços na Naval Intelligence (Serviço Secreto da Marinha). Segundo esses documentos, estava previsto aniquilar uma das maiores cidades dos Estados Unidos (Nova Iorque, São Francisco ou Los Angeles) lançando nela uma bomba atômica. Responsabilizariam os extremistas do Oriente Médio em crise (o Iraque?) para poder justificar o desencadear da terceira guerra mundial.
A bomba que explodiu no World Trade Center não teria sido um teste para sentir a reação do público? Que o leitor reflita sobre isso.



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49 A reunificação da Alemanha (para sua perda)

A URSS e o comunismo, tendo assumido seu papel de “besta negra”, podia-se no presente esquecer-se deles. Sob a pressão do inimigo russo, havia-se obrigado as nações ocidentais a concluir pactos, tais como a ONU e a OTAN, cujas leis tinham prioridade sobre as leis nacionais. Foi um sucesso total. O tempo tinha chegado agora de reunir oficialmente os Estados Unidos e a URSS, se bem que nunca houve verdadeiramente uma separação nos domínios da produção de armas e capital.
Será por acaso que os soviéticos, assim como os americanos tinham o pentagrama (estrela com cinco pontas) sobre todas as suas armas, seus aviões e seus carros e que esse pentagrama seja também o símbolo de Estado (Estrela Vermelha, Pentágono)?
Assim também o “olho que tudo vê” dos Illuminati encontra-se não somente sobre o selo do Estado americano, mas também no centro do emblema do regime marxista.
Deve-se mais uma vez ainda ao Big Brother a colocação em cena e a continuação dos acontecimentos, pois sua finalidade era ter um exército mundial controlado pela ONU.
A queda da cotação do petróleo em 1986 tinha sacudido fortemente a economia planificada dos soviéticos. A atividade que mais tinha rendido divisas ao Kremlin desde os anos 70 foi a exportação de petróleo para o Ocidente. Os benefícios começaram a diminuir precisamente quando Gorbatchev prometeu com suas reformas mais do que ele podia manter. O caos econômico contribuiu para que Moscou deixasse sucumbir os países satélites da Europa oriental. Muitos soviéticos investiram na Alemanha reunificada, que seria um bom parceiro para reerguer a economia soviética.
Em novembro de 1989, a dominação soviética da República Democrática Alemã (RDA) começou a rachar-se. Sob a pressão dos refugiados fugindo para a Hungria e do movimento de liberdade que se respirava nas ruas da RDA, a velha RDA foi varrida em algumas semanas.
Enquanto se festejava o fim dramático da ditadura comunista, os Illuminati receavam que o povo saísse vencedor de uma revolução na Europa oriental. Eles receavam também que uma alternativa na política econômica dos Estados Unidos pudesse desenvolver-se na Alemanha. Por isso, eles logo fizeram circular a palavra chave quarto Reich na mídia anglo-americana.


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As estratégias políticas em Londres e em Washington viram claramente as conseqüências a longo prazo da unidade alemã e, portanto, de uma Alemanha novamente forte e eventualmente independente.
Eles estavam conscientes do perigo que apresentava esse projeto de uma Alemanha poderosa que, graças à força e a fé de 85 milhões de seres humanos, poderia tornar-se um sucesso, se bem que contra a vontade dos Illuminati. Outros países poderiam sair de sua letargia e serem conduzidos para o mesmo caminho.
No verão de 1990, o governo de Thatcher reforçou, segundo as referências de Londres, as atividades do serviço secreto britânico na Alemanha e inaugurou, com essa finalidade, uma nova seção dos serviços secretos. O governo Bush também fez tentativas para estender sua influência na política alemã. Não faz parte dos planos dos Illuminati que um país se desenvolva livremente e leve em conta os interesses do povo.
Por isso Alfred Herrhausen, porta-voz do comitê direcional do Deutsche Bank e membro dos Bilderberger, foi assassinado em 30 de novembro de 1989 por assassinos profissionais (e não pela Facção Exército Vermelho). Herrhausen era um importante conselheiro de Köhl. Apenas alguns dias antes ele havia dado uma entrevista ao Wall Street Journal para desenvolver seus objetivos sobre a reconstrução da Alemanha oriental.
Segundo ele, a Alemanha se tornaria em uma década a nação industrial mais avançada da Europa. Herrhausen havia pensado também propor um programa para converter as dívidas do terceiro mundo. Ele opôs-se claramente ao sistema do Establishment, o que exprimiu na conferência dos Bilderberger em 1988 assim também como por ocasião de uma sessão da American Chamber of Commerce, igualmente em 1988. Mais tarde foi Detlev Rohwedder, chefe da Treuhand, que foi assassinado com um tiro de fuzil. Ao contrário, o atentado cometido contra a pessoa do ministro do interior da RFA, Wolfgang Schäuble, não foi fatal. Todos esses atentados tiveram relação com o programa da reconstrução da Alemanha oriental.
É uma maldosa leviandade apresentar o fantasma da Facção Exército Vermelho como autora do crime contra Herrhausen. Ele era uma das personalidades mais ameaçadas na Alemanha e havia tomado numerosas medidas de segurança a esse respeito. O serviço de segurança do Deutsche Bank estava encarregado de protegê-lo, a polícia vigiava constantemente os arredores de sua residência, e unidades especialmente formadas e equipadas, saídas de um comando de intervenção mobilizada de Hesse (MEK), observavam ininterruptamente os arredores de sua residência. Mas os autores do atentado conseguiram cavar um buraco na rua em Bad Homberg, e aí depositar um cabo e fechar o buraco com asfalto sem que ficasse perceptível. O advogado federal general von Stahl expôs diante dos deputados do parlamento federal alemão o fato seguinte: esse atentado havia sido programado oito dias antes e os assassinos já haviam instalado quase todos os elementos explosivos, nisso compreendido o cabo, que foi identificado mais tarde e estava ligado ao explosivo.
No dia do atentado, os autores do crime instalaram uma barreira óptica no lugar e colocaram a bomba montada sobre uma bicicleta de forma que o veículo de Herrhausen fosse obrigado a passar bem ao lado. Uma patrulha de polícia a pé controlou, meia hora antes do atentado, o lugar onde todos os preparativos foram feitos. Ela nada haveria percebido. É estranho: não longe desse lugar, o guarda de uma piscina coberta teria reparado, também meia hora antes, em alguns moços com comportamento suspeito. Além do mais, a armadilha explosiva, acionada pela barreira óptica, não podia entrar em ação a não ser que o veículo de Herrhausen passasse primeiro.
O presidente precedente do Ofício Federal para a proteção da constituição, dr. Richard Meier declarou ao parlamento federal alemão, uma semana após o atentado, que retiraram o veículo que encabeçava o comboio de Herrhausen, composto de três viaturas (A Facção Exército Vermelho teria telefonado para explicar que o veículo estava danificado pelo atentado?).
O fato de que a bomba tinha a forma de uma carga oca prova que os autores do atentado tinham grande experiência na manipulação de explosivos militares. A onda de pressão de tal bomba não se difunde por todos os lados, mas toma a forma de um feixe, o que faz com que se possa dirigi-la sobre um alvo preciso.
A construção dessa bomba e também o fato de se conhecer os pontos fracos dessa limousine blindada Mercedes-Benz, cujos vidros laterais se abrem - o fato conhecido por alguns especialistas de segurança - impedem, mesmo com a melhor vontade do mundo, de colocar esse ato criminoso na responsabilidade dos terroristas da Facção Exército Vermelho ou de principiantes. As autoridades no assunto não encontraram no lugar do crime nenhum traço que pudesse indicar os culpados apenas um papel com a estrela de cinco pontas, a reprodução da metralhadora Heckler & Koch com a inscrição RAF e as palavras “comando Wolfgang Beer”, o que, por si só, não é uma prova. Como todas as ações reinvidicadas pela Facção Exército Vermelho (RAF) - desde que a pretensa segunda geração da RAF com Christian Klar foi presa e desde a passagem para a clandestinidade de uma parte dos terroristas na RDA desde a época de 1984 - não houve nem há uma só prova que possa permitir afirmar-se que existam pessoas pertencentes realmente a uma organização terrorirsta de esquerda RAF.

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Nao existe nenhuma marca digital, nenhum traço de saliva nas baganas, nenhum cabelo e nenhum indício que permitam dizer que eles sejam culpados de, durante nove anos, lançar bombas sob o nome de Facção Exército Vermelho e de, recentemente, terem até dinamitado prisões. A carta reinvidicando o atentado contra Herrhausen foi tão ridícula que o ministro do interior dessa época, Schäuble, enfatizou que ela contrastava, de forma grosseira, com a perfeição técnica e a gravidade do atentado. Existe uma falta total de provas e mesmo de indícios, indicando a culpabilidade de uma organização de terroristas da RAF, entretanto, os serviços de segurança do Estado alemão acusam sempre a RAF de ser a autora do crime.
Em primeiro de julho de 1992, os autores da HR e da WDR (canais de televisão alemães) tornaram pela primeira vez públicos os resultados de suas pesquisas no programa Brennpunkt com o título “O fim da lenda da Facção Exército Vermelho”. Eles emitiram a tese de que a pretendida “terceira geração RAF”, que é oficialmente a autora dos crimes terroristas destes últimos anos, não seria mais do que uma lenda sem fundamento.
Os autores Wolfgang Landgraeber, Ekkehard Sieker e Gerhard Wisnewski aprofundaram sua tese no livro sobre o fantasma da RFA que apareceu nas edições Knaur. Seus argumentos principais são:

contrariamente à primeira geração da Facção Exército Vermelho (Meinhof, Bader, Ensslin) e a segunda (Susanne Albrecht, Christian Klar) a pretendida terceira geração jamais deixou o menor traço de indício sobre o lugar do crime;
as pessoas que pertenciam à terceira geração da Facção Exército Vermelho, como por exemplo Christian Seidler, todas desapareceram desde meados dos anos 80 sem deixar traços e sem jamais dar sinal de vida;
a hipótese de que terroristas dirigem a partir de sua prisão a Facção Exército Vermelho é fortemente colocada em dúvida ou mesmo excluída pelos especialistas. As diretrizes do comando devem emanar de outro lugar;
os únicos indícios que permitiram a conclusão de que os atentados desses sete últimos anos emanam da Facção Exército Vermelho eram as cartas reinvidicando esses atos qualificados de autênticos pelos serviços de segurança alemão. Mas os métodos aplicados não resistem a uma verificação;
no meio da transmissão, houve uma entrevista com a principal testemunha do caso Herrhausen, Siegfried Nonne, que retratou seu testemunho de janeiro de 1992. Ele explicou que colaboradores do órgão de proteção da constituição de Hesse haviam-no ameaçado apri-sioná-lo ou matá-lo e haviam-no obrigado a fazer um falso testemunho; quer dizer, a declararque ele havia hospedado os culpados em seu apartamento em Bad Homburg e que ele havia preparado com eles o atentado contra a pessoa de Alfred Herrhausen.

A equipe de televisão tirou essa conclusão cheia de conseqüências: a terceira geração da Facção Exército Vermelho é um fantasma mantido artificialmente, visando a uma finalidade consciente e desejada para enganar o povo. Além disso, a equipe suspeitou de que a direção política da República Federal da Alemanha não somente tolerou, mas até mesmo contribuiu, no fim dos anos 70 e no início dos anos 80, para que grande parte dos membros da Facção Exército Vermelho desaparecesse na RDA da época.
De fato é verdade que não somente os serviços aliados, mas também as autoridades e os serviços alemães tenham sabido que esses ex-membros da Facção Exército Vermelho tinham passado clandestinamente para a RDA. Deram a entender ao público que esses ex-membros, procurados sem cessar por meio de cartazes com seus retratos, ter-se-iam misturado com os atentados cometidos nos anos 80. Por ocasião do último atentado que eles aparentemente reinvidicaram, isto é, a dinamitação profissional de uma prisão em Weiterstadt, foi encontrado, como de hábito, somente um papel com o emblema deles e o nome do comando: senão não haveria nenhum traço, nenhum erro, nenhuma testemunha.
O jornalista italiano Cipriani teve uma entrevista com o ex-coronel da aeronáutica dos Estados Unidos, Fletcher Prouty. Este percebeu o motivo da morte de Herrhausen nas onze primeiras páginas de um discurso que Herrhausen queria fazer nos Estados Unidos quatro dias após o atentado. Herrhausen nele revelava sua visão de uma nova forma que poderia ser usada entre as relações da Europa oriental e ocidental, o que teria como conseqüência modificar o destino do mundo.
O coronel Prouty acrescentou na entrevista que Alfred Herrhausen, John F. Kennedy, Aldo Moro, Enrico Mattei e Olof Palme tinham todos sido assassinados pelo mesmo motivo - nenhum deles teria aceitado que o mundo fosse controlado pelos condomínios de Yalta. Todos esses atentados foram provocados por uma pequena elite que queria seu poder baseado na idéia de uma Pax Mondiale (Paz Mundial) ameaçada.




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Observação sobre a situação atual:


A onda de pessoas chegando à Alemanha pedindo asilo foi programada intencionalmente e faz parte do grande plano da elite que deseja erigir a Nova Ordem Mundial. Ela serve para atiçar a xenofobia nesse país, que ocasionou a subida dos partidos de direita e a multiplicação dos atos de violência cometidos pelos meios de direita contra os deficientes e pedintes de asilo. Estes servem para justificar a propaganda lançada pelo Establishment anglo-americano do quarto Reich.
Desde a reunificação da Alemanha e do desdobramento que se seguiu da ordem do mundo estabelecida em Versalhes e em Yalta, a classe política alemã recusou-se a responder publicamente aos ataques de propaganda com visões geopolíticas (“a ressurreição do quarto Reich”). Pelo contrário, o caminho agressivo seguido na política econômica por certas pessoas influentes, como, por exemplo, o presidente da Comissão Trilateral Européia, Otto Graf Lambsdorff, provocou efeitos similares às metas seguidas pelos poderes com visões geopolíticas: querendo evitar toda e qualquer ruptura com a política do Fundo Monetário Internacional, que malogroo, e querendo oprimir as iniciativas alemãs.
O fato de Peter Glotz, que fazia parte dos dirigentes do SPD (Partido social-democrata alemão), ter-se levantado com propostas coléricas contra aqueles que condenavam a agressão da grande Sérvia na primeira página do jornal Frankfurter Allgemeine mostra também que as tendências geopolíticas estão presentes na Alemanha. Os poderes com visões geopolíticas - a Inglaterra, a França e os Estados Unidos - desejam outro Oriente Médio, um foco de crise permanente no sul da Europa - a guerra da Iugoslávia - para impedir a edificação de uma nova ordem eurasiana no centro da qual se encontram a Rússia, a França e a Alemanha. Se há um país que possa influenciar os acontecimentos na Europa oriental , esse país é a Alemanha.
Lord Castlereaghs, o manipulador em chefe do Congresso de Viena, descreveu, de que forma quererm imitar o poderio da Alemanha na Europa - ­ em pleno acordo com o plano dos “Sábios de Sião”:

O poderio da Alemanha na nova Europa deve ser limitado, para isso é preciso exigir dos alemães que eles façam parte mais ativamente da OTAN e de outras organizações internacionais, mas os Estados Unidos devem ao mesmo tempo colaborar estreitamente com a Grã-Bretanha, com a França e com outros países, para limitar a influência da Alemanha no seio dessas organizações.

As forças geopolíticas em Londres, em Paris e Washington fazem de tudo para frustrar as tentativas lançadas por aqueles que não querem que a influência da Alemanha seja limitada. Essa política opõe-se, por exemplo, aos esforços alemães propostos para sustentar o desenvolvimento no Oriente.
A vulnerabilidade e a fraqueza do chanceler Helmut Kohl e de seu governo não poderiam ser melhor demonstradas para o mundo do que pelo assassinato do dr. Alfred Herrhausen, porta-voz do comitê diretor do Deutsche Bank por terroristas, ter acontecido, como que por acaso, no mês da queda do muro, em novembro de 1989. Os autores e executores desse atentado estão ainda hoje em liberdade. Eles não são conhecidos, portanto, não são perseguidos e podem andar livremente pelo mundo todo.
Graças a sua perspicácia Alfred Herrhausen já havia proposto desde algum tempo um perdão das dívidas aos países em fase de desenvolvimento, especialmente para o ano de 1987, ano do grande crash. Mas quando ele exigiu, também, um plano de reconstrução econômica para a Europa oriental, suas propostas tornaram-se completamente inaceitáveis aos olhos dos seus inimigos. Herrhausen falava de um banco polonês de desenvolvimento estabelecido segundo o modelo do banco de crédito para a reconstrução.
O coronel Prouty não foi o único a perceber que Herrhausen colidia com as leis não escritas dos poderes monetários de Londres e de Nova Iorque. Não foi preciso muita coisa mais para que seus inimigos passassem à ação. Enquanto o sistema comunista no Oriente se desmoronava, o chanceler Kohl não soube iniciar uma mudança global para uma verdadeira reconstrução econômica do Oriente. Isso teria exigido que ele rompesse com os círculos monetários todo-poderosos em seu país assim como no estrangeiro, e isso teria feito vacilar em suas bases as relações tradicionais de poder existente entre os poderes que saíram vitoriosos da guerra. Após a morte de Herrhausen, Helmut Kohl, se acreditarmos no Spiegel, reconheceu que ele havia perdido um conselheiro íntimo, um bom estrategista e que, desde o seu desaparecimento, os espíritos mercantis pululavam na Alemanha.
Kohl e seu governo não ousaram expor ao público o lado íntimo desse crime horrível nem impulsionar as forças da polícia e as autoridades encarregadas da investigação judicial a fim de que pudessem prender os assassinos e os instigadores, para que suas intenções fossem elucidadas e seus atos expiados. Preferiram fazer com que o público acreditasse, com auxílio, entre outros, de depoimentos falsificados, que se tratava de uma terceira geração da Facção Exército Vermelho.


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Três anos e meio após o assassinato de Herrhausen, a lacuna deixada pelo seu desaparecimento apareceu bem claramente. No meio do patronato e dos dirigentes da economia, da ciência e das pesquisas, vemos sempre a necessidade de um plano de desenvolvimento LaRouche no triângulo produtivo “Paris - Berlim - Viena” que melhora muito as infra-estruturas nos setores de enrgia, dos transportes e na planificação das águas como propulsora do desenvolvimento eurasiano. Mas ninguém está pronto a arriscar a vida, após a morte de Herrhausen, para o bom êxito das mudanças necessárias que vão de encontro à ideologia preponderante dos poderes monetários.
Após a morte de Herrhausen e de Rohwedder, as correntes políticas que se ligaram a uma política econômica radical, conforme a pior doutrina do câmbio livre - levaram a melhor na Alemanha. Agora, após a primeira onda de greves, depois de sessenta anos, nas novas Länder, alguns reconheciam toda a amplitude e as conseqüências devastadoras dessa política que visa a arruinar a economia. A cifra oficial dos desempregados atingirá logo quatro milhões e, entre estes, mais de 400.000 jovens. Prognos espera que a taxa de desemprego se eleve 17% e que o número de desempregados atinja então 7,5 milhões.
A imprensa, que já havia antes falado do perigo do quarto Reich, serve-se, para confirmar sua tese da escalada do neonazismo, das explosões de violência que visam em particular os estrangeiros mas também os deficientes e os desabrigados; 17 pessoas foram vitimadas em 1992, entre elas 7 estrangeiros.
O governo alemão tenta corrigir essa imagem deformada, mostrando outros aspectos dessa realidade. Desde o outono de 1992, mais de três milhões de alemães e de estrangeiros andaram juntos pelas ruas, com velas nas mãos, para mostrar sua solidariedade contra a xenofobia (aversão aos estrangeiros).
Quem são os culpados? Mais de 70% dos acusados têm menos de 20 anos. Eles cresceram após a reforma da educação de Willy Brandt na Alemanha ocidental; foram criados por pais que tinham sido impregnados, eles também, pelo ensinamento da Frankfurter Schule (Escola de Frankfurt) através da escola, do rádio e da televisão. O maior número de atos de violência qualificados de extrema direita deu-se na Renânia do Norte - Westphalia - mais de 500 - a Land mais populosa, seguida por Baden-Würtemberg (250) e por Brandenburgo (229).
A persuasão imposta à população por essa imagem deformada na Alemanha e em outros países revela os objetivos geopolíticos (enfraquecimento das tentativas de reconstrução no Leste). É também sinal de uma grande hipocrisia.
Com apoio de documentos oficiais assim como entrevistas atuais podemos perceber por que a Alemanha , as ações dos racistas zelosos e de skinheads americanos remontam a muitos anos atrás, até os anos 70. O que é chocante, e que o NSDAP/AO (partido alemão nacional-socialista no estrangeiro) na América, dirigido por Gary Rex Lauck, pode desenvolver visivilmente atividades, até hoje, do outro lado do oceano, com seus camaradas alemães - entre os quais Michael Kühnen, morto de Aids, que era um partidário próximo a Lauck - sem ser molestado pelas autoridades americanas ou pelos controles de fronteira. São também chocantes os índices que, cada dia mais numerosos, fazem crer num auxílio benevolente de um serviço secreto que sustenta edificação de um movimento neonazista, conhecido por sua brutalidade na Alemanha e também nos Estados Unidos.
Os oponentes a esse movimento são os autônomos da Antifa, movimento criado pelas antigas organizações de Stasi, que congrega, digamos, aqueles que o regime nazista perseguiu, seja a VVN, associação que foi financiada diretamente pela Stasi e pela ex-RDA, a qual colabora hoje com a BDA (Bund der Antifaschisten - Liga dos Antifascistas) e se faz passar pela ponta de lança do “combate antifascista”. Esses oponentes e o movimento neonazista reúnem cada um cerca de 6.000 militantes que semeiam a violência. Todos os dois são instrumentos de uma estratégia de tensão que visa minar a paz interior e exterior da Alemanha.
Assim, como podeis ver, os Illuminati, de novo, segundo o método de Maquiavel, que está comprovado, têm financiado os dois campos, o que faz com que eles os controlem. De um lado, encontra-se a corrente do Rito Escocês franco-maçônico (KKK, B' nai B' rith, Liga da Antidifamação (ADL), NSDAP/AO) que vai até o meio dos neonazistas e dos skinheads alemães; e de outro, a organização da Stasi, controlada pelo sistema comunista, organização que se estende até o meio da extrema-esquerda e até a Antifa.
A Gesinnungsgemeinschaft der neuen Front, (GDNF - Os amigos políticos da nova frente), fundada por Küknen em 1977, faz parte, com 400 membros, de um dos mais importantes grupos de introdução estreitamente ligados ao NSDAP/AO. Por outro lado, grande parte do material de propaganda do Freie Deutsche Arbeiterpatei, (FAP - Partido trabalhador livre da Alemanha), foi liberada pela NSDAP/AO.
Chega-se a descobrir outras imbricações que são as mais interessantes, por exemplo, que o chefe do grupo dos skinheads ingleses Screwdriver, Ian Stuart, colaborou com os extremistas de direita do British National Front. Até 1985, eles faziam parte do White Noise Club da British National Front, assemelhando-se as bandas de skinheads racistas na Inglaterra.
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Em 1985, Ian Stuart fundou o movimento Blood & Honour (Sangue e honra), que expandiu de forma organizada os pensamentos do White Power (poder branco) da Ku Klux Klan. Mas nada mais há do que as bandas de skinheads que aí são representadas. O grupo satânico KISS (King in Satan's Service), que se declara abertamente a favor do satanismo e escrevia os dois “s” de KISS em caracteres rúnicos até aquele que lhe defendia, está em contato direto com a Church of Satan de Anton La Vey, a mais importante igreja satânica oficial do mundo. Essa Church of Satan, urdiu, no passado, estreitas relações com muitos grupos de roda satânicos ingleses e americanos. Foi ela, por exemplo, que promoveu o grupo britânico Black Sabbath com o cantor Ozzy Osbourne. Os Rolling Stones tinham também uma ligação estreita com a Church of Satan.
Michael Aquino, chefe neonazista e satanista, é o dirigente da seita de Satã Temple of Seth, originada da Church of Satan. Nos anos 60 e 70, ele era oficial de conduta de guerra psicológica das forças armadas dos Estados Unidos e, ao mesmo tempo, autor, filósofo e historiador da Church of Satan. Em 1981, o tenente-coronel Aquino, em completo segredo, tomou a função de conselheiro europeu do estado-maior general americano. Esse mesmo Aquino fez uma cerimônia satânica no “castelo Wewelsburg” na Alemanha, onde o chefe dos SS Heinrich Himmler havia antes consagrado uma peça para as missas negras (Walhalla).
Para exercer suas funções atuais de satanista e de extremista de direita no seio das forças armadas dos Estados Unidos, Aquino teve que formar um novo grupo com um controle mais sereno que ia mais longe do que a Church of Satan: o Templo de Seth. Aquino agregou também os abusos sexuais e satânicos praticados em crianças; o neonazista Gary Rex Lauck e o sacerdote satânico da extrema direita Anton Szandor Lavey estão estreitamente ligados com Dennis Mahon, atualmente “grande dragão dos cavaleiros da Ku Klux Klan”, assim como o falecido Michael Kühnen (todos homossexuais). Por intermédio de Aquino, todos estão em relação com o Tovistock Institut de conduta de guerra psicológica, em Sussex, na Inglaterra, do qual já falamos.
Montagu Norman, dirigente do banco central britânico de 1920 a 1944 - que favoreceu a ascensão de Hjalmar Schacht e, portanto, de Hitler - era, a seu dizer, o melhor amigo de Hitler. Norman era, também um místico selvagem, um teósofo e sofria freqüentemente de depressões psicóticas. No fim da guerra, ele aposentou-se do Banco da Inglaterra e trabalhou para a “União Mundial contra as Doenças Mentais”. Ele nomeou o comandante John Rawlings Rees como presidente dessa entidade.
A esposa de Norman era uma fanática racista e fazia parte do British Health Board. O comandante Rees, chefe do departamento para a guerra psicológica no Exército Britânico, dirigia o Tavistock Institut na Inglaterra. Foi devido a tais preconizadores, entre outros, que o pesadelo da doutrina das raças promulgada pelos nazistas e sua concepção do mundo puderam sobreviver no Ocidente. Muitos chefes sérvios que comandam hoje na Bósnia-Herzegóvnia as deputações étnicas e as violações coletivas têm uma formação psiquiátrica que receberam, entre outros, no Instituto Tavistock na Inglaterra.


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50 Quem são os Sérvios?

A companhia de conquistas empreendidas pelos sérvios não teria sido possível, se estes últimos não tivessem a cobertura de Moscou e da administração Bush. Lawrence Eagleburger, na época adjunto do Ministro da Relações Exteriores e parceiro eminente da empresa de consultoria dos Kissinger Associates vigiou, recentemente, com outro parceiro Kiss-Ass, Lord Carrington, para que Belgrado tivesse as mãos livres para realizar as limpezas étnicas e o genocídio atual. A fim de financiar essa campanha, eles criaram as estruturas necessárias para facilitar uma chegada maciça, ilegalmente, de dinheiro a Belgrado o que permitiria aos sérvios enfrentar os custos de importação de armas, de petróleo e de outras mercadorias.
Nos últimos dezoito meses, os bancos privados de Belgrado propuseram, para o espanto de todos, uma taxa de juros mensal de 15% sobre o depósito de divisas e 200% sobre o depósito de dinares em relação à taxa de inflação anual de 25.000%. Tendo em vista o considerável desemprego e o grande número de pessoas sem rendimentos, essas prestações de juros foram uma manobra política para fazer frente à insatisfação crescente do povo, causada pelas condições econômicas difíceis ocasionadas pela guerra. Um observador declarou a esse respeito:
Essa tática serve para financiar discretamente um sistema de auxílio social.

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Descobriram-se os aspectos desses estratagemas quando o banqueiro de Belgrado Jesdomir Vasiljevic, diretor do Jugoskandic-bank, aposentou-se em março de 1993 em Israel. Esse banco tinha, segundo os comunicados da imprensa, quase quatro milhões de contas de depósitos de poupança em divisas que chegavam a quase US$ 2 bilhões. De onde saiu esse dinheiro? Naturalmente, a Iugoslávia dispunha antes da guerra de um ramo de turismo florescente e de uma indústria de armamento que produzia principalmente armas leves para exportação, mas após ter pago rapidamente US$ 14 bilhões de dívidas ao estrangeiro, não lhe restou grande coisa. Nesse meio tempo, o turismo parou e a produção de armas foi destinada principalmente para a guerra.
O governo sérvio beneficia-se, além disso, do saque de guerra das regiões conquistadas, mas isso é pouco frente às das necessidades atuais do país. As entregas de armas e de petróleo russo fazem-se, em regra geral, contra um pagamento à vista. No mercado negro, os preços do petróleo ocidental, como aquele da Mobil-Oil-Raffinerie em Tessalônica, na Grécia, elevaram-se até 400% do preço corrente.
A fonte de dinheiro deve ser procurada em Belgrado, que tem seu papel no tráfico de droga passando pelos Balcãs, o que lhe dá acesso ao sistema internacional de lavagem de dinheiro. As crescentes atividades da máfia sérvia na Europa ocidental, dirigida por Belgrado são, seguramente, uma das fontes de dinheiro. Existe uma escola em Belgrado para roubos com arrombamento que goza manifestamente da proteção dos serviços de informações: seus antigos alunos são enviados para toda a Europa, onde distribuem os bens roubados para redes de receptadores bem organizadas. Malgrado isso, é difícil conceber que esses recursos sejam suficientes para cobrir os gastos da guerra sérvia, mesmo que a máfia sérvia tenha cada vez mais importância no mercado ocidental da droga. Comentaristas ingênuos compararam muitas vezes os estrangeiros do Jugoskandic e de seu mais importante concorrente, o Dafiment Bank, com operações suspeitas de certas empresas de investimento, que usaram o dinheiro de seus clientes, propondo-lhes que receberiam regularmente juros elevados graças ao emprego em imóveis ou em outros investimentos.
Isso se passa, de fato, diferentemente. Não foi a pequena Sérvia que se apossou do capital dos grandes jogadores nos mercados financeiros “quentes” internacionais. São os mesmos poderosos que deram o sinal verde para a Sérvia a fim de desencadear a guerra e que a financiaram. Não é a Sérvia que regula essa onda de dinheiro, ela só é a beneficiária. Existe também, entre outros, arranjos para que alguns bancos de Belgrado ou filiais estrangeiras possam servir para lavar, cada mês, contra pagamento de taxas correspondentes, uma parte dos lucros líquidos saídos do mercado internacional de droga.
Belgrado nesse caso não era perdedora. Os juros correntes para lavagem de dinheiro situam-se entre 3% e 7%, mas considerando os ganhos gigantescos realizados no mercado mundial dos estupefacientes, os traficantes podem pagar até 30% sem sofrimento.
Defina Milanovic é diretor do Dafiment Bank em Belgrado; Israel Kelman, de Tel Aviv, detém 25% das ações. Vasiljevic do Jugoskandic aposentou-se em Tel Aviv; o que deixa supor que ele teve um papel chave na técnica de financiamento de guerra inspirado pelos interesses anglo-americanos.
É empregando a mesma tática que alguns bancos dos Estados Unidos escaparam da bancarrota por ocasião da crise causada pela dívidas dos países da América Latina em 1983, graças a poderosas injeções de dinheiro obtido pela droga. Isso não tem grande coisa a ver com a economia livre de mercado. Segundo o relato da polícia alemã, esta, inquirindo os mafiosos sérvios, tomou conhecimento de que a polícia de Belgrado não está pronta para colaborar em nível internacional e de que em Belgrado, o dinheiro é assim provavelmente ainda mais facilmente lavado do que na Suiça. É em Chipre, centro bancário muito desenvolvido, que os banqueiros de Belgrado realizam a maior parte de suas operações.
O sucesso evidente do financiamento da guerra, que foi efetuado pela Eagleburger and Carrington (“Comitê dos 300”) por interesse financeiro, não é a conseqüência de um segredo bem guardado, mas de uma inércia da Europa ocidental. Após ter observado um ano e meio os estratagemas dos bancos de Belgrado, cada um sabia bem, aqui compreendido os diplomatas, que alguma coisa não andava bem. Sabia-se também que havia representantes dos bancos em Chipre. Nada foi empreendido, portanto sanções das Nações Unidas deveriam aplicar-se também à transferência das finanças para a Sérvia contanto que não fosse destinado para fins medicinais ou humanitários. Só em abril de 1993 foi que a comissão das sanções da Nações Unidas reconheceu que havia esquecido de consultar as autoridades cipriotas sobre as relações bancárias dos sérvios. Teria havido muito pouca informação concreta.
O banqueiro Vasiljevic viveu de 15 a 20 anos no estrangeiro, principalmente na Austrália, onde ficou conhecido por suas transações nos “países em guerra do Extremo-Oriente”, tal como descreve o Observador Britânico. Talvez ele seja um antigo amigo de Theodore Shackley?


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51 A situação atual

Os Illuminatti mantém o mundo em sua rede por intermédio dos banqueiros internacionais que estão em ligação com as sociedades de elite já mencionadas e pelos impérios que eles construíram. Eles estão a ponto de reforçar mais ainda seu poderio sobre este planeta. Seu controle principal se exerce graças às dívidas nacionais dos países. Além disso, existe uma força policial internacional que mantém “na linha” os Estados independentes, taís como a Líbia e o Irã: são as tropas da ONU. A Líbia, que manifesta sua independência com relação ao controle internacional, representa um desafio para a Nova Ordem Mundial . Muammar al Kadhafi é apresentado na mídia como sendo um terrorista, o que permite justificar as agressões contra seu país. Eis aí ainda o que se representa como um belo exemplo de lavagem cerebral.
George Bush foi um dos melhores parceiros que os Illuminati jamais tiveram e deverá permanecê-lo até o último suspiro, porque está fortemente implicado com o tráfico ilegal de drogas (§ 8 dos Protocolos).
George Bush é um ex-chefe do CRF, membro da ordem Skull & Bones: membro da “Comissão Trilateral” e membro do “Comitê dos 300”.
Seu concorrente nas ultimas eleições presidenciais, Bill Clinton, o presidente atual, é membro da CFR, dos Bilderberger e membro vitalício da ordem franco-maçônica “de Molay”. Ele é membro também da “Comissão Trilateral” desde o início dos anos 80. Os mais próximos colaboradores de Clinton que tiveram as melhores chances de alcançar os postos avançados no governo também fazem parte da “Comissão Trilateral”, entre eles seu principal conselheiro em economia, Felix Rohatyn, do banco nova-iorquino Lazard Brothers, Paul Volcker, ex-chefe do banco de emissão no governo Carter, Robert Hormats do banco nova-iorquino Goldman Sachs, sua conselheira para as questões comerciais é Paula Stern, assim como seu conselheiro em política externa é Warren Christopher. A equipe mais restrita de Clinton conta, além do mais, com pessoas em evidência do Council of Foreign Relations (CFR) e do Brookings Institute dos quais os mais importantes são os banqueiros Peter Petersen, Robert Rubin e Roger Altman.
O que significa pois que os dois candidatos às eleições eram 100% parceiros dos Illuminati, e que os cidadãos dos Estados Unidos não tinham outra escolha a não ser entre esses dois. Isso lembra muito bem as eleições do partido socialista unificado da Alemanha, o SED, na ex-RDA.
Acontece a mesma coisa na Alemanha com seus chanceleres. Brandt era membro do “Comitê dos 300” e dos Bilderberger. Schmidt e Köhl pertenciam também aos Bilderberger. Enghohn, que se aposentou desde então e teria sido, entretanto, o rival de Köhl nas eleições seguintes, faz parte também dos Bilderberger e do DGAP.
O governo dos Estados Unidos reconhece agora a constituição das Nações Unidas como sendo a “lei mundial”. Nós estamos muito próximos da criação de um “governo supra-mundial” que todas as nações da terra irão reconhecer. (Ver § 9 dos Protocolos)
Na Rússia, também, assistimos a um golpe de mestre. BorisYeltzin retomou o cargo de Gorbatchev. A pretendida dissolução do regime só corresponde, de fato, a uma mudança de nome. O aparelho militar é não somente o mesmo, mas é mais possante do que nunca. Uma das últimas ações de Bush foi uma injeção de US$ 12 bilhões para reforçar esse aparelho militar. Já não percebestes que, malgrado as somas enormes que Clinton envia para a Rússia, os russos morrem de fome? Sabeis tudo o que poderia melhorar graças a essas somas de dinheiro? Todo o dinheiro passa, de fato, para a produção de armas e para o aparelho dos serviços secretos. Segundo o Vertraulich Mitteilungen (Comunicações Confidenciais) de 12 de outubro de 1993, a exportação de armas da Rússia abaixou em 1992 só a US$ 1,8 bilhões. Isso corresponde perto de 6% das exportações de armas de 1986, ano de pico, quando as exportações chegaram a US$ 26 bilhões.
Quando a CEI (Comunidade dos Estados Independentes) juntar-se ao exército americano nas tropas da ONU, as pessoas acreditarão em uma aliança dos dois superpoderes que foram inimigos durante décadas - o que na verdade, jamais foi o caso. Outras nações associar-se-ão livremente ou serão constrangidas a isso, aderir sob a pressão do futuro exército mundial.
Edward Shewardnatse, ex-ministro das relações internacionais da Geórgia e general de divisão do KGB, implicado na tortura e na repressão política, torna-se repentinamente um amigo do secretário geral das Nações Unidas pela mídia, tais como o New York Times (isso é demais). O FMI torna-se cada vez mais a força dominante nas economias locais dos Estados do Commonwealth. Foi sob sua direção que o preço da gasolina passou de 4 a 30 rublos por galão em abril de 1992.

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O congresso dos delegados do povo russo está a ponto de se revoltar contra as exigências do FMI, o que é compreensível pois a Rússia está num estado deplorável.
A guerra da Iugoslávia, nós a vimos, também faz parte do cenário dos Illuminati que desejam criar um “segundo Oriente Médio”, no sul da Europa, para impedir uma eventual nova ordem eurasiana. Se algum dia a Alemanha ensaiar sair das garras dos Illuminati, estes poderão facilmente impedí-la, provocando um ataque da parte dos sérvios, o que seria muito fácil, pois a Alemanha já foi designada como inimiga número um na propaganda da Grande Sérvia.
Eis aqui uma citação de um relatório das Vertrulichen Mitteilungen de 20 de julho de 1993 para apoiar o que disse:

Na ex-cidade olímpica dos esportes de inverno Pale, não longe de Sarajevo, uma personalidade britânica muito renomada foi vista sendo atribuída com um dos mais belos apartamentos situado bem ao lado do escritório do chefe sérvio Karadzcic. Seu nome: Sir Alfred Sherman.
Sherman tem a reputação na Grã-Bretanha de ter “descoberto” Margaret Thatcher. Quando o Partido dos Conservadores entrou em crise por causa da saída de Edward Heath, foi Sherman que propôs então como chefe do Partido, a Primeira Ministra, que iria revelar-se tão brilhante em seguida.
Os dois fundaram o Centre for Policy Studies. A sra. Thatcher enobreceu Sherman, dizem, em testemunho de seu reconhecimento.
Este é apresentado em Pale como o conselheiro das relações públicas de Karadzcic. Mas na realidade, o chefe dos sérvios sincronizava cada um dos seus passos políticos com Sherman. Os observadores locais confirmam que nenhum dia se passa que os dois homens deixem de ter profundos intercâmbios.

Os Bilderberger são uma das mais poderosas organizações internacionais que visam a um governo mundial único. Suas atividades são mantidas tão secretas que muitos deputados do Bundestag pretendem sempre que essa organização não exista. Isso é devido a uma ignorância que vai até a obstinação ou a uma vontade de dissimular sua existência?
Em maio de 1973, 84 membros dos Bilderberger reuniram-se em Saltsjöbaden, na Suécia - numa propriedade da família dos banqueiros Wallenberg - com a finalidade de consolidar a hegemonia enfraquecida dos financistas anglo-americanos, a fim de que estes retomem o controle mundial das operações financeiras. É por essa razão que os Bilderberger recorreram, novamente, a essa arma providencial que é o petróleo e que já deu muitas vezes provas desse poder. Eles decidiram aumentar em 400% o preço do petróleo, a fim de sustentar a moeda americana com auxílio dos petrodólares, o que efetivamente aconteceu (segundo o jornal Spotlight).
É interessante enfatizar que foi Robert D. Murphy quem organizou esse encontro em Saltsjöbaden. Mencionemos seu percurso digno de interesse: ele encontrou Adolf Hitler a primeira vez em 1922, quando era cônsul geral dos Estados Unidos. Ele enviou a Washington um relatório dos mais favoráveis sobre o encontro com Hitler e sobre as capacidades deste último. Em 1944 Murphy foi o “conselheiro político do governo americano para a Alemanha” e, em 1945, o “conselheiro político do governo militar americano na Alemanha”.
Em 1988, o encontro dos Bilderberger, do qual participou também o chanceler Köhl, deu-se em Telfz, perto de Innsbruck, na Áustria.
Outro encontro deu-se em Baden-Baden de 6 a 9 de junho de 1990. Um dos assuntos abordados foi o plano Marshall, que previa US$ 100 bilhões para sustentar a CIE e exigia, em compensação, que os Estados da CIE adotassem a economia de mercado livre. Por ocasião dessa reunião, ficou decidido também que Saddam Hussein entraria no Kuwait. O último encontro do qual tive conhecimento foi o de Evian, no hotel Ermitage, em 20 de maio de 1992, na França. Seu principal conteúdo, denominado “a agenda 2000”, visava a um governo mundial tal como ele estava previsto até o ano 2000.
Como podeis ver, esse governo mundial está mais atual do que nunca, mesmo que nada transpareça.
Willy Brandt, já falecido, e que era membro dos Bilderberger e do “Comitê dos 300”, havia escrito um livro intitulado Nord-Súd, ein Uberlebensprogramm (Norte-Sul, Um programa de sobrevivência) onde descreveu um governo mundial implantado pelas Nações Unidas daqui até o ano de 2000.
A Anti-defamation League (ADL) da B'nai B'rith é uma agência de espionagem não-oficial no estrangeiro que trabalha para Israel e apresentou esses últimos anos muitas acusações contra os investigadores, especialmente contra o jornal Spotlight.



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Ela colabora com o “Rito Escocês” dos franco-maçons, o que poderia explicar porque ela opta tão claramente para a conservação do monumento de Albert Pike e se opõe ao economista, Lyndon LaRoche que foi várias vezes candidato às eleições presidenciais. LaRoche encontra-se encarcerado desde 29 de janeiro de 1989 no estado de Minnesota como prisioneiro político, após ter sido condenado a 15 anos de prisão em seguida a um escândalo judicial montado pelo Establishment americano.
LaRoche tornou-se aos olhos dos Illuminati um opositor muito incômodo, pois havia descoberto os entrelaçamentos entre o Establishment, a Ku Klux Klan, a ADL, a B'nai B'rith, o “Rito Escocês”, o CFR, a “Comissão Trilateral”, etc. e teve a má idéia de falar sobre isso publicamente. Em seguida à propaganda largamente divulgada em público pela ADL, ele passou por ser um extremista da direita enquanto ele se bateu encarniçadamente para que a estátua de Albert Pike fosse retirada de Washington.
Gary Allen escreveu a esse respeito:

Uma razão fundamental pela qual foi riscado da história o papel desempenhado pelos banqueiros internacionais na política explica-se pelo fato de que os Rothschild eram judeus. Os anti-semitas entregaram-se nas mãos dos conspiradores fazendo crer que a conspiração provinha somente dos judeus. Nada pode estar tão longe da verdade. As instituições bancárias tradicionais anglo-saxônicas de J. P. Morgan e Rockefeller tiveram, elas também, um papel primordial na conspiração. Entretanto não podemos negar o papel importante que os Rothschild e seus satélites representaram.
Portanto, é muito injusto e absurdo recair sobre todos os judeus a falta da qual os Rothschild são culpados. É como se nós julgássemos responsáveis todos os batistas pelos atos criminosos dos Rockefeller. Os judeus entre os conspiradores utilizaram uma organização que se denomina Anti-Defamation League (Liga anti-difamatória); essa organização lhes serve de instrumento para convencer qualquer pessoa de que o simples fato de falar negativamente dos Rothschild e de seus aliados é um ataque contra os judeus. Foi dessa forma que eles puderam abafar quase todas as informações autênticas sobre os banqueiros internacionais e fazer disso um tabu em nossas universidades. Todo indivíduo ou todo o livro que busca saber mais a respeito é logo atacado por centenas de comitês da ADL que se encontram em todos os países. A ADL não se deixa jamais desviar, nem pela verdade nem pela lógica, de sua tática perfeita de difamação. [...] Na verdade, ninguém tem mais direito de estar contra os Rothschild do que os próprios judeus. Os Warburgs, uma parte do império Rothschild, auxiliaram a financiar Hitler.

Die Insider, p. 51


Precisamos agora, falar sobre o Japão. O Japão é para muitos especialistas o país melhor preparado para as mudanças globais que serão ocasionadas pela tecnologia no próximo século. O fato de japoneses eminentes pertencerem a “Comissão Trilateral” não significa que o Japão esteja infiltrado 100% por ela. A elite japonesa está, com efeito, englobada poderosamente numa rede de lojas secretas nacionais que as multinacionais anglo-americanas, até o presente, só puderam ter uma pequena influência sobre o poder econômico do Japão. É o que demonstra muito bem o livro escrito por Akio Morita, chefe da Sony e por Shintaro Ishihara, político, referindo-se ao Japão, intitulado: O Japão que sabe dizer não. O livro que era, a princípio, somente destinado aos japoneses, teve o efeito de uma bomba! Ele refere-se aos Estados Unidos como amigo indesejável, como um país racista e insinua que o Japão pensa revidar-lhe as condições de capitulação que lhe foram impostas. Os autores descrevem os Estados Unidos visto do lado dos japoneses como um colosso vacilante, podre por dentro, a ponto de sucumbir, após um golpe mortal, sob sua bandeira estrelada flutuando como uma mortalha.
Segundo eles, o Japão obrigou o sistema econômico americano a capitular de fato. Esses mesmos autores dizem sem rodeio o que até agora os homens de negócios influentes no Japão não ousaram exprimir a não ser em círculos restritos e às escondidas:

O exército americano bombardeou durante a Segunda Guerra alvos civis na Alemanha, mas foi somente sobre o Japão, que estava, no entanto, prestes a capitular, que ele lançou as bombas atômicas para fazer testes, e isso é uma prova abominável de racismo.

Isso reforça as palavras de algumas personalidades eminentes do Japão que não escondem que os japoneses visam à destruição da economia americana para vingar Hiroshima e Nagasaki. Nós os ouvimos dizer, por exemplo:


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O Japão está em guerra com os Estados Unidos. Nós venceremos economicamente a América e usaremos de represálias para vingar-nos das humilhações que nos foram impostas pelos Estados Unidos no Pacífico. (Code n.º 2, fevereiro de 1990)

Segundo um artigo do Wall Street Journal de setembro de 1991, quase um terço dos cem maiores bancos mundiais e quatro sociedades de seguro entre as cinco primeiras do mundo são japonesas. Grande parte das propriedades territoriais da Nova Zelândia, a maior parte dos hotéis e dos trustes da costa leste australiana e uma grande parte das florestas canadenses pertencem aos japoneses.
O futuro nos dirá em que medida os japoneses estão verdadeiramente controlados pelos Illuminatti.
A “Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional” (USAID) é ainda outra organização que não é o que acreditamos. Segundo o livro Strategie der Spannung (A estratégia da tensão), de Anton Chaitkin e Jessica Primack, ela serve para camuflar as operações realizadas pelos espiões da CIA e é a ela também que se incumbe a principal responsabilidade das intervenções anglo-americanas em todas as partes do mundo. Existe, por exemplo, um programa USAID num montante de US$ 300 milhões para controlar os nascimentos nos países do terceiro mundo cuja missão principal é de esterilizar as populações de cor.
L. Ron Hubbard, falecido, fundador da cientologia, é outra personalidade de passado interessante. Por interessarmo-nos nesse livro pelo lado secreto da história, vejamos mais próximo no que se refere a vida de Ron Hubbard, cuja organização foi minuciosa e publicamente desvendada.
Nos primeiros dias do MK ULTRA, programa de controle da consciência dos Estados Unidos, o ex-oficial da marinha Hubbard, sabendo o que a marinha fazia secretamente, começou então a estudar os mecanismos do pensamento humano. Após haver recusado juntar-se às pesquisas do governo como também aos grupos de psiquiatras, ele publicou o livro: Dianética, a ciência moderna da saúde mental. O livro proclamava que a liberdade e a integridade do espírito eram o direito de nascimento da humanidade. O livro foi um bestseller e as técnicas de auditing de Hubbard tiveram muitos bons resultados. Com a finalidade de dominar os seres humanos, o governo serviu-se, em segredo, de alguns dos métodos que Hubbard havia proposto na cientologia para que os seres humanos alcancem a liberdade de espírito. Outras técnicas descritas por Hubbard eram, de fato, um antídoto para os métodos MK ULTRA do controle da consciência.
O governo americano lançou então contra Hubbard uma campanha de difamação diabólica, que foi conduzida pela seção de controle do pensamento da CIA. Este autor, na época ainda jovem, havia revelado, aparentemente sem querer, a chave do segredo mais bem guardado da guerra fria. Seu escritório foi arrombado e roubaram-lhe um protocolo que descrevia os mecanismos de controle do pensamento designados hoje pelo nome de psicotrônica.
Hubbard e seus colegas foram agredidos fisicamente e escaparam por pouco de uma tentativa de rapto. Hubbard, entretanto não é um cordeiro inocente, como nos mostra bem a influência enorme exercida pela igreja da Cientologia. Ele sabia, certamente, de muitos fatos essenciais referentes aos acontecimentos mundiais, e ele não contentou-se de passar seus “anos de mágico” na Igreja Thelema de Aleister Crowley na Califórnia, mas esforçou-se para chegar ao 33.º grau do “Rito Escocês” dos franco-maçons (talvez mesmo até aquele dos Illuminati). Sua formação, familiarizou-o com os princípios do poder, ele utilizou técnicas - as quais o governo usou no mesmo período contra o povo - para integrar também seus cientólogos num sistema hierárquico.
Outra pessoa com influência internacional é o ex-presidente francês François Mitterrand, grão-mestre da “Grande Oriente”, a loja franco-maçônica mais importante da França, e membro do “Comitê dos 300”.
Assinalamos que, entre os franco-maçons e também entre os cristãos, 90% dos membros são usados pela elite, e não têm, na maioria, a menor idéia do que se trama na cúpula. Aconterce o mesmo com o Lions Club, o Rotary, etc... (o eminente franco-maçon Paul Harris fundou por ordem da loja B'nai B'rith, em 1905, em Chicago o Rotary Internacional: essa mesma loja, igualmente em Chicago, criou o Lions Internacional, em 1917. (Code 1/88, p.47)
Essas organizações são muito ativas a nível social baixo das hierarquias, e seus programas são excelentes. Em geral, os franco-maçons ou os cristãos se esforçam, com sua presença, para contribuir de forma construtiva na vida cotidiana. A maioria, pelo menos, procura, de coração, transmitir essa imagem (temos um exemplo impressionante com os cristãos na Irlanda, que se matam uns aos outros). Um longo estudo sobre o ser humano é freqüentemente necessário para compreender o que se passa em seu foro íntimo.

Nós os reconhecemos pelos seus frutos.



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Podemos dizer, a princípio, que quanto mais subimos na “pirâmide” (na hierarquia) onde os verdadeiros segredos são guardados, mais o estado de espírito se torna inverso se o compararmos àqueles dos primeiros graus.
Jacob Schift foi, por exemplo, um membro elevado da “B'nai B'rith” e foi também aquele que tramou ocultamente a revolução bolchevista.
Franklin D. Roosevelt, grão-mestre dos franco-maçons empreendeu muitas reformas sociais durante sua presidência, mas foi ele que também mergulhou os Estados Unidos na guerra e lançou o ataque contra Pearl Harbour. Foi ele que também conspirou durante “os três grandes encontros” com Churchill e Stálin para vender a Europa oriental aos comunistas.
Como podemos ver, é de grande eficácia conservar um segredo, e esse método é freqüentemente empregado.

O selo utilizado por Washington segundo uma criação de Charles Thompson. O pássaro de pescoço longo representa uma fênix. A fênix foi, não oficialmente, o primeiro pássaro de armas dos Estados Unidos; contudo, foi substituida em 1841 pela águia marinha de cabeça branca.



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( a ) Fênix ( b ) Águia ( c ) Pirâmide
(anverso) (anverso, (verso)
pós 1841)


Figura 51.1: Selos dos Estados Unidos da América (p. 331)
Figura 51.2: Selo dos Estados Unidos e a pirâmide do dólar decifrada (p. 332)


52 Resumo das mais importantes organizações conhecidas dos
Illuminati

John Todd, ex-membro do “Conselho dos 13”, descreveu assim a pirâmide:

O selo foi criado por ordem da família Rothschild em Londres. (N.A. segundo o livro de Ayn Rand, Atlas shrugged, tratava-se de Philippe Rothschild). É uma organização luciferiana, tendo como cabeça os Rothschild. Nela encontramos franco-maçons, comunistas e membros de outras associações. Essa organização está muito espalhada. Nela se tratam de política e de finanças e se projeta a instauração de um governo mundial unificado. Essa organização fará tudo o que estiver em seu poder para instituir esse governo mundial, mesmo que isto exija uma terceira guerra mundial. Essa organização denomina-se os Illuminati palavra que significa os “portadores da luz”.
Helmut Finkenstädt: Eine Generation in Banne Satans (Uma geração enfeitiçada por Satã).

Todd assim como Coralf (Maitreya, der Kommende Welilehrer - Maitreya, o futuro mestre do mundo) descreveu os diferentes graus como se segue:

O olho que tudo vê: É o olho de Lúcifer. É o espírito que guia, a instância dirigente anterior.

RT: É a família Rothschild, o tribunal Rothschild. Os Illuminatti consideram-nos como deuses encarnados, e sua palavra tem força de lei. (Dizem que eles estariam em contato direto com Lúcifer. Quem sabe?)

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O Conselho dos 13: É o grande conselho dos druidas ( Antigos Sacerdotes, entre os gauleses e bretões), os 13 grandes druidas que formam o sacerdócio privado dos Rothschild.

O Conselho dos 33: Nele estão representados os franco-maçons dos graus mais elevados do mundo da política, da economia e da Igreja. Eles são a elite do “Comitê dos 300”. (Segundo Todd e Coralf).

O Comitê dos 300: Criado em 1729 pela BEIMC (Briitsh East India Merchant Company) para ocupar-se dos negócios bancários e comerciais internacionais e sustentar o tráfico de ópio; o “Comitê dos 300” é dirigido pela coroa britânica. Ele representa o sistema bancário mundial em sua globalidade e conta, ainda, com os representantes mais importantes das nações ocidentais. Todos os bancos estão ligados aos Rothschild pelo “Comitê dos 300”.

Dr. John Coleman publicou em seu livro Conspiratiors Hierarchy: The Committee of 300 (A hieraquia dos conspiradores: o comitê dos 300.) os nomes de 290 organizações, 125 bancos assim como os 341 membros atuais ou antigos do comitê dos 300; abaixo revelo alguns nomes:

Balfour, Arthur;
Brandt, Willy;
Bulwer-Lytton, Edward (autor de The Coming Race);
Bundy, McGeorge;
Bush, George;
Carrington, Lord;
Chamberlain, Huston Stewart;
Constanti, casa dos Orange;
Delano, família (Frederic Delano foi membro do comitê diretor do Federal Reserve);
Drake, Sir Francis;
Du Pont, família;
Forbes, John M.;
Frédéric IX, rei da Dinamarca;
George, Lloyd;
Grey, Sir Edward;
Haig, Sir Douglas;
Harriman, Averill;
Hohenzollern, casa dos;
House, coronel Mandel;
Inchcape, Lord;
Kissinger, Henry;
Lever, Sir Harold;
Lippmann, Walter;
Lockheart, Bruce;
Loudon, Sir John;
Mazzini, Giuseppe;
Mellon, Andrew;
Milner, Lord Alfred;
Mitterand, François;
Morgan, J. P.;
Norman, Montague;
Oppenheimer, Sir Harry;
Palme, Olof;
Princesa Beatrix;
Príncipe Rainier;
Rainha Elisabeth II;
Rainha Juliana;
Retinger, Joseph (Ratzinger?);
Rhodes, Cecil;

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Rockefeller, David;
Rothmere, Lord;
Rothschild, barão Edmond de;
Shultz, George Spellman, cardeal;
Thyssen-Bornemisza, barão Hans Heinrich;
Vanderbilt, família;
von Finck, barão August;
von Habsburg, Otto;
von Thurn und Taxis, Max;
Warburg, S. G.;
Warren, conde;
Young, Owen.

As outras lojas dos Iluminados da Baviera já foram citadas antes no livro.



As organizações mais influentes agindo secretamente


O Conselho de Relações Exteriores (CFR)

Fundado pela Round Table em 1921, é-lhe dado também o nome de Establishment, de governo invisível ou de Ministério Rockefeller das Relações Exteriores. Essa organização, meio secreta, cujos membros são exclusivamente cidadãos dos Estados Unidos, conta entre os mais influentes desse país. O CFR exerce, em nossos dias, um controle estreito sobre as nações ocidentais de forma direta, porque ele está em relação com as organizações do mesmo gênero, ou então por intermédio de instituições, tais como o Banco Mundial, que ele preside. Desde sua criação, todos os presidentes dos Estados Unidos, menos Ronald Regan, já eram membros antes de sua eleição. Em revanche, o vice-presidente de Reagan, George Bush, era membro do CFR. Ele até foi o diretor em 1977. O CFR é controlado pelo sindicato Rockefeller e serve para concretizar sua finalidade: a criação de um governo mundial único.
O círculo mais íntimo do CFR é a ordem Skull & Bones.

Skull & Bones

Seus próprios membros a denominam The Order (A Ordem).
Muitos conhecem-na já há mais de 150 anos como grupo local 322 de uma sociedade secreta alemã. Outros dão-lhe o nome de Brotherhood of Death (Irmandade da Morte). A ordem secreta Skull & Bones (Crânio e Ossos) foi introduzida por William Huntington Russel e Alphonso Taft na Universidade de Yale em 1833. Russel, após ter estado na Alemanha, onde estudou em 1832, levou-a em seguida a Yale. Em 1856, ele foi incorporado ao Russel Trust.
Essa ordem forma entre outras, o “núcleo” (a elite) do CFR. O núcleo da Skull & Bones, por sua vez, denomina-se Jason Society.

As seguintes famílias dominam essa ordem desde 1833:

Rockefeller (Standard Oil);
Harriman (estradas de ferro);
Weyerhaeuser (comércio de madeira);
Sloane (comércio de varejo);
Pillsbury (moagem de farinhas);
Davison (J. P. Morgan);
Payne (Standard Oil);




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(Saídos de Massachusetts):

Gilman (1638, Hingham);
Wadsworth (1632, Newtown);
Taft (1679, Braintree);
Stimson (1635, Watertown);
Perkins (1631, Boston);
Whitney (1635, Watertown);
Phelbs (1630, Dorchester);
Bundy (1635, Boston);
Lord (1635, Cambridge);

(extraído de Skull & Bones e The Two Faces of George Bush (As duas faces de George Bush), de Anthony C. Sutton).
Neste livro, nós mencionamos suficientemente que essa ordem está ligada a muitas outras organizações. Ela tem também relação com o grupo de Lord Milner The Round Table, de onde surgiu o CFR.

Round Table

A Round Table surgiu em 5 de fevereiro de 1981 graças a Cecil Rhodes na Inglaterra. Seus membros fundadores foram, entre outros, Stead, Lord Esher, Lord Alfred Milner, Lord Rothschild, Lord Arthur Balfour.
A estrutura desse grupo era como aquela dos SS de Hitler, calcada na Sociedade de Jesus, a Ordem dos Jesuítas.
Sua finalidade principal era de expandir a dominação britânica e a utilização da língua inglesa no mundo inteiro. Segundo minhas fontes, Rhodes visava a um governo mundial para o bem dos seres humanos, mas a Round Table foi mais tarde infiltrada pelos agentes dos Illuminati. Esse grupo está ligado aos sionistas pela família Rothschild, assim como, pelas famílias americanas Schiff, Warburg, Guggenheim e Carnegie. Lord Milner tomou mais tarde a direção. São oriundos dela o Royal Institute of International Affairs (RIIA) e o CFR. Milner é também um dos principais membros do “Comitê dos 300”. O Institute of Advanced Study (IAS) para o qual trabalharam Robert Oppenheimer e Albert Einstein surgiu da Round Table. Estes construíram, mais tarde, para o IAS a primeira bomba atômica.
A organização alemã anexa ao RIIA e ao CFR é a DGAP, a Deutsche Gesellschaft für Answärtige Politik (Sociedade Alemã de Política Exterior). Ela foi fundada em 29 de março de 1955 e se proclama independente, acima dos partidos. Seus membros debatem problemas políticos e econômicos internacionais, e os da Europa em particular. A influência que a DGAP exerce na Alemanha não é provavelmente tão grande quanto aquela do CFR nos Estados Unidos, mas os nomes dos principais membros falam por si mesmo.

(Lista de 1981):

Apel, Hans;
Amerongen, Otto Wolf von;
Bangemann, Martin;
Bittenbach, Kurt, presidente;
Dohnanyi, Klaus von;
Genscher, Hans-Dietrich;
Kaiser, Karl;
Merkle, Hans L.;
Rosental, Philip;
Schmidt, Helmut;
Stoltenberg, Gerhard;
Wagner, Wofgang, editor de Europa-Archiv;
Weizsäcker, Richard von;
Wischnewski, Hans-Jürgen;
e outros.




páginas 338/339/340

(Lista de 1992):

Ameröngen, Otto Wolff von;
Dohnanyi, Klaus von;
Engholm, Björn;
Kaiser, Karl;
Lambsdorff, Otto Graf;
Merkle, Hans L.;
Rühé, Volker;
Schmidt, Helmut;
Süssmuth, Rita;
Stolpe, Manfred;
Waigel, Theo;
e outros.

Nomes extraídos da lista de 1981 e 1992 do DGAP e v., Bonn.
Encontrareis a lista completa dos membros no The Rockefeller File de Gary Allen.
É certamente, interessante de constatar que os representantes dos diferentes partidos que deliberam todos secretamente, sentados ao redor de uma mesa, lançam-se no dia seguinte publicamente as piores injúrias. Qualquer comentário é supérfluo.

Os Bilderberger

Essa organização secreta foi criada em maio de 1954 no hotel Bilderberge em Oosterbeek, na Holanda, pelo príncipe Bernard. Ela é composta de 120 magnatas da alta finança da Europa ocidental, dos Estados Unidos e do Canadá. Suas metas principais, formuladas pelo príncipe Bernard, são a instituição de um governo mundial até o ano de 2000 e um exército global sob a cobertura da ONU. Ela é denominada também de governo invisível.
Um comitê consultivo composto de uma comissão de direção (com 24 europeus e 15 americanos) decide que pessoas serão convidadas para seus encontros. Johannes Rothkranz escreveu que só são convidados aqueles que deram provas de uma indefectível lealdade nas intrigas armadas pelos Rockefeller e os Rothschild. Entretanto, todas as pessoas presentes não são iniciados, elas podem ser também as representantes de um grupo de interesses ou simplesmente de outras pessoas.
Alguns dos representantes internacionais mais importantes são ou foram:

Agnelli, Giovanni, proprietário da Fiat;
Brzezinski, Zbigniew, presidente da “Comissão Trilateral”
e o mais importante agente de Rockefeller;
Bush, George, ex-chefe da CIA, ex-chefe do CFR, ex-presidente
dos Estados Unidos e membro do “Comitê dos 300”;
Carrington, Lord (Inglaterra), membro do “Comitê dos 300”, da
Kissinger Associates, ex-presidente da OTAN;
Dulles, Allen, ex-chefe da CIA;
Clinton, Bill, presidente dos Estados Unidos, membro do CFR e
da “Comissão Trilateral”;
Ford, Henry II;
Gonzales, Felipe, secretário geral do partido socialista espanhol
e, mais tarde, primeiro ministro;
Jankowitsch, Peter (Alemanha);
Kennedy, David;
Kissinger, Henry, também membro da loja italiana P 2;
Luns, Joseph, ex-secretário geral da OTAN;
McNamara, Robert, Banco Mundial;
Martens, Wilfred (Bélgica);
Palme, Olof, também membro do “Comitê dos 300”;
Reuther, Walter P.;
Rockefeller, David;
Rockefeller, John D.;

páginas 340/341/342

Rockefeller, Nelson;
Roll of Ipsden, Lord, ex-presidente do S. G. Warburg Group Plc.;
Rothschild, barão Edmund de;
Tindemanns, Jan, ex-primeiro ministro da Bélgica;
Warburg, Eric D.;
Warburg, Siegmund;
Wörner, Manfred, OTAN;

Membros alemães (todos estiveram presentes pelo menos uma vez):

Abbs, Hermann, Deutsche Bank;
Amerongen, Otto Wolff von, grande industrial;
Bahr, Egon;
Barzel, Rainer;
Becker, Kurt, Kölner Stadanzeiger (Diário de Colônia);
Beitz, Berthold, truste do Krupp;
Berg, Fritz, presidente do BDI (Federação dos Sindicatos Patronais
da Indústria);
Bertram, Christoph;
Biedenkopf, Kurt;
Birrenbach, Kurt, DGAP;
Boden, Hans C.;
Brandt, Willy;
Brauer, Max;
Breuel, Birgit, Treuhand;
Bräutigam, Hans-Otto;
Carstens, Carl;
Dahrendorf, Ralf;
Dethleffsen, Erich;
Dieter, Werner H., Mannesmann AG;
Dohnanyi, Klaus von;
Eckard, Felix von;
Emminger, Ottmar, Bundesbank (Banco Federal);
Engholm, Björn;
Ethaid, Ludwig;
Erler, Fritz;
Falkenheim, Ernest;
Geyer, Gerhard;
Gross, Herbert;
Hallstein, Walter;
Herrhausen, Alfred, Deutsche Bank;
Herwart von Bittenfeld;
Hans, Heinrich;
Heyn, Rolf;
Kaiser, Karl;
Kastrup, Dieter;
Kiep, Walter Leisler;
Kiesinger, Kurt-Georg;
Kohl, Helmut;
Kopper, Hilmar, Deutsche Bank;
Krapf, Franz, diplomata;
Kühlmann-Stumm, Knut von;
Lambsdorff, Otto Graf;
Leverkühn, Paul;
Löwenthal, Richard;

páginas 342/343/344

Majonica, Ernest;
Mehnert, Klaus;
Menne, Alexander;
Merkel, Hans;
Mertes, Alois, Ministro das Relações Exteriores;
Mommer, Karl;
Müller, Rudolf;
Müller-Armack, Alfred;
Pöhl, Karl Otto, ex-presidente do Bundesbank;
Ponto, Jürgen, Dresdner Bank;
Reitzle, Wolfgang, BMW AG;
Rosenberg, Ludwig;
Rühe, Volker;
Ruge, Friedrich;
Ruhnau, Heinz, Lufthansa;
Scheel, Walter;
Schiller, Karl;
Schmidt, Carlo;
Schmidt, Helmut;
Schneider, Ernest Georg;
Schröder, Gerhard;
Sohl, Hans-Günther, Thyssen;
Sommer, Theo, Die Zeit;
Speidel, Hans, militar da NATO;
Springer, Axel, Bild (jornal alemão);
Sternberger, Dolf, professor de Política;
Stoltenberg, Gerhard;
Strauss, Franz Joseph;
Teufel, Erwin;
Troeger, Heinrich, Bundesbank;
Westrick, Ludger;
Wieczorek, Norbert;
Wischnewski, Hans-Jürgen;
e muitos outros ...

Nota: Esses nomes foram reunidos por diferentes autores, cuja maior parte são estrangeiros. Reagrupei-os, mas não fiz amplas pesquisas.
Nomes extraídos das seguintes publicações:
The Spotlight Relatório Bilderberger, setembro de 1991;
E. William Engdahl: Mit der Ölwaffe zur Weltmacht, p. 366;
Politisches Lexikon von C.O.D.E. Nr. 1/1 e C.O.D.E. Nr. 9/1992;
Diagnosen n.º 8, agosto 1985;
The Cosmic Conspiracy (Stan Deyo); West Australian Texas Trading
P. O. Box 71 Kalamunda, Western Austrália 6076.

A Comissão Trilateral

Essa organização secreta foi criada em junho de 1972 por David Rockefeller e Zbigniew Bezezinski, notadamente porque as organizações bem estabelecidas, tais como as Nações Unidas, não trabalhavam tão rapidamente para conseguir o governo mundial único. Os Big Boys queriam que isso acontecesse logo. Essa organização de elite tem por meta reunir num só grupo, os poderes de ponta dos gigantes da indústria e da economia, isto é, das nações trilaterais - Estados Unidos, Japão e Europa ocidental - ela visa a criar de uma vez por todas, a Nova Ordem Mundial. Essa organização permite à elite vinda de diversos ramos da franco-maçonaria encontrar-se numa escala mundial para colaborar num trabalho secreto; ela deve também expandir a influência política dos Bilderberger. A maior parte dos membros europeus tinha contato com os Rockefeller durante anos. Essa organização se compõe de aproximadamente 200 membros, que, contrariamente aos Bilderberg, são permanentes.

páginas 344/345/346

A “Comissão Trilateral” controla com os membros do CFR toda a economia dos Estados Unidos, a política, o aparelho militar, o petróleo, a energia e o lobby da mídia. Seus membros são, entre outros, empresários, banqueiros, agentes imobiliários, economistas, políticos, advogados, editores, dirigentes sindicalistas, os presidentes de fundações e editorialistas.
Os membros mais importantes são:

Brzezinski, Zbigniew, conselheiro do presidente dos Estados Unidos;
Bush, George, ex-presidente dos Estados Unidos, ex-chefe da CIA e ex-chefe do CRF;
Clinton, Bill, membro dos Bilderberger, do CFR, presidente dos Estados Unidos;
Kissinger, Henry, ex-ministro das relações exteriores dos Estados Unidos;
McNamara, Robert, Banco Mundial;
Rockefeller, David, Chase Manhattan Bank, EXXON;
Rockefeller, John D.;
Rothschild, Edmund de, Royal Dutch, SHELL;

Os membros alemães mais importantes são:

Amerongen, Otto Wolff von, presidente da OTTO WOLFF AG.;
Biedenkopf, Kurt, membro do Bundestag;
Birrenbach, Kurt, presidente da DGAP, membro dos Bilderberger;
Ehmke, Horst, membro do Bundestag;
Hartwig, presidente da União Federal do Comércio Atacadista e do Comércio Exterior;
Hofmann, Diether, anteriormente Neue Heimat, Hamburgo;
Huber, Ludwig, Bayerische Landesbank e Girozentrale München;
Janott, Horst, diretor da Münchner Rückversicherung;
Kaiser, Karl, dirigente do Instituto de Pesquisa da DGAP;
Kloten, Norbert, presidente da Landeszentralbank;
Kristoffersen, Erwin, dirigente do departamento interno da DGB (Confederação dos
Sindicatos Alemães);
Lambsdorff, Otto Graf, ex-ministro dos assuntos econômicos;
Leisler-Kiep, Walter, ex-tesoureiro da CDU (União Cristã Democrática);
Maull, Hans, redator no Bayerischer Rundfunk (rádio bávara);
Münchmeyer, Alwin, pai de Birgit Breuel;
Neumann, Friedrich, presidente do NRW (Sindicato Patronal);
Porzner, membro do Bundestag, ex-secretário de estado;
Richter, Klaus, diretor dos estabelecimentos de ótica G. Rodenstock;
Rühe, Wolker, membro do Bundestag, ministro da defesa;
Sohl, Hans Günther, presidente do conselho administrativo da Tyssen AG;
Sommer, Theo, redator chefe do jornal Die Zeit;
Schmidt, Helmut, ex-chanceler;
Schmitz, Ronaldo, membro do conselho administrativo da BASF AG;
Schröder, Gerhard, ex-membro dos Bundestag;
Vetter, Heinz-Oskar, ex-presidente do DGB (Confederação dos Sindicatos Alemães);
Zahn, Joachim, ex-presidente do conselho administrativo da Daimler Benz AG.

Os seguintes membros podem oficialmente estar ausentes enquanto ocuparem um lugar no governo:

Narjes, Karl-Heinz, vice presidente da comissão da CE;
Stoltenberg, Gerhard, ministro das finanças;

(nomes extraídos do Vertrauliche Mitteillungen n.º 2638, folha 2, de 3 de julho de 1986)

O Clube de Roma

O “Clube de Roma”, que não mencionei até agora, agrupa, segundo Ovin Demaris (Dirty Business), os membros do Establishment internacional de 25 países (ou seja, umas cincoenta pessoas).

páginas 347/348/349

Ele foi criado pelo clã Rockefeller (em sua propriedade privada em Bellago, na Itália). São eles que o financiam ainda hoje.
Sua principal finalidade é de também criar um governo mundial, apoiando-se na elite. Ele ainda elaborou uma religião mundial única e fez crer pela mídia em uma “crise de energia” e na super-população do nosso planeta. Segundo William Cooper, o “Clube de Roma” teria desenvolvido o vírus da AIDS (com o antídoto correspondente, é claro), e tê-lo-ia espalhado entre a população para introduzir o grande programa de saneamento das raças, tendo em vista o governo mundial da elite (no livro de William Cooper, Behold a Pale Horse, encontrareis fatos e nomes precisos referentes à AIDS).

As Nações Unidas

Por ocasião do congresso dos franco-maçons de 28 a 30 de junho de 1917 em Paris, estes decidiram os princípios diretores que foram votados: essa foi a hora do nascimento da Sociedade das Nações que aconteceu em 1919, em Genebra. As Nações Unidas nasceram dessa Sociedade das Nações em 1945, em São Francisco. Essa instituição criada pelos Illuminati representa a maior loja franco-maçônica do mundo onde devem reunir-se todas as nações.
Assim como está escrito no artigo 4 de Maquiavel, que foi mencionado no prefácio, seus fundadores foram os instigadores das guerras que aconteceram nestes dois últimos séculos. Que ironia da sorte ver, em nossos dias, os seres humanos de todas as nações pedir às Nações Unidas para aplainar problemas, arbitrar guerras e dar um fim a elas!
Para os povos, a ONU é o amigo com o qual podem contar para que “tome as rédeas”. Quando da sua fundação, pelo menos 47 pessoas entre as delegações americanas presentes eram membros do CFR, entre elas David Rockefeller. Salta aos olhos que o emblema da ONU é um símbolo franco-maçônico. Vou descrevê-lo aqui, comparando-o ao selo do Estado americano franco-maçônico:
O globo das Nações Unidas e a forma circular do selo do Estado americano com a inscrição Annuit Coeptis (“nossa empresa - de fato, nossa conjuração - é coroada de sucesso”) e embaixo Novus Ordo Seclorum (“Nova Ordem Mundial”) demonstram a meta buscada: aquela de uma hegemonia mundial.
As 33 parcelas do globo das Nações Unidas e as 33 pedras da pirâmide representam os 33 graus do “Rito Escocês” dos franco-maçons.
O número 13 que encontramos nas 13 espigas à esquerda e à direita do globo, nos 13 degraus da pirâmide e nas 13 letras das duas palavras Annuit Coeptis é o número judeu da sorte. O número 13 é o número mais importante para os franco-maçons e tem diferentes significados. Jesus tinha 12 discípulos e foi ele mesmo o décimo terceiro. Na cabala, em numerologia, e na 13.ª carta do tarô, “a morte”, o número 13 simboliza a transformação, a alquimia, o renascimento, a fênix que renasce das cinzas, o conhecimento dos mistérios e, portanto, a faculdade de materializar ou de desmaterializar, isto é, a faculdade de criar a partir do éter (o que fizeram Jesus, Saint Germain, Buda, Hermes Trismegistos, Ramtha e muitos outros que, por exemplo, materializaram o pão a partir do “nada” (do éter), o que denominamos “a pedra filosofal”).
Ainda no verso do selo americano temos a fênix que simboliza o número 13, a transformação. Suas asas têm 13 plumas, suas garras à direita têm 13 flechas, e as da esquerda seguram um ramo de 13 folhas.
Em cima encontra-se a inscrição E Pluribus Unum (Do Múltiplo ao Uno), composta de 13 letras, encimada por 13 estrelas apresentadas sob a forma de uma estrela de David, e sobre seu peito a bandeira com 13 listras que representam os 13 estados fundadores.

Observação: As estações de gasolina DEA das “Centrais Elétricas da Rhenania-Westphalia” (RWE) têm como símbolo uma pirâmide invertida com 13 listras. Outra estação de gasolina nos Estados Unidos, denomina-se “76”, 7 + 6 = 13.
O leitor encontrará centenas de exemplos se se der ao trabalho de examinar os símbolos de firmas, os produtos, a publicidade na televisão, as insígnias dos Estados, as bandeiras, etc.
A maior empresa franco-maçônica na América, Procter & Gamble, contém 13 letras, e seu emblema é um dos mais velhos símbolos franco-maçons: o homem com barba envolto por um círculo com 13 estrelas diante dele. É interessante saber o que o diretor geral da Procter & Gamble disse na televisão em outubro de 1984, durante o Wisconsin Report, The Phil TV Show:

Conclui um pacto com Satã. Vendi minha alma em troca de uma expansão econômica. [...]

(Encontrareis mais informações sobre a interpretação dos símbolos no Die Insider de Gary Allen ou na literatura franco-maçônica.)


páginas 349/350/351/352

São as organizações mais importantes entre aquelas que conhecemos que tocam a economia, a política e o capital e que querem erigir um governo mundial único.
Um grupo que é, portanto, de uma importância capital e ainda persegue a mesma finalidade, mas sobre o qual silenciei até agora, é o Império Rochefeller. Foi suficientemente abordado nos dois livros de Gary Allen. Esse Império Rochefeller é a principal fonte de financiamento do CFR, da “Comissão Trilateral” e do Clube de Roma.
O leitor deve ter percebido que os mesmos nomes voltam sem cessar. Seria interessante ter uma lista dos membros do “Conselho dos 33” ou do “Conselho dos 13”. Entretanto, conhecemos a meta e a forma com as quais eles querem concretizá-la. É do meu parecer tudo o que importa saber e isso deveria ser suficiente.
John Todd continua no livro de Finkenstädt Eine Generation in Banne Satans (Uma geração enfeitiçada por Satã):

Se perguntarmos a um grande feiticeiro qual é a maior feiticeira do mundo, obteremos a seguinte resposta: Ruth Carter Stapleton, irmã do ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter. Não sei se Jimmy Carter faz parte dos franco-maçons. Todos os políticos nos Estados Unidos fazem parte dele habitualmente, pois é por esse meio que têm acesso aos meios políticos.
Todos os presidentes desde Wilson, presidente durante a Primeira Guerra Mundial, faziam parte dos Illuminati, menos Eisenhower, que estava sob o controle deles. Existem mais ou menos 5.000 pessoas nesta terra que conhecem bem os Illuminati, e milhões de pessoas trabalham para essas tais pessoas. Acontece o mesmo com os franco-maçons. Somente aqueles que estão no 33.º grau do Rito Escocês o sabem. Os outros não o sabem. Eles possuem todas as grandes companhias petrolíferas do mundo, assim como, todos os postos de venda nos Estados Unidos e 90% dos grandes créditos. Todos os computadores dos caixas dos Estados Unidos estão ligados a um computador gigante em Dallas, no Texas, denominado The Beast (A Besta).
Este por sua vez, está ligado a dois outros computadores em Bruxelas e em Amsterdam, tendo, eles também, o nome de The Beast.



páginas 352/353/354


(a) Selo dos EUA (b) Emblema da ONU


Figura 52.1: Símbolos franco-maçônicos (página 351)
Figura 52.2: O símbolo da firma Procter & Gamble (página 353)



53 “666”



Uma parte da Nova Ordem Mundial é a “sociedade sem dinheiro”. Os seres humanos são aí preparados para o trabalho preliminar dos Illuminati. Este consiste em emitir cartões com leitura eletrônica, tais como documentos de identidade bancária, cartões de crédito, cartões de telefine, cartões de previdência social e cartões de combustível das diferentes empresas petrolíferas. Com o argumento de que o pagamento sem dinheiro é mais seguro, mais fácil e mais prático, as massas foram convencidas das vantagens desse sistema. Brevemente os seres humanos, serão obrigados a carregar uma porção de cartões de leitura eletrônica, começarão então a ouvir que seria bem mais fácil e mais prático ter somente um único cartão consigo; o cartão de débito ou Cartão Universal de Crédito. Esse cartão já foi introduzido na Nova Zelândia, na Austrália e no Canadá. Mesmo que os outros cartões de crédito ainda existam, o cartão de débito (Debit Card) já está em circulação.


página 355
A meta final é fazer em todas as pessoas uma tatuagem a laser. Um código de barras invisível aos olhos será tatuado com um raio laser sobre a mão direita ou sobre o osso frontal. Esse código útil, como é também o cartão de débito, para efetuar os pagamentos, poderá entretanto, ser utilizado para identificar-vos. Será suficiente passar um scanner sobre o código tatuado sobre a mão de uma pessoa e toda a informação desejada estará disponível.
Não pense o leitor que extrapolo, não faço mais do que apresentar-lhe uma realidade bem próxima. A tatuagem a laser foi testada durante 15 anos na Disneylândia. Os visitantes optavam por escolher entre um cartão ou uma tatuagem a laser sobre a mão esquerda, de forma a testar sua reação a esse novo procedimento. Os formulários já estão impressos a nível internacional com um questionário tendo o lugar onde será tatuada a marca: F = Forehead (fronte) ou H = Hand (mão). A finalidade desses testes é habituar progressivamente a população antes que isso se torne uma obrigação. Na Holanda, já começaram, há sete anos, a fazer uma tatuagem a laser no osso frontal dos desabrigados. Foi declarado à população que era um meio para sustar a criminalidade, particularmente em Amsterdam. No presente, essa tatuagem a laser é, em parte, instaurada oficialmente: com o pretexto de que é assim mais fácil controlar os homens de negócios, foram instalados em alguns aeroportos americanos, aparelhos especiais para decodificar essa tatuagem invisível sobre a mão direita. E o número de pessoas que pedem esse serviço está aumentando constantemente, pois é bem conhecido: tempo é dinheiro!
Não obrigarão às pessoas a aceitar forçosamente essa tatuagem, mas em breve, não tereis escolha, a não ser que vivais em auto-subsistência. Um dia, o dinheiro líquido não será mais aceito em lojas. E será mostrado o quanto esse método é seguro. Então, será impossível roubar qualquer coisa, não se poderá pegar o dinheiro onde ele não existe. Por intermédio de um satélite, seguir-se-á o rastro de todo criminoso tatuado a laser, e as passagens ilegais das fronteiras serão, doravante, impossíveis. Mas, na verdade, isso significa o controle absoluto do ser humano. Acabado o livre-arbítrio, cada um de nós será vigiado assim como tudo o que possuirmos, o capital que temos, o lugar onde permanecemos, o que compramos e o que vendemos, cada informação será acessível ao Big Brother. Fazei um esforço e lede o livro 1984 de George Orwel. Essa espécie de escravidão prevista para os tempos modernos está muito bem descrita nesse livro. No Apocalipse 13:16 - 18 é dito:

[...] e ela (A Besta) faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhe seja posto um sinal na mão direita, ou na testa; e que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta ou o número de seu nome.
Aqui está a sabedoria. Que aquele que tem entendimento calcule o número da besta; porque é o número do homem, e seu número e 666.

O número 6 simboliza, na cabala, assim como na carta número 6 do tarô (os apaixonados), a tentação, o caminho do espiritual para a matéria, enquanto que o número 9, o número da sabedoria, simboliza o caminho de retorno da matéria para o espiritual.
Os índios Hopis no norte do Arizona têm igualmente uma profecia. Esta diz:

Nínguém poderá comprar ou vender se não tiver a marca do urso. Quando essa marca for visível, ela será o sinal anunciador da Terceira Grande Guerra.

Eis aqui um exemplo para interpretar essa revelação: “A besta” nessa passagem é designada como The Beast em inglês. A marca do urso apresenta-se como podemos ver na Fig. 53.1, na página seguinte. Comparai agora essa marca com o código de barras que aparece na mesma figura.
Procurai imaginar: há centenas de anos um índio teve uma visão na qual ele vê um código de barras. Como ele não o conhece, evidentemente sob esse nome, ele descreve essa marca como sendo do urso quando afia suas garras.
Impressos sobre múltiplos produtos do comércio, os códigos de barras são formados de traços diferentes, que, segundo sua espessura e sua distância, simbolizam certo número. Assim, o produto referido pode ser identificado segundo um sistema aritmético binário.
Podeis observar os doze pares de traços curtos, como as marcas das garras do urso, seis à esquerda e seis à direita (no início só havia cinco). A estas se juntam três pares de traços mais longos, um na extremidade esquerda, um na extremidade direita e um no meio. Se escolherdes agora nos traços curtos aqueles com o número 6 (dois traços finos) e os comparardes com os traços mais longos, observareis que os traços longos representam também o 6, salvo que o 6 não está marcado embaixo. Os três traços longos são iguais em todos os códigos de barras do mundo, somente os traços curtos que variam. O computador lê pois, sempre 666.

Figura 53.1: Marcas das garras de um urso e código de barras (Página 358)

páginas 355/356/357/358/359

Posso garantir ao leitor que, bem cedo, não poderá mais fazer suas compras sem o código de barras, a menos que não se produza uma mudança importante. Um dia, ele ser-vos-á imposto sobre a mão ou sobre a fronte. Além disso o maior computador do mundo, ao qual todos os outros estão ligados encontra-se em Bruxelas e denomina-se “A Besta” (The Beast).
Em que eles irão apoiar-se para impor o código de barras aos seres humanos? Não é difícil responder a essa pergunta. No lugar de provocar pequenas crises econômicas isoladas, os banqueiros internacionais desencadearão, nessa ocasião, uma crise econômica mundial que será a mais grave de todos os tempos. Eles se servirão dessa crise para instaurar um sistema monetário mundial e fundar um banco mundial que manterá o controle absoluto. Eles lançarão simultaneamente e com exclusividade o sistema de pagamento sem dinheiro líquido. E quando todos os sistemas bancários do mundo caírem por terra e não houver mais nenhuma alternativa para o cartão de débito, seremos obrigados a aceitá-lo. Não podemos mais pagar com dinheiro nas lojas. O único meio de contornar o cartão e, mais tarde, a tatuagem, será viver em auto-subsistência, por exemplo de ter ouro ou prata e uma produção qualquer (agrícola ou artesanal) que servirá de troca, de permuta. Será preciso, pois morar no campo, pois é impossível viver de forma autônoma e em auto-subsistência na cidade.

Mas existem outras interpretações do número 666:

Tomemos por exemplo, a numerologia, isto é, o cálculo feito com o nome. Como é dito na Bíblia, trata-
se do número de seu nome (da besta). Segundo a Cabala, uma letra corresponde a um número. Cada
número e cada letra têm, por sua vez, um significado, quer dizer uma qualidade. Conhecendo-se o significado de cada número, podemos saber o caráter e o destino de uma pessoa, adicionando-se os números de seu nome.
Por exemplo:


A B C D E F G H I

S T U V W X Y Z

J K L M N O P Q R

1 2 3 4 5 6 7 8 9


K A R L V O N H A B S B U R G
2 1 9 3 4 6 5 8 1 2 1 2 3 9 7
15 15 33
6 6 6


Assim, 666 = 6 + 6 + 6 = 18. Este número 18 está em relação, na numerologia cabalística, com as emoções, os segredos, a mentira, o egoísmo, a criminalidade, a destruição, a disposição para acidentes, as dificuldades, a doença, o perigo.
A carta 18 do tarô corresponde com “a lua”. Ela tem em si também as emoções, a tristeza, a solidão, a doença, a disposição para acidentes, os reveses, os períodos difíceis.
Usei a decodificação numerológica do nome de Karl von Habsburg num livro editado na Austrália que se intitula: The United States of Europa (Os Estados Unidos da Europa). O autor, cristão convicto, descreve toda a dinastia dos Habsburg e suas ações. Ele procura provar que o Santo-Graal não é um vaso (como se acredita) que continha o sangue de Jesus, mas que ele é a árvore genealógica da linhagem de Jesus. Ele afirma, como o fazem também os autores Baigent, Leigh e Lincoln em seu livro intitulado: O Santo Graal e a Linhagem Sagrada, que Jesus não somente foi casado, mas que também teve filhos. Segundo ele, a situação familiar de Jesus é um dos grandes mistérios da Bíblia.
Como o autor o observa, aprendemos, lendo os Evangelhos, que um grande número dos díscipulos de Jesus (Pedro, entre outros) era casado e que Jesus não se opunha ao casamento.





páginas 359/360/361

No Evangelho de Mateus 19:4 - 5, Jesus disse:

Não lestes que o Criador, desde o princípio, os fez macho e fêmea e que ele disse: Por isso o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só e mesma carne.

O casamento era obrigatório para os judeus. O celibato entre eles era até severamente condenado. Portanto, se Jesus não se tivesse casado, ele também não seria bem aceito pelo povo, e se ele tivesse rompido com a tradição judia, isso ao menos teria sido mencionado em alguns Evangelhos. Além disso, seus discípulos o chamavam de Rabi e, na lei judia da Mischna, está claro que um homem celibatário não pode ser um rabi.
Baigent, Leigh e Lincoln declaram a esse respeito:

A teologia cristã parte da suposição que Jesus é a encarnação de Deus. Em outras palavras: Deus apiedou-se dos seres humanos e enviou seu filho feito homem sobre esta terra para que ele experimentasse em sua carne a conditio humana (condição humana). Ele pôde então conhecer a inconstância própria da vida humana e saber o que significa ser homem, fazer face à solidão, aos tormentos da alma, à impotência e a tragédia da morte, que formam o destino da humanidade. Em tornando-se homem, Deus pôde conhecer suas criaturas, o que não era o caso no Velho Testamento. Renunciando a ficar afastado dos homens e descendo do seu Olimpo, ele pôde participar de sua sorte e, ao mesmo tempo, salvá-los.
A significação simbólica de Jesus reside no fato de que ele, conquanto Deus, foi exposto a todo o leque de experiências humanas. Mas um Deus tornado homem em Jesus poderia ter afirmado, em verdade, ter sido homem e ter vivido todas as experiências humanas, se não tivesse conhecido dois aspectos fundamentais e elementares dessa conditio humana, se não tivesse feito a experiência da sexualidade e da paternidade.


O autor conta em seguida que a mulher de Jesus e sua família fugiram da Terra Santa para refugiar-se na Gália do Sul, onde a linhagem perpetuou-se numa comunidade judia. Essa linhagem ter-se-ia ligado por casamento à linhagem real dos Francos no decorrer do século V e teria fundado assim a dinastia dos Merovíngeos. A descendência de Jesus teria sobrevivido a todas as tentativas de extermínio. O sangue real teria sido protegido, mais tarde, pelo “Priorado de Sião”, sociedade secreta cuja finalidade, segundo esses autores, era a de guardar e de proteger o segredo sobre a situação da família de Jesus (os grão-mestres foram, entre eles, Leonardo da Vinci (1510-1519); Robert Fludd (1595-1637); Isaac Newton (1691-1727); Karl A. Emanuel de Lorraine (1746-1780); François Maximilien de Habsbourg-Lorraine (1780-1801).
A casa Habsbourg-Lorraine descende, segundo esses três autores, diretamente dos Merovíngeos e remonta pois à Jesus (existem, entretanto, outras famílias que podem pretender ser dessa linhagem).
Baigent, Leigh e Lincoln declaram a esse respeito:

O Priorado de Sião tentou no século XIX, com o auxílio da franco-maçonaria e do Hieron do Vale de Ouro, erigir novamente um Santo Império Romano composto dos Estados Unidos da Europa teocráticos, que deveria ser dirigido pelos Habsburgos e ao mesmo tempo por uma Igreja radicalmente reformada. A Primeira Guerra Mundial e a queda da maior parte da realeza européia fizeram fracassar esse projeto. Mas temos o direito de supor que “Sião” persegue ainda, em grandes linhas, essas mesmas finalidades.


É bem provável que essas finalidades são sempre da atualidade. Por ocasião de seu discurso em 9 de maio de 1993 em Bad Mergentheim, Otto von Habsburg, cavaleiro de honra da ordem teutônica, declarou diante dessa ordem que ele desejava sempre erigir uma Vaterland Europa (uma “Pátria Europa”). Certamente não foi por casualidade que Karl Habsburg (membro do “Comitê dos 300”) esposou recentemente a filha do barão Hans Heinrich von Thyssen-Bornemisza (membro também, do “Comitê dos 300”). O autor vê um liame na pretensa história dos Habsburgos, na decodificação revelando o número 666 no nome de Karl von Habsburg e no Apocalípse de João.
Os Habsburgos são, aliás, possuidores da lança com a qual o centurião romano Caius Cassius perfurou o flanco de Jesus. Milhares de páginas já foram escritas ao redor do mito dessa lança. (Ver Der Speer des Schiksals (A lança do destino), de Trevor Ravenscroft).

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Resta provar que tudo o que é dito sobre a família de Jesus aconteceu realmente assim. A igreja católica, em todo o caso, esconde-nos essas coisas; ela provavelmente dissimula os documentos, pois seus representantes reagem vivamente quando esse assunto é abordado.
Se Jesus foi pai ou não, é em si, coisa insignificante, por isso não muda nada os acontecimentos atuais, se for somente pelos seus ditos “descendentes” ou alguns fanáticos ditos “crentes” e que são incapazes de dissociar sua pessoa de sua doutrina ou que não sabem viver sua “fé”.
Também não desejo pretender que Karl von Habsburg deva aparecer como o “Anticristo” devido a decodificação numerológica de seu nome. É somente uma interpretação do número 666, e existem muitas outras pessoas que têm esse mesmo número. Não devemos criar uma idéia preconcebida do adversário. Mas pode ser que Karl von Habsburg ocupe um dia uma posição chave. Sempre seguindo nossa própria evolução, prestemos pois atenção no que se passa à nossa volta. O Anticristo, nós o veremos, não está no nosso exterior. Falaremos novamente a esse respeito no capítulo 55, p. 378: “O que podemos fazer?”
Encontramos outro exemplo no Antigo Testamento:

E o peso do ouro que chegava a Salomão em um ano era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro, ...
(Reis 10:14)


Para os membros da “Sociedade Thule” a besta não era outra senão o poder monetário dos judeus, pois os números 666, 333 e 999 correspondem ao cunho de ouro, e visto que está escrito no Apocalípse 13:18 que a besta cujo número é 666 fará com que todos recebam o sinal sobre a mão direita ou sobre a fronte.
O fato é que o número 666 tem algo a ver com o código de barras, com os sistemas de cartões de crédito, portanto, com os bancos e com o Banco Mundial que é 666. Os cartões do Banco Nacional da Austrália apresentam igualmente o número 666. O sistema de compensação de cheques para os bancos de Bombaim na Índia possui o código numérico 666. Os novos cartões de créditos americanos comportam agora um número que começa com 666. O “sistema de informática Olivetti P 6060” utiliza números que começam com 666. As restituições de computador de todos os Estados Unidos trazem o número 666 envolto por pontos cinzentos. O número 666 está impresso em todos os bilhetes da loteria israelense. O código de acesso telefônico internacional de Israel é 666, etc.
A decodificação numerológica de EXXON, de Rochefeller, é também muito significativa:


E X X O N
5 6 6 6 5




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54 Resumo

Se bem que neste livro só haja alguns trechos dos Protocolos dos Sábios de Sião assim como do Novo Testamento de Satã, é-nos possível entretanto, ter um bom apanhado das intrigas mais sérias forjadas por aqueles que manejam os fios na superfície do nosso planeta.
Mesmo querendo afirmar que é impensável ou impossível que os Illuminati possam ser capazes de tais ações para alcançar o domínio do mundo, mesmo querendo contestar que os povos sejam enganados ou que as massas sejam dirigidas e arrastadas para as guerras, é, impossível, entretanto - se tivermos um mínimo de espírito crítico - fechar os olhos para tudo o que existe: guerras, perturbações, fome, miséria, ódio, a explosão dos países, a escalada do racismo em todos os países, a sede de independência dos povos, a impotência dos governantes, a corrupção dos políticos, a perversão e a crueldade crescentes dos seres humanos, as enormes dívidas dos Estados, a instabilidade das moedas, as crises econômicas, os

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países cheios de dívidas, o desemprego, a insatisfação geral, sem esquecer todas as pessoas frívolas e aquelas que não acreditam em nada. Podemos perguntar-nos por qual motivo o estado atual do mundo corresponde precisamente àquele desejado pelos Protocolos e nos surpreendemos diante da precisão espantosa pela qual o plano de Albert Pike foi posto em ação! Gostaria de lembrar, e é mencionado em todos os livros de história, que cinco agentes Rothschild estavam presentes por ocasião dos acordos de Versalhes e que eles tiveram a função de conselheiros dos chefes de Estado inglês, francês e americano. E por isso sabemos que outra guerra deveria irrefutavelmente resultar desses acordos; é fácil imaginar o que os conselheiros Rothschild sopraram nos ouvidos dos chefes de Estado. Pensai nisso seriamente!
Lembremo-nos de uma frase de Roosevelt:

Em se tratando de política, nada é por acaso! Estejamos seguros de que tudo o que se passa em política é muito bem programado!


Chego, pois, à conclusão de que tudo o que se passou até hoje, na política, ou nas finanças, desenrolou-se exatamente como os Illuminati o desejavam. Somente os que têm conhecimento disso poderão juntar os fatos. E se relerdes o capítulo sobre o controle da informação e se vos lembrardes dos nomes dados nas listas, compreendereis porque existem tão poucos que estão “verdadeiramente cientes disso”. É também a razão pela qual Hitler mandou queimar todos os escritos ocultos e instrutivos.
Assim como o disse tão bem Dieter Rüggeberg:

Só um ocultista pode reconhecer outro.


Um ateu ou um materialista jamais poderá compreender o modo de pensar de um ocultista nem os motivos que o fazem agir. Distinguimos os ocultistas que trabalham com fins positivos - denominados também espiritualistas - daqueles que buscam finalidades negativas. Os primeiros utilizam seus conhecimentos das leis espirituais para uma melhor compreensão da vida, para auxiliar o próximo e também a si mesmos. Quanto aos outros, eles empregam esses conhecimentos exclusivamente para si mesmos, para satisfazer os desejos de seu ego.
Eis o que resulta sobre nosso planeta: os maiores ocultistas buscando as finalidades negativas, os Illuminati, a elite e todas as lojas correspondentes, ocupam quase todos os postos chaves na alta direção das finanças, da política, da economia, da religião e da ciência. Eles servem-se ainda de seu saber ancestral satânico para realizar seus planos. E nós somos mais de seis bilhões de seres humanos, vivendo ao lado deles, mantidos voluntariamente na ignorância, seja por meio da religião, do ateísmo, do positivismo, do materialismo, sem contar aqueles dentre nós que somente têm fé na ciência. Falamos uma linguagem completamente diferente deles e vivemos nossa vida sem o menor pressentimento do que passa na realidade.
Rüggeberg confirma isso escrevendo:

Todos esses ateus e agnósticos que se juntam nos meios progressistas da Igreja, declarando que o ocultismo e a magia não passam de superstições para os simples de espírito, estão longe de imaginar que eles se deixaram enganar e não fazem mais do que seguir as diretrizes conscientemente programadas por certas lojas ou igrejas. Mais de um ateu célebre em sua época hoje estremeceria no túmulo, se percebesse que foram os membros das ordens e lojas ocultas que lhes proporcionaram seus prêmios de honra e suas condecorações; é necessário, não é mesmo, que eles continuem a ser um bom instrumento capaz de espalhar idéias mentirosas bem precisas.

Geheimpolitik, p. 61


Os Illuminati programaram as duas últimas guerras (assim como a terceira que virá) as quais eles financiaram e ganharam. Devemos a eles o flagelo das drogas. Eles programam e provocam ou a expansão ou a crise econômica dos países, e utilizam para suas próprias finalidades os acontecimentos políticos e econômicos, sempre deixando o povo padecer.



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É o que explica sua incrível riqueza. Por um lado, esses seres humanos querem ser adulados e respeitados e por outro lado, conspiram as guerras e fazem a desgraça das nações sem que elas o percebam. Durante séculos, eles criaram os clãs divergentes para suscitar a confusão entre os seres humanos. Eles utilizam alguns para fazer o “trabalho sujo” e serão esses precisamente que o povo responsabilizará se isso acabar mal. Em caso de fracasso, portanto, será culpa deles (dos marionetes) enquanto que os verdadeiros autores não serão molestados.
Grande parte dos seres humanos crê verdadeiramente que a nação que entra em guerra em nossos dias carrega sozinha a responsabilidade. Muitas pessoas julgam-se espertas, afirmando que tal nação está predestinada para a guerra, como por exemplo os “malvados russos”, o “perigo amarelo” ou a eterna Alemanha fascista, mas essas pessoas não sabem o que dizem.
De onde acreditais que um governo, seja chinês, russo, árabe, alemão, americano, sérvio ou outro, obtém o dinheiro necessário para financiar a indústria de armamento? Em nossos dias não existe nenhum país no mundo que não esteja tão endividado que não deva sua existência aos créditos concedidos pelos banqueiros internacionais. Pensai que os sérvios têm dinheiro para pagar as armas que lhes permite conduzir essa guerra?
Ou se por ventura os russos se lançassem numa guerra mundial, a quem teriam eles, na opinião do leitor, pedido empréstimo de dinheiro? Aos banqueiros internacionais, seguramente!
Não é por nada que existe um banco Rothschild no Kremlin. Daí o seu nome de banqueiros internacionais. Eles não se sentem mais particularmente interessados pela Inglaterra ou os Estados Unidos. Eles estão presentes lá onde há dinheiro para se ganhar. E sendo a guerra a melhor fonte de dinheiro possível, eles estão sempre interessados em que uma guerra se desencadeie. Se esses banqueiros não estiverem de acordo com uma guerra, o país não terá nem crédito nem armas! É tudo bem simples. Portanto, se um país quer entrar em guerra, a primeira coisa que ele deve fazer é pedir aos banqueiros seu consentimento. Se estes estiverem de acordo, é graças ao seu sustento financeiro que o país poderá armar-se e entrar em guerra. Se eles não estiverem de acordo - pois é possível que essa guerra não corresponda aos seus próprios planos - o país não terá nenhum crédito, portanto nada de dinheiro para comprar armas. Ele se verá na impossibilidade de desencadear a guerra, pois os créditos necessários não montam a alguns milhões, mas a muitas centenas de bilhões.
Assim como demonstrei neste livro, são os mesmos capitalistas que arranjaram dinheiro durante a Segunda Guerra Mundial para os bolchevistas, os alemães, os russos e mesmo para Saddan Hussein. É por isso que nada é por acaso quando se trata do domínio da política e da guerra. Se houver uma guerra, isso significa que ela foi programada, senão nenhum fundo seria disponível. Os focos de perturbações atuais e futuros são, por conseqüência desejados e perfeitamente programados devido a meta desejada, aquela do governo mundial.
Os Illuminati usam o pretexto de que é preciso chegar-se a um governo mundial único a fim de que possa a paz reinar sobre a terra.
É interessante notar-se que eles utilizam a guerra para alcançar essa finalidade.
Acreditais entretanto, que essas pessoas mudarão de comportamento uma vez que o governo mundial tenha sido realizado?

Vós os reconhecereis pelos seus atos!

Não haveria, na realidade, nada a objetar quanto a um governo mundial, pois esse é o objetivo final do nosso planeta; se ele for dirigido por seres humanos que só pensem no bem da humanidade e possam garantir o desenvolvimento com toda a liberdade do espírito e da alma, que não tenham nenhum segredo e dêem livre abertura a todas as informações. O governo mundial, o qual menciono neste livro, não é pensado senão pela e para a elite, que toma os seres humanos por bons idiotas e que para nada mais servem senão serem escravos.
Se não quereis acreditar que vossa sorte não interessa em nada “àqueles do alto”, que estes não se importam de saber como estais passando ou como podereis sobreviver à próxima guerra, estareis convencidos do contrário, se informar ao leitor que nenhum Estado, com raras exceções como a Suiça, não tem abrigo para o povo?
Já pensastes bem a esse respeito? O perigo de uma nova guerra que poderia implicar a Alemanha é mais do que provável segundo o Protocolo dos Sábios de Sião e a carta de Albert Pike.
Será suficiente que os alemães intervenham no conflito atual na Iugoslávia para que os sérvios ponham sua ameaça em execução e que eles lancem foguetes sobre a Alemanha.



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Se algum dia a miséria e a fome aumentarem ainda mais nos países da CEI e naqueles do “terceiro mundo”, o que é bem previsível sem o dom da profecia, podemos imaginar que os povos não invadiram nem a China nem os Estados Unidos para apossar-se daquilo que mais necessitam, mas sim o país mais próximo, a Alemanha. Os suiços não têm esse problema, pois possuem abrigos, armas e muitos habitam em alturas de difícil acesso. Quanto aos alemães, encontrariam-se muito desprotegidos em face a essa situação. A elite e os políticos desse país - que bem o mereceram, não é mesmo? - possuem numerosas bases subterrâneas perfeitamente montadas com víveres alimentícios, permitindo a sobrevivência durante décadas. Esqueceram, por erro, os sem recursos. Como reagiriam os alemães se os sérvios atirassem amanhã sobre Stuttgart ou Munique?
O ex-Illuminati George Orwell escreveu claramente em seu livro 1984 como os Illuminati representam o mundo. O controle por tatuagerm a laser faz parte disso. Houve, aliás, muitas vezes, tentativas para impedir a publicação do livro 1984.
Mas não é, certamente, tarde demais. Muitas coisas poderiam modificar-se, se os seres humanos de todas as nações reconhecessem, finalmente, sua ignorância gritante e se ocupassem de nosso planeta.
Mas os Illuminati conseguiram manter-nos perfeitos prisioneiros de nossos próprios pequenos problemas tão bem que perdemos completamente a visão global e, com isso, fomos afastados dos negócios deste mundo.
Eis um pequeno exemplo para ilustrar esse propósito:
A mídia (sob o controle dos Illuminati) sugestiona-vos que, se desejais ser um cidadão bem sucedido, deveis possuir um belo automóvel, uma casa própria, uma família, roupas de boa marca, deveis triunfar em vosso trabalho, etc. Após ter assistido à televisão ou ter lido nos jornais durante décadas, vosso inconsciente encontra-se saturado por essa imagem do perfeito “membro da sociedade” e podeis estar convencidos de que isso corresponde a uma real necessidade para vós. Isso vale também com a moda de vestimentas e a forma de comportar-se.
Para corresponder a essa imagem, deveis trabalhar muito e muito, pois é impossível chegar-se a isso de repente. Mas desejais tudo e bem depressa, é preciso pois contrair dívidas, pagar prestações. Ei-vos preso na rede que tão perfeitamente vos foi estendida. Ei-vos ligado por vossas obrigações e vossas dívidas por dezenas de anos.
Se a isso se somarem a família, as crianças, o dinheiro para as férias, as reparações do carro, ficareis presos, finalmente, num círculo infernal... “criado por vós mesmos”. E, meu Deus, vos arruinareis sob tantos problemas que não tereis mais nem ânimo e nem coragem de refletir se fazeis verdadeiramente o que é importante para o vosso coração! E um dia percebereis que vossas riquezas exteriores não fazem vossa felicidade e que desejaríeis levar uma vida diferente, mas já é muito tarde.
Eis aí uma imagem simplificada do que está escrito nos Protocolos dos Sábios de Sião e do que se passa há décadas em todos os países do mundo. Talvez não fazeis mais face aos vossos problemas e, para fugir deles, entregais-vos ao álcool e às drogas.
Uma vez que chegastes a tal ponto, tendes praticamente dado fim à vida. Alguns conseguem sair-se disso, pois, assim como o demonstra no capítulo seguinte, nunca é muito tarde.
Não é suficiente cuidar dos sintomas eliminando simplesmente os Illuminati, como se extirpasse um órgão doente. É preciso, aqui, aplicar um tratamento de fundo.
Vós mesmos, sois a solução de vossos problemas e da situação demonstrada nesse livro. Se pesásseis melhor vossas escolhas e vossos atos em vossa vida quotidiana, o mundo seria diferente, os Illuminati não teriam nenhum domínio sobre vós. Com essa palavra “vós”, estou designando cada ser humano deste planeta.
Assim como o foi bem explicado por Ross Perot, candidato à presidência por ocasião das últimas eleições nos Estados Unidos:

Se desejas ver o que está errado em teu país, pega um espelho e mira-te nele.

Alguns talvez irão retorquir: “Ah, mas atenção, essa situação existe há muito tempo, e nós somos seis bilhões de humanos para influenciar no curso dos acontecimentos, porque teria que ser eu que deveria justamente começar a mudar o mundo?”
Justamente porque compreendestes que as coisas vão mal. Vossa consciência mudou. Compreendestes que existem coisas melhores na vida e é isso o que vos distingue de outros cidadãos inconscientes. Sois responsáveis porque agora sabeis o que é realmente. Antes poderíeis ter dito: Eu não sabia de nada. Mas agora sabeis. Não podereis mais esquivar-vos.
Servem-se de nós precisamente porque não temos muito espírito crítico e não prestamos muita atenção para o que vivemos. Eles nos pegaram, mas nós sairemos disso.


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Pode ser que seja muito importante, sob o ponto de vista puramente material, que vivamos em auto-subsistência. Cultivando nós mesmos nosso cereal, cavando um poço, tendo algumas cabras para o queijo e o leite, empregando fontes de enrgias alternativas, enterrando um pouco de ouro no jardim para o caso de que..., portanto simplesmente para sermos autônomos.
O que significa forçosamente que é preciso retirar todo o conforto de nossa vida quotidiana. Existem hoje em dia, numerosas comunidades que vivem de forma autônoma, com certo conforto, provavelmente mais nos Estados Unidos do que na Europa. Mas existem muitas por toda a parte. Não sois obrigados a fazer essa tentativa sozinhos. Perguntai aos vossos melhores amigos, àqueles em quem tendes confiança, começai alguma coisa juntos. É talvez mais fácil agir em conjunto pois somos, cada um de nós, únicos e possuímos, cada um de nós, nossa especificidade.
Podeis apoiar-vos, um ao outro, encontrar aqueles que partilham de vosso ponto de vista. Podeis ler os livros de críticas ou assistir conferências sobre esse assunto; continuai a instruir-vos, criai intercâmbios.
Assuntos tais como “as máquinas de energia livre” e sua construção são interessantes. Reciprocidade de sentimentos é também muito importante. É muito importante passar à ação, não ficar somente falando ou discutindo. Na bibliografia tendes os títulos dos livros que poderão auxiliar-vos a encontrar as soluções exteriores, quer dizer concretas.
Mais de um historiador ficou preso nas tramas da rede, transferindo a responsabilidade para os sionistas ou para os judeus, e muitos pesquisadores cristãos culparam os franco-maçons, crendo-os únicos responsáveis. Os membros da família Rothschild não sucumbiram todos à ideologia de uma hegemonia mundial. Não colocai pois, todos no mesmo cesto! Este livro não tem por finalidade colocar no pelourinho um grupo de culpados. Não, com este livro, esforço-me para fazer que o leitor descubra como procedem os Illuminati e com que princípios eles agem, e procuro apresentar-lhe as soluções adequadas.

Em resumo:

Os Illuminati não pertencem a nenhuma religião, a nenhum partido, a nenhuma nação ou outro agrupamento, mas servem-se deles como cobertura.
Notemos ainda uma vez que esse jogo teve início a milênios, antes da chegada das pessoas as quais mencionei os nomes neste livro, e que isso continuará após elas. As pessoas designadas em nossos dias, de satanistas ou os representantes das comunidades sionistas (como os Rothschild, os Warburg) não passam de peões num tabuleiro onde a aposta é ainda maior.
Rüggeberg escreveu a esse respeito:

Rudolf Steiner já enfatizou em 1920 que os nomes dos membros mais elevados das sociedades secretas ocultas jamais apareciam nas listas nominativas. E a menor das coisas que eram feitas nas ordens de magia negra, todos os documentos importantes eram codificados numa escrita secreta que não podia ser decifrada pelos não-iniciados se eles não possuíssem a chave correspondente. É nesse sentido que os historiadores materialistas têm muito para aprender, a menos, que eles renunciem a encontrar a verdade.
Geheimpolitik - (Política secreta), p. 195


Os Illuminati só vêem primeiro a eles mesmos, eles querem ser todo-poderosos e tudo possuir, eles querem apoderar-se do mundo inteiro. Seu ego desenvolveu-se desmesuradamente. Podeis estar seguros, pois que nesse jogo de todo-poderosos, eles jogam entre si assim como com os povos. Cada um quer ser o melhor, o mais rico, o mais poderoso. Duvido que essas pessoas tenham um sono pacífico, que conheçam a felicidade e a plenitude.
William Bramley demonstra em seu livro Die Götter von Eden que os Illuminati são utililzados por sua vez, que as lojas secretas estão em relação com os extraterrestres, a começar pela “Confraria da Serpente”.
Aqueles que imaginam ter o poder absoluto, são, de fato, eles mesmos os marionetes de outros seres. (Para saber mais sobre isso, consultar a bibliografia).
Estas sentenças, não se aplicam verdadeiramente ao nosso propósito?

Quem quer capturar é capturado,
ou
Todos os que querem elevar-se serão rebaixados,
ou então:
Os semelhantes se atraem.

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55 O que podemos fazer?

Existe uma quantidade de soluções a serem consideradas em face a essa situação. Alguns gostariam que se eliminasse uma parte dos Illuminati, o que, no meu modo de pensar, não serviria para muita coisa, pois eles seriam rapidamente substituídos.
Vou contar uma pequena história. Imaginai que estais conduzindo um carro e que o mostrador do óleo começa a piscar. Dirigi-vos então até um posto e lá vos informam: “Não tem problema, vamos consertar isso logo”. E eis que desatarraxam a lâmpada. Claro, o mostrador do óleo não piscará mais, mas vós sabeis muito bem, que a causa do problema não foi eliminada. E vós não estais evidentemente, de acordo com a forma de proceder do frentista. Mas quando vosso corpo está doente ou tendes algumas dificuldades, percebeis que, na maior parte das vezes, vós não vos opondes a essa forma de agir? Sabemos muito bem que, na medicina oficial, suprime-se o órgão doente ou a parte cancerosa, mas fazendo isso, não está se tratando a causa.
Cuida-se simplesmente dos sintomas, o que é claramente insuficiente. Um tratamento de fundo faz-se necessário. Querer suprimir o que estorva equivale a só cuidar da lâmpada que pisca e ignorar por que ela pisca, e assim o problema continua existindo. Para voltar ao problema que nos preocupa, os Illuminati são só os sintomas de um problema que, de fato, se encontra em outro lugar. Eles têm tanto poder porque se servem de nós, o que é fácil, já que não assumimos nossas responsabilidades e nos satisfazemos com nossa indolência. O coração do problema está, pois, no mais íntimo de cada um de nós. Se não nos modificarmos e se não transmutarmos nossas fraquezas, de nada servirá eliminar esses seres, pois logo virão outros que se encarregarão de nós, pois aceitamos ser manipulados.
Talvez em vosso meio existam alguns espertos que dizem poder contatar com a Sociedade Thule ou com aqueles que escreveram livros sobre os OVNIs para procurar os planos dos discos voadores? Eles poderiam então deixar a terra, mas como podemos saber o que lhes aconteceria em outros planetas? Ou então, alguns dentre vós são apaixonados pelo que acontece no interior da terra e gostariam, seguindo as pegadas de Hitler, procurar o reino de Agartha?
Outros ainda gostariam de retirar-se para as montanhas, para lá viverem em auto-subsistência, a fim de poder, lá do alto, abraçar com o olhar todo esse drama. Alguns desejariam mesmo procurar, talvez, o auxílio na oração? Como autor deste livro, remediar esse problema me ocupa há muito tempo. Percorri até hoje os cinco continentes à procura de possíveis soluções; troquei idéias com muitas pessoas sobre todos os domínios da vida no tocante a esse assunto e coloquei-me fortemente em busca de mim mesmo. Minha própria experiência e minhas provas pessoais conduziram-me a esta visão que condensei no último capítulo. Esta visão é profundamente minha e não deve ser tomada por ninguém. Lede estas linhas com olhar crítico, peço-vos, assim como o deveríamos fazer constantemente. Se não estiverdes, certamente, de acordo com todas as minhas conclusões, podereis, talvez, reter ao menos algumas que achais serem boas!
O que podemos empreender de positivo para retificar o que foi corrompido no passado e para impedir que isso se reproduza no futuro?
Para responder a isso, é preciso que façamos a pergunta primordial sobre o sentido da vida.
É difícil encontrar um sentido para nossa vida simplesmente na alimentação, na bebida, no sono, no sexo e na posse. Muitos dentre nós já estão bem conscientes disso.
É de capital importância estar consciente de que no fim de nossa vida abandonaremos todas as coisas exteriores, incluíndo o nosso corpo. Nus aqui chegamos, nus daqui partiremos. Isso significa que mesmo os discos voadores e a energia livre só podem tornar-nos parcialmente felizes, pois as viagens para outra galáxia, se nos for permitido mudar de lugar, serão viáveis mas não nos permitem entretanto mudar o corpo.
É relativamente de pouca importância que membros da Sociedade Vril tenham podido visitar outros planetas com discos voadores ou que os Estados Unidos puderam construir, graças à sua tecnologia, sua primeira base em Marte, isso já há mais de 30 anos. Esses seres humanos estão ligados à matéria; eles estão, assim dizendo, prisioneiros deles mesmos e não podem “abandonar a própria pele”.
Uma tecnologia avançada não tornará mais amável um ser humano que só pensa em destruição, é mesmo até bem o contrário o que pode acontecer. Considerando a situação tal como ela se apresenta na terra hoje em dia, e os acontecimentos previstos por muitos profetas para a entrada no novo milênio, seria naturalmente ajuizado deixar simplesmente este “futuro lugar do terror” ou viajar com uma máquina para o futuro. Mas essas viagens são empreendidas há muito mais tempo do que imaginamos e não modificam em nada o interior do ser humano. Um ser com espírito destruidor continuará o mesmo se ele viajar no tempo, e manterá os mesmos pensamentos, os mesmos sentimentos, as mesmas motivações que antes.

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Ele será, além disso, dependente da máquina. Se a máquina lhe for confiscada, ele se encontrará com os mesmos pontos fracos que possuía antes, e na próxima dificuldade que apresentar-se, ele se precipitará para outra máquina, ou finalmente ele se decidirá a vencer seu medo e encarar seu problema de frente.
Viemos sem máquina para este mundo e partiremos dele do mesmo jeito. Chegamos à conclusão de que o ser humano deve atingir a perfeição e seu inteiro desenvolvimento sem nenhuma máquina. É o caminho que permite alcançar a consciência: colher os conhecimentos, tornando-nos responsáveis, não dependendo de ninguém e não nos servindo de nenhum artifício material. É assim que evoluímos.
Um sábio exprimiu isso, da seguinte maneira:

É preciso ensinar os seres humanos a pescar e não dar-lhes o peixe.

Dar a alguém a solução de um problema - mesmo se ela alegrar-se com isso - deixa-la-á na sua ignorância.
Deixando o corpo físico, todo ser humano não levará consigo outra coisa a não ser as experiências e o saber que ele acumulou ao longo da vida, experiências que ficam registradas em seu campo magnético, sua aura. Todo médium ou clarividente que possa ver a “aura” de uma pessoa ou ao menos interpretar dela as informações, pode nela ler as experiências pelas quais ela passou, o estado de seus sentimentos e de seus pensamentos. O clarividente não vê o carro que uma pessoa dirige, o dinheiro que ela tem ou o número de vezes que ela dormiu com tal pessoa, mas ele vê o que essa pessoa sentiu, o que ela pensou e como ela conseguiu chegar a ser o que ela é. Aquele que lê a aura pode conhecer o estado de espírito da pessoa e suas intenções, ele pode saber se ela coloca seu potencial a serviço de outros ou se ela o guarda para si mesma.
Experiências e conhecimentos são as únicas coisas que levamos ao deixar o corpo. Se não temos mais corpo, o que importa ter tido uma grande casa ou belas roupas? O que conta, é o que sentimos e os motivos que nos impulsionam a agir como o fizemos.
Muitos dentre nós já se deram conta disso, mas eles se encontram sempre desamparados em face a vida, porque não estão conscientes de suas leis, de suas causas e de seus efeitos.
Imaginemos, por exemplo, que um extraterrestre chegue pela primeira vez a uma das nossas grandes cidades de carro e colida com um veículo no primeiro sinal vermelho. Os sinais vermelhos são para ele apenas como um jogo de luz sem importância no meio dos painéis publicitários. Nova colisão no segundo sinal vermelho: explicamos a ele sem perda de tempo, o significado dessas luzes e indicando com precisão que ele deve parar nos sinais vermelhos, pois é uma regra dos sinais de trânsito. Ele não provocará de agora em diante outros acidentes, pois saberá reconhecer os sinais vermelhos. Antes ele não podia, pois ele o ignorava.
Acontece a mesma coisa com aquele que não sabe, mas verifica, por exemplo, que está doente. Tenho dor de cabeça, tomo pois um comprimido, e a dor desaparece. O mesmo acontece com o automobilista e seu mostrador de óleo. O doente não vê a relação que existe entre ele e sua doença, ele elimina simplesmente o sinal transmitido pelo seu corpo ao tomar um comprimido. Aquele que tem uma dor de cabeça passará pelo mesmo processo que o extraterrestre até que se torne atento às “leis da vida”.
De quais leis se trata?
Qualquer astrônomo ou físico pode confirmar que vivemos num cosmos, que nós somos uma parte desse cosmos. Ireis objetar: “Sim, logicamente, qualquer criança sabe isso”. Bem, mas estais conscientes do que acabais de dizer? Kosmos, palavra grega, que significa ordem. Vivemos pois em uma ordem e fazemos parte dela. Toda a ordem está submetida a leis, senão não seria uma ordem. Seria um chaos, palavra grega que significa desordem. Se conheço as leis espirituais da vida, poderei compreender e reconhecer as indicações e as mensagens que a vida me dá e agir em conseqüência disso.


As Leis

1. A Lei de Causalidade


Certamente ouvistes falar dessa lei contida em todas as narrativas espirituais de todas as religiões da terra: a lei de causa e efeito ou então aquela do provérbio colhemos o que semeamos ou ainda para os materialistas e os ateus quem semeia ventos colhe tempestades. Se semearmos a destruição, colheremos cólera e ódio. Se semearmos trigo, colheremos 100% desse trigo e não cevada. O cuidado e a atenção prestada para com a semeadura demonstrar-se-ão na qualidade da colheita, seja qual for a semente.


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Voltemos para a parte mais importante, no meu parecer, do nosso assunto. É de capital importância saber-se que o cosmos assim como nosso inconsciente são absolutamente sem preconceitos (nada é bom ou mau, positivo ou negativo, belo ou feio, de valor ou sem valor...). Essas designações somente são válidas para nós mesmos. O que é belo ou positivo para alguns não o é obrigatoriamente para outros. Citemos, por exemplo, os agricultores que, em nossa sociedade, pertencem ao nível mais baixo da escala social. Poucos dizem, muitos pensam.
Já paramos para pensar de onde obteríamos nossa subsistência, se só existissem os burocratas em nossa terra e nenhum camponês? Tomemos, por exemplo, um condutor de uma Ferrari, que olha com ar de desprezo os operários que trabalham nas equipes noturnas das fábricas. São justamente eles que fabricam as Ferrari e permitem a outros conduzirem-nas! E quanto ao trabalho de limpeza, existem tantas mulheres que não querem rebaixar-se a fazer esse trabalho desagradável em suas casas e que descarregam tudo sobre “a empregada”!
Em que estado estariam nossas casas, se ninguém assumisse um mínimo de limpeza?
Quem pode dizer que aquilo com o qual alguém se regala não constitui o desgosto para outrem? Uma planta também pode ser considerada como um medicamento para o homeopata ou herborista ou uma erva daninha para o jardineiro e que ele logo trata de arrancá-la. E as aranhas, para muitos de nós, são “horríveis”; eles as esmagam logo, mas ao mesmo tempo estes queixam-se de serem molestados por moscas... Naturalmente estas não serão mais apanhadas pelas teias das aranhas, pois as aranhas não estarão mais ali para tecer suas teias!
Está claro que a apreciação de bom ou mau, de precioso ou sem valor é pois, a bem dizer, injustificável e é no máximo a expressão da nossa subjetividade.
Isso se torna mais evidente quando pensamos na energia. A energia é sem valor. Depende de nós para que ela se torne positiva ou negativa, isto é, que a utilizemos para fins construtivos ou destrutivos. Isto significa que aquilo que desejarmos obteremos, o que é legítimo. A criação deu-nos o livre arbítrio para que possamos experimentar a vida em toda sua plenitude. A vida não nos ordena a experimentar somente o que é agradável e belo. Somos absolutamente livres para experimentar o que desejamos. Resta provar que continuamos a desejar o que desejamos quando o obtivermos... Pelo menos temos a livre escolha. (Merlin: “Pense bem naquilo que pedes, pois isso poderá ser-te concedido” ou Göethe: “Ele não pode desvencilhar-se dos espíritos que ele mesmo chamou”).
Um exemplo: tendes certo pensamento, e quanto mais o mantendes na cabeça, mais o reforçais. Uma conseqüência resultará disso: seja qual for esse pensamento, ele realizar-se-á um dia em vossa vida.
Explicar-me-ei: vós sentis medo de ser, por exemplo, um dia violentado ou então que a polícia vos prenda quando estiverdes um pouco embriagado. Ou então despertais uma manhã pensando num projeto e dizeis: “Ora, ora, é claro que isso não vai dar certo!”
A energia gerada por esse pensamento é uma ordem tanto para vosso inconsciente como para o cosmos, e ela será 100% levada em conta. Podemos comparar o cosmos com um grande computador que funciona segundo leis perfeitas. Vós o programais com vossos pensamentos (input), e ele imprimirá o que está programado (output). Vosso inconsciente não sabe o que seja medo, ele não faz diferença entre o que é positivo ou negativo. Vós dais a ele uma energia, uma ordem, e ele trabalhará com aquilo que receber. Recebereis, então, por sua vez, aquilo que receais. Vosso projeto vai malograr. Da mesma forma, se lançardes longamente e com muita intensidade um pensamento de violência, sereis violentados. Nunca deveis dizer após um golpe: “Veja, eu sabia que isso acabaria mal!” Sim, vós o sabeís ou mais exatamente, éreis o único a sabê-lo!
Segundo o ditado: A cada um segundo a sua crença, sois os autores dos vossos pensamentos e dos vossos sentimentos e sois vós que lhes dais vida. Aquilo que pensais e sentis depende, portanto, somente de vós e se manifestará mais cedo ou mais tarde em vossa vida.



2. A Lei de Analogia (O que está embaixo é igual ao que está em cima)


Hermes Trismegistos (Hermes, o Três Vezes Grande) é o nome grego para o Deus egípcio Toth, que redigiu os “escritos herméticos” os quais contêm uma doutrina gnóstica do nascimento do mundo e da Redenção. Ele foi tido durante um tempo como o maior mago que podia permitir a outros alcançarem o inacessível acesso aos tesouros e aos recipientes (de onde provém a expressão de fechadura hermética).
Ele ensinava a lei hermética “o que está embaixo é igual ao que está em cima; e o que está em cima é como o que está embaixo, para realizar as maravilhas de uma única coisa”.


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Alguns conhecem a sentença: “Sobre a terra como no Céu”.
As mesmas leis regem o macrocosmo assim como também o microcosmo.
Um exemplo: o elemento de menor constituição que conhecemos na matéria física é o átomo. O átomo compõe-se principalmente de prótons, de neutrons e de elétrons. Prótons e neutrons formam juntos o núcleo do átomo. É a velocidade incrivelmente rápida dos elétrons ao redor do núcleo que cria o envoltório. O todo é mantido por uma força eletromagnética.
A diferença entre os átomos nasce do número de elétrons e de prótons. Existem 105 elementos fundamentais e cada um deles só existe porque ele oferece um número diferente de elétrons e de prótons. Tomemos o núcleo de um átomo de água e ampliemô-lo para o tamanho de uma bola de gude; seu único elétron será então afastado do núcleo de mais ou menos 400 m. Isto demonstra que o átomo é constituído quase somente de um vazio e que a matéria em si é muito volátil.
Visto por esse ângulo, um bloco de chumbo é constituído quase que de intervalos ao redor dos quais giram as partículas atômicas. Todas as proporções mantidas, as distâncias entre as pequenas partículas sólidas correspondem à distância dos planetas entre si em nosso sistema solar. Assim também os intervalos entre os astros correspondem aos intervalos entre as gamas.
Uma fotografia do núcleo do átomo (que mede um picômetro) corresponde à fotografia da terra tomada a 1 milhão de quilômetros e da Via Láctea tomada a 10 milhões de anos-luz.
O campo magnético humano girando sobre si mesmo tem exatamente o aspecto da nossa Galáxia girando sobre si mesma (Geo Wissen, edição n.º 2, 1990, Chaos und Kreativitdt mostra belíssimas fotos dos exemplos acima citados).
Assim como o leitor pode verificar, tudo é construído segundo um sistema perfeito que não é forçosamente reconhecível à primeira vista, mas que se torna evidente se o observarmos mais de perto. A própria vida está submetida, assim como o microcosmo e o macrocosmo, a leis perfeitas. Encontramos essas leis por toda a parte em nosso sistema solar, nas células do sangue, na eletricidade e no magnetismo. E como a matéria é mantida e determinada por forças eletromagnéticas, nós, os seres humanos, que também somos matéria, estamos submetidos a essas leis, como aquelas, por exemplo, de atração e de repulsão.
Em Schicksal als Chance (O destino como chance) de Thorwald Dethlefsen, podemos ler:


A lei de analogia (“o que está embaixo é igual ao que está em cima”) só tem fundamento se estivermos prontos para reconhecer o Universo como um cosmos. Essas são as leis que determinam um cosmos, não existe lugar para os acasos.
O acaso, como evento imprevisível e não conforme a lei, transformaria todo o cosmos em um caos.
Quando construimos um computador, este representa em si um pequeno cosmos. Ele é construído segundo leis, seu funcionamento depende da aplicação dessas leis. Se soldarmos voluntáriamente em suas conexões alguns transistores, condensadores ou resistências que não fazem parte do esquema de conexão concebido segundo uma lei precisa, esses elementos representativos do “acaso” transformariam todo o cosmos em caos, e o computador não funcionaria mais como deve. Acontece a mesma coisa com o nosso mundo, que cessaria de existir ao primeiro acontecimento que surgisse por acaso.
Por exemplo: quando deixamos cair uma pedra de certa altura, ela não cai por acaso, mas segundo uma lei. Se na queda, ela cair sobre a cabeça do sr. X, não é por acaso, mas é obedecendo a uma lei que a pedra irá chocar-se. Nada é devido ao acaso, nem o fato que o sr. X tenha sido apanhado por essa pedra, nem o momento no qual isso aconteceu...


Não vos espanta de que uma estrela não saia jamais “por acaso” de sua órbita, que uma célula sangüínea não siga na contracorrente da circulação sangüínea ou que uma flor de verão não floresça nunca, por acaso, no inverno? Já ouviste falar que um elétron tenha saído por acaso da órbita que ele descreveu ao redor do núcleo do átomo?
Toda a matéria é composta de 105 elementos fundamentais, formados, eles também, de neutrons, de prótons e de elétrons, cujos movimentos são absolutamente perfeitos e rítmicos.
Assim, por que somente o ser humano deveria ser exposto aos “acasos”, enquanto que toda a vida em nós e ao nosso redor está submetida a um rítmo regular?



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O acaso não existe! Existe uma lei para cada acontecimento. Certamente, nós nem sempre reconhecemos essa lei à primeira vista. Mas isso não nos autoriza a negar sua existência. As pedras já caíam muito antes de conhecermos a lei da gravidade.
O ser humano é a cópia fiel do Universo macrocósmico.
Por isso, está escrito no alto do oráculo de Delfos:

Homem, conhece-te a ti mesmo, então conhecerás Deus!



3. A Lei de Ressonância


O ser humano está submetido à lei de ressonância assim como um diapasão ou um rádio receptor.
Um receptor regulado para captar ondas curtas não pode receber ondas médias nem ondas longas. Com o ser humano, é a mesma coisa. Uma pessoa agressiva ou cheia de ódio não é receptível ao amor.
Cada um só pode perceber, de todos os aspectos da realidade, somente aqueles com os quais ele está em ressonância: Cada um só vê o que quer ver.
Um exemplo: estais lendo um livro. Cinco anos mais tarde, tornareis a lê-lo e nele descobrireis outras coisas. Por quê? Porque evoluístes! Vosso horizonte, vossa maneira de ver mudaram. Tendes uma maneira de ver diferente agora.
Os seres humanos sentem também a aspiração de ser como as pessoas que lhes são semelhantes. Semelhante atrai semelhante. E verificais que se estais de mau humor ou mesmo contrariado, vosso ambiente irá servir de pretexto para enervar-vos. Tomemos alguém que reclama constantemente de tudo. Ele encontrará sempre motivo para ser contrariado. Ao contrário, a vida une sempre pessoas amáveis a todos os que são felizes de viver e acham as outras pessoas interessantes e belas.
Ainda um exemplo: um ser humano que encontra sempre motivo para reclamar, exclamando: Aquele lá é um idiota, este aqui é um malogrado, é de desgostar-se de tudo! e que vê tudo negro; ele demonstrar-vos-á isso pelo olhar maldoso e o trejeito de sua boca.
Ninguëm dirá que ele é amável ou que tem coração. Não é agradável estar em sua companhia, as pessoas recém-chegadas e sensíveis logo se esquivarão. Entretanto, ele assim mesmo encontrará pessoas que pensam como ele, que o reforçarão em suas convicções. Semelhante atrai semelhante.
Ao contrário, uma pessoa devotada que sabe ser agradável, onde quer que ela esteja, cria uma boa atmosfera em qualquer lugar que se encontre. De mais, ela sabe sorrir e partilhar do que possui. Terá ao seu redor pessoas alegres, agradáveis e será freqüentemente convidada pois ela sabe dar. Semelhante atrai semelhante.
Essa frase não comporta nenhum julgamento de valor. Não é nem bem nem mal. O reclamante e o jovial recebem de volta o que eles dão. Isso poderá arrastar-los para bem longe, cada qual por um caminho diferente. A situação do reclamante, preso num círculo infernal, vai piorar; ao contrário, tudo será melhor para o jovial, que continuará a expandir-se. A bondade que impregna seu ser e que não é fingida atrairá para eles seres que se assemelham a ele, que lhe testemunharão essa bondade que ele soube repartir. E se acontecer um dia dele perder o sorriso, seus amigos suavizarão sua dor e lhe comunicarão um pouco dessa alegria que sempre receberam dele.
Quanto àquele que reclama, seu futuro não se apresenta com bons prognósticos! O esforço de tornar sua esposa ou seu patrão responsáveis pela vida difícil que ele leva, ele nada vê a não ser a causa de seu problema que é dele e não dos outros. Ninguém o obriga a manter um mau emprego. A época da escravidão felizmente terminou. Ninguém o obriga a ficar com sua esposa, a discutir com ela, a viver um inferno. Entre os seis bilhões de seres humanos sobre nossa terra, existem chances, e ele poderá conquistar uma que o faça feliz! Mas se ele quiser viver em bom entendimento com ela, é preciso que ele compreenda a causa de seu problema e que possa agir de acordo com essa compreensão. A partir do momento em que ele modificar-se interiormente (fizer uma reforma íntima), tudo que o rodeia modificar-se-á bem depressa. Tem-se o hábito de dizer: Tudo o que nos rodeia nos devolve nosso próprio reflexo.
Os que nos cercam oferecem-nos sempre aquilo que irradiamos. Se minto, mentirão a mim também. Se tenho medo, serei confrontado com meus medos. Se sou briguento, serei constantemente envolvido em brigas. Se sou todo amor, atrairei o amor. Se vivo de alegria, encontrarei sempre motivo para alegrar-me. Se modifico meu modo de ver, o que me rodeia também me retornará, assim como um espelho.
Sede conscientes de que assistir diariamente a filmes de violência ou de horror (ou às atualidades) na televisão influencia fortemente nossa vida.


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Durante milênios, a violência dos nossos atos e a força destruidora dos nossos pensamentos liberaram enormes energias que continuamos a alimentar e que são atraídas também pelas sugestões negativas que fazem parte de nós (os filmes de violência por exemplo, fazem parte disso). Não são os grandes atos políticos, mas sim as pequenas faltas de amor na vida diária que são importantes. Da qualidade das nossas leituras, das nossas palavras, de nossos atos depende a qualidade da nossa vida, o que geramos, pois a lei de ressonância funciona de forma irrefutável.
Ë a isso que Umberto Eco faz alusão na passagem de seu livro que citei na introdução:

Se acredito em Satã, estou em contato com essa energia que se torna importante para mim e me encontrarei confortado em meu sistema de crendices. Se a isso não dou importância, essa energia não exercerá nenhuma ação sobre mim e não poderá influenciar-me. Ela só obedece à lei de ressonância. A cada um segundo sua fé. É aqui que podemos aplicar a antologia: Por fora como por dentro.


O corpo é o reflexo da alma. Se a desarmonia reina no mais íntimo de mim, ela será, então, visível também no meu corpo. Se estiver irritado, meu corpo se ressintirá e me mostrará isso pela doença. Se estiver fora de meu eixo, isso se verá exteriormente, se estiver desalentado, isso se reconhecerá no meu aperto de mão, etc.
Todos os seres humanos têm o hábito de acusar o mundo exterior por tudo o que acontece e não deveria acontecer, quer dizer, por tudo o que não lhes convém! Nós aí encontramos todas as gamas de culpados, desde membros da família até o governo, e com pretexto nas circunstâncias atuais, a sociedade, mesmo os Illuminati e Satã, que nós acusamos de todos os males, pois nós os responsabilizamos pelo nosso destino. E alguns escolhem até mesmo acusar a Deus.
Essa repartição das faltas não é mais possível a partir do momento que acreditamos nas leis cósmicas e espirituais que acabamos de estudar.
Essas leis provam que tudo o que existe e a forma como isso existe é a manifestação das causas que o ser humano provocou, ele mesmo. Pouco importa se isso diz respeito a um estado exterior ou interior, uma doença, um acidente ou à situação da nossa terra com seus habitantes. Nós é que somos a causa e temos que responder a ela. Muitas pessoas irão retorquir: Mas em que isso me diz respeito? Eu só vivo neste planeta há 30 anos!
Outras perguntas também podem ser feitas: Por que fui maltratado ou violentado quando era criança? O que fiz para isso? Por que mereci?
Uma parte da resposta está contida na pergunta. Vós o merecestes. Foste vós que contribuístes com isso que denominais golpe de sorte, quer dizer, vós é que provocastes um dia essa causa da qual não vos recordais mais. Essa causa pode retroceder à primeira infância, à fase pré-natal ou a uma vida anterior. Não é porque não vos recordais que isso será o caso de não terdes outras vidas. A terra já era redonda bem antes que nós tivéssemos prova disso! Naquela época já haviam cientistas e especialistas que afirmavam que a terra era plana e chegavam a punir aqueles cujas opiniões eram divergentes.
A dificuldade reside no fato de que a maior parte dos seres humanos não se recorda mais de suas vidas anteriores, nas quais eles realizaram atos dos quais agora sofrem os efeitos.
A ignorância, entretanto, não nos coloca ao abrigo das conseqüências dos nossos atos passados! É tempo de dar-nos conta disso!



4. A Lei da Reencarnação


Os cristãos entre vós irão dizer que a doutrina da reencarnação não existe no ensinamento da Igreja. Eles têm razão, a doutrina da reencarnação não está mais contida hoje em dia na Bíblia.
Dir-vos-ei o porquê!
No ano de 553 d.C. o imperador romano Justiniano - notai bem que não eram as eminências eclesiásticas! - convocou o segundo sínodo de Constantinopla, onde foi redigido um edital que suprimiu a doutrina da reencarnação, se bem que Jesus atribuiu a essa doutrina uma grande importância. Em seguida a esse decreto, tudo o que fazia alusão a uma preexistência desapareceu da Bíblia, com exceção de algumas indicações apenas reconhecíveis.


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Foi assim que privaram os primeiros cristãos do mais importante fundamento da religião. O clero ensinou, para compensar, a ressurreição “da carne no último dia”. Que bela troca!
Peço aos cristãos fiéis à Bíblia para se esforçarem e verificarem por si mesmos o que escrevi a propósito do Concílio de Constantinopla. Se vos aprofundardes nesse assunto, esforçai-vos para examinar também o Concílio de Nicéia em 375 d.C. A verdade será, talvez, dura de ouvir, mas vós aí encontrareis as provas de que o Novo Testamento foi modificado de forma drástica tanto em sua concepção como em relação ao ensinamento original de Jesus.
Consideremos mais de perto o assunto da reencarnação. Já verificamos no início deste capítulo, que vivemos na matéria, a qual é, por si mesma, submetida a lei da polaridade, e que o rítmo e a oscilação, que são a base de toda a vida, nascem da mudança constante entre dois pólos. Os “Sábios de Kybalion” já sabiam que nada está “em repouso”, que tudo está em movimento, que tudo é vibração, o que está confirmado pela Física moderna. A agulha de um pêndulo que oscila à direita oscilará com a mesma amplitude à esquerda. Encontramos esse rítmo por toda a parte: no inspirar que sucede inelutavelmente ao expirar. Assim como ao redor da vigília que sucede o sono e que o inverno é seguido pelo verão, que o alvorecer alterna com o pôr do sol... Encontramos dois pólos na eletricidade e no magnetismo, duas energias nos humanos, feminina e masculina. Assim também, a morte sucede à vida, e a vida, sucede à morte. Como podeis ver esse rítmo está presente por toda a parte na vida, mas alguns que têm fé somente na religião e outros que só acreditam na ciência se recusam ao fato de que essas leis possam aplicar-se na vida. Vedes nisso a contradição?
Dethlefsen o exprime assim:

Em todo o tempo denominaram essa mudança rítmica da alma através da vida e da morte de transmigração da alma ou reencarnação. Platão e Göethe o sabiam. Digo que eles o “sabiam”, não que eles “acreditavam”, pois trata-se de um conhecimento, não de uma crença. Todos são livres de não acreditarem, mas que se compreenda que a hipótese “sem” reencarnação toca ao absurdo, pois somente a doutrina da reencarnação está em harmonia com todas as leis do Universo.

Schiksal als Chance, p. 200 e s.


Existem, é espantoso, muitas pessoas que se recordam de suas vidas anteriores, pelo menos, em parte. Sois talvez alguma dessas pessoas? Já não vos encontrastes num lugar o qual reconheceis sem nunca ter lá estado anteriormente? ... Essa pequena loja na esquina da rua vos lembra... Tal experiência relaciona-se ao “saber”; vós o sabeis e não tendes, pois, nenhuma necessidade de “crer”.
A vida na matéria está submetida à polaridade. A própria vida esta dividida em dois mundos, aquele deste lado e aquele do Além. Morremos neste mundo, nascemos no outro, que experimentamos também como sendo real. Morremos no Além para renascermos neste mundo. Que aquele que possa desligar-se da subjetividade das aparências compreenda que nascimento e morte, este mundo aqui e o outro, não passam finalmente de dois lados da mesma moeda.
Acontece a mesma coisa com o sono quando o corpo da alma abandona o corpo físico. Naquilo que denominamos um sonho, experimentamos uma realidade totalmente diferente que, tem ela também, suas dores, suas tristezas, seus medos, suas alegrias...
Muitos recordam-se precisamente de seus sonhos, enquanto outros afirmam que nunca sonham. A lembrança está ausente, entretanto, eles sonharam, o que se pode provar tecnicamente em nossos dias. Ficamos contentes ao nos despertarmos, mas também gostamos de dormir, pois sabendo que após um bom sono, estaremos revigorados e dispostos. Não se pode dizer que seja positivo ou negativo estar acordado ou adormecido. Isso não depende de nenhum sistema de valor.
Transpomos isso com relação à morte, isso significa que todo o medo da morte é supérfluo, pois acontece a mesma coisa como no sono. Somente o lapso de tempo é importante demais para que possamos concebê-lo. A morte é, pois, o ponto culminante da vida, podemos repousar após a morte, antes de precipitar-nos em outra “aventura de uma vida com um corpo”.
Se não tiverdes nenhuma lembrança, perguntai então a uma pessoa que teve uma Near Death Experience (NDE - Experiência de morte clínica), e deixai que ela fale de sua forma de considerar a morte. Verificareis que mais de 90% das pessoas tiveram uma experiência positiva (agradável) que lhe tirou todo o medo, pois essa experiência pessoal deu-lhes a possibilidade de saber.
O desenvolvimento da nossa alma é um longo processo de aprendizado e de realização pelo qual muitos, até mesmo inúmeros corpos serão necessários. Nosso verdadeiro eu não é o corpo físico, é a nossa alma, denominada corpo energético ou corpo de luz, que possui todas as lembranças e que é imperecível.

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É esse corpo energético (a aura) que o clarividente vê, e de onde ele obtêm suas informações.
Esse processo de aprendizado visa a que façamos a experiência da vida na sua totalidade; é um longo caminho com muitos erros e retificações. As encarnações são comparáveis às classes de uma escola, cada uma com seus deveres, seus problemas, seus testes, suas dificuldades, seus sucessos. Ao tempo de estudos se sucede um tempo de férias, quando se deve às vezes recuperar as lacunas e os conhecimentos mal assimilados, antes de passar para a classe superior. O que aprendemos determinará a classe na qual nos encontraremos. Se nada tivermos aprendido, devemos repetir. Se tivermos assimilado as lições, passaremos para a classe superior, onde nos aguardam novas provas mais difíceis. A vida tem uma paciência infinita conosco - contrariamente à escola! As almas têm sempre sem cessar as possibilidades para aprender o que elas ainda não sabem.
Em resposta à questão mencionada acima sobre o porquê do que nos acontece (por que sou aleijado, por que fui roubado?), Dethlefsen responde:

Viver é aprender, independentemente do fato que o aceitemos ou não. A vida, segundo a lei que conhecemos, vigia com uma justiça absoluta para que cada um aprenda exatamente o que ele está mais ou menos pronto para aceitar ou então ao que ele se opõe com força. Ele teria às vezes motivos para duvidar sobre o sentido da vida se não tivesse como base a reencarnação. É evidente que os seres humanos não participam das mesmas vantagens na vida. Não é culpa da sociedade. Mesmo se o analisarmos de um ponto de vista religioso ou ateu, isso é difícil de explicar para qualquer um o porquê, precisamente, alguém “no melhor dos mundos” nasceu surdo, paralítico, estropiado ou débil, sem falar-lhe de reencarnação. Dizer que “os caminhos de Deus são impenetráveis” não auxilía ninguém a encontrar um sentido para a vida. E o ser humano não pode viver sua vida sem dar-lhe um sentido, senão será insuportável. Encontrar um sentido para a vida é uma necessidade fundamental! Somente quando o ser humano está pronto para não querer que esta vida seja única e quando ele reconhece que ela é um elo de uma antiga corrente é que ele aprenderá a alcançar o sentido e a justiça do “destino”. De fato, o destino de uma vida é o resultado do processo de aprendizado de tudo o que se experimentou até então.



5. A Lei de Compensação


Para tornar tudo isso ainda mais compreensível, introduzimos dois novos conceitos: os do carma e do dharma. A lei do carma (em sânscrito: o que foi criado, o ato) é a lei de compensação que vela para que o ser humano seja confrontado com o seu problema enquanto ele não o resolveu. Aí, cada pensamento, cada sentimento ou cada ação são imortais e retornam para nós tal qual um bumerangue. O carma exige do ser humano que ele assuma a inteira responsabilidade de seu destino. A maioria, na nossa época, recusa-o, é evidente. A rejeição da reencarnação é muito compreensível; os Illuminati, entre outros, instauraram e expandiram com muita ostentação teorias que parecem perfeitas, que se apoiam na ciência, nas religiões ocidentais, referem-se aos trabalhos universitários, mas privam o ser humano de sua própria responsabilidade e jogam a culpa sobre a sociedade, sobre os agentes patogênicos, sobre a influência de Satã ou sobre o malfadado acaso.
Pela lei de compensação, recebe-se de retorno o que se gerou. Quem usou de violência a receberá de volta na mesma vida ou em outra seguinte. Um Adolf Hitler, um Joseph Stálin ou um Gengis Khan esgotarão seu carma como todo e qualquer ser humano sobre este planeta.
O budismo ao contrário, designa o dharma como sendo todas as experiências construtivas e agradáveis acumuladas em numerosas vidas anteriores que contrabalançam o carma. O dharma é as faculdades, os talentos com os quais nós nascemos para assumir nosa vida. O dharma é sempre um pouco mais importante que o carma, para permitir-nos que acabemos com nossas dívidas cármicas. Um suicídio é portanto uma fuga diante da tarefa que escolhemos para realizar nesta vida, antes de reencarnar. Nós encontraremos essa mesma tarefa em outra vida. Ninguém escapará desse processo. Cada um deve assumir as conseqüências de seus atos, nem mais, nem menos.
Aquele que vê a aura (o corpo luminoso que envolve o corpo físico) pode ver o carma e o dharma. Ele não vê necessáriamente o futuro, mas a vivência atual da pessoa, os atos que ela cometeu e pode predizer-lhe as conseqüências que decorrerão se ela não modificar-se em nada. O destino é modificável. Absolutamente. A relação entre carma e dharma é modificada se cometermos atos que caminham em sentido construtivo, com mais amor.

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Imaginemos um ser humano trabalhando em um campo de concentração numa vida anterior, onde, por ideologia, ele matou deficientes. Esse ato vai condicionar seu carma. Suponhamos que essa alma habite um novo corpo em outro país, numa época diferente. Um dia, ele consulta um clarividente: este vê os atos que ele cometeu em sua última vida e prediz-lhe, pois, um destino pesado, talvez até numa cadeira de rodas. É o que pode acontecer se ele continuar a viver como antes. Mas eis que ele decide conscientemente pagar o que ele cometeu e aceitar trabalhar num lar de deficientes. Essa decisão de passar sua vida fazendo o bem com um amor desinteressado vai auxiliar a si mesmo e auxiliará evidentemente os deficientes. Ou, então, ele decide, conscientemente, modificar fundamentalmente seu modo de pensar e de agir. Seu destino será modificado por suas novas decisões.
Segundo a lei de reencarnação, renascemos em múltiplos corpos que são, cada vez, perfeitamente adaptados para permitir-nos ultrapassar as provas específicas que são nosso quinhão. Somos encarnados as vezes entre os negros, os judeus, os cristãos, os satanistas, ou então nas famílias ricas ou pobres, em um corpo seja de mulher, de homem ou de homossexual, às vezes mesmo como assassino, vítima, etc. A fim de viver todas as experiências que a vida oferece. Não há sentido julgar alguém pela cor da pele, por sua crença ou sua origem pois cada um de nós passou ou passará, ao menos uma vez, por todas essas diferentes experiências.
Podeis ver que, pela doutrina da reencarnação, julgar, odiar seu próximo ou provocar guerras é absolutamente débil. Se fui mercador de escravos numa vida, um dia deverei aceitar ter um papel de escravo para compreender o que sentiam meus escravos, quando os açoitava com meu chicote. A lei da reencarnação é absolutamente eqüitativa, é o único princípio de uma lógica e de uma justiça perfeita. Um bumerangue volta com a mesma força com o qual foi lançado. Se me puser a gritar numa floresta, ouvirei o eco de meu grito que voltará para mim exatamente com a mesma intensidade. Se for brutal, ser-me-á dado receber, por minha vez, essa brutalidade. Se for avaro, vivendo às custas dos outros e guardando egoisticamente o que é meu, farei então a experiência de uma vida na qual me faltará dinheiro. Se roubei dos homens suas mulheres, saberei mais tarde o que custa ser enganado. Todas as ocasiões nos serão dadas para viver com a mesma intensidade o que infligimos aos outros.
Encontramos por toda a parte na natureza, essa lei de compensação, na Física, na Química, à nossa volta, em nosso corpo. Se, por exemplo, faço meu corpo absorver toxinas (pelas drogas, pelo álcool ou pelo fumo) ele reagirá como conseqüência. e somente eu sou o responsável do que lhe fiz ingerir. Se tivesse como meta levar uma vida construtiva, reconhecendo que o amor e a bondade são leis superiores, terei meu pagamento em retorno. É a razão pela qual é dito que se reconhece o ser humano pelos seus frutos.
Examinai agora vosso próprio sistema de crenças. Vossas crenças, vosso sentimento e vossa realidade repousam sobre uma experiência pessoal ou então só fazeis reproduzir a opinião dos outros ou o espírito da época?
Nunca tivestes uma experiência pessoal decisiva, uma visão (talvez na infância), nunca ouvistes vozes, sonhando com o que iria acontecer-vos mais tarde, ou de vosso passado; nunca tivestes uma experiência de morte clínica (NDE), uma viagem astral; jamais tivestes um pressentimento, vivido uma cura espontânea; nunca uma comunicação telepática; nunca vistes, quando criança, seres elementais (evidente sem o auxílio de drogas ou de outros meios)?
Se direis que sim, então tereis uma boa razão para considerar o que está acontecendo. A maior parte dos seres humanos não têm nenhuma experiência pessoal, mas eles não se preocupam para veificar se aquilo em que eles acreditam é exato e se é bom que eles mantenham suas crenças.
O adágio “nunca é tarde” aplica-se bem para essas pessoas. Testai vossas crenças. Estais seguros que elas vos auxiliam? Se obtiverdes confirmação de vosso sistema de crenças, vos felicito, pois, desde então, possuíreis um saber e não mais uma crença.
Se, ao contrário, vós vos chocais com contradições, sabereis mais coisas, notadamente o que não quereis mais viver. Isso vos permitirá abrir-vos a novas idéias. Pouco importa a maneira pela qual procedeis, agireis em conseqüência. A pior das coisas é a de não fazer nada.
Se vosso interesse por vidas anteriores despertou, a bibliografia menciona alguns bons livros de introdução a esse respeito. Existem métodos diferentes que fazem reviver lembranças passadas, mas a prudência é obrigatória! A hipnose é desaconselhada, ela é uma intrusão forçada na vida. É preferível fazer uma regressão para uma vida anterior estando totalmente consciente. Ainda é preciso ser claro em vossa motivação. Trata-se de pura curiosidade? Ou tereis uma boa razão para investigar vosso passado? É preciso nada forçar. Para a maioria de nós, é preferível não conhecer nosso passado, isso poderia criar bloqueios e impedir-nos de tomar certas decisões. A natureza faz bem as coisas, criando precisamente esse “mecanismo do esquecimento”. Se nos recordássemos de nossas centenas - às vezes, mesmo, milhares de vidas - e de mortes correspondentes, teríamos dificuldade de viver conscientemente esta vida e de alcançar dela todas as oportunidades para evoluir.

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Se devido a uma deficiência ou a uma grave doença desejais conhecer a origem disso (ou então se tiverdes outro motivo, que para vós é de muito valor para fazer essa experiência), tereis a possibilidade de fazer uma regressão, consciente ou, o que a meu ver, é preferível, podeis pedir com muita fé uma resposta: “pedi e recebereis”: se isso for bom para vós, tereis uma resposta. Pedi o que será melhor para vós e vereis o que acontecerá. Isso corresponde ao que os cristãos dizem: “Que seja feita a tua vontade”. Para muitas pessoas, é certamente preferível que elas não conheçam a origem de seus males. Elas poderiam ficar perturbadas, o que tornaria sua vida ainda mais difícil, pois todos os seres humanos não são forçosamente capazes de compreender a pura verdade.
Mas pode ser que um clarividente encontre-se “sobre vosso caminho” e que ele vos conte espontâneamente e naturalmente o que ele vê. Esse método fez suas provas milhões de vezes e não é perigoso.
Se deveis lembrar-vos um dia de vossas vidas, como é o caso para mim e uma quantidade de outras pessoas, alcançareis o fio condutor que vos liga, sabereis por que escolhestes viver sobre este planeta, neste século, nesta família, nessas circunstâncias, com esse corpo e tal nome.
Dizemo-vos ainda uma vez. Não importa conhecer vossas vidas! Vivamos em amor, verdade e justiça a cada instante de nossa vida, é o que podemos fazer de melhor para compensar o mal que tivermos causado. Se uma pessoa já tiver purgado uma grande parte de seu carma e viver positivamente, que ela preste atenção para não deixar-se levar para outra direção. Ao utilizar o máximo as virtudes que ela possui, ela acelera o processo que a libertará da “roda do renascimento”.
Como podeis ver, não é sempre importante conhecer o próprio passado. Qualquer que ele seja, é o presente que é decisivo. O que nos faz evoluir hoje em dia, é a aplicação dessa lei superior bem conhecida do amor desinteressado, de viver em verdade, de ser um ser humano justo, mantendo um equilíbrio entre a razão e a afetividade.
Alguns vão sentir-se desorientados ao perguntar-se como eles devem fazer. Um saber ancestral traz uma resposta perfeitamente adequada: a regra de ouro!
Não faças aos outros o que não queres que te façam!

No Cristianismo: “Faça primeiro aos outros o que queres que te façam.”

No Judaísmo: “Não inflijas aos outros o que não queres que te inflijam.”

No Islamismo: “Aquele que não testemunha ao seu irmão, aquilo que ele gostaria que lhe temunhassem,
não é verdadeiro crente.”

No Hinduísmo: “Nào imponha ao teu vizinho o que não queres ter de suportar dele.”

No Budismo: “Testemunha aos outros do mesmo amor, da mesma bondade e da mesma misericórdia do
que gostarias ser o objeto.”

No Jainismo: “Nós deveríamos tratar os outros como a nós mesmos, seja na alegria e na felicidade ou na
dor e na tristeza.”

No Parsismo: “Aquele que não impõem aos outros aquilo que não é bom para si, este é nobre e
luminoso.”

No Confucionismo: “Conduze-te para com os outros como gostarias que eles se conduzissem contigo.”

No Taoísmo: “Considera a felicidade e a tristeza de teu próximo como se elas fossem tuas e esforça-te
para contribuir para seu bem como para o teu.”

Desejais que se minta para vós, que vos roubem ou que vos insultem? Não? Então não ajais assim com vosso semelhante. Quantas pequenas mentiras nós pronunciamos diariamente! Sejamos honestos, reconheçamos a verdade!
Dito de outra forma, se vos alegrais quando vos dão um presente, que venham visitar-nos, começai por agir da mesma forma com os outros e vereis que vossa vida se modificará pouco a pouco. Se não tiverdes coragem no início, visualizai a vós mesmos estando a caminho de realizar esses atos. Muitas coisas se modificarão em vossa vida. A visualização criativa pode ser-vos de grande auxílio!



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Quer sejamos muçulmanos, cristãos, testemunhas de Jeová ou ateus, é possível viver em amor. O amor desinteressado não tem preconceitos, não está preso a uma organização, a uma Igreja ou a uma raça. Está ao alcance de todos, e, além de tudo, ele é gratuito. Naturalmente, não é fácil a princípio, estou consciente disso. Mas a maioria se sairá bem ao manifestar esse amor desinteressado ao menos alguns minutos por dia no início. Sabeis bem que “o aprendiz se torna mestre”.
Não se pode medir o amor por meio de instrumentos, sabeis isso muito bem. Não é provável, entretanto não é menos real. Seria absurdo afirmar que o amor não existe porque não podemos prová-lo. Aquele que conhece o amor, sabe que ele existe e não há necessidade de provar. É a mesma coisa para a reencarnação. Seria absurdo negá-la: centenas de milhares de seres humanos neste mundo tiveram uma experiência da morte (NDE), lembranças espontâneas, etc., que são para eles, igualmente provas irrefutáveis. É muito provável que chegaremos um dia a provar cientificamente que a reencarnação existe, mas, nem por isso, ela teria deixado de existir desde o princípio.


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56 Voltemos aos Illuminati

Examinemos todos esse cenário, ainda uma vez, sob esse novo ângulo. Os Illuminati são eles também, um revelador, uma pedra de tropeço em nosso caminho, pois que os Illuminati sempre existiram ou, ao menos, pessoas tais que agiram segundo princípios similares.
Estais conscientes de que, em nossos dias, a maior parte dos seres humanos teria a mesma atitude se lhes fosse concedido o mesmo poder e a mesma riqueza? Se nos fiarmos no que eles são, eles também venderiam a humanidade para satisfazer as necessidades de seu ego demente.
O que acontece em grande escala é idêntico ao que acontece em pequena escala. Trata-se aqui de controle e poder. Os Illuminati querem controlar nosso planeta, assim como o presidente quer controlar seu país, o prefeito, seu município, o papa, a Igreja, o padre, seus fiéis, o patrão, a sua empresa, o pai, sua família, a mãe, seu trabalho e a criança, seu cão.
Digamo-lo novamente: os Illuminati não teriam tanto poder se os seres humanos não se deixassem manipular. Stálin, Napoleão ou Saddam Hussein não mataram nenhum ser humano, que seja de meu conhecimento. Eles mandaram matar, quer dizer que eles se serviram da nossa ignorância e da nossa indolência, que retornaram contra nós.
Os seres humanos cuja concepção do mundo repousa sobre a dualidade e tornaram responsável de todos os males Satã, Baphomet ou Ariman ou então aguardam Jesus, Buda ou o mestre Maitreia para serem salvos ou redimidos, dão provas, a meu parecer de completa dependência e de imaturidade de alma e são dignos de piedade. A partir do momento em que um ser humano manifesta tais tendências, ele prova que é dependente de não importa quais forças ou poderes, que lhes é absolutamente submisso e não pode ter responsabilidade por si mesmo e pelos outros.
Não é nada que os poderosos homens da Igreja em todas as grandes religiões do mundo têm constantemente humanizado e arrumado à sua maneira as doutrinas de seus profetas e de seus santos (ver a doutrina da reencarnação). Isto teve como conseqüência que os crentes se entregaram a eles, a fim de que eles assumissem, em seu lugar, sua vida e a de seus próximos. Se no limiar do século XX, a doutrinação dos sistemas de crenças enfraqueceu, é porque foram trocados pelo materialismo, a fé na ciência e a vontade de manifestar-se. O espírito da época atual propõe-nos uma vida agradável, onde nenhuma responsabilidade é assumida.
A maior parte da nossa humanidade tenciona a viver sua rotina, a não mudar seu comportamento ou sua forma de pensar, rejeitando ou negando sua responsabilidade. Toda a crença que se sobrepõe a nossa tomada de responsabilidades torna-se uma escapatória que nos permite levar uma vida sempre rotineira sem que sejamos obrigados a trazer nela nenhuma mudança.
A frase: Imagine que estoure uma guerra e que ninguém se apresente para combater encontra-se aqui justificada. Se os seres humanos de todas as nações não pegassem em armas para matar seus próprios congêneres, os Illuminati não seriam mais do que pequenos criminosos. Eles sustentam-se na verdade, das fraquezas e da falta de tomada de responsabilidade de cada um de nós, um potencial efetivo que eles manipulam com grande virtude.

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O perigo real neste mundo não são os Illuminati ou alguns tiranos, não, é a ignorância dos seres humanos. Se eles não fossem tão ignorantes, se não se deixassem dominar, se não lhes faltasse senso crítico, ninguém absolutamente poderia servir-se deles. Aquele que sabe não pode ser manipulado, precisamente porque sabe. Por isso torno a dizer: Procurai a verdade, e a verdade vos libertará!
A principal fonte do problema encontra-se no interior do próprio ser humano e não no exterior.
Por conseqüência, o exterior nada tem a não ser esse papel preciso, ou seja, aquele de refletir para nós a nossa problemática interior. Os Illuminati constituem um desafio para nós, os seres humanos; por suas ações, nós nos encontramos diante de nossos medos, somos testados em nossa responsabilidade e em nossa auto confiança.
Examinai, peço-vos, vossa própria vida. Se atentais sobre as situações que foram para vós as mais difíceis e as mais desagradáveis até agora, acidentes, divórcios, NDE, doenças, etc., reconhecereis que esses foram os momentos mais ricos em ensinamentos. Certamente, foram desagradáveis, até mesmo dolorosos, mas tirastes disso um ensinamento - amadurecestes. Transpomos agora esse pensamento para o nosso assunto: Se os Illuminati não existissem, se não houvesse nem guerras nem problemas, tudo seria de tal modo que ninguém se esforçaria para que houvesse uma mudança qualquer. Nós somos preguiçosos demais e gostamos muito de nossas comodidades para querer uma mudança! Estamos, de fato, muito satisfeitos. Os problemas que nos são colocados, do meio ambiente, do desemprego, do ódio racial, da guerra e da fome fazem-nos sair do nosso torpor , obrigam-nos a passar para a ação, a encontrar soluções. Quanto mais duros os tempos com seus problemas, mais adquirimos experiência e mais depressa evoluímos.
Nossa terra não tardará a dar o seu passo gigante. No ano 2000, estaremos no fim de uma era solar. Isso significa que o nosso sol deu um giro em torno do sol central, o que corresponde a mais ou menos 25.800 anos. Nosso sistema solar festeja, por assim dizer, seu aniversário, ele tem mais um ano e realizou um ciclo de evolução e inicia um novo ciclo mais elevado. A vibração ou a freqüência aumentará em nível físico e espiritual. As vibrações das pequenas partículas se acelerarão, mas a vida em si também será mais rápida. É o que percebemos neste momento.
Observando nossa história, verificamos que, em muitos domínios, houve nestes últimos cinqüenta anos mais progresso do que durante os cinco séculos precedentes, e houve também mais nestes últimos 10 anos do que nos 50 precedentes. O desenvolvimento ir-se-á acelerando tanto a nível geral como em particular. Tudo caminhará cada vez com maior rapidez e a consciência humana se desenvolverá seguindo o mesmo ritmo. Na vida exterior, as instituições imutáveis, igrejas ou governos, agarrados aos seus velhos sistemas de pensamento, desmoronarão. Os seres humanos refratários à mudança de pensamento e de sentimentos, isto é, aqueles que não querem desembaraçar-se dos velhos esquemas, deverão cair mortos.
Eles ficarão doentes, morrerão durante as catástrofes ou nas guerras, enquanto que os outros elevarão seu nível de consciência ou se encarnarão novamente para encontrar sua verdadeira grandeza e viver como seres humanos livres.
Aqueles que principiam a transformar-se farão experiências maravilhosas. Eles viverão o que foi predito como “idade de ouro”, simplesmente porque obedecerão a esse elã que os impulsionará a “progredir interiormente”. Esses seres já terão observado que eles vêem seus votos serem realizados de repente mais rapidamente, ou que eles encontram com mais facilidade, de forma inesperada e cada vez mais, pessoas que têm o mesmo estado de espírito que eles: antes isso teria levado anos.
A consciência terrestre vai evoluir de forma drástica, os problemas terrestres o demonstram claramente. É o que denominamos em medicina uma crise salutar, o mal piora, é como um doente cujo estado se agrava repentinamente, ainda uma vez, antes que sobrevenha uma rápida cura. Nossa terra também atravessará por um processo de purificação semelhante, quando ela tiver fôlego para eliminar o que a estorva, o que perceberemos com fenômenos, tais como furacões, tremores de terra, erupções vulcânicas e com uma inversão dos pólos.
Podeis ver que tudo o que é “negativo” tem, ao menos, algo de positivo em si. Os Illuminati fazem o papel de bode expiatório exteriormente para devolver-nos, a nós mesmos, a nossa responsabilidade perante a vida. Os Illuminati não serão poupados pela crise salutar que se inicia e pelas mudanças que se iniciam. Existem cada vez mais livros e pesquisadores que chamam nossa atenção por suas atitudes, mas também sobre as incoerências de nossa época, em nossa própria vida e no mundo exterior. Os sistemas de nossos pais com seus mistérios, seus segredos, seus rituais, suas cerimônias (símbolos, vestimentas, rituais de oração), tais como os conservam também a Igreja cristã, eles não poderão mais serem mantidos. Os jovens, com seu vigor e espírito novo que os caracteriza, não querem mais ouvir falar dessas “inépcias”. Os velhos sistemas não puderam livrar o ser humano das guerras nem suavizar seu coração e malograram. O “velho homem” vai dar lugar ao “novo homem”, que chegará com o espírito voltado para o futuro e, sobretudo, agirá com o coração.


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É mais do que provável que todos nós contribuímos, ao menos em alguma de nossas vidas anteriores, para criar o estado no qual se encontra atualmente o nosso planeta com seus habitantes, senão não estaríamos aqui, incluindo minha humilde pessoa. É nosso dever reconhecê-lo e passar à ação, fortalecidos por essa tomada de consciência. O “verdadeiro pecado” é, certamente, o de renunciar à nossa própria responsabilidade. A responsabilidade pela nossa criação. Na sua origem, a palavra pecado significa separação. O pecado, é estar-se separado da criação, é não reconhecer-se como uma parte integrante desta criação. E nós criamos a cada dia. Nós temos um desejo, nós o visualizamos, depois elaboramos um plano (pelo pensamento) e o concretizamos na matéria (pela ação). Nós mesmos, cada um de nós, somos a criação. Um grande sábio disse antigamente: Teu Pai está mais próximo de ti do que a roupa que vestes, mais próximo do que tua respiração. Onde poderá ele estar oculto se não for no nosso íntimo, em toda a nossa existência?
Esse pecado, que é estar-se separado, é o fato de os seres humanos aguardarem a volta do Cristo no exterior, quer dizer, numa pessoa que colocará tudo em ordem. Mas o retorno de Cristo não se manifestará numa personalidade, isso acontecerá no interior do ser humano, de todo o ser humano deste planeta que decidiu encontrar Cristo dentro de si mesmo. O conhecimento de si mesmo, o amor incondicional e a bondade para com todos atrairão esse retorno que não será limitado a nenhuma raça precisa e a nenhuma religião. Da mesma forma, o Anticristo não é um ser que se encarrega do mundo exterior, o Anticristo é o ego desmensurado no interior de cada ser humano. Em verdade, o Anticristo apoderou-se há muito tempo do nosso mundo. A partir do momento onde alguns crêem estar salvos porque eles pertencem a certo grupo, eles colocam-se acima de seus semelhantes, eles reforçam seu ego e, por esse motivo, também o poder e o campo energético desse dito Anticristo. Eles atingem a meta contrária àquela que desejam obter. Um jogo interessante, não é mesmo?
Existem, assim mesmo, numerosos seres humanos que querem ser como Jesus, o Deus Toth, Buda ou Saint Germain. Isso significa que eles gostariam de poder curar pela imposição das mãos, criar a partir do éter ou caminhar sobre a água. Eles gostariam que se manifestassem neles os mesmos dons dos instrutores do mundo, mas eles não querem principalmente pensar como aqueles ou sentir o que eles sentem. Eles não querem reconhecer que esses instrutores se exprimiam e agiam com o coração. Eles sentiam o mesmo amor por todos os seres humanos, pelos pobres como pelos ricos, pelas prostitutas, os soldados, pelos desabrigados, os desempregados, como por aqueles que venceram na vida. Pouco lhes importava a cor da pele, a língua, a raça ou a religião. O dia em que fordes capazes, na rua ou alhures, de ir ao encontro de vosso semelhante como se ele fosse vosso irmão ou vosso companheiro de vida, sereis capazes de realizar esses milagres. Esses não são, entretanto, os milagres que esses instrutores realizaram, eles simplesmente foram recompensados pelo trabalho que fizeram em si mesmos. Aqueles que querem alcançar essa finalidade são dignos de felicitações, pois compreenderam o que esses instrutores quiseram comunicar-nos com seus ensinamentos e dos quais, entretanto, nós nos afastamos tanto.
Desde milênios é ensinado aos seres humanos que a criação abandonou seu reino e que ela habita em alguma parte nas profundezas do espaço. A maioria acreditou e aceitou como verdade. Mas a criação, a origem de toda a vida, nunca esteve fora de nós. Ela é nós. Foi ensinado aos seres humanos que eles nasceram unicamente para viver um momento neste mundo, para envelhecer e para morrer. Os seres humanos acreditaram-no, tornou-se uma realidade para eles.
Ensinaram-lhes que a criação é Deus, um ser único, do gênero masculino evidentemente, que com as mãos criou primeiro o céu e a terra antes de criar o ser humano. Se o princípio original, a criação, a maior inteligência (que os cristãos denominam “Deus”) criou os seres humanos e todo o resto, então podemos fazer a seguinte pergunta: de onde essa criação engendrou tudo isso? Dela mesmo, evidentemente, pois que não havia nada mais. O que significa que tudo o que saiu dessa criação é também a criação. Que é a mesma substância. Como quando dois seres unem e geram uma criança, um ser humano. Se essa criação perfeita se multiplica, dela só pode nascer, logicamente, algo perfeito. Na linguagem cristã: se Deus, que é a origem do ser, multiplicar-se, ele só poderá gerar deuses. Com isso concluímos que tudo que existe hoje, seja o ser humano, o planeta, os minerais, os sentimentos, os pensamentos, tudo, verdadeiramente tudo, é a criação, quer dizer que tudo é perfeito. E a criação engendrou por prazer e ama o que ela engendrou.
É isso que foi ensinado por Yeshua Ben Joseph, denominado Jesus de Nazareth pelos cristãos. Seu Pai é um pai de amor. Jesus havia designado seu Criador em hebreu de Abba, Abba que significa PAI! Isso mostra a íntima relação entre eles. Jesus dirigia-se a ele não o chamando de Senhor ou Deus, mas Pai.
A maior inteligência ama sua criação como um pai ama seu filho. Se Deus punisse sua própria criação, que ele engendrou, ele se puniria a si mesmo. Que pensamento idiota!



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Pensar que Deus pune é absolutamente absurdo. É nisso que se diferencia a doutrina dos primeiros cristãos de todas as outras doutrinas daquele tempo; a criação ama o que ela criou e não a pune. Mas o medo que infligiam nos seres humanos permitiu controlá-los. Inculcaram nos espíritos ingênuos que existia um lugar de tortura e de tormentos - um inferno, para onde eles iriam, se não servissem a Deus. Isto significa que esse Deus que tudo criou partindo dele mesmo se lançaria a ele próprio no inferno para punir-se. Sinceramente, tal idéia só pode ter nascido num espírito doente!
Jesus não ensinou nenhuma vez a existência de tal lugar, mas ele explicou muito bem e claramente que o Céu e o Inferno estão em nós. Ele disse que era o Filho de Deus e acrescentou que todo ser humano nesta terra era também filho de Deus. Ele disse: “Vós todos fareis o que eu faço, pois o Pai e vós sois um. O reino dos céus está em vós.”
O ser humano criou imagens de Deus para dominar seu próprio irmão. As religiões foram criadas para manter sob seu controle os seres humanos e os povos, quando não o foi mais possível mediante exércitos. O medo foi o instrumento que os mantinha sob dependência. A religião e o poder das Igrejas foram, durante milênios, a causa do aniquilamento das outras civilizações. A Igreja cristã aniquilou os povos maias e astecas, ela os suprimiu porque eles não acreditavam nos seus ensinamentos. Todas as pretensas guerras santas da Idade Média foram feitas para propagar o conteúdo religioso da doutrina cristã. As mulheres notoriamente foram torturadas e executadas. E eles mantinham essa comunidade de crenças inventando o fogo do Inferno e o Diabo para suscitar o medo no coração das crianças, dizendo que se não fizessem certas coisas e não vivessem segundo as regras e as prescrições da Igreja, eles queimariam eternamente no inferno.
Roubando do ser humano sua divindade, sua perfeição, fazendo-o crer que ele vivia separado da criação, era mais fácil dominá-lo. A criação não engendrou nem Inferno nem Diabo, os quais são puras invenções dos seres humanos que lhes permitem incutir o medo e atormentar seus semelhantes. Fizeram do Inferno um dogma para intimidar as massas e controlá-las. A criação é tudo: cada grão de trigo, cada estrela no Universo, cada borboleta, cada ser humano. Tudo pertence à criação. Se existisse um lugar como o Inferno, ele seria semelhante a uma úlcera cancerosa no corpo da criação, que só poderia morrer.
Existe, ainda, quantidade de seres humanos em nosso planeta que acreditam realmente que eles não passam de um pobre montão de substâncias celulares. Se esse fosse o caso, quem seria aquele que olharia tão atentamente através de nossos olhos? De onde tiramos nossa especificidade, nossa personalidade, nosso caráter? De onde vem o charme, a faculdade de amar, de abraçar, de esperar, de sonhar? De onde nasce esse incrível poder de criação? E nossa inteligência, nosso conhecimento e nossa sabedoria? Acreditais verdadeiramente que poderíamos viver todas as nossas experiências e adquirir todo o nosso saber em uma só vida, a qual representa apenas um segundo na eternidade?
Para tornar-nos tal qual somos, foi preciso algumas centenas de vidas; as experiências adquiridas deram-nos certa sabedoria, elas fazem nossas especialidades e nossa beleza. Se certas pessoas não querem ouvir falar a não ser de uma só vida terrestre, como elas explicam que um menino, nascido numa família de camponeses do norte da China, conseguiu seu bacharelado na idade de cinco anos? É espantoso! De onde obtém ele seus conhecimentos? Certamente não é de seu ambiente, quase analfabeto, incapaz de encontrar a solução de fórmulas matemáticas complicadas ou de falar outras línguas. A maioria dos cientistas que se faz passar como tal, é, ao meu ver, muito mais teórica ou tem um espírito dogmático, que se apressa, nesses casos semelhantes, a pretextar o acaso, do qual se serve, de fato, quando não se têm conhecimentos necessários para explicar tais fenômenos. O jovem rapaz mencionado acima só pode recolher conscientemente seus conhecimentos de uma vida passada. Tais casos não são mais excepcionais em nossos dias no Extremo Oriente.
Nós somos seres muito preciosos e muito belos para sermos criados apenas por um instante na eternidade. Os corpos que habitamos são veículos perfeitos que escolhemos para movimentar-nos e nos permitem participar da vida e de seu papel no plano material. Entretanto, sucumbimos à ilusão e cremos que somos nosso corpo. Nossa origem remonta a um longinqüo passado, recolhemos desde um tempo infinito nossa herança, esquecemos tudo, chegamos até a esquecer de nós mesmos. Negamos com todas as nossas forças que somos essa criação, negamos o fato de sermos responsáveis pela criação.
Criamos tudo sem cessar e somos o que pensamos. Se imaginarmos em pensamento que nos uniremos a outra pessoa, nosso ser inteiro vibra. Se pensarmos muito na miséria, acabamos por sofrê-la. Se sonharmos com a alegria, ela se tornará nossa. É assim que tecemos nosso futuro. Todo pensamento, todo o fantasma, toda a emoção que alimentarmos engendram um sentimento em nós que é registrado e memorizado em nossos corpos sutis.
Esse sentimento determinará as condições da nossa vida, ele atrairá as circunstâncias que lhe correspondem e que o despertarão, pois ficou armazenado em nossos corpos sutis. Cada palavra pronunciada tece nossos dias vindouros, pois as palavras são sons que exprimem os sentimentos de nossa alma, os quais são também, por sua vez, nascidos dos nossos pensamentos.

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Ninguém é vítima da vontade ou dos projetos de qualquer ser humano. Nossa imaginação já se apoderou de um pensamento: “como seria isso se...?”, ou então ela sucumbiu aos seus medos. Ou alguém disse que isso deveria ser assim mesmo e não de outra forma, e nós o tomamos como sendo dinheiro vivo. Nada do que nos acontece é gratuito. São os pensamentos e as emoções que constituem a base de tudo.
Durante milênios, diferentes entidades tentaram fazer-nos entender esse funcionamento - por meio de enigmas, de contos ou escritos - mas a maioria dentre nós recusou recordar-se. Existem poucos dentre nós que estão prontos para assumir sua vida. Mas o cosmos é feito assim, ele é o sistema mais perfeito, mais leal e mais justo que existe. Ele dá a possibilidade a cada um de nós de tornar-nos nós mesmos, seja o que for que pensemos; que somos o indivíduo o mais ignóbil ou o mais feio, o mais notável ou o mais nobre. Colhemos o fruto de nossas palavras. Somos o que pensamos. Quanto mais nos desvalorizamos, mais perdemos de nosso valor. Quanto mais subestimamos nossa inteligência mais nos bestilizamos. Quanto mais nos acharmos feios mais seremos disformes. Quanto mais nos sentirmos pobres mais seremos lastimáveis. Quem é, pois o criador da vida? Nós mesmos!
O que a maior parte dos seres humanos engendra hoje em dia? Nossas maiores criações são guerras, desgraças, esperanças, tristezas, miséria, ódio, discórdia, auto-rejeição, doença e morte. A maioria de nós restringe sua vida, aceitando as idéias limitadas que se tornaram sólidas verdades que formam nossa vida. Portanto, construímos nossa própria prisão. Tantos humanos se isolam toda uma vida porque têm um julgamento sobre tudo, sobre seus semelhantes e principalmente sobre si mesmos. Vivem seguindo uma moda que tem por nome beleza, rodeiam-se de objetos “que fazem bem” para não desgostar seus freqüentadores. Não passam de crianças, vindos ao mundo simplesmente para crescer, antes de perder aos poucos sua vitalidade, tornar-se senis antes da idade e passar para o outro lado.
Nós, grandes criaturas que fomos, eis que nos tornamos carneiros, isolamos-nos nas grandes cidades e nelas vegetamos cheios de medo, com as portas fechadas com dupla fechadura.
Em lugar de viver em alegria e com amor, construímos grandes edifícios e desenvolvemos uma consciência que amedronta. Criamos uma sociedade que regula e controla nossos pensamentos, nossas crenças, nossos atos e nossa aparência. O fogo criador que vive em nós, que tem o poder de apoderar-se de um pensamento e dar vida à qualquer forma que seja, caiu em sua própria armadilha, sucumbindo às crenças, aos dogmas, às modas, às tradições, por causa dos pensamentos limitantes, limitantes, limitantes!
Temos, entretanto, a cada dia, a livre escolha de colocar a serviço do mundo nossos pensamentos, nossa imaginação e nossos sentimentos numa meta construtiva para outros e para nós mesmos.
Demonstrarei para o leitor, pelo exemplo do centésimo macaco, o que acontecerá quando um grande número de humanos tiver atingido um potencial de consciência suficientemente elevado.
Cientistas fizeram experiências numa ilha japonesa com um grupo de macacos. Jogaram para os macacos batatas doces na areia para estudar seu comportamento. Estes espalharam-nas, comeram-nas, mas perceberam o efeito desagradável que a areia produziu em seus dentes. Um deles, mais astuto do que os outros, aproximou-se de um riacho e lavou a batata doce.
Curiosos como são os macacos, os outros observaram-no para ver o que ele estava fazendo. Quando perceberam que ele apreciava aparentemente o gosto das batatas doces sem areia, eles imitaram-no. Quando os pesquisadores atiravam-lhes as batatas os macacos iam lavá-las diretamente no riacho. Noventa e nove fizeram a mesma coisa, menos o centésimo, o Nikola Tesla dos macacos, o único que não ia ao riacho mas no mar para lavar sua batata com água salgada. Este macaco percebeu que ela tinha muito melhor sabor com sal. É então que aconteceu algo interessante: não somente os macacos dessa ilha o imitaram, mas também aqueles de uma ilha vizinha situada a 90 km aos quais foram jogadas as batatas. Eles também, iam diretamente ao mar para lavá-las. No continente, passou-se o mesmo fenômeno.
O centésimo macaco havia liberado um potencial de energia suficiente para que o pensamento atingisse os outros macacos da ilha vizinha. Rupert Sheldrak designa essas transferências de “campos morfo-genéticos.”
Encontramos esse mesmo princípio nas invenções. Verificamos que uma descoberta realizada num país é também freqüentemente descoberta em outro país, sem que os dois inventores se conheçam.
Trata-se aí do mesmo princípio. Pode ser que o primeiro inventor pesquise durante décadas para fazer uma descoberta. Uma vez realizada essa descoberta, o processo de pensamento energético terminado, a abertura está feita e esse pensamento é agora registrado a um nível energético. Para todos os outros pesquisadores que trabalham num projeto semelhante, de agora em diante será mais fácil atingir a meta, pois o primeiro inventor, ou o centésimo macaco, fez a abertura.
Transpondo para o nosso assunto, isso significa que quando um número suficientemente grande de seres humanos na terra houver alcançado um nível de consciência mais elevado, será mais simples para o resto da humanidade chegar a esse ponto. Os pioneiros construíram certo potencial, que se transmitirá automáticamernte para todos os outros; isto também faz parte da lei de ressonância.

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A maioria dos seres humanos tem o seguinte raciocínio: Sim, mas sozinho não posso mudar nada! O exemplo precedente demonstra que poderíeis ser vós o centésimo macaco, graças a vossa intuição ou a uma descoberta que ireis fazer. Pode ser que outras pessoas já tenham trabalhado antes de vós para encontrar uma solução de um problema, mas não conseguiram fazer uma abertura. Pode ser que só precise do esforço de uma única pessoa para que os outros encontrem essa solução. Vossa contribuição pode parecer, num primeiro instante, insignificante. Talvez ireis conseguir dominar vosso ciúme ou libertar-vos de uma dependência ou então estais no ponto de fazer uma descoberta?
Também tive a seguinte preocupação: Por que escrever um livro sobre um assunto tabu? Por que deveria eu, aos 26 anos, ter o trabalho de escrever um livro sobre esse assunto difícil, enquanto que outros autores renomados o escreveram sem ter sucesso? Mas é talvez precisamente esse livro, impregnado com todos meus esforços, com todo o meu trabalho, com todos os meus pensamentos e todos os meus sentimentos, que era necessário para que os autores precedentes vissem seu trabalho coroado de sucesso, para que o potencial energético se libere.
É como gota d'água que faz transbordar o vaso. É, portanto, uma gota perfeitamente comum, parecendo-se perfeitamente com as outras, que vai romper a superfície da água e a fará transbordar.
Vede, não é necessário ser absolutamente conhecido ou ser “alguém em particular” para ser um herói. O centésimo macaco não pensou que ele seria o desencadeador do processo.



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57 Os preceitos a serem seguidos


Em primeiro lugar, informai-vos. Sede críticos e não engulais “tudo cru” o que escrevi. Examinai por vós mesmos.
Depois passai a viver, se já não o fizestes, como um ser livre, consciente, responsável, honesto, leal, e acima de tudo amante.
O amor e o perdão curam muitas feridas. Sede conscientes de que o ódio ou a cólera que possais sentir contra uma pessoa não a tocam. Os Illuminati pouco se importam que sintais cólera contra eles. Sois os únicos a receber de volta vossa cólera, cólera que terá então conseqüências desagradáveis, que traz doenças para vosso corpo, vosso espírito e vossa alma. Vivei em alegria e amor e transbordai isso para vossa família , vossos amigos e vossos colegas de trabalho, e vereis o que irá acontecer. Procurai viver conscientemente. Amai, pensai, falai e agi em consciência!
Para ser conciso, transmito a vocês de uma citação do mestre Eckhardt:

O momento o mais importante de minha vida é o presente.
O ser o mais importante é aquele que se encontra diante de mim
neste momento.
E a ação a mais importante é sempre o amor.

Posso lembrar-vos de que não é por acaso mas por uma razão bem precisa que viveis esta vida? Fostes promovidos com perfeição de todas as qualidades, de todos os talentos e do caráter necessários para resolver o melhor possível a tarefa que vos incumbe nesta vida que é parte integrante da vossa evolução. Mais uma vez, reconhecei o tempo que é preciso para sentir em profundidade o que tendes para viver.
Quais são, pois, vossos talentos e vossas capacidades? Quais são as coisas que de fato gostarieis sempre de fazer e que, por diversos motivos ditados por vossa razão, jamais as fizestes? Fazei-os, pois! Não tendes nada a perder. Só podereis ser vencedor! A posse material sempre foi e sempre será uma ilusão. Sereis obrigados a largar tudo. Começai por fazer tudo o que vosso coração vos dita, o que corresponde aos vossos sentimentos, aos vossos pensamentos, ao vosso ser. Agi nos domínios no qual sois hábeis e fazei o que vos torna mais felizes: o primeiro beneficiário será, primeiro, vós mesmos, depois nosso planeta e depois toda a criação. Começai a ser vós mesmos e a não viver mais o que querem ver-vos viver.


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Sois parte da criação, vós sois a criação, da qual jamais fostes separados. Criais a cada dia, sois o instigador do vosso próprio destino. Sede conscientes disso e aplicai esta regra a vós mesmos. Não encontrareis ninguém que o fará para vós. Ajuda-te, que o céu te ajudará. A partir do momento em que vos ajudais a vós mesmos, percebereis que Deus não está fora, mas bem dentro de vós, quer dizer. que vós mesmos sois Deus.

Assim já o dizia Ramtha:

Desejais ver como é Deus? Tomai um espelho e o vereis face a face!

O único auxílio que sempre procurastes é vós mesmos. Tende confiança em vós, arriscai-vos. É assim que se forjará vossa confiança.
A vida terrestre é uma aventura maravilhosa: se o desejarmos poderemos todos criar neste mundo nosso paraíso. Sois vós mesmos que decidis o que ireis obter da vida, pelo que deixais que venha até vós. Quereis conhecer o amor, a felicidade, a alegria, então vivais no amor, na felicidade e na alegria, e eles voltarão para vós inevitavelmente.
Coragem!

Presta atenção em teus pensamentos,
pois eles se tornarão palavras.
Preste atenção em tuas palavras,
pois elas se tornarão em atos.
Presta atenção em teus atos,
pois eles se tornarão em hábitos.
Presta atenção em teus hábitos,
pois eles se tornarão teu caráter.
Preste atenção em teu caráter,
pois ele é teu destino.


Talmud



página 426



58 Ao pesquisador



Em conclusão, desejaria ainda enfatizar que a segunda finalidade deste livro é de mostrar ao leitor que existe uma realidade completamente diferente do que aquela à qual dais ouvidos quotidianamente. Não pretendo que este trabalho que apresentei esteja completo; o início da história que estais lendo assim como o desenvolvimento que se segue não são forçosamente exatos. Os acontecimentos que narrei são somente uma pequena parte do que é reconhecido e do que chegou a conhecimento do público. Condensei intencionalmente num mínimo de páginas o volume desse livro e o volume das informações porque desejo despertar a curiosidade do leitor sobre os assuntos que ele ignora até este momento. Empenhei-me particularmente para comunicar também as informações críticas àqueles que, cansados por sua vida cotidiana estressante, não dispõem de tempo necessário para aprofundar-se nesses assuntos. Esforcei-me para apresentar este tema segundo o que eu mesmo senti pela seguinte razão: os livros especializados que tratam desses assuntos em detalhes desagradam freqüentemente o leitor devido à forma confusa e freqüentemente fanática de seus propósitos. Fiz um resumo de todos os livros disponíveis em cada um dos meus capítulos. O leitor compreenderá, espero, que não pude dar detalhes suficientes sobre cada um dos meus assuntos para convencer a todos.



página 427

Poderão talvez criticar-me por não conseguir satisfazer a 100% dos leitores cuja concepção do mundo e religiosa é outra e por responder, no último capítulo, a todas as questões sobre o sentido da vida, sobre a reencarnação, etc. Mas se a visão que está subentendida no último capítulo ou em qualquer outro assunto interessar mais particularmente ao leitor e ele desejar conhecer as opiniões de outros autores sobre esse tema, ele terá à sua disposição na bibliografia (Ver p. 458), assim como na literatura complementar (Ver p. 466), as fontes de minhas informações para todos os assuntos tratados.
Este livro é um resumo de numerosas obras, é pois inevitável que com a quantidade de informações dadas, existam passagens que outros autores tenham pode-se dizer desmentido.
Mas, posso afirmar-vos que, antes de escrever este livro, viajei durante quatro anos por mais de vinte países para conseguir todas estas informações, pois a liberdade de opinião e de informação na Alemanha não são mais do que belas palavras. Encontrei, ainda mais, em cada um desses países as mesmas informações debaixo do pano, o que me deu a confirmação que expus.
Mas caso aconteça que, em algumas oportunidades, detalhes bem precisos sejam inexatos, nem por isso o leitor deveria então “jogar o bebê com a água do banho”, ou que desdenhasse tudo o que escrevi neste livro. Mesmo supondo que um terço somente das informações seja exato, esse terço é muito importante para questionar nossos hábitos, as “opiniões da sociedade” e nossa forma de viver ou de ver as coisas.
É de capital importância, aqui também - a fim de que estejais seguros do valor da vossa crítica - examinar de que campo vem o autor sobre quem fazeis vossas críticas, averiguar se não trabalha para o Estado ou se não está ligado a uma organização sob o comando dos Illuminati.
Se já reunistes as informações e achais que elas seriam úteis para minha edição seguinte, ou se sois membros de uma poderosa organização e tomais conhecimento de que não podeis mais continuar a exercer a ação decorrente desse posto, se desejais sustentar meu trabalho, podereis escrever para o endereço do editor (tenho contato, de tempos em tempos, com a editora).
O que me alegraria mais ainda, entretanto, é que o eleitor aplicasse as tentativas das soluções propostas nos últimos capítulos do livro e me notificasse do que pôde realizar, descobrir ou viver de formidável ou de importante.
Uma antiga regra de sabedoria é sempre valiosa em nossos dias:
Não combatamos o mal, lutemos pelo bem!



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Apêndice: Observação sobre a “Confraria da Serpente”

Zecharia Sitchin, autor de Am Anfang war der Fortschritt (No início era o progresso) e de Der Zwölfte Planet (O décimo-segundo planeta), domina, entre outros, o aramaico, a língua de Jesus e de seus discípulos e conta entre os 200 sábios do mundo capazes de ler a escritura dos antigos sumérios, que fundaram, há 6.000 anos, a primeira grande civilização da qual temos provas, entre o Eufrates e o Tigre, aquela dos reinos mesopotâmicos. Sitchin interessou-se desde a idade de 9 anos pelas línguas antigas, quando leu na classe o Antigo Testamento em sua língua original, o hebreu. Foi então que percebeu que na Bíblia escrita em hebraico, cada palavra tem uma significação exata e que nossas Bíblias inglesas, alemãs, francesas ou latinas não são mais do que interpretações da original. Cada tradutor compreende os textos bíblicos de seu modo e interpreta-os segundo sua compreensão. Que diferença ler a Bíblia na língua original! Assim que Sitchin punha o dedo sobre um erro de tradução, o professor reprimia-o, dizendo-lhe que não devia colocar a Bíblia em questão.
Essa experiência significativa determinou toda a sua carreira. Ele começou a interessar-se por arqueologia, pelas línguas e pela história do Antigo Oriente. Começou a estudar as antigas mitologias, as lendas dos gregos, dos hititas, dos antigos cananeus e babilônios e debruçou-se sobre os textos sumerianos, escritos nas tábuas de argila. Traduziu-os e concluiu uma gênese sobre o homo sapiens que está em contradição completa com as concepções das grandes religiões do mundo. Ela é, portanto, cientificamente a mais compreensível e a mais lógica e, ainda, está em paralelo com aquela dos tibetanos



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(se acreditarmos no lama Lobsang Rampa), dos havaianos, dos aborígenes da Austrália, dos índios da América do Norte (apaches, hopis e sioux), dos maias (segundo o sacerdote da confraria branca dos maias, Miguel Angel) e também com as lajes de pedra da ilha da Páscoa. O Vaticano guarda a sete chaves os restantes das lajes de pedra que não foram destruídas. Existem boas razões para isso, como podereis verificar.
Segundo a tese de Sitchin, os annunaki dos mitos sumerianos, “aqueles que desciam do céu para a terra”, eram os extraterrestres vindos de um planeta ainda desconhecido do nosso sistema solar, que gira em torno do sol em 3.600 anos. Esses annunaki aterrissaram pela primeira vez sobre nossa terra há aproximadamente 450.000 anos para salvar seu planeta. Eles começaram a extrair ouro e outras matérias primas das quais necessitavam e criaram o homo sapiens há 300.000 anos mais ou menos, fazendo manipulações genéticas nas fêmeas de hominianos. Eles necessitavam de ajuda, pois não queriam mais extrair eles mesmos essas matérias primas. A Mesopotâmia foi a primeira colônia deles.
Se bem que alguns especialistas sejam céticos quanto às teses de Sitchin sobre os deuses-astronautas, o mundo científico deve cada vez mais reconhecer que suas conclusões são justas. Principalmente depois de que as sondas espaciais americanas Voyager fotografaram Urano e Netuno e provaram a descrição dos sumérios segundo a qual os dois planetas eram gêmeos com uma vegetação pantanosa azul esverdeada era exata. Urano e Netuno só foram, entretanto, descobertos oficialmente recentemente.
Willian Bramley escreveu em Die Götter von Eden sobre os sumérios:

Nas tábuas mesopotâmicas, a criação do homo sapiens é atribuída principalmente a um “Deus”.

O nome desse “Deus” é Ea. Ele era o filho de um rei desses extraterrestres que, digamos, reinava num outro planeta pertencente ao vasto reino dessa raça extraterrestre. O príncipe Ea era conhecido pelo título En-Ki, o que significa “senhor ou príncipe da terra”. Segundo os textos dos sumérios, o título de Ea não lhe era totalmente apropriado. Ele teria perdido em proveito de seu meio-irmão Enlil imensos territórios da terra sobre os quais ele reinava, em conseqüência de uma das numerosas rivalidades e intrigas que, aparentemente, preocupavam os regentes das civilizações extraterrestres.
Atribui-se ao príncipe Ea não somente a “criação do ser humano”, mas também muitas outras realizações.
Ele teria secado os pântanos do golfo Pérsico para torná-los em terras férteis; teria construído diques e navios e teria sido um bom cientista. Por sua criação do homo sapiens, ele deu a prova que entendia a respeito da técnica genética, mas, se acreditarmos nas tábuas em argila, isso necessitou de muitas experiências. E o importante é que ele teria sido benevolente para com a sua criação, o homo sapiens. De acordo com os textos da Mesopotâmia, Ea tomou partido pelo novo gênero humano a conselho dos extraterrestres. Ele elevou-se contra muitas crueldades que outros extraterrestres, entre eles seu irmão Enlil, inflingiram aos seres humanos. Sabe-se pelas tábuas sumerianas que ele não queria fazer do ser humano um escravo, mas que perdeu pela minoria. Os seres humanos, que para eles nada mais eram do que animais de carga, foram tratados cruelmente por seus mestres. Fala-se nas tábuas de fome, de doenças e do que denominamos, hoje, de conduta de guerra biológica. Mas como esse genocídio não fazia regredir a população humana, os extraterrestres decidiram exterminar os seres humanos, provocando um grande dilúvio.
Muitos arqueólogos confirmam hoje que houve no Oriente Médio um dilúvio que remonta a milênios, sobre o qual encontramos referências não somente nas tábuas sumerianas, mas também na epopéia de Gilgamesh e no Antigo Testamento. Pelos textos sumerianos, Ea contou a um mesopotâmico denominado Utnapischtim o plano de outros extraterrestres e ensinou-o a construir um navio para que Utnapischtim se largasse ao mar juntamente com a família. Alguns artesões, um pouco de ouro, gado e animais selvagens.
A história de Noé vem, como muitas histórias do Antigo Testamento, dos escritos mais antigos da Mesopotâmia. Os hebreus só trocaram os nomes e instituíram um só Deus na religião judaíca, ao passo que havia numerosos deuses nos escritos originais.
Entre todos os animais venerados pelos seres humanos da pré-história, nenhum era de forma tão marcante e significativa como a serpente, e isso porque a serpente era o símbolo de um grupo que havia adquirido grande influência nas primeiras civilizações sobre os dois hemisférios do nosso planeta. Tratava-se de uma confraria sábia que tinha por finalidade expandir conhecimentos espirituais e atingir a liberdade em nível espiritual; era a “Confraria da Serpente”. Ela combatia a escravidão de seres espirituais e procurava libertar a humanidade da escravidão dos extraterrestres (o nome original na Bíblia para serpente, nahash, tem sua origem em nhsh, que significa “decifrar, encontrar”). O príncipe rebelde Ea foi o fundador dessa “Confraria da Serpente”. Nas antigas tábuas mesopotâmicas, lemos que Ea e seu pai Anu possuíam uma grande compreensão ética e espiritual.


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Foi precisamente esse saber que seria simbolizado, mais tarde, na história bíblica de Adão e Eva. O símbolo bíblico da árvore remontaria às obras mesopotâmicas anteriores a Bíblia, como por exemplo, aquela na qual se mostra uma serpente enrolada ao redor de um tronco de árvore (nosso símbolo atual de caduceu = bastão com duas serpentes enroladas e com duas asas na extremidade superior, insígnia do deus Mercúrio) e que corresponderia às representações ulteriores da serpente no Jardim do Éden. Nas representações mesopotâmicas, dois frutos estão pendurados na árvore. À direita da árvore, encontra-se o símbolo de Ea, a meia lua (o saber) e, à esquerda, vemos um planeta, símbolo de Anu (a vida). Ea teria enviado um homem a essa árvore para que ele alcançasse o conhecimento. É a razão pela qual Ea é apresentado como o dito culpado que procurou mostrar ao primeiro homem o caminho da liberdade espiritual. Ea ter-se-ia revoltado não contra Deus (assim está escrito na Bíblia), mas contra os atos cruéis dos ditos deuses. Malgrado suas intenções visivelmente louváveis, Ea, o lendário, e a “Confraria da Serpente” em seus primórdios não conseguiram libertar os seres humanos. É dito nos antigos textos mesopotâmicos, egípcios e bíblicos que a serpente (a Confraria da Serpente) teria sido vencida logo por outros grupos de extraterrestres reinantes. Ea foi banido da terra e caluniado por seus adversários, que queriam assegurar-se de que ele não encontraria mais nenhum adepto entre os seres humanos. De “Príncipe da Terra” ele passou a “Príncipe das Trevas”, e foi também coberto de apelidos horríveis tais como Príncipe do Inferno, Encarnação do Mal, Diabo... Apresentavam-no como o pior inimigo do maior ser e como guardião do Inferno. Ensinaram ao ser humano que todo o mal na terra era sua culpa e que ele queria que os seres humanos se tornassem escravos. Exortaram os seres humanos a desmascará-lo cada vez que ele se reencarnasse e a aniquilá-lo com suas criaturas, se os encontrassem.
A história mostra que a “Confraria da Serpente” - malgrado os esforços, até nossos dias, de que muitos seres humanos devotados e leais, que desejaram instituir uma verdadeira reforma espiritual com o auxílio da fraternidade - tornou-se com seus novos mestres (denominados hoje de Illuminati) um exército temível de opressão e de traição espirituais.
O nascimento do homo sapiens desenrolou-se verdadeiramente assim?
As tábuas sumerianas foram para mim. em todo o caso, de grande auxílio para este livro, pois testemunham a existência e a ação sem nenhuma dúvida real da “Confraria da Serpente” e sustentam, pois, a tese de uma conjuração que se teria iniciado há muito tempo antes que existissem os judeus e os franco-maçons, a quem se justifica hoje voluntariamente carregar essa culpa.
É muito difícil então compreender por que o Vaticano impede por todos os meios não somente a publicação das inscrições das lajes de pedra da ilha da Páscoa, que relatam a gênese do ser humano, que se assemelha àquela que acabo de narrar-vos, mas também àquelas dos rolos de papiro de Qumran, no Mar Morto. Essas lajes e esses manuscritos do Mar Morto trariam a prova de que a Bíblia atual está falsificada nos pontos essenciais para satisfazer os interesses egoístas de algumas personagens poderosas.


páginas 434/435/436


Índice das Fontes


Introdução

1. The Secret Information Network: The Secret Space-Program, p. 21. 323 E. Matilija St. # 110-128,
Ojai, ca 93023.
2. Drunvalo Melchizedek: The Flower of Life Workshop, fone (512) 847-5705.

Capítulo 1: Existem tantas e tantas Lojas...

3. Zecharia Sitchin: Der Zwölfte Planet (O Décimo-Segundo Planeta), Knaur-Verlag 1976, p. 337 e
seguintes.
4. William Bramley: Die Götter von Eden (Os Deuses do Eden) , p. 57-61. In der Tat Verlag 1990,
ISBN 3 - 9802507 - 7- 6 , p. 97-100, 168-172, 178, 217-227.
5. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p.1.323. E. Mantilija St. # 110-128,
Ojai, ca 93023, p. 1.
6. John J. Robinson: Born in Blood, M. Evans & Co. 216 E. 49 St. New York, NY 10017.

páginas 437
Capítulo 2: Os Sábios de Sião

7. William Guy Carr: Pawns in the Game, Emissary Publications, 9205 SE Clackamas Rd # 1776.
Clackamas OR 97015, fone (503) 824-2050.
8. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 2.
9. William Bramley: Die Götter von Eden, p. 249-255.

Capítulo 3: A Franco-maçonaria na Inglaterra

10. William Bramley: Die Götter von Eden, p. 257.

Capítulo 4: A família Rothschild

11. George Armstrong: The Rothschild Money Trust.
12. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 2 - 3 e 5.
13. Des Griffin: Die Absteiger, p. 26-32. vap Verlag Wiesbaden, ISBN 3 - 922367- 06 - 2.
14. William Guy Carr: Pawns in the Game.

Capítulo 5: Os Protocolos dos Sábios de Sião

15. Theodor Fritsch: Die zionistischen Protokolle, p. 9-10, 14-17, 20, 24-26, 30-32, 36-38, 41, 46, 49-52,
58-61. Hammer Verlag, Leipzig 1933.
16. Dieter Rüggeberg: Geheimpolitik, p. 11-13, 17-26. Eigenverlag, Wuppertal, 1990.
17. William Cooper: Behold a Pale Horse, Light Technology Publications. P. O. Box 1495, Sedona
AZ 86336.
18. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 4.
19. William Guy Carr: Pawns in the Game.

Capítulo 6: A Estrita observância

20. William Bramley: Die Götter von Eden, p. 270-277.

Capítulo 7: Os Iluminados da Baviera de Adam Weishaupt

21. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 6-7.
22. John J. Robinson: Proofs of a Conspiracy.
23. Nesta Webster: World Revolution.

Capítulo 8: A Batalha de Waterloo

24. Des Griffin: Die Absteiger, p. 43-47.

Capítulo 9: Os Franco-maçons na América

25. Helmut Finkenstädt: Eine Generation im Banne Satans. Herzbachstr. 2. D - 3559 Allendorf-Haine.
26. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 8-9.
27. Lyndon LaRouche no Neue Solidarität de 10/03/1993: Die Amerikaner haben ein Recht zu wissen,
wer Pike war.
28. William Bramley: Die Götter von Eden, p. 316, 319 e 349.
29. Des Griffin: The Fourth Reich of the Rich.

Capítulo 10: Karl Marx

30. William Bramley: Die Götter von Eden, p. 354 e seguintes.

Capítulo 11: Um plano para um governo mundial

31. Des Griffin: Die Absteiger, p. 56-57.
páginas 438/439/440/441
Capítulo 12: Albert Pike e os cavaleiros da Ku Klux Klan

32. Neue Solidarität, Grossartikel über den Ku Klux Klan, 1992.
33. Anton Chautkin et Jessica Primack in der EIRNA-Studie: Strategie der Spannung: Kapitel:
Amerikanische Neonazis und die deutsche Szene, p. 61-90.
Executive Intelligence Review.
Nachtichtenagentur GmbH (EIRNA).
Postfach 2308, D-65013 Wiesbaden.
34. EIRNA - Studie: Strategie der Spannung: Kapitel: Anti-Difamation League: Mächtige Us-Lobby au
Abwegen, p. 47-60.
35. Lyndon LaRoche no Neue Solidarität de 10/03/1993: Die Amerikaner haben ein Recht zu wissen, wer
Pike war.
36. Gary Allen: Die Insider, p. 222. vap Verlag, Postfach 1180, D 4994 Preussisch Oldendorf,
ISBN 3 - 922367 - 00 - 3.
37. Discurso pronunciado por Lyndon LaRoche no Instituto Schiller: no Neue Solidarität de setembro de
1992.
Neue Solidarität: Clinton: Ein neuer Carter (11/11/1992).
Neue Solidarität: Sonderbericht ünber den Ku Klux Klan (Ausgabe 1992).
38. Heyne-Taschenbuch, Stichwort: Freimaurer, p. 70, ISBN 3 - 453-06044 - X.
39. Baigent, Leigh: Der Tempel und die Loge, p. 432-433, Bastei-Lübbe, ISBN 3 - 404-64106 - X.

Capítulo 13: O tráfico de ópio da família real inglesa no século XVIII

40. Des Griffin: Die Absteiger, p. 60-69.
41. Herbert G. Dordey III: The Secret History of the New World Order, p. 10-11.
42. Dr. John Coleman: Conspirators Hierarchy: The Story of the Comitee of 300. American West
Publishers. P.O. Box 2208. Carson City, NV 89702, fone (800) 729-4131.

Capítulo 14: A revolução bolchevista e seus segredos

43. Herbert G. Dordey III: The Secret History of the New World Order, p. 11-12.
44. Archibald E. Roberts: America in Crisis Survival Potofolio, Betsy Ross Press, P.O. Box 986,
Ft. Collins, co 80522.
45. Des Griffin: Die Absteiger, p. 94-95. The Fourth Reich of the Rich.
46. Wickliffe B. Vennard, Conquest or Consent, Forum Publishing Co., 324 Newbury St., Boston Mass.

Capítulo 15: Skull & Bones

47. Anthony C. Sutton: America's Secret Establishment, Liberty House Press.
2207 Iris, Billings Montana 59102. The Two Faces of George Bush, Wisweli Ruffin House Inc.,
P.O. Box 236, Drésden, NY 14441.
48. Archibald E. Roberts: The Most Secret Science.
49. Dieter Rüggeberg: Geheimpolitik, der Fahrplan zur Weltherrschaft, p. 193-195. Rüggeberg-Verlag,
5600 Wuppertal 1, ISBN 3 - 921338 -15 - 8.
50. Des Griffin: Die Absteiger, p. 53 e seguintes.

Capítulo 16: Acabou a liberdade na América

51. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 14-15.
52. Archibald E. Roberts: The Most Secret Science.
53. Des Griffin: Die Absteiger, p. 398.

Capítulo 17: O síndico do embargo Rothschild

54. Des Griffin: Die Absteiger, p. 74-76.

Capítulo 18: Cecil Rhodes e seus cavaleiros da Távola Redonda

55. William Bramley: Die Götter Von Eden, p. 359-362.
páginas 442/443/444
56. Gary Allen: Die Insider, p. 108 e seguintes.
57. Dieter Rüggeberg: Geheimpolitik, der Fahrplan zur Weltherrschaft, p. 191.

Capítulo 19: Como colocar em cena uma Guerra Mundial?

58. Des Griffin: Die Absteiger, p. 83 e seguintes.
59. Certos autores que se referem ao professor Caroll Quigley escrevem que o RIIA foi fundado no
mesmo tempo que o CFR, junto com o acordo de Versalhes.
Outros autores, tais como o dr. Coleman, atestam que o RIIA já era atuante antes da Primeira Guerra
Mundial, talvez sob a cobertura da Round Table, e que já estava sob as ordens do Comitê dos 300.
60. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 16.
61. Dieter Rüggeberg: Geheimpolitik, der Fahrplan zur Weltherrschaft, p. 75.

Capítulo 20: A Primeira Guerra Mundial vista pelos Illuminati

62. Des Griffin: Die Absteiger, p. 84 e seguintes.
60. William Bramley: Die Götter von Eden, p. 366 e seguintes.

Capítulo 21: O Ocharana (Ex-serviço secreto russo)

61. William Bramley: Die Götter von Eden, p. 368.
62. Des Griffin: Die Absteiger, p. 96 e seguintes.

Capítulo 22: O petróleo russo

63. William Bramley: Die Götter von Eden, p. 374-380.

Capítulo 23: A declaração Balfour

64. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order.
65. William F. Engdahl: Mit der Ölwaffe zur Weltmacht, p. 72.

Capítulo 24: Os americanos também querem participar da guerra

66. William Cooper: Behold a Pale Hourse.
67. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p.17.
68. Des Griffin: Die Absteiger, p. 166-167.

Capítulo 25: O ministério Rockefeller das Relações Exteriores (CFR)

69. Gary Allen: Die Insider, p. 103.
70. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p.17.

Capítulo 26: Os prepativos para a Segunda Guerra Mundial

71. Anthony C. Sutton: America's Secret Establishment.

Capítulo 27: Adolf Hitler oferece seus serviços

72. Des Griffin: Die Absteiger, p. 174-175 e 180-185.
73. William F. Engdahl: Mit der Ölwaffe zur Weltmacht, p. 122-132.

Capítulo 28: Adolf Schicklgruber e a Sociedade Thule

74. E. R. Carmin: Guru Hitler, p. 33-37, sv International Schweizer Verlagshaus AG. Zürich,
ISBN 3 - 7263 - 6446 - 3.
75. Documentação em vídeo: UFO - Secrets of the Third Reich, European UFO Archive. P. O. Box 129,
NI - 8600 ac Sneek, fone 31 - 5150 - 21473.
76. E. R. Carmin: Guru Hitler, p. 219.
páginas 444/ 445/ 446
77. Dieter Rüggeberg: Geheimpolitik, der Fahrplan zur Weltherrschaft, p. 65 e 128-131.
78. Dietrich Bronder: Bevor Hitler kam, Marva Verlag, Genéve, 1975.
79. Alec Maclellan: The Lost World of Agarthi - The Mistery of Vril-Power, p. 100 e seguintes, p. 409.
Souvenir Press, 43. Great Russel Street, London WC 1 B3 PA, ISNB 0 - 62521 - 7.
80. Lord Bulwer-Lytton: The Coming Race, 1871.
81. Adolf Hitler: Mein Kampf, 1925/26.
82. E R. Carmin: Guru Hitler, p. 68 e seguintes.
83. Helena P. Blavatsky: A doutrina secreta, quatro volumes.
84. William Bramley: Die Götter von Eden, p. 403 e seguintes.
85. Reichsdeutsches Geheimarchiv.

Capítulo 29: A Sociedade Vril

86. Documentação em vídeo: UFO - Secrets of the Third Reich, European UFO Archive. P. O. Box 129,
NI - 8600 ac Sneek, fone 31 - 5150 - 21473.
87. Anthony C. Sutton: America's Secret Establishment.
88. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 32.

Capítulo 30: A Segunda Guerra Mundial

89. Des Griffin: Die Absteiger, p. 205-211.
90. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 21.

Capítulo 31: O que aconteceu na América durante esse tempo?

91. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 21-22.
92. Des Griffin: Die Absteiger, p. 215-216, 219-222 e 277.

Capítulo 32: A Alemanha quer capitular

95. Des Griffin: Die Absteiger, p. 225-231.

Capítulo 33: O auxílio americano aos soviéticos durante a guerra

96. Des Griffin: Die Absteiger, p. 231-235.

Capítulo 34: Os protocolos devem realizar-se

97. Des Griffin: Die Absteiger, p. 279-280, 284 e seguintes.

Capítulo 35: O que nos rendeu a Segunda Guerra Mundial?

98. William Bramley: Die Götter von Eden, p. 419.

Capítulo 37: A fundação do Estado de Israel

99. Des Griffin: Die Absteiger, p. 287 e seguintes.

Capítulo 38: O CFR se consolida

100. Dan Smooth: The Invisible Government.

Capítulo 39: O atentado contra Kennedy

101. William Bramley: Die Götter von Eden, p. 437 e seguintes.
102. William F. Engdahl: Mit der Ölwaffe zur Weltmacht, p. 181-182 e 198.
103. William Cooper: Behold a Pale Horse Documentação vídeo: The Kennedy Assassination.
Light Technology Publications, P. O. Box 1495, Sedona AZ 86336.
páginas 447/448/449
104. EIRNA-Studie: Strategie der Spannung.
105. Paolo Vitali: Der plötzliche Tod des Enrico Mattei, p. 119 e seguintes.
106. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 26.
107. Archibald E.Roberts: The Most Secret Science.

Capítulo 40: Os Cavaleiros de Jerusalém

108. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 27.
109. Dr. John Coleman: Conspirators Hierarchy.

Capítulo 41: E o Vaticano?

110. Manfred Adler: Die Freimaurer und der Vatikan, Verlag Claus P. Clausen, Lippstadt.
111. Johannes Rothkranz: Die vereinten Religionen der Welt im anti-christlichen Weltstaat, p. 231 e,
Die geplante Weltdemokratie in der City of Man. Ambos, editora Verlag Anton Schmid, Durach.
112. Dieter Rüggeberg: Geheimpolitik, der Fahrplan zur Weltherrschaft, e, Christentum und Atheismus im
Vergleich zu Okkultismus und Magie, ISBN 3 - 921338 - 12 - 3.
113. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 28-29.
114. El Informador, 4 de julho de 1963.
115. Glaubensnachrichten, dezembro de 1992. Norbert Hormuth, Postfach 810408, 8500 Nürnberg 81,
fone 0911 - 7905867.
116. William Cooper: Behold a Pale Horse.

Capítulo 42: O Fundo Monetário Internacional (FMI)

117. William F. Engdahl: Mit der Ölwaffe zur Weltmacht, p. 301-311.
118. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 29-30.

Capítulo 43: O controle da Informação

119. Anthony C. Sutton: America's Secret Establishment.
120. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 31 e seguintes.
121. William F. Engdahl: Mit der Ölwaffe zur Weltmacht, p. 185 e seguintes.
122. William Cooper: Behold a Pale Horse.
123. Michael Buschmann: Rock im Rückwärtsgang. Verlag Schulte & Gert, Asslar.
124. Fernando Salazar Banol: Die okkulte Seite des Rock. F. Hirthamer Verlag, München.
125. Helmut Finkenstädt: Eine Generation im Banne Satans. Herzbachstr. 2, D - 3559 Allendorf-Haine.
Somente se contiver extratos de textos de John Todd, senão não é recomendado.

Capítulo 44: Como conduzir uma guerra biológica e psicológica?

126. William Bramley: Die Götter von Eden, p. 451-454.
127. Nikola Tesla: Freie Energie statt Blut und Öl. vap-Verlag.
128. Moira Timms: Zeiger der Apokalypse, p. 61. Hugendubel Verlag, München 1981,
ISBN 3 - 88034 - 074 - 9. Título da primeira edição inglesa: The Six o' clock Bus.
129. Leslie Watkins: Alternative 3, com David Ambrose & Christopher M. Avon Books.
A documentação vídeo Alternative 3 está disponível em: European CIFO Archive,
P. O. Box 129, NL-8600 ac Sneek, fone 31 - 5150 - 21 473.

Capítulo 45: Uma arma: a energia

130. William F. Engdahl: Mit der Ölwaffe zur Weltmacht, p. 205 e seguintes.
131. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 33-36.
132. Barbara Honegger: October Surprise. Tudor Publishing Co.

Capítulo 46: A CIA e o Xá do Irã

133. Barbara Honegger: October Surprise.
134. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 34-35.
páginas 449/450/451/452
Capítulo 47: Saddan Hussein e Desert Storm

135. William F. Engdahl: Mit der Ölwaffe zur Weltmacht, p. 331-339.

Capítulo 49: A Reunificação da Alemanha (para sua perda)

136. William F. Engdahl: Mit der Ölwaffe zur Weltmacht, p. 325-331.
137. EIRNA-Studie: Strategie der Spannung, e, Das Attentat auf Herrhausen.
Rüdiger Rumpf. Landgräber, Sicker et Wischnewski: Das RAF-Plantom, Knaur Verlag.

Capítulo 51: A situação atual

138. Herbert G. Dorsey III: The Secret History of the New World Order, p. 41 e 46.
139. Archibald E. Roberts: The Most Secret Science.
140. Neue Solidarität: Clinton: Ein neuer Carter (11/11/1992).
141. EIRNA-Studie: Strategie der Spannung, p. 7.
142. William F. Engdahl: Mit der Ölwaffe zur Weltmacht, p. 205-206, 231-232, 334 e 366.
143. Des Griffin: Die Absteiger.
144. The Spotlight: Special Report on The Bilderberg Group, 300 Independence Ave. SE, Washington,
D.C. 20003, fone (800) - 552 - 6292.
145. E. R. Carmin: Guru Hitler, p. 218.

Capítulo 52: Resumo das principais organizações conhecidas dos Illuminati

146. Fortschrit für alle: Mündige Bürger, Schlossweg 2, D- 8501 Feucht, NR. 48 I / 91.
147. Helmut Finkenstädt: Eine Generation im Banne Satans, p. 14 e 26.
148. Gary Allen: Die Insider, p. 109-113, 117-118, 126, 152, 166-167, 208-214 e 224 .
149. Johannes Rothkranz: Wussten Sie schon....?. Verlag Anton Schimid, Durach, p. 12-13.
Politisches \lexicon on C.O.D.E., Nr. 1/3. Verlag Diagnosen Leonberg.
Die geplante Weltdemokratie in der City of Man, p. 87.
Die vereinten Religionen der Welt im antichristichen Weltstaat, p. 102.
Politische Hintergrundinformationen PHI, de 31/01/85. CH-8813 Horgen 3.

Existe um filme rodado já há alguns anos sobre o Clube de Roma e que hoje é proibido em todo o mundo, mas ainda existem aproximadamente cinco cópias em circulação. Este filme descreve os procedimentos dos instigadores deste grupo e suas implicações criminais. Todas as pessoas que participaram da elaboração deste filme ou que de uma forma ou outra estiveram em contato com a produção foram mortas após a circulação do filme, de fato, foram eliminadas.

150. Heinz Pfeifer: Brüder des Schattens, Uebersax Verlag, Zürich.
151. William Bramley: Die Götter von Eden.
152. Dieter Rüggeberg: Geheimpolitik, der Fahrplan zur Weltherrschaft.
153. The Spotlight: Bilderberger Report, setembro 1991.
The Trilateral Commission, fevereiro 1990.
154. Stan Deyo: The Cosmic Conspiracy.
155. William F. Engdahl: Mit der Ölwaffe zur Weltmacht, p. 206, 216, 231, 276 e 366.
156. Politisches Lexikon von C.O.D.E. Nr. I/I e I/2 und C.O.D.E. Nr. 9/1992. Diagnosen, Nr. 8, 8/1985.
C.O.D.E. 9/1991, p. 26.
157. Vertrauliche Mitteilungen Nr. 2628, Blatt 2.
158. William Cooper: Behold a Pale Horse.
159. Hormuth: Vorsicht..., p. 8.
Glaubensnachrichten, dezembro 1992.

Capítulo 53: 666

160. William Cooper: Behold a Pale Horse.
William Cooper Workshop, National New Age & Alien Agenda Conference, September 9, 1991.
Phoenix, Arizona, USA.
William Cooper Workshop, The Secret Government, July 20-24, 1991. Kailua-Kona, Hawaii, USA.
páginas 453/454/455/456
161. Baigent, Leigh, Lincoln: Der heilige Gral und seine Erben, p. 310-400. Bastei-Lübbe,
ISBN 3 - 404 - 60182 - 3.
162. The United States of Europe. Darwin, Austrália. (Anônimo)

Capítulo 54: Resumo

163. Dieter Rüggeberg: Geheimpolitik, der Fahrplan zur Weltherrschaft, p. 61.

Capítulo 55: O que podemos fazer?

164. Papus: Les fondements de la science de l’occulte, GEO-Wissen. Chaos und Krativität Nr. 2/1990.
165. Thorwald Dethlefsen: Schicksal als Chance, p. 32, 77, 200-201 e 204-205. Goldmann-Verlag,
ISBN 3 - 442 - 11723 - 2.
166. Richard Steinpach: Verborgene Zusammenhänge bestimmen unser Erdenleben - Menschwerdung
im Gesetz der Wiedergeburt, p. 20 e seguintes. Verlag der Stiftung Gralsbotschaft, Stuttgart.
ISBN 3 - 87860 - 149 - 2.
167. William Bramley: Die Götter von Eden, p. 158-161.
168. Baigent, Leigh, Lincoln: Der heilige Gral und seine Erben, p. 349 e seguintes.
169. Rudolf Passian: Wiedergeburt, p. 104 e seguintes. Droemersche Verlagsanstalt, München.
170. Robert Sträuli: Origines der Diamantene. ABZ - Verlag, Zürich.


páginas 456/457


Bibliografia


Adler, Manfred: Die Freimaurer und der Vatikan. Verlag Claus P. Clausen, Lippstadt.
Allen, Gary: Die Insider, vap Verlag, Postfach 1180. D - 32361 Preussisch Oldendorf,
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Baigent, Leigh, Lincoln: Der heilige Gral und seine Erben, Bastei-Lübbe, ISBN 3 - 404-60182 - 3 .
Título da edição original francesa: L’ énigme sacrée, Ed. Pygmalion.
Bano, Fernando S.: Die okkulte Seite des Rock, F. Hirthamer Verlag, München.
Bardon, Franz: Frabato, Rüggeberg-Verlag, Postfach 130844. D-42100 Wuppertal.
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Blavatsky, Helena P.: A doutrina Secreta, quatro volumes.
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Buschmann, Michael: Rock im Rückwärtsgang. Verlag Schulte & Gert, Asslar.
Carmin E. R.: Guru Hitler, p. 33-37, sv International Schweizer Verlagshaus AG. Zürich
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Coleman, Dr. John: Conspirators Hierarchy: The Story of the Committee of 300, America West Publisher, P. O. Box 2208. Carson City, NV, 89702, fone (800) 729-4131.
Cooper, William: Behold a Pale Horse, Light Technology Publications, P. O. Box 1495, Sedona, Az, 86336.
Cooper, William: Workshop, National New Age & Alien Agenda Conferencia, 9/9/1991,
Phoenix, Arizona, USA.
Cooper, William: The Secret Government. Workshop de 20 a 24/7/1991. Kailua-Kona, Havaii, USA.
Cooper, William: Documentação vídeo: The Kennedy Assassination, Light Technology Publications.
P. O. Box 1495, Sedona, AZ, 86336.
Dethlefsen, Thorwald: Schicksal als Chance. Goldmann Verlag, ISBN 3 - 442 - 11723 - 2.
Título da edição francesa: Les destin, une chance à saisir. Ed. Randin (Suiça).
Deyo, Stan: The Cosmic Conspiracy, West Australian Texas Trading. P. O. Box 71, Kalarriunda,
Western Australia 6076 ou Emissary Publications. P. O. Box 642, South Pasadena,
ca 91030.
Diagnosen Nr. 8. August 1988.
Documentação vídeo: UFO Geheimnisse des Dritten Reiches.
MGA Austrial Royal Atlantis Film GmbH.
D - 09130 Chemnitz, Forststr. 16. fone 089 - 9043171, fax: 089 - 9044253.
Em inglês: UFO-Secrets of the Third Reich.
European UFO Archive.
P. O. Box 129, NL - 8600, ac Sneek, fone 31 - 5150 -21 473.
Neste endereço voce poderá obter mais de 200 vídeos sobre os OVNIs e os
Iluminati. Solicite o catálogo!
Dorsey III, Herbert G.: The Secret History of the New World Order. 323 E. Matilija St. # 110 - 128, Ojai,
ca 93023.
EIRNA-Studie: Executive Intelligence Review, Strategie der Spannung.
Nachrichtenagentur GmbH.
Postfach 2308, D - 65013 Wiesbaden.
Engdahl, F. William: Mit der Ölwaffe zur Weltmacht, p. 366.
Finkenstädt, Helmut: Eine Generation im Banne Satans. Herzbachstr. 2, D - 3559 Allendorf-Haine.
Fortschritt für Alle: Mündige Bürger, Nr. 48 I / 91. D - Schlossweg 2, 90537 Feucht.
Fritsch, Theodor: Die zionistischen Protokolle. Hammer Verlag, Leipzig 1933.
Griffin, Des: Die Absteiger. Vap-Velag Wiesbaden, ISBN 3 - 922367 - 06 - 2.
Título da edição inglesa: Descent Into Slavery.
The Fourth Reich of the Rich.
Hitler, Adolf: Mein Kampf, 1925/26.
Honegger, Barbara: October Surprise. Tudor Publishing Co.
Landgraeber, Sieker et Wischnewski: Das RAF Phantom.
Knaur Verlag.
LaRoche, Lyndon: no Neue Solidarität, de 10/03/1993: Die Amerikaner haben ein Recht zu wissen, wer
Pike war.
Discurso proferido no Schiller Institut, no Neue Solitarität, de 16/09/92.
Maclellan, Alec: The Lost World of Agarthi - The Mistery of Vril-Power.
Souvenir Press, 43. Great Russell Street, London.
Melchizedek, Drunvalo: The Flower of Life Workshop. Fone (512) 847-5705.
Neue Solidarität: Clinton: Ein neuer Carter (11/11/1992).
Sonderbericht ünber den Ku Klux Klan (Ausgabe 1992).
Papus: Les foundements de la science de l’occulte.
Passian Rudolf: Wiedergeburt, Droemersche Verlagsanstalt, München.
Pfeifer, Heinz: Brüder des Schattens, Uebersax Verlag, Zürich.
PHI (Politische Heintergrund Informationen): de 31/1/1985. ch - 8813 Horgen 3.
Ravenscroft, Trevor: The Spear of Destiny.
Samuel Weiser Inc.
P. O. Box 612, York Beach, Maine 03910.
Roberts, Archibald E.: America in Crisis Survival Potofolio e The Most Secret Science.
Betsy Ross Press, P.O. Box 986, Ft. Collins, co 80522.
Robinson, John J.: Born in Blood e Proofs of a Conspiracy, M. Evans & Co. 216 E. 49 St. New York,
NY 10017.


páginas 459/460/461/462/463

Rothkranz, Johannes: Die vereinten Religionen der Welt im anti-christlichen Weltstaat, p. 104 e 240 em
diante; Die geplante Weltdemokratie in der City of Man e Wussten Sie schon...?
Os três, editora Verlag Anton Schmid, Durach.
Rüggeberg, Dieter: Geheimpolitik, der Fahrplan zur Weltherrschaft, e, Christentum und Atheismus im
Vergleich zu Okkultismus und Magie, ISBN 3 - 921338 - 12 - 3.
Rüggeberg-Verlag. D - 42100 Wuppertal, ISBN 3 - 921338 - 15 - 8.
Sitchin, Zecharia: Der Zwölfte Planet (O Décimo-Segundo Planeta), p. 337. Knaur-Verlag 1976.
Título da edição inglesa: The Twelth Planet. Avon Books. New York, NY 1978.
Smooth, Dan: The Invisible Government.
Steinpach, Richard: Verborgene Zusammenhänge bestimmen unser Erdenleben - Menschwerdung
im Gesetz der Wiedergeburt. Verlag der Stiftung Gralsbotschaft, Stuttgart.
ISBN 3 - 87860 - 149 - 2.
Stichwort: Freimaurer.
Heyne-Taschenbuch. ISBN 3 - 453 - 144 - X.
Sträuli, Robert: Origines der Diamantene. ABZ - Verlag, Zürich.
Sutton, Anthony C.: America's Secret Establishment.
Liberty House Press. 2027 Iris, Billings Montana 59102.
The Two Faces of George Bush, Wisweli Ruffin House Inc.,
P.O. Box 236, Drésden, NY 14441.
The Secret Information Network: The Secret Space-Program. 323 E. Matilija St. # 110-128, Ojai,
ca 93023.
The Spotlight: Special Report: The Bilderberg Group, de 9/1991.
Washington, D.C. 20003, fone (800) - 522 - 5292.
Special Report: The Trilateral Commission, de 2/1990.
300 Independence Ave. SE, Washington, D.C. 20003.
fone (800) - 522 - 5292.
The United States of Europe. Anônimo. Darwin, Austrália.
Vennard, Wickliffe B.: Conquest or Consent.
Forum Publishing Co., 324 Newbury St., Boston Mass.
Vertrauliche Mitteilungen. Nr. 2528, caderno 2.
Watkins, Leslie: Alternative 3. Avon Books, New York, NY 1978.
Webster, Nesta: World Revolution.


páginas 463/464/465


Literatura Complementar


Os Illuminati e as conspirações sobre nossa terra


Allen, Gary: Non Dare Call It Conspiracy.
Bestseller clandestino e macabro. Obra padrão sobre uma conspiração mundial.
Allen, Gary: The Rockefeller File.
Descreve o Império Rockefeller. Muito bem documentado!

Bramley, William: The Gods of Eden.
Um dos melhores livros, muito bem documentado, sobre as sociedades secretas.Texto dos mais interessantes e dos mais apaixonantes que mostra a conspiração - que dura sempre - de uma raça com tecnologia altamente evoluída na Mesopotâmia. Ainda que o autor tente explicar tudo segundo sua forma de ver, o texto fornece informações interessantes. Todo o historiador deveria lê-lo.

Coleman, Dr. John: Conspirators Hierarchy: The Story of the Comittee of 300.
W.I.R., 2533 N. Carson St., Suite J-118. Carson City, NV 89706.
Fone 1 - 800 - 9420821. Como diz seu próprio nome.

página 466

Cooper,William: Documentação em vídeo: The Kennedy Assassination.
Behold a Pale Horse.
Light Technology Publications. P. O. Box 1495, Sedona AZ 86336.
O livro é sobre as sociedades secretas e os OVNIs. Sem teorias, nada mais que fatos. Nele é descrito os subterrâneos do atentado contra Kennedy, a fabricação do vírus da Aids pelo Clube de Roma, os Rockefeller, os porquês e como, o verdadeiro programa espacial dos Estados Unidos, o estado da Lua e de Marte, a guerra prevista, etc.

Corti, Count Egon: The Rise of the House of Rothschild.
New York, Grosser & Dunlap, 1928.
Um dos mais objetivos estudos sobre os Rothschild pois a maioria dos livros ou os adulam ou os transformam em bodes expiatórios.

De Goulevitch, Arsène: Czarism and the Revolution.
Omni Publications, Hawthorne, ca, 1961.
Excelentes provas sobre o financiamento dos bolchevistas.

Deyo, Stan: The Cosmic Conspiracy.
Ver rubrica Energia Livre.

Eaton, Clement: History of the Southern Condederacy.
New York, Macmillan, 1954.
Relata os financiamentos dos estados confederados por um aliado dos Rothschild, M. Erlanger.

Engdahl, F. William: Mit der Ölwaffe zur Weltmacht - Der Weg zur neuen Weltordnung.
Dr. Böttiger-Verlag GmbH. ISBN 3 - 925725 - 15 - 6.
Livro bem documentado sobre a história do petróleo que, entre as mãos de calculistas frios, torna-se a arma que permite ascender ao governo mundial.

Epperson, A. Ralph: The unseen Hand.
Adventures Unlimited Press. P. O. Box 22, Stelle, ILI., 60919 - 9989, USA.
Descreve em 488 páginas os liames entre os eventos destes últimos 300 anos, entre outros, as guerras mundiais, o Vietnan e Watergate.

Fay, Sidney B.: Origin of the World War.
New York, Macmillan, 1931.
Manual completamente modificado sobre a Primeira Guerra Mundial.

George, Alexander et Juliette: Woodrow Wilson and Colonel House.
New York, John Day, 1956.
Menciona que a Primeira Guerra Mundial havia sido programada muitos anos antes pelas sociedades secretas européias.

Griffin, Des: Wer regiert die Welt? - Protokolle der Weltdiktatur: Satans neues Testament.
Verlag Diagnosen, Leonberg 1984.
Die Herrscher.
VAP - Verlag. ISBN 3 - 922367 - 05 - 4. Mais uma brilhante obra de Griffin.
Des Descent Into Slavery.
Descreve o império Rothschild e sua ligação com os Iluminados da Baviera durante a Primeira e Segunda Guerra Mundial.
Anti - Semitism and the Babylonian Connection

Jordan, Major: From Jordan's Diaries.
Boston, Western Islands, 1965.
A incrível história da transferência de tecnologia americana na Rússia, as patentes e materiais entregues aos soviéticos durante a Segunda Guerra Mundial.


páginas 466/467/468/469

Kerensky, Alexander: The Crucifixion of Liberty.
New York, John Day, 1934.
Sustenta as afirmações de Edgar Sisson sobre a conjuração germano-bolchevista.

Kolko, Gabriel: The Triumph of Conservatism.
Chicago, Quadrangle Books, 1967.
Provavelmente o melhor desmentido da opinião correntemente difundida de que a era progressista foi lançada e mantida pelos representantes das massas oprimidas. Este livro esclarece bem particularmente sobre o Establishment do Federal Reserve System.

Maquiavelli, Niccolo: Le Prince.
Editions Gallimard.
Manual fundamental para conspiradores.

Martin, James: All Honorable Men.
New York, Little Brown & Co., 1950.
Descreve muito bem todos os procedimentos nos bastidores, dos banqueiros internacionais, que provocaram a Segunda Guerra Mundial e daí tiraram benefícios.

Mullins, Bohlinger: Die Bankiersverchwörung.
Verlag für ganzheitliche Forschung Struckum, 1982.
Sobre o Federal Reserve System.

Quigley, Carroi: The Anglo - american Establishment - From Rhodes to Clivden.
New York, Books in Focus, 1981.
Esta monumental obra desvela um século de intrigas por parte dos Illuminati nas finanças internacionais.

Ramtha: La dernière valse des tyrans.
Um dos raros livros escritos sobre esse tema, verdadeiramente objetivo e mencionando os segredos espirituais. O único livro, de meu conhecimento, que tem uma conclusão positiva e propöe uma série de soluções e alternativas para cada um de nós. Ë ele, pessoalmente, o mais recomendado.

Robin, Jean: Les Sociétés Secrètes au Rendez-vous de l'Apocalypse.
Editions G. Trédan, 1985.

Robinson, John: Proofs of a Conspiracy.
Reimpressão pela Western Islands, Boston e Los Angeles.
Desvenda a história das forças sustentadoras da revolução francesa.

Rüggeberg, Dieter: Geheimpolitik, der Fahrplan zur Weltherrschaft.
Rüggeberg - Verlag. Postfach 130844. D - 421, Wuppertal.
Excelente livro sobre as lojas secretas, escrito de um ponto de vista oculto, que trata particularmente das lojas alemãs.

Sasuly, Richard: I. G. Farben.
New York, Boni & Gear, 1947.
É uma história do monopólio alemão da química que sustenta tão poderosamente a ascensão de Hitler até a sua total tomada do poder na Alemanha, e onde os problemas jurídicos foram tratados pelo advogado Allen Dulles.

Steffens, Lincoln: The Autobiography of Lincoln Steffens.
New York, Harcourt, Brace & Co., 1931.
O pró-comunista radical Steffens acompanha Trotski em sua viagem de New York até a Rússia.

Sutton, Anthony C.: Wall Street and the Rise of Hitler. _ 76 Press, Seal Beach, 1966.
National, Suicide - Military Aid to the Soviet Union. _ Arlington House, New Rochelle, New York, 1974.

páginas 469/470/471

America's Secret Establishment. _ Liberty House Press, 2027. Iris, Billings Montana 59102.
The Two Faces of George Bush. _ Wiswell Ruffin House Inc.. P. O. Box 236, Dresden, N.Y. 14441.

Thyssen, Fritz: I paid Hitler. _ New York, Farrar & Rinchart, 1941.
Um eminente industrial alemão decepcionado por Hitler e pelo que foi o terceiro Reich desvenda o papel que os banqueiros e industriais representaram para conduzir Hitler à sua posição de poder.

Viereck, George S.: The Strangest Friendship in History. _ New York Liveright, 1932.
Este notável livro descreve o papel do coronel House quando Woodrow Wilson estava na presidência.

Webster, Nesta: The French Revolution. _ Reimpressão pela Christian Book Club, Hawthorne Califórnia.

Sobre o papel dos Illuminati na revolução bolchevista. _ Secret Societies and Subversive Movements.
Mesma edição. _ Texto fundamental sobre o tema dos Illuminati escrito pelo historiador inglês consciencioso.

Webster, Nesta et Kerlan, Kurt: Bolche und Bolshevik. _ New York, The Beckwith Co., 1923.
Tratado sobre o papel da Alemanha e dos banqueiros internacionais durante a revolução bolchevista.

Wormser, Rene: Foundations: Their Power and Influence. _ New York, Devin-Adair, 1958.
Dá informações a propósito das fundações de Rockefeller e de Carnegie. Aqueles que lêem em inglês e estão interessados por leituras que abram os olhos sobre a história, a política, a economia e as sociedades secretas, podem encomendar um catálogo geral para:
Emissary Publications, P. O. Box 642, South Pasadena, ca 91030, USA.
Vários vídeos sobre os Illuminati estão disponíveis com: European UFO Archive, P. O. Box 129, NL - 8600 ac Sneek, fone 31 - 5150 - 21473

Estados Unidos

Dall, Curtis B.: E.D.R. - My Exploited Father-in-Law.
Mullins, Eustace: The Bankers's Conspiracy - The Foundation of the Federal Reserve System.
Ritter, Thomas: USA - Der lächelnde Kannibalismus. _ Ursula Bollinger Buchvertrieb, Gollbergstr. 2, D - 61 194, Niddatal 1. _ fone 06034-3115.

Alemanha e neo-nazismo

EIRNA Executive Intelligence Review, Nachrichtenagentur GmbH.
EIRNA - Studie: Strategie der Spannung, Postfach 2308, D - 65013 - Wiesbaden. Fone 06122-9160.
Seguramente o melhor estudo sobre os bastidores, os capitalistas e os objetivos do neo-nazismo na Alemanha unificada. Ele desmascara os bancos e as lojas que financiam os partidos alemães de direita e aqueles de extrema-direita. Ele cita os nomes!!! Este estudo se endereça justamente aos especialistas (deputados e chefes de partido na câmara federal) mas não ao público. Daí seu preço elevado (250, DM). Mas vale a pena!!


páginas 471/472/473

Landgräber, Sieker et Wischnewski: Das RAF - Phantom. _ Knaur Verlag. _ Tese dos autores da WDR que provam que não se pode sustentar a hipótese da existência de uma terceira geração da Facção Exército Vermelho.

O ocultismo no terceiro Reich e os subterrâneos da Segunda Guerra Mundial

Bardon, Franz: Frabato, le magicien. _ Editions François de Villac. _ Récita da vida do mago alemão Franz Bardon. Mostra as maquinações de algumas lojas 99.ª sobre a magia negra nos anos 30 na Alemanha. Apaixonante de ler.

Ravenscroft, Trevor: The Speer of Destiny. _ Samuel Weiser Inc., P. O. Box 612, York Beach, Maine 03910. _ Descreve a história e o mito da lança com a qual Gaius Cassius perfurou o flanco de Jesus. Traz muita elucidação sobre o terceiro Reich e sobre o que se refere aos procedimentos dessa época. Documentação notável!!

Robin, Jean: Hitler, l'éllu du dragon. _ Editions G. Trédan.

O cristianismo e suas implicações com os Illuminati

Baigent, Leigh et Lincoln: L' énigme sacrée _ Ed. Pigmalião. _ Obra editada das minusciosas pesquisas de três autores, sobre a situação da família de Jesus, o Priorado de Sião, os templários e os Habsburgos.

Robin, Jean: Le royaume du Graal. _ Editions G. Trédan, 1993.

Energia livre, anulação da força de gravidade e tecnologias secretas

Bearden, Thomas E.: The Excalibur Briefing. _ A. Walnut Hill Book, Straxberry Hill Press, 2595 15th
Av. San Francisco, ca 94127.
Toward a New Electromagnetics, Parts 1, 2, 3 & 4. _ Tesla Book Company, 1580 Magnolia Ave., Millbrae, ca 94030.
Solutions to Tesla Secrets and the Soviet Tesla Weapons. _ Descreve muito detalhadamente o sistema das armas soviéticas construídas segundo os inventos de Nikola Tesla. Fazem parte dessas as ondas ELF, mencionadas no capítulo Como conduzir uma guerra biológica e psicológica, as modificações metereológicas e as lavagens cerebrais de cidades inteiras com estas máquinas. Os apaixonados pela tecnologia devem ler esses livros! Fatos e mais fatos...

Cater, Joseph: The Awesome Life Force. _ Adventures Unlimited Press., P. O. Box 74, Kempton, ILL. 60946. _ Descreve o sistema de energia livre, os viajantes do tempo, a anulação da força de gravidade, a propulsão dos OVNIs, a energia Orgon utilizada por Wilheim Reich, etc...

Cathie, Bruce: The Bridge to Infinity - Harmonie 371244. _ Adventures Unlimited Press. _ Seu quarto livro sobre o tema descreve a rede eletromagnética ao redor da terra, suas funções, sua utilização para a propulsão de OVNIs, as máquinas à energia livre, etc...

em portugues, sobre Nicola Tesla: “As Fantasticas invenções de Nikola Tesla”, de David Hatcher Childress, pode ser adquirido no www.terraadouradabrasil.com.br ou alembra@uol.com.br

páginas 473/474/475

Chency, Margaret: Tesla - Man out of Time. _ Barnes & Noble Books, ISBN 0 - 88029 - 419 - 1.
Biografia muito boa sobre Nikola Tesla.

Childress, David Hatcher: The Anti - Gravity Handbook. _ Este livro contém somente dez páginas de literatura complementar e destina-se ao tema da energia livre!
Anti - Gravity and the Unified Field.
Anti - Gravity and the World Grid.
Estes três livros descrevem as diferentes vias para anular a força de gravidade, as leis e a utilização da energia livre.
Vimana Aircraft of Ancient India and Atlantis. _ Descreve em 320 páginas os engenhos voadores denominados Vimanas na antiga Índia. Contém os planos de construção! _ Adventures Unlimited Press., P. O. Box 74, Kempton, ILL. 60946.

Deyo, Stan: The Cosmic Conspiracy._ West Australian Texas Trading. _ P. O. Box 71, Kalamunda, Western Australia 6076, ou Emmissary Publications, P. O. Box 642, South Pasadena, ca 91030, USA. _ Os planos de construção e as instruções de vôo dos discos voadores que foram pilotados mais tarde - que foram programados no subconsciente dos ex-pilotos de elite do exército australiano; estas lembranças remontaram subitamente em sua memória. Ele desvenda a construção de engenhos voadores em Pine Gap (base da aeronáutica na Austrália), assim como a utilização de ondas ELF para manipular as pessoas. Desencadeamento de tremores de terra, modificações metereológicas, etc... O autor é profundamente cristão e não dá nenhuma solução subjetiva da situação (Jesus is the answer). Mas todos os documentos reunidos são grandiosos e mesmo chocantes!

Ewertverlag: K. D. Ewert criou o motor gravitacional à base de energia livre e requisitou a patente.

Kelly, D. A.: The Manual and Free Energy Devices and Sistems._ Adventures Unlimites Press.
Descreve as máquinas à energia livre de Nikola Tesla até os dias de hoje, passando por Victor Schauberger.

Tesla Technology, Vol. 1: The Problem of Increasing the Human Aura.
Vol. 2: Boundary Layer Breaktrough
Adventures Unlimited Press.
Descrevem as máquinas de energia livre, a transmissão de energia sem fio, o deslocamento dos campos magnéticos e, particularmente, a turbina Tesla!

Tesla, Nikola: Das Genie unserer Zukunft, Freie Energie statt Blut und Öl.
Vap Verlag, ISBN 3 - 922367 - 60 - 7. Tesla Institut, Vienne 0043 1 5871 833.

Os OVNIs no terceiro Reich

Jürgen-Ratthofer, Norbert: Das Vril - Projekt._ Documentos ainda não publicados sobre os trabalhos da nova ciência do terceiro Reich em conexão com a Sociedade Vril, editado pela DHVSS. A idéia mais aureolada de mistério: a de voar para o Além seria a mãe dos discos voadores alemães. Quando os SS construíram seus Haunebus, o grupo Schumann trabalhava na série dos VRIL - com a finalidade de voar até Aldebaran.
Zeitmaschinen. _ Princípios e descrição da construção e do funcionamento das máquinas estacionárias para viagem no tempo - a nave espaço-tempo - os projetos secretos das naves espaciais eletrogravitacionais a taquions.

páginas 476/477/478

Jürgen-Ratthofer, Norbert: Flugscheiben und andere deutsche und japanische Geheim-und Wunderwaffen des 2. Weltkrieges. _ Manuscritos com excelentes ilustrações.
Estes livros podem ser encomendados a: Michael Damböck-Verlag, A - 3321 Ardagger, Markt 86. Fone e fax 1943 - 7479 - 6329.
Vídeos sobre os OVNIs: UFO's - Das Dritte Reich schlägt zurück? _ Fotos que abrem os olhos!
Michael Damböck-Verlag. _ A - 3321 Ardagger, Markt 86. Fone e fax 1943 - 7479 - 6329.

Documentação em vídeo: UFO - Geheimnisse des Dritten Reichs _MGA Austrial Royal Atlantis Film G, D - 09130 Chemnitz, Forststrasse 16, Fone 1949 89 - 9043171. Fax 1949 89 - 9044253.

Os OVNIs

Andrews, George C.: Extraterrestrials Among Us! _ Llewellyn Publications, St. Paul, Minnesota. 55164 - 0383, USA, 1992.

Armstrong, Virgil: They Need Us, We Don't Need Them! _ Entheos Publishing, P. O. Box 20174, Village of Oak Creek, Arizona 86341. _ Ex - Green Beret e membro da CIA, comandante da G-2 Air Division, testemunha e representante especial, presente no momento da queda do OVNI em White Sands, no Novo México. Um livro muito importante, escrito de primeira mão.

Beckley, Timothy Green: MJ-12 and the Riddle of Hangar 18._ Inner Light Publications.
Relata a queda de OVNIs em Rosewell, no Novo México, em 1947.

Buttlar, Johannes von: Leben auf dem Mars._ Herbig-Verlag, München, 1987.
A face marciana e as pirâmides em Marte.
La déchirure du temp, Ed. Amrita.

Coquet, M.: Les OVNIs à la lumière de la tradition_ Ed. L' Or du temps.

Commander X: The Ultimate Deception._Abelard Productions, 1990, USA _ Contém informações dadas pelos extra-terrestres aprisionados pela aeronáutica americana.

Hamilton, William F.: Cosmic Top Secret _ Inner Light Publications. _ Relata as tentativas de vôo da reconstrução de discos voadores caídos em Groom Lake, em Nevada.

Hesemann, Michael: UFOs - Die Kontakte _ Hesemann Verlag, München. Um resumo dos mais conhecidos casos de OVNIs. Dá um apanhado dos numerosos objetos vistos e de seus diferentes aspectos.
UFOs - Die Beweise. _ Contém cópias de documentos secretos do governo americano sobre os objetos encontrados nos Estados Unidos, os resultados de testes de engenhos reconstruídos e relatórios dos passageiros mortos ou ainda encontrados com vida nos discos voadores.


páginas 478/479/480

Kinder, Gary: Les années-lumière. _ Ed. Amrita.

Mack, John E.: Dossiers extra-terrestres. _ Ed. Presses de la Cité.

Popowitsch, Marina: UFO Glasnost. _ Langer Müller Verlag, München, 1991.
A coronela dra. Marina Popowitsch, lendária piloto de testes dos anos 60 e 70 e esposa do célebre cosmonauta general Pawel Popowitsch desvenda os relatórios de OVNIs e fotos da União Soviética.

Ramtha: UFOs und die Beschaffenheit von Wirklichkeit. _ In der Tat Verlag, Burggen, 1990.
O ponto de vista de Ramtha, sua explicação da vida extra-terrestre e a relação com as mudanças atuais sobre a terra. Documento sem dúvida alguma dos mais objetivos e dos mais positivos que conhecemos. O livro liberta-nos do medo dos extra-terrestres maldosos (os pequenos cinzas) que são propagados pela mídia, especialmente nos Estados Unidos, junto daqueles que se interessam por OVNIs, incentivando-os a parar suas pesquisas.

Série Conclave Messages. Ed. Ariane.

Sider, John: Contacts supra-terrestres _ Dossiers secrets _ Ed. du Rocher.

SOBEPS Bruxelles: Vague d' OVNIs sur la Belgique _ Um dossiê excepcional.

Silva, Charles A.: Date with the Gods _ Living Waters Publishing an Distributing, 1986.
8916 Gale Road, Pontiac, Michigan 48054. _ Contém, entre outras, o terceiro segredo de Fátima.

Steinmann, William et Stevens, Wendelle: UFO - Crash at Aztec, New México, Tuscon (Eigenverlag), 1986.

Valerian, Valdamar: Matrix 2, 3 and 4. _ A melhor compilação sobre OVNIs, mind control e os ensinamentos da Merkabah (geometria sagrada).

Documentação em vídeo: Teil 1: UFO - Von der Legende zur Wirklichkeit.
Teil 2: UFO - Top Secret.
Teil 3: UFO - Der Kontakt, die Chance fur die Menschheit.
Royal Atlantis Film GmbH, D - 09130 Chemnitz, Forststrasse, 16, f.1949 - 89 - 90143171.
Os vídeos contém entrevistas com Johannes von Buttlar, Erich von Däniken, Wendeile Stevens, Thomas E. Bearden, Hans C. Petersen, Virgil Armstrong, Prof. Rupert Sheldrake, Chris Chriscom e muitos outros.

Mais de 100 vídeos sobre os OVNIs em inglês estão disponíveis via: European UFO Archive, P. O. Box 129, NL - 8600. ac Sneek. Fone 31 - 5150 - 21 473.

Sistemas de túneis subterrâneos e a terra oca

Beckley, Timothy Green: Subterrean World Inside Earth _ Inner Light Publications.
P. O. Box 753, New Brunswick. NJ 08903.

páginas 480/481/482

Excelente sumário de diferentes relatórios e livros sobre o interior da terra. Contém também as experiências vencidas por aqueles que penetraram por descuido nos túneis habitados.
The Shaver Mystery and the Inner Earth, Inner Light Publications, P. O. Box 753, New Brunswick. NJ 08903_ Esta é a história de Richard S. Slaver, que afirma ter contatos com uma raça altamente evoluída que habitara numa cadeia de grandes grutas sob os Estados Unidos.

Bernard, Dr. Raymond: The Hollow Earth, Inner Light Publications, P. O. Box 753, New Brunswick. NJ 08903 _ Obra modelo sobre a teoria da terra oca. Contém as experiências vencidas pelos exploradores dos pólos, que estão longe de serem vulgares!

Blavatsky, Helena P.: La doctrine secrète, 4 vols., Ed. Adyar.

Brinsley Le Poer Trench: Secret of the Ages - UFOs From Inside the Earth _Granada Publishing Limited, England. _ O melhor apanhado daquilo que todos os outros autores, tais como Emerson, Gardener, Raymond Bernard, Reed, e outros, escreveram sobre a terra oca.

Commander X: Underground Alien Bass, _ Abelard Productions, Inc.
Descreve as bases extra-terrestres na América do Norte.

Dordie, Memlan: Agartha, Ed. Sciences de l' Everil, Emerson, Willis George: The Smoky God _ Inner Light Publications, P. O. Box 753, New Brunswick. NJ 08903.
A história aventureira do explorador dos pólos Otaf Jansen, que teria navegado com seu pai, em 1829, para além do pólo Norte até o centro da terra e teria passado dois anos com os gigantes arianos e aprendido muito deles.
Gardener, Marshall: A journey to the Earth's Interior, Inner Light Publications, P. O. Box 753, New Brunswick. NJ 08903_ Gardener reune os relatórios dos exploradores dos pólos e chega a uma conclusão que a terra deveria ser oca.

Goldwin, Joscelyn: Arktos, Adventures Unlimited Press.
Um formidável livro sobre a terra oca. Muito interessante!

Jungclaus, David: The City Beneath The Bermuda Triangle, Lost World Publishing, Suite # 381.
2899 Agoura Rd. Westlake Village, ca 91361 _ Descreve contatos físicos com uma raça que vive sob imensas cúpulas de vidro no fundo do Atlântico, no triangulo das Bermudas.

MacLellan, Alec: The Lost World of Agarthi - The Mystery of Vril-Power, Souvenir Press, 43 Great Russell Street, London WC 1 B 3 PA, ISBN 0 - 62521 - 7.
O melhor resumo das cadeias de túneis e de cidades subterrâneas habitadas no mundo inteiro. Absolutamente fascinante! Aquele que duvidou de tudo isso até o presente por causa de histórias mudará de opinião após esta leitura. Contém também The Coming Race de B. Lytton!


páginas 482/483/484

Michael X: Rainbow City and the Inner Earth People, Inner Light Publications, P. O. Box 753, New Brunswick. NJ 08903.

Nimpsup, Chrisiana: La Terre creuse est l' Agartha, Ed. Trédaniel.

Ossendovsky: Bêtes, hommes et Dieux, Ed. Amrita.

Reed, William: The Phantom of the Poles, Inner Light Publications, P. O. Box 753, New Brunswick. NJ 08903 _ Agrupa também todos os relatórios dos exploradores dos pólos e chega à mesma conclusão que em 1906.

Waiton, Bruce: Mount Shasta - Home of the Ancients, Inner Light Publications, P. O. Box 753, New Brunswick. NJ 08903 _ Descreve um grupo de sobreviventes do tempo da Lemúria que vive sob a montanha Shasta na Califórnia.

Viagens no tempo

Brad Steiger et Al Bielek: The Philadelphia experiment an other UFO conspiracies, Inner Light Publications, P. O. Box 753, New Brunswick. NJ 08903.
Al Bielek é um dos dois sobreviventes da experiência Philadelphia de 1943, onde colocaram o SS Eldridge inicialmente invisível ao radar, e depois a olho nu. Mas qualquer coisa terminou mal. Este livro descreve as experiências de Al Bielek e de seu irmão Duncan e preenche as lacunas que não passaram de suposições no livro de Charles Berlitz que traz o mesmo título. Se após essa leitura desejais saber mais sobre a história de Al Bielek, então procurai dois vídeos rodados fora de seus seminários no seguinte endereço: Shining Star Productions, Inc., 15023 N. 73rd Street # 202, Scottsdale, Arizona 85260, f. (001) - 602 - 948 - 6856.

Tape 1: Conspiracy of Silence Behind the Philadelphia Experiment _ Revela as lavagens cerebrais dos marinheiros que participaram desta experiência, sua viagem através do tempo e tudo aquilo que aconteceu no SS Eldridge.
Tape 2: Philadelphia and Phoenix Experiments - A UFO Link _ Descreve as sequências da experiência de Philadelphia e a experiência Phoenix que seguiu-se em 1983. Trata-se de experiências de viagens no tempo, de materializações e teleportações. A experiência Phoenix foi interditada pelo Congresso americano mas renovada no mesmo ano por financiamentos privados da Navy sob o nome de projeto Montauk.

Jürgen-Ratthofer, Norbert: Zeitmaschinen, Dr. Michael Damböck Verlag, A - 3321 Ardagger, Markt 86, f. 1943 - 7479 – 6329 _ Ver rubrica OVNIs no terceiro Reich.

Nichols, Preston B.: The Montauk Project - Experiments in Tim, Sky Book, P. O. Box 769, Westbury, New York 11590, ISBN 0 - 9631889 - 0 – 9 _ Eis aqui o relatório mais incrível e mais perturbador das experiências empreendidas pelos homens com o tempo!

páginas 484/485/486

Nichols, Preston B.: Montauk Revisited - Adventures in Synchronicity Pyramids of Montauk - Exploration in Consciousness.
Tratam dos eventos extraordinários ao redor dos projetos Philadelphia e Montauk, de Duncan Cameron, Al Bielek e do próprio Preston Nichols.


Professias para o final deste milênio

Kirkwood, Annie: Le message de Marie à l' humanité, Editions Ariane, Quebec.

Korkowski, Edward: Kampf der Dimensionen, Andersen Verlag, ISBN 3 - 925859 - 09 - 8.

Ramtha: Intensiv: Wendezeit - Die künftigen Tage, In der Tat-Verlag, Postfach 1, D - 86977 Burggen, ISBN 3 - 9802507 - 3 - 3.

Robin, Jean: Reponse de Nostradamus à Fontbrune, Editions G. Trédan.

Timms, Moira: Zeiger der Apokalypse - Harmageddon und neues Zeitalter, Hugendubel-Verlag, München, ISBN 3 - 88034 - 074 –9 _ Título da edição inglesa: The Six O' clock Bus - Harmageddon and New Age.

Outros

Brian, William L.: Moongate - Suppressed Finding of the US - Space Program.
Future Science Research Publishing Co, P. O. Box 06392, Portland, Oregon 97206 - 0020.
Desvenda a verdadeira história das alunissagens e explica a constituição da lua e as propriedades de sua atmosfera.

Esterfeld, Claus von: Tese. O físico explica a constituição da terra e a gravitação. Livro que abre os olhos!

Hoagland, Richard C.: The Monuments of Mars, Adventures Unlimited Press _ Descreve as fotos da face marciana e das pirâmides tomadas pela nave Viking em 25 de julho de 1976 sobre Marte. Muitas fotos!

Leonard, George: Somebody Else is on the Moon!, The David McKay Company, 750 Third Ave., New York, NY 10017 _ Mostra as fotos feitas pela NASA de discos voadores e de construções sobre a lua.

Noone, Richard: ICE - The Ultimative Disaster, Adventures Unlimited Press, Descreve as sociedades secretas desde o antigo Egito, segundo as quais assistiremos a chegada de uma era glacial no ano 2000.

Avatares

Coquet, M.: La doctrine des Avatars, Ed. L' Or du temps.

Spalding, Baird: La vie des maitres, Ed. J' ai lu.

páginas 486/487/488

O que fazer diante da situação

Kirkwood, Annie: Le Message de Marie à l' humanité _ Ariane, Quebec, Ramtha: Ramtha, Ed. Astra, Paris.
La dernière valse des tyrans, _ Les jours à venir _ Ed. du Roseau, Canada.

Schmidt, K. O.: Un nouvel art de vivre, tome 1 et 2, Ed. Astra, Paris.

Wallimann, Silvia: Erwache in Gott, Bauer-Verlag, Freiburg.

Reencarnação

Dethlefsen, Thorwald: Les destin, une chance à saisir, Ed. Randin (Suisse).

Jankovich, Stevan von: La mort, ma plus belle expérience, . du Signal (Suisse).

Meurois-Givaudan, Anne et Daniel: Terre d' émeraude, Ed. Amrita.

Stevenson, Ian: Les enfants qui se souviennent de leur vie antérieure, Ed. Sand.

Sarrazin: L' expérience de la réincarnation, Ed. du Rocher.


páginas 488/489



fim


Querendo saber mais, sobre os assuntos relacionados no texto, assistam no People+Arts:
Todas as quintas-feiras às 20:30 horas
Conspirações - Controle Supremo
(enquanto deixarem exibir!)


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